Developing countries is the name used by experts to refer the countries crushed by the development of other countries

Eduardo Galeano

You are here

EH Lagunak (pt)

«Líbia: a seis anos da destruição de um Estado»

ASEH-Lisboa - Mon, 03/20/2017 - 22:32
Foi a 19 de Março de 2011 que forças militares francesas, britânicas e norte-americanas, à frente de uma ampla coligação internacional, iniciaram uma intervenção militar na Líbia. Poucos dias depois, a NATO passou a assumir o comando das operações, que se prolongaram até 31 de Outubro desse ano, consumado que estava o assassinato do chefe de Estado, Muammar Khadafi.
[…]
Essa manipulação, levada a cabo por meios de comunicação social sob controlo do «partido da guerra» e do imperialismo, teve um papel crucial na criação de uma «barragem de mentiras», martelando a versão oficial das potências agressoras de que «um levantamento popular pacífico» fora bombardeado pelas forças do Estado líbio.

Evitando essa «barragem», ambos os textos, tal como o de Carlos Lopes Pereira, acima referido, deixam claro que se tratou de uma guerra de agressão, cujos objectivos passaram pelo derrube do regime de Khadafi, a destruição do Estado líbio e o saque às imensas riquezas e recursos do país: as dezenas de milhares de milhões de dólares do seu fundo soberano, as enormes reservas de petróleo, de gás e recursos aquíferos, entre outras.

De acordo com os dados divulgados pelas Nações Unidas em 2010, a Líbia era o país com maior Índice de Desenvolvimento Humano no continente africano e, pese embora as contemporizações de Khadafi face às potências imperialistas, afirmava-se como um Estado soberano, laico e independente, desenvolvendo uma política pan-africana e relações externas que eram diversas dos interesses do imperialismo, como salienta Lopes Pereira. (Abril)

«Sobre a força económica e militar da Grécia»

ASEH-Lisboa - Mon, 03/20/2017 - 22:31
[KKE/PCG] Pelo seu interesse documental, publicamos um texto do órgão central do KKE sobre aspectos relativos às Teses do seu próximo XX Congresso. / Ler: odiario.info

Orçamento 2017: aprofundamento do declínio económico e social

ASEH-Lisboa - Mon, 03/20/2017 - 21:30
A HerriUni [Universidade Popular] promoveu, em conjunto com diversas organizações sociais e forças políticos (Eusko Ekintza, Herritar Batasuna, Euskal Herriko Komunistak, Askatasunaren Bidea, Libertate Nafarra), a realização de um estudo aprofundado, com 100 páginas, sobre os orçamentos da CAB e Nafarroa. A autoria é da economista Nekane Jurado.

O estudo, que se centra no último decénio (2008-2017), abarca diversas áreas (habitação, fiscalidade, cultura, euskara, políticas sociais, educação, saúde…).

Na sexta-feira, a HerriUni e Nekane Jurado deram uma conferência de imprensa debaixo da ponte do Município de Bilbo (para mostrar como as dotações orçamentais estão a tornar cada vez mais difícil a possibilidade de ter casa própria).

Nekane Jurado, economista e comunicadora, apresentado o trabalho exaustivo de análise económica, que estuda o momento actual da União Europeia e de Hego Euskal Herria (País Basco Sul).

Conferência de imprensa da HerriUni e Nekane JuradoVer: elperiodistacanalla.net e lahaine.org / Relatório aqui.

«¿Qué es la kale borroka?»

ASEH-Lisboa - Sun, 03/19/2017 - 22:34
[De Sendoa Jurado, ex-preso por kale borroka] Por medio de la kale borroka, estando de acuerdo con ella o no, el pueblo ha denunciado las razzias policiales contra la juventud; con este tipo de lucha este pueblo ha hecho que se escucharan los gritos desgarrados de quienes estaban siendo torturados en las oscuros calabozos de los cuarteles; por medio de esta lucha el pueblo ha mostrado su enfado por los asesinatos de la guerra sucia y ha sacado las luchas de los presos a este lado del muro para que no se quedaran en la opacidad de la cárcel. Por medio de la kale borroka se han sacudido las conciencias de quienes miraban hacia otro lado ante la violencia de estado desmedida para que, aunque sólo fuera por un momento, se dieran cuenta de que en este mundo existe algo más que su propio ombligo. La kale borroka ha sido un instrumento imprescindible para condicionar la actividad política y represiva del Estado español. Y creo que, guste o no, lo que digo es algo objetivo, estando de acuerdo o en contra de este tipo de lucha.
[…]
Aunque sea brevemente, quisiera destacar que la derrota que hemos sufrido a la hora de hacer frente a la violencia de estado no ha sido ni policial ni militar. La derrota que hemos sufrido ha sido política. La policía no ha terminado ni con la lucha armada ni con la lucha urbana, porque nunca ha tenido capacidad para asimilarlas. Quienes durante tantos años han jugado el papel de ser nuestros representantes políticos no han sido capaces de explicarle a una mayoría que lo que aquí había no era un estado democrático haciendo frente a unos violentos, sino un pueblo que hacía frente a un estado fascista. / LER: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Filmar a Polícia não é crime» (3/4)

ASEH-Lisboa - Sun, 03/19/2017 - 22:33
Terceira reportagem da campanha «Grabar a la Policía no es delito» / «Grabatzea ez da delitua», realizada pelos órgãos de comunicação Ahotsa, Argia, Topatu, Hala Bideo e Ekinklik, juntamente com o movimento Eleak/Libre.
Grava/filma, porque o registo gravado de uma acção policial «pode mudar a relação de forças».

«Grabatzea ez da delitua» (3)[Legendado em castelhano.] Ver: argia

«Fidel Castro: el revolucionario de tiempos difíciles»

ASEH-Lisboa - Sun, 03/19/2017 - 22:32
[De Renán Vega Cantor] Fidel Castro siguió siendo revolucionario, aunque en el mundo entero gran parte de los que alguna vez se declararon revolucionarios («los revolucionarios de tiempos fáciles») lo hayan dejado de ser, por plegarse al capitalismo y disfrutar de algunas de sus migajas. Mantuvo su dignidad hasta el final, sin renunciar a la independencia y a la soberanía, con los costos que eso supone. Por esto mismo, luego de su muerte física, gran parte de esos conversos (como Mario Vargas Llosa) no han ocultado su antipatía por un personaje que no adjuro de sus convicciones ni se plegó ante el imperialismo. (Resumen Latinoamericano)

«A Comuna de Paris» [Escuela de Cuadros]

ASEH-Lisboa - Sun, 03/19/2017 - 22:31
A edição n.º 165 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros» centra-se no estudo do texto de Karl Marx «A Guerra Civil em França» (1871), contando para tal com a ajuda de Vladimir Acosta.

É possível aceder ao texto, escrito em Abril-Maio de 1871, em marxists.org.

«La Comuna de París» [Escuela de Cuadros]O programa Escuela de Cuadros é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas e terças-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros.

Arguidos na Operação Aranha denunciam os últimos julgamentos na AN espanhola

ASEH-Lisboa - Sat, 03/18/2017 - 22:34
Na quinta-feira de manhã, 16, vários dos membros da Plataforma pela Absolvição dos arguidos na Operação Aranha deram uma conferência de imprensa frente ao quartel da Guarda Civil de La Salve, em Bilbo, para denunciar os últimos julgamentos levados a cabo na Audiência Nacional espanhola.

Em simultâneo, anunciaram a jornada em defesa da liberdade de expressão que estão a preparar para o dia 8 de Abril em Bilbo e fizeram um apelo à solidariedade com Rubén González, membro da plataforma referida e que será julgado no dia 27 deste mês.

No portal lahaine.org, pode ler-se na íntegra o texto que foi lido na conferência de imprensa.

Morreu Ion Arretxe, preso e torturado juntamente com Mikel Zabalza

ASEH-Lisboa - Sat, 03/18/2017 - 22:33
Ion Arretxe, escritor e cineasta natural de Orereta (Gipuzkoa), morreu hoje. Ion foi preso em 1985 na mesma operação em prenderam Mikel Zabalza, e sobreviveu a dez dias sob custódia da Guarda Civil, ao abrigo da lei antiterrorista.

Escreveu a obra Intxaurrondo, la sombra del nogal, onde conta o horror da tortura no tristemente célebre quartel de Intxaurrondo (Donostia).

Ion Arretxe – testemunho sobre as torturas que sofreuMais info: lahaine.org

«Independencia y socialismo»

ASEH-Lisboa - Sat, 03/18/2017 - 22:32
[De Jon Iurrebaso Atutxa e Fermin Santxez Agurruza, ex-membros da ETA] La historia de la que fue nuestra organización es una historia de combate y de entrega sin descanso con errores y aciertos como no podía ser de otra manera después de tantas décadas de lucha. Y entre otras muchas cosas, queremos subrayar una por encima de todo y por debajo de todas las mentiras de nuestros enemigos: los militantes de E.T.A hemos sido voluntarios, hemos cogido las armas para conseguir la plena libertad del Pueblo Trabajador Vasco, sin tener ningún tipo de interés personal o material.

Y queremos proclamar una segunda cosa: el núcleo, el corazón y el eje de E.T.A. no ha sido nunca una forma concreta de lucha, ni la utilización de determinados instrumentos, sino la estrategia abertzale independentista y socialista revolucionaria para liberar Euskal Herria.

¿Euskal Herria es libre y soberana hoy en día? ¿Socialista y euskaldun? Está claro que no. Por lo tanto, la lucha por liberar Euskal Herria debe continuar necesariamente, con E.T.A. o sin ella, hasta que consigamos la Independencia, el Socialismo, la Reunificación y la Reeuskaldunización. La lucha no tiene interrupción. / LER: BorrokaGaraiaDa [cas/eus]

«Mensagem das guerreiras do Funk!»

ASEH-Lisboa - Sat, 03/18/2017 - 22:31
[De Tiago Santos] O Dia Internacional da Mulher, 8 de Março, que ainda hoje é objecto de grande incompreensão e de convenientes mal entendidos, traz-nos a memória das batalhas travadas e de todas ainda a travar para que a luta emancipadora pela igualdade das Mulheres possa prosseguir a sua marcha, até que não sobre pedra do edifício patriarcal construído para as explorar.

Março é o mês da Mulher, e porque essa força não se esgota num dia de luta, já que a realidade não muda por um dia que seja, assumimos o grito de tantas guerreiras que ao longo do tempo fazem da canção uma arma contra a opressão, em defesa da mudança da sociedade, por condições de vida dignas, pela igualdade, pelo direito ao trabalho e à família, contra a violência, o assédio e o sexismo. A mistura de hoje é explosiva, e pede volume no máximo! Mergulhamos no imenso caldeirão da soul e do funk para ouvir os hinos que, das ruas aos palcos e em cada casa, levaram a bandeira da luta das mulheres como uma lição que se dança enquanto o corpo ganha forças, porque a luta, essa, vai continuar!

Nina Simone – «Four Women»Ver: (Abril) [com 5 vídeos]

«Errepresiorik ez! Atxilotuak askatu!»

ASEH-Lisboa - Fri, 03/17/2017 - 22:34
[De Askapena] Garai gogorrak bizi ditugu. Kapitalismo heteropatriarkarra bere azken urteetako ofentsibarik gordinena egiten ari da. Astero ditugu eraso eta erailketak lantokietan, astero, eraso eta erailketa matxistak. Astero, identifikazioak, gaztetxeen itxierak, espetxeetara bixitan doazen lagunen istripuak Espainiar eta Frantziako errepideetan... Egunero kolpatzen gaitu sistemak eta gure bizitzen gaineko kontrola hartzen du geure lan indar guztia zurrupatzeko. Ezer berririk ez, izarren azpian. Ez Euskal Herrian, ezta gainontzeko munduko herri gehienetan ere. Brasilen MSTren aurka edo Kolonbian antolaturiko nekazarien aurka bezala, Kurdistan, Kortsika, Herrialde Katalanak, Andaluzia edota Palestinan ere errepresioz ixilarazai nahi dituzte aldarrikapen guztiak.

Azken hilabeteetan, errepresio sistemiko honi aurre egiteko mekanismoak bilatzen egon gara herri mugimenduko hainbat eta hainbat kolektibo eta eragile. Lan horretatik etorri da iragan larunbateko Iruñeako manifestazioa «Errepresioari autodefentsa» lemapean. Mezua zuzena zen: errepresioari erantzun behar zaio. (lahaine.org)

«Bruxelas quer substituir forças armadas por mercenários»

ASEH-Lisboa - Fri, 03/17/2017 - 22:33
A proposta de relatório, da autoria da deputada belga Hilde Vautmans (grupo dos Liberais), sugere que a União Europeia defina regras para as empresas de segurança privada, nomeadamente de mercenários em contexto de intervenção militar.

No documento, é reconhecido que o recurso a estas empresas resulta do desinvestimento nos aparelhos militares e civis de defesa e segurança por parte dos estados-membros, nomeadamente através de cortes orçamentais. A utilização de seguranças privados e de mercenários em cenários de guerra e intervenção militar desempenha «um papel importante», já que as empresas de segurança privada «podem permitir uma considerável diminuição dos custos», lê-se no relatório.

As potenciais poupanças ao nível dos custos e a eventual «maior eficiência comparativamente com a prestação desses serviços pelo Estado» são apontadas como principais argumentos para a regulamentação da segurança privada e dos mercenários pela União Europeia. (Abril)

«Por uma abordagem objectiva, aberta e contraditória da Revolução Russa»

ASEH-Lisboa - Fri, 03/17/2017 - 22:32
[De Annie Lacroix-Riz, Georges Gastaud e Jean Salem] Na abordagem do 100.º aniversário do 7 de Novembro de 1917, tudo se passa como se se tratasse – sobretudo para certos meios político-mediáticos, caucionados por certos universitários – de apresentar uma versão grosseiramente maniqueísta, tingida de encarniçamento anticomunismo, anti-bolchevique e anti-soviético. (odiario.info)

Julia Boutros: Honra ao Hezbollah!

ASEH-Lisboa - Fri, 03/17/2017 - 22:31
Viva a resistência anti-imperialista!

Sandra Barrenetxea reconhece em tribunal guardas civis que a torturaram

ASEH-Lisboa - Thu, 03/16/2017 - 22:34
Prosseguiu hoje, no Tribunal de Bilbo, o julgamento de quatro guardas civis acusados de terem torturado Sandra Barrenetxea. Ontem, a bilbaína viveu momentos particularmente duros, ao ter de enfrentar os quatro militares que a prenderam e identificar os três que a torturaram.

A acusação particular pede 19 anos de cadeia para os arguidos: dez por abuso sexual, seis por torturas e três por ofensas corporais. O Ministério Público coloca-se ao lado da defesa e solicita a absolvição dos guardas civis.

Momento em que Barrenetxea identifica os 3 torturadores[Nota: é um testemunho duro, que ponderámos nem sequer pôr aqui, mas que aqui deve estar, sobretudo tendo em conta que os ditos negam ter torturado Barrenetxea.]

Os militares negam as torturas
Na terça-feira, dia da primeira sessão do julgamento, depuseram os quatro agentes da Benemérita, e todos negaram as acusações, tendo afirmado que, no decorrer da detenção de Barrenetxea, tudo decorreu normalmente e que «o tratamento foi correcto, como em qualuqer detenção realizada pela Guarda Civil».

Sandra Barrenetxea foi detida em Setembro de 2010, com mais oito pessoas, no âmbito de uma operação contra o Ekin. Todos afirmaram ter sido torturados enquanto permaneceram incomunicáveis em poder da Polícia, mas a queixa de Barrenetxea foi a única a ser aceite. Ainda assim, o seu caso foi arquivado três vezes – em 2012, 2013 e 2014. Finalmente, chegou a tribunal. / Ver: argia

«Oreretako 4ak askatu!»: mobilizações pela liberdade dos jovens de Orereta

ASEH-Lisboa - Thu, 03/16/2017 - 22:33
Sexta-feira, 17
Iruñea: concentração na Praça Mercaderes, 19h00
Gasteiz: concentração na Praça da Virgem Branca, 19h30
Bermeo: concentração frente ao batzoki, 20h00
Bilbo: concentração na Praça Irmãos Etxebarrieta, 20h00
Sábado, 18
Bilbo: concentração na Alameda Urkixo (junto à Sabino Arana), 18h30
Ver: amnistiAskatasuna e HalaBedi

Comunicados:
«hIREKIn al hilo de la manifestación del sábado» (lahaine.org)
«Oreretako 4ak askatu! Ezkerraldeko antifaxistok Errepresioari Autodefentsa» (Ezkerraldea Antifaxista)

«Cascos Blancos: ¿Cuánto cuesta decir una mentira tan grande?»

ASEH-Lisboa - Thu, 03/16/2017 - 22:32
[De Hiroyuki Hamada] Aunque era algo que se esperaba, llevo un tiempo fastidiado dándole vueltas en mi cabeza al hecho de que los EEUU han apoyado la propaganda de una organización, los Cascos Blancos, que han recibido un Óscar por un corto documental que habla sobre ellos. Naturalmente, ello indica que, no solo es aceptable retorcer los hechos y llamar «héroes» a un grupo de gente con actividades criminales bien documentadas, sino que además es aceptable premiarles con un reconocimiento artístico, cultural y humanístico. Y todo por hacer una guerra colonial contra un país que no sigue suficientemente los mandatos del imperio. (lahaine.org)

«Um milhão de brasileiros nas ruas contra a Reforma da Previdência» (Abril)
A elevada adesão ao Dia Nacional de Paralisação e Mobilização contra a Reforma da Previdência foi referida pela Frente Brasil Popular, para quem o recado está dado: o povo brasileiro vai defender os seus direitos face aos ataques do governo golpista.
[...]
Sublinhando a dimensão destas acções, a Frente Brasil Popular também se refere à sua «nova feição», na medida em que «contaram com a unidade das centrais sindicais e a adesão de diversas categorias de trabalhadores, além do apoio da população em geral, nos quatro cantos do Brasil».

«Galiza, reintegracionismo e senso comum histórico»

ASEH-Lisboa - Thu, 03/16/2017 - 22:31
[De Maurício Castro] Seguramente nom seria justo responsabilizar esse reintegracionismo do «New Deal» polo novo senso comum em que estamos a instalar-nos. As limitaçons de um movimento patriótico que pudesse propor e praticar a soberania galega para além das palavras abriu espaço para visons relativistas que tentam «salvar os móveis» num processo histórico desnacionalizador como o que vivemos.

Tampouco vale a pena discutir se era isso que a corrente histórica reintegracionista pretendia, pois ela foi sempre um magma que arrastou visons muito diversas do que a Galiza deveria aspirar a ser em termos de política lingüística e de país.

Entendida nesses termos, a contraditória linha atual do «magma reintegracionista» nom deixa de refletir a real correlaçom de forças que o configuram como movimento social, num processo que, apesar da difícil situaçom que como país atravessamos, nom concluiu. (Diário Liberdade)

Trabalhadores da Simply prosseguem a luta pelos direitos

ASEH-Lisboa - Wed, 03/15/2017 - 22:34
Ontem, em Galdakao (Bizkaia), trabalhadores e trabalhadoras da cadeia de supermercados Simply levaram a cabo a sexta acção de luta pelos seus postos de trabalho, por melhores condições de trabalho e pela sustentabilidade de todo um sector, informa o sindicato LAB.

Este mês, é já a terceira mobilização que os funcionários da cadeia de supermercados levam a cabo, depois de se terem concentrado, dia 3, frente às lojas de Amezola e de Licenciado Poza, em Bilbo, e de terem realizado, uma semana mais tarde, uma caravana automóvel pelo município biscainho de Mungia e uma concentração frente à loja em Durango.

Com o argumento de que houve uma descida nas vendas, a empresa Sabeco Banaketa S.L. (lojas Simply) anunciou que ia tomar algumas medidas contra os trabalhadores, isto é, aumentar os lucros destruindo emprego e atacando direitos laborais, refere o sindicato LAB.

Além do encerramento de algumas lojas (e consequentes despedimentos), a empresa comunicou a intenção de proceder a diversas alterações ao nível dos horários (completa liberalização, 18 horas aberto por dias e 365 dias de abertura por ano) e ao nível das condições de trabalho, conseguidas com longos anos de luta (entre elas, está a pretensão da empresa de aplicar o convénio estatal da Simply, evitando a aplicação do acordo provincial - biscainho - de Comércio de Alimentação).

Face a um cenário gravoso em que se pretende despedir os trabalhadores com mais tempo de casa, impor maior cargas a cada trabalhador e fazer com que uns quantos trabalhem de sol a sol, os funcionários decidiram partir para a luta. Também pediram solidariedade aos consumidores, na medida em que está a ser posta em causa a possibilidade de, nestes supermercados, haver um serviço de qualidade. / Ver: LAB e LAB

Pages

Subscribe to Askapena aggregator - EH Lagunak (pt)
randomness