Tomen la lucha y únanse en la larga batalla por la más noble de las causas: la liberación de la humanidad

Bob Dyle

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EH Lagunak (pt)

Sindicatos mobilizam-se contra as privatizações no Osakidetza

ASEH-Lisboa - AT, 02/21/2017 - 22:34
LAB, Satse, ELA, CCOO, UGT e ESK realizaram hoje acções de protesto em Gasteiz, Bilbo e Donostia. Para estas organizações sindicais, é necessário voltar às ruas até que os responsáveis do Serviço Público de Saúde basco mudem de atitude.

Numa, os sindicatos que representam os trabalhadores no Osakidetza afirmam que «se viram obrigados a regressar às mobilizações contra as privatizações», tendo em conta os anúncios de privatização de vários serviços nos hospitais de Urduliz, de Leza e de Eibar.

O Osakidetza «mantém a aposta estratégica na privatização» e as organizações sindicais deixaram claro que vão lutar contra isso, na medida em que «as sociedades com maiores níveis de privatização na Saúde são as que maiores níveis de desigualdade apresentam no acesso aos serviços de saúde», sublinham.

Ao invés do Osakidetza, que «defende os privados em detrimento do bem comum», os sindicatos apostam na «igualdade», e para tal é «imprescindível o reforço da Saúde pública», salientam. / Ver: LAB e aseh

AN espanhola confirma acusação de «terrorismo» para 3 jovens de Altsasu

ASEH-Lisboa - AT, 02/21/2017 - 22:33
O tribunal de excepção espanhol confirmou, ontem, a incriminação de três jovens de Altsasu, que haviam sido acusados de «terrorismo» pela juíza Carmen Lamela, na sequência de uma zaragata com dois pikolos e suas companheiras, ocorrida em meados de Outubro, num bar da localidade navarra.

O tribunal espanhol, que ainda não apreciou os recursos dos demais processados neste caso, indeferiu os que haviam sido apresentados pelas defesas dos três jovens agora incriminados.

Foram os juízes Ángela Murillo (uma velha conhecida), Carmen Paloma González e Juan Francisco Martel que confirmaram a acusação de Lamela, a juíza de instrução, de acordo com a qual os factos constituem um crime de terrorismo.

Lamela, que terminou no início deste mês a instrução do processo contra os nove incriminados, deu ordem de prisão a sete deles, na sequência de uma intensa campanha mediática de intoxicação. Mais tarde, decretou a libertação de quatro jovens. / Ver: eitb.eus e europapress

Descolonizando a Educação boliviana [vídeo]

ASEH-Lisboa - AT, 02/21/2017 - 22:32
Vídeo realizado pelos elementos da Brigada da Askapena que esteve na Bolívia em 2016.

«Boliviako hezkuntza deskolonizatuz» [Askapena]2016ko brigadistek eginiko bideoa Bolivian ezaguturikoaren inguruan. / Ver: askapena.org

«CETA, um acordo ao serviço das transnacionais»

ASEH-Lisboa - AT, 02/21/2017 - 22:31
Negociado à revelia dos povos, o CETA foi apresentado pela CE, na sua versão definitiva, de 1600 páginas, no início de 2016. Para os seus detractores, o acordo de livre comércio entre a UE e o Canadá reveste-se de um grande significado, na medida em que responde aos interesses das transnacionais das potências capitalistas, criando estruturas supra-nacionais que ajudam a vergar quaisquer resistências de âmbito nacional e a impor e a consolidar o seu domínio. A questão é, pois, a da prevalência da concentração capitalista e a da defesa dos interesses das transnacionais sobre os direitos dos trabalhadores e dos povos, e a soberania dos estados. (Abril)

Raduan Nassar: «Vivemos tempos sombrios, muito sombrios» (Abril)
A cerimónia de entrega do Prémio Camões ao brasileiro Raduan Nassar, na sexta-feira, ficou marcada pelas duras críticas que o escritor dirigiu, na sua intervenção, ao Governo golpista e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Raduan Nassar, considerado um dos maiores escritores vivos da língua portuguesa e a quem o júri do Prémio Camões 2016 atribuiu a distinção por unanimidade, em Maio do ano passado, recebeu ontem o prémio, em São Paulo. No decorrer da cerimónia, Nassar fez uma leitura muito crítica do actual cenário brasileiro: «Vivemos tempos sombrios, muito sombrios», disse.

O preso doente Aitzol Gogorza abandonou a greve de fome

ASEH-Lisboa - AL, 02/20/2017 - 22:34
O preso de Orereta (Gipuzkoa) pôs hoje fim à greve de fome que iniciara na quinta-feira passada, segundo apurou o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) junto do seu irmão.

Tal como na greve de fome que fez em Agosto do ano passado, Aitzol, gravemente doente, iniciou este protesto para reivindicar o cumprimento da pena em casa. O MpA sublinha a prisão é incompatível com a sua condição clínica e que, tal como acontece com os outros presos doentes, agrava a sua situação.

Como nos últimos meses tem havido muitas más a este nível - relativas a tareias e agravamento do estado de saúde -, o MpA mantém a manifestação convocada para este domingo em Orereta, para reivindicar a liberdade dos presos doentes. A mobilização parte às 17h30 da Câmara Municipal.

Com Oier Gómez, uma lista de 13 presos
A associação Jaiki Hadi revelou que actualmente há 13 presos com doenças graves – são 22 no total, mas alguns não querem divulgar a sua situação. O gasteiztarra Oier Gómez é o último caso conhecido. Tem sarcoma de Ewing: tumor ósseo maligno, com metástases. Há cinco anos já lhe tinha aparecido um cancro, que passou; o actual é mais grave, segundo revelou a associação Jaiki Hadi.

Os membros da associação denunciaram que «a saúde dos presos continua a piorar e que não estão a ser tomadas quaisquer medidas para fazer frente a esta situação. Mais, o encarceramento é totalmente desadequado ao controlo e à cura das doenças graves». Fizeram um apelo a médicos, autoridades prisionais e juízes, responsáveis por estes presos, a encaminhar a situação «antes que seja tarde». / Ver: Berria e amnistiAskatasuna 1 e 2

Há 14 anos, fecharam o «Egunkaria»

ASEH-Lisboa - AL, 02/20/2017 - 22:33
Dia 20 de Fevereiro de 2003. A Guarda Civil encerra o Egunkaria [durante treze anos, o único jornal inteiramente publicado em língua basca]. Faz hoje 14 anos. Os responsáveis do diário foram presos e torturados.

Ver: «Hamalau urte 'Egunkaria' gabe» (Berria)

Os insultos de Acebes e de vários jornalistasO ministro Angel Acebes a explicar a operação policial: «é uma operação em defesa e protecção dos direitos e das liberdades dos bascos, da sua cultura, do seu pensamento e da expressão da sua língua em liberdade.»

Fermin Muguruza faz frente aos «progres», em defesa do EgunkariaA 10 de Abril de 2003, na VII edição dos Prémios da Música, em Madrid.

Entrevista de Bashar al-Assad à TF1 e à Europe 1

ASEH-Lisboa - AL, 02/20/2017 - 22:32
Entrevista na íntegra, do presidente da República Árabe da Síria, aos jornalistas do canal de televisão e do canal de rádio franceses.

Acessível, em inglês, na agência noticiosa SANA
Acessível em castelhano, em voltairenet.org
Acessível em francês, em voltairenet.org

Euskal Herriaren Siriar Herriarekiko ElkartasunaSolidariedade do País Basco com o Povo Sírio. / Carrega, Bashar! Síria vencerá!

«O Estado apresenta as suas armas» [Brasil]

ASEH-Lisboa - AL, 02/20/2017 - 22:31
[De André Antunes] O golpe consumado no Brasil não foi um golpe militar. Mas no ambiente que o governo Temer criou e nas medidas que toma para impor a sua política de austeridade antipopular e repressiva surgem crescentes sinais de um processo de militarização do Estado. Processo que se enquadra nas contradições da própria Constituição de 1988, que atribuiu às forças armadas um papel de «garantia da lei e da ordem». (odiario.info)

Pelo direito à habitação, absolvição para os de Sarasate

ASEH-Lisboa - IG, 02/19/2017 - 22:34
Na sexta-feira, 12 pessoas tiveram de comparecer no Tribunal de Iruñea, incriminadas na sequência da ocupação de um edifício abandonado no Passeio Sarasate. No exterior, realizou-se uma concentração para exigir a sua absolvição e o movimento popular denunciou a «forte repressão» a que foi submetido.

A 8 de Outubro último, teve lugar na capital navarra uma acção de protesto contra a mercantilização da habitação, no decorrer da qual um grupo de jovens ocupou um edifício abandonado no Passeio Sarasate.

Na altura, foram detidas três pessoas; recentemente, mais nove foram intimadas a responder pelas «acusações de usurpação, atentado à autoridade e resistência». Na sexta-feira, os 12 jovens tiveram de depor em tribunal.

À entrada do tribunal de Iruñea, concentraram-se vários membros do movimento popular em defesa do direito à habitação e da absolvição dos incriminados; fizeram um apelo à unidade para fazer frente à «dura repressão». / Ver: Berria e ekinklik.org

Ver tb: «12 incriminados por questionarem a mercantilização da habitação em Iruñea» (aseh)

«¿Qué tiene que ver el Kit-Kat con el proceso de paz vasco?»

ASEH-Lisboa - IG, 02/19/2017 - 22:33
[De Borroka Garaia] En principio no existe ninguna relación entre una chocolatina y un proceso de paz. Además hay que tener en cuenta que la chocolatina existe y se puede comprar en cualquier sitio mientras que el proceso de paz vasco no existe a pesar de que se intente vender por cualquier lado. Ya que el punto de partida de todo proceso de paz es la implicación de todos los actores que operan en un determinado conflicto. Lo cual generalmente da paso a un acuerdo político que tratará de solventar las causas de la falta de paz.
[…]
De la misma manera que en ningún aspecto político, social o económico pueda existir tal neutralidad. Ya que la historia hasta hoy nunca ha conocido, ni conocerá el resultado neutral. O domina la burguesía o domina la clase trabajadora. O domina la opresión nacional o domina la soberanía de los pueblos.

No existe situación intermedia alguna de opresión nacional con soberanía ni dictadura de la burguesía proletaria. O lo que es lo mismo, no existen conciliación de clases alguna, aunque todos concilien, siempre alguien ostentará el poder y por tanto estará por encima. Por ello el objetivo del imperialismo y el capitalismo es la conciliación de clases y pueblos bajo su mandato y en su ausencia, la guerra declarada bajo cualquier formato. (BorrokaGaraiaDa)

«Podemos es un camino hacia ninguna parte, una formación sin voluntad transformadora»

ASEH-Lisboa - IG, 02/19/2017 - 22:32
[Ángeles Maestro, da Red Roja, e Manuel Medina, professor de História e colaborador assíduo do Canarias Semanal analisam o II Congresso do Podemos]
Entrevista a Ángeles Maestro y Manuel Medina sobre Vistalegre II from La primera a la izquierda. C-S on Vimeo.
El pasado fin de semana tuvo lugar en la plaza de Vistalegre (Madrid), el II Congreso de la organización política Podemos. En realidad, no fue en el marco de ese Congreso donde se produjeron los truculentos enfrentamientos entre las diferentes facciones de la dirigencia de la formación, que le dieron mayor relevancia al evento.

Gracias a la extraordinaria escenificaciónque tuvieron esos desencuentros, quienes no pertenecen a esa organización, ni en calidad de militantes ni de «inscritos», pudierontener noticias de los motivos aparentes que provocaron esas mediáticas peleas precongresuales,inéditas en toda la historia política española. / Ver: lahaine.org

Kuraia – «Egunsentian»

ASEH-Lisboa - IG, 02/19/2017 - 22:31
Dos Kuraia. Tema do álbum Kuraia (2001). Itzela! [Letra / tradução]

Denunciada situação extrema dos presos políticos Aitzol Gogorza e Arantza Zulueta

ASEH-Lisboa - L, 02/18/2017 - 22:34
Tal como anunciou ontem, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) levou hoje a cabo uma concentração frente à cadeia de Basauri (Bizkaia) para exigir a libertação imediata de Aitzol Gogorza, preso gravemente doente que ontem entrou em greve de fome para denunciar a sua situação – tal como o fizera em Agosto do ano passado.

Por seu lado, a plataforma Arantza SOS deu hoje uma conferência de imprensa em Bilbo para denunciar o agravamento da situação da advogada e presa política basca Arantza Zulueta.

A biscainha está encarcerada há mais de três anos na cadeia de Puerto III (Cádiz), em condições extremas de isolamento, e, pese embora terem sido decretadas, este mês, medidas para alterar esse quadro, tal não se verificou; inclusive, a sua situação até se agravou, denunciaram. / Ver: amnistiAskatasuna e eitb.eus

Jean Pierre Harokarene foi libertado
Numa nota, a Etxerat revelou que o preso político basco Jean Pierre Harokarene foi libertado ontem de manhã. Saiu da cadeia de Soria e, expulso do Estado espanhol, foi conduzido pela Polícia até à fronteira de Behobia, em Pausu.

«Estamos a preparar uma grande jornada pela liberdade de expressão para 8 de Abril em Bilbo»

ASEH-Lisboa - L, 02/18/2017 - 22:33
[Entrevista do Boltxe Kolektiboa a Boro, de La Haine (lahaine.org), em castelhano] Boro, ou Boro do La Haine (BLH), amigo do Boltxe, é um militante activo da contra-informação em Euskal Herria. O seu trabalho, as suas reportagens lembram-nos daquilo que Malcolm X nos disse: «Se não tiveres cuidado, a imprensa far-te-ão odiar os oprimidos e amar os opressores».

Preso por diversas vezes por causa do seu trabalho de contra-informação, Boro será julgado em breve e sobre ele pende a espada ameaçadora da mal chamada justiça espanhola.

Estivemos com ele e colocámos-lhe várias questões. / Ler: boltxe.eus ou lahaine.org

«¡Viva la lucha de los estibadores!»

ASEH-Lisboa - L, 02/18/2017 - 22:32
[De Pablo Hasél] Cuanto más teme algo la burguesía, más saña en la manipulación, de ahí que inviertan tantos millones en propaganda anticomunista. Para deslegitimar su lucha, tienen la falta de escrúpulos de llamarlos privilegiados. El año pasado cuatro estibadores perdieron la vida trabajando y decenas más sufrieron «accidentes laborales» mientras sus patrones, los verdaderos privilegiados, se enriquecían tramando graves recortes en sus derechos. (lahaine.org)

«Lei da rolha» (avante.pt)
[De Anabela Fino] Em finais de 2016, quando o Parlamento Europeu aprovou uma resolução advogando que a UE tem de combater as «campanhas de desinformação e propaganda» de países como a Rússia e de organizações como o Daesh ou a Al-Qaeda, poucos criticaram a insólita equiparação de órgãos de comunicação russos com grupos terroristas como o Estado islâmico.
[...]
A avaliar pela «coincidência» de artigos surgidos em simultâneo na BBC, Times e Independent, visando desacreditar a agência Sputnik, o plano está em marcha.
[...]
Em democracia, diz-se, não há censura. Pois não. A lei da rolha é que vai mudando de nome.

«Abuela Grillo»: curta-metragem sobre água, ambiente e capitalismo

ASEH-Lisboa - L, 02/18/2017 - 22:31
Curta-metragem produzida por The Animation Workshop, de Viborg, Dinamarca.Divulgamos esta bela curta-metragem, criada por The Animation Workshop, Nicobis, Escorzo e a Comunidade de Animadores Bolivianos, e que conta com a interpretação musical de Luzmila Carpio. / Ver: Diário Liberdade

Aitzol Gogorza está novamente em greve de fome por tempo indeterminado

ASEH-Lisboa - OT, 02/17/2017 - 22:34
O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) informa, numa nota hoje emitida, que o preso político basco doente Aitzol Gogorza entrou em greve de fome, para denunciar a situação em que se encontra. O facto foi confirmado pela família.

Aitzol está gravemente doente, sofrendo de transtorno obsessivo-compulsivo, e deveria receber assistência psiquiátrica especializada. Foi por isso que em Agosto último também entrou em greve de fome, uma medida dura e extrema para exigir a sua libertação ou, pelo menos, o cumprimento da pena em casa.

O MpA sublinha que, durante décadas, os presos políticos bascos foram alvo de todo o tipo de experiências repressivas, com o objectivo de os «vergar e aterrorizar, e, com eles, todo um povo».

À medida que as condenações dos presos políticos iam sendo prolongadas, tornou-se mais habitual o surgimento de doenças, nuns casos devido à idade avançada dos presos, noutros devido à falta de assistência médica, afirma o MpA, acrescentando que, assim, os estados encontraram um novo modo de condicionar e chantagear os presos e o movimento revolucionário.

Nas últimas semanas, foram muitas as notícias preocupantes sobre os presos doentes. Para mudar esta situação e evitar o «choro», o MpA faz um apelo à luta. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Continua a perseguição: próximos julgamentos da «Operación Araña» na AN

ASEH-Lisboa - OT, 02/17/2017 - 22:33
Nas próximas semanas, mais quatro pessoas serão julgadas na sequência da Operação Aranha. Nas quatro fases da operação, cerca 80 pessoas foram detidas por exercerem o seu direito à liberdade de expressão nas redes sociais.

O primeiro destes julgamentos terá lugar a 27 de Fevereiro. O Ministério Público (MP) pede para o amurriotarra Alfredo Remírez [@erreharria] dois anos de prisão, cinco de liberdade vigiada e 16 de inabilitação. Alfredo foi preso na terceira fase da operação. No passado dia 11, realizou-se em Amurrio (Araba), a sua terra, uma jornada de apoio a ele e em defesa da liberdade de expressão.

No dia 2 de Março, serão os barceloneses Arkaitz Terrón [@Gudari75] e o usuário @putaespanya que vão sentar-se no banco dos réus. O MP pede para o primeiro dois anos de cadeia, 10 de inabilitação e 4800 euros de multa; para o segundo, três anos de prisão. Ambos foram detidos na quarta fase da Operação Aranha.

Rubén González, que é Vigo e foi preso na quarta fase da Operação Aranha, será julgado a 27 de Março. O MP pede dois anos e seis meses de prisão, 2500 euros de multa e nove anos de inabilitação para o viguês.

Recentemente, Andeka Jurado [@berrirohemen] foi condenado a um ano e meio de prisão por «um tweet, dois retweets e um vídeo de youtube». Também há poucas semanas, Cesar Strawberry, cantor dos Def Con Dos, que foi absolvido duas vezes pela Audiência Nacional espanhola, foi condenado a um ano de cadeia pelo Supremo Tribunal.

Por seu lado, a Plataforma pela Absolvição dos Arguidos na Operação Aranha, que integra vários dos incriminados, não vai ficar parada, tendo agendado para 8 de Abril uma jornada em defesa da liberdade de expressão em Zorrotza (Bilbo). / Ver: lahaine.org

«Desfachatado montaje de CNN contra Venezuela»

ASEH-Lisboa - OT, 02/17/2017 - 22:32
[De Ángel Guerra Cabrera] El 13 de febrero, el Departamento del Tesoro de EEUU acusó como cabecilla del narco al vicepresidente ejecutivo de Venezuela, Tarek El Aissami, y anunció «sanciones» contra él: retirarle la visa y confiscar los bienes que poseyera en territorio estadunidense.

Días antes, un grupo de legisladores de ese país, entre los que destacan los contrarrevolucionarios de origen cubano Ileana Ros-Lehtinen, Robert Menéndez, Marco Rubio, Mario Díaz Balart y otros por el estilo había dirigido una carta al presidente Donald Trump en la que solicitaban mano más dura contra Venezuela y arremetían contra El Aissami, al que acusan de vínculos con el narcotráfico y el terrorismo internacional. Los autores de la misiva, además de su incesante actividad contra Cuba, convertida en un pingüe negocio, apoyan a los grupos que adversan a todos los procesos progresistas en nuestra América. (CubaDebate)

«Ameaça paramilitar» [Colômbia]

ASEH-Lisboa - OT, 02/17/2017 - 22:31
Denúncias de que o espaço deixado vago pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (FARC-EP) está a ser ocupado por contingentes paramilitares multiplicaram-se durante a semana passada na Colômbia. A organização Vozes pela Paz, por exemplo, garante que «homens armados com insígnias de águias [símbolo de um dos bandos mercenários mais violento do país] intimidam camponeses nas zonas próximas dos acantonamentos das FARC-EP».

A Marcha Patriótica, por seu lado, precisa que muitos camponeses estão a ser obrigados a refugiar-se nas zonas urbanas. Um porta-voz da Marcha, Andrés Gil, citado pela Telesur, qualifica a situação de grave e responsabiliza o governo liderado por Juan Manuel Santos pelo não desmantelamento dos paramilitares. (avante.pt)

«Síria exige retirada das tropas turcas do seu território» (Abril)
As autoridades de Damasco afirmam que a «agressão» da Turquia «contra a Síria» se prolonga há cinco anos e que nela se inclui «o fornecimento de vários tipos de apoio militar, material e logístico às organizações terroristas», bem como «a autorização à passagem de militantes estrangeiros» para a Síria.
[...]
Em Astana, Ja'afari criticou de forma veemente o comportamento da Turquia, acusando-a de ser «incendiário» e «bombeiro» ao mesmo tempo, e instando-a a tomar «medidas decididas» com vista ao encerramento da sua fronteira com a Síria, para parar «o influxo de terroristas».

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