Si al humanismo se le separa de la revolución, deja de ser verdadero humanismo, y si a la revolución se la separa del humanismo, deja de ser verdadera revolución

Boris Bialik

Se encuentra usted aquí

EH Lagunak (pt)

«Venezuela: Radiografía de la violencia»

ASEH-Lisboa - IG, 05/14/2017 - 22:32
[De Marco Teruggi] La construcción mediática sobre Venezuela está conformada por el primero y el segundo nivel, presentados de manera falsa. El resultado es eficaz: gran parte del continente piensa que existe un «gobierno autoritario o dictadura que reprime a un pueblo». Una idea que permeó en el sentido de común de muchos, incluso de sectores de la intelectualidad que se reivindican de izquierda. Es la operación de superficie, de masas. El tercer nivel, subterráneo, alejado de las cámaras, es el que intenta llevar al país al punto del enfrentamiento civil. (lahaine.org)

«Armando Cañizales na Puente Llaguno»

ASEH-Lisboa - IG, 05/14/2017 - 22:31
[De Rui Silva] A peça citada do jornal catalão tem cinco dias, quase uma semana, e no entanto ninguém lhe deu em Portugal voz ou letra escrita, pelo menos que me tenha apercebido. Acontece muito: notícia inicial – quase sempre falsa, ou mal explicada – para sedimentar percepções (neste caso sobre a Venezuela e a «crueldade» do seu governo) com posterior silêncio sobre notícias que desmentem a versão inicialmente divulgada.
[…]
O que relativamente à Venezuela vamos vendo e ouvindo já não é bem pós-verdade, é mentira pura e simples. Informação descontextualizada, informações não verificadas, propaganda com origem num único centro dispensador. (manifesto74)

Aitor Olaizola recebido calorosamente em Donostia

ASEH-Lisboa - AT, 04/18/2017 - 22:35
Acusado de pertencer à Segi, o jovem donostiarra foi detido no «Donostiako Askegunea», em 2013. Ontem foi libertado, depois de cumprir na íntegra a pena a que foi condenado, tendo saído da prisão espanhola de Daroca. Ao final da tarde, foi recebido por centenas de pessoas na Parte Antiga da capital guipuscoana.

Dos detidos no âmbito do mesmo processo, continuam na cadeia Egoi Alberdi, Mikel Arretxe, Oier Lorente, Nahikari Otaegi, Adur Fernandez, Imanol Vicente e Ekaitz Ezkerra. Espera-se que Adur Fernandez e Oier Lorente saiam em breve, a 23 e 26 de Abril, respectivamente.

O Supremo Tribunal condenou os oito jovens com base nos depoimentos que lhes foram arrancados sob tortura. Para além destes «depoimentos», a sua pertença à Segi - organização juvenil que, a dada altura, foi declarada terrorista - foi provada com lenços, T-Shirts, CD e outras coisas do género.

O Askegunea de Donostia foi formado por pessoas que procuraram dificultar a sua detenção e contra os quais a Ertzaintza investiu de forma violenta.

Aitor Olaizolaren ongi etorria [Argia]Ver: Argia

Entrevista ao Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão

ASEH-Lisboa - AT, 04/18/2017 - 22:34
[O Movimento pró-Amnistia (MpA) foi entrevistado pela Plataforma Laboral e Popular, de Portugal. A entrevista original foi feita em castelhano.]

Nuestro movimiento ha denunciado en múltiples ocasiones que el trato que los Estados español y francés dan a los presos enfermos, el hecho de mantenerles en prisión prácticamente hasta su muerte, no responde únicamente a un deseo de venganza, sino que se lleva a cabo para conseguir un rédito a político a costa de la salud y la vida de estas personas. Los Estados se ceban con el eslabón más débil de la cadena y les dan a elegir entre coherencia o muerte. Los Estados, principalmente el español, les ponen delante a los presos enfermos un papel para que firmen que se arrepienten de su militancia, y les dicen que firmarlo es la única manera de no salir de la cárcel en un ataúd.

Los Estados buscan que quienes son símbolos de lucha y dignidad aparezcan ante el pueblo como personas arrepentidas de su pasado, para poder presentarles ante la juventud como perdedores de una batalla que califican sin sentido. Les quieren arrepentidos para hacer creer a la juventud actual y a la juventud del futuro que fuera de lo marcado por los Estados no hay alternativa, para hacerles creer que los estados son invencibles. Pretenden perpetuar su imperialismo mediante la tortura a los presos. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Líbia: a seis anos da destruição de um Estado»

ASEH-Lisboa - AT, 04/18/2017 - 22:33
Foi a 19 de Março de 2011 que forças militares francesas, britânicas e norte-americanas, à frente de uma ampla coligação internacional, iniciaram uma intervenção militar na Líbia. Poucos dias depois, a NATO passou a assumir o comando das operações, que se prolongaram até 31 de Outubro desse ano, consumado que estava o assassinato do chefe de Estado, Muammar Khadafi.

A intervenção, para a qual foram invocados motivos de ordem humanitária – a defesa dos civis cujos protestos pacíficos estavam alegadamente a ser reprimidos na cidade de Benghazi pelo regime de Khadafi –, provocou a morte a dezenas de milhares de civis e mergulhou o país numa situação de caos, violência e guerra, que se arrasta até hoje. (Abril)

«Greve de fome massiva nos cárceres israelitas» (Abril)
Mais de 1500 prisioneiros palestinianos entraram ontem em greve de fome e já estão a sofrer represálias da parte do Serviço Prisional de Israel. Nos territórios ocupados, milhares de pessoas assinalaram o Dia dos Presos Palestinianos.
[...]
Por ocasião do Dia dos Presos Palestinianos, o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM), o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a CCTP-IN emitiram comunicados em que reafirmam a sua solidariedade para com o povo e os prisioneiros palestinianos, e assinalam a greve de fome a que estes ontem deram início.

«Securitarismo e Jornalismo»

ASEH-Lisboa - AT, 04/18/2017 - 22:32
[De Alfredo Maia] Nos últimos dias, a Imprensa portuguesa tem publicado uma série de notícias sobre uma iniciativa legislativa do Governo, prevista «para breve», com vista a garantir ao Serviço de Informações de Segurança (SIS) e ao Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) o acesso àquilo a que alguém convencionou chamar «metadados» das comunicações.

De que falam os media quando escrevem «metadados»? De uma ampla gama de dados de comunicações que vai da identificação do titular de um telefone (fixo ou móvel) à localização, data, hora e duração de uma comunicação, passando pelas identidades internacionais do subscritor (IMSI) e do equipamento (IMEI), o endereço de correio electrónico, o endereço do protocolo IP, entre vários outros elementos.
[...]
De facto, como então alertou o Sindicato dos Jornalistas (SJ), apesar de a transmissão dos dados conservadores pelos operadores de comunicações às autoridades só poder ser ordenada ou autorizada por despacho fundamentado de um juiz, é evidente o risco de dados de comunicações de jornalistas com fontes confidenciais de informação virem a ser do conhecimento das autoridades, devassando-se assim o sigilo profissional. (Abril)

Mikel Laboa - «Gure bazterrak»

ASEH-Lisboa - AT, 04/18/2017 - 22:31
Tema incluído no álbum Bat-hiru (1974), do conhecido cantor donostiarra (1934-2008). [Letra / tradução]

Companheira de preso político gasteiztarra ameaçada em León

ASEH-Lisboa - AL, 04/17/2017 - 22:34
No sábado, 15, a companheira do preso político de Gasteiz Juan Carlos Subijana, Txanpi, foi ameaçada através de uma nota metida no pára-brisas do seu carro, enquanto esperava pela hora da visita na cadeia de La Mansilla (León, Espanha).

De acordo com a informação que a própria fez chegar ao Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA), ao longo do dia, apercebeu-se de movimentos estranhos, e depois de comer, no intervalo entre a visita da manhã e a da tarde, deparou com a nota no pára-brisas do seu carro, na qual aparecia o desenho de uma caveira e de uma bala em direcção a ela.

O MpA, que expressa todo o seu apoio a Txanpi e à sua companheira, sublinha que, como se não bastasse os familiares dos presos políticos terem de fazer centenas de quilómetros para os visitar, ainda se sujeitam a todo o tipo de ataques.

«Os ataques aos familiares não são mais que uma outra forma de pressionar os presos políticos», afirma o MpA, acrescentando que os estados, «sabendo das dificuldades para derrotar a firmeza dos militantes políticos, impuseram inúmeras medidas mesquinhas nas últimas décadas», como a dispersão, as atitudes agressivas e humilhantes dos funcionários nas cadeias, as ordens de revistar os familiares com apalpamento, os ataques da extrema-direita contra viaturas dos familiares, entre tantas coisas mais.

O MpA salienta a necessidade de continuar a defender o carácter político destes presos como forma «de construir um muro de defesa contra ataques deste tipo». A capacidade de criar enormes redes sociais, ao longo de tantos anos, em torno dos presos, refugiados e deportados políticos e dos seus familiares «deve-se precisamente à defesa do carácter político destes militantes», afirma. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«A guerra contra a Síria» analisada em Donostia

ASEH-Lisboa - AL, 04/17/2017 - 22:33
Por iniciativa do Movimento de Apoio à Síria, o Txoko Internazionalista, no bairro donostiarra de Egia, acolhe na próxima sexta-feira, 21, uma conferência sobre a situação na Síria, país do Médio Oriente que há mais de seis anos é devastado por uma guerra de agressão e de ingerência promovida pelas potências ocidentais, com o apoio dos seus aliados regionais: petro-ditaduras do Golfo, Israel, Turquia, entre outros.

José Antono Egido, sociólogo, conhecido autor de Siria es el Centro del Mundo e analista de temas internacionais na RT, HispanTV e TeleSur, irá estar esta sexta-feira na capital guipuscoana, onde falará sobre a «Guerra contra a Síria».

O encontro é às 19h00, no Txoko Internazionalista, no bairro de Egia (Plaza Berri).

Askapena: «Munduko preso politikoak kalera!»

ASEH-Lisboa - AL, 04/17/2017 - 22:32
Apirilaren 17a, preso politikoen nazioarteko eguna hain zuzen, egun esanguratsua da askatasunaren alde borrokan ari garen herri guztiontzat, baina baita elkartasun internazionalistaren baitan justizia eta askatasunaren alde dihardugunontzat ere. Azken batean, han eta hemen, errepresioak jo puntuan ezarri eta kartzelaratzen gaituen etsai beraren aurka indarrak batu eta aldarrikapen kolektibo gisa irudikatzeko eguna dugu berau, milaka etxeetako ohe eta bihotz hutsak saretu eta elkarren beroa sentitzerainoko oihartzun ozen bakar bat osatuz.

Izan ere, ez ote da agian, preso politikoak egote hutsa adierazle argiena, gordinena, sistema bidegabe eta kriminal batean bizitzera kondenatzen gaituztela ohartzeko? Estatu kapitalistetan gainerako zapalkuntza bide leunagoek huts egin edo zeharkako bideak aski ez eta, zuzeneko eraso bortitzari ekin behar izan dutenaren ispilua da haiekiko errepresioa. Baina ez dezagun ahaztu aldi berean eta txanponaren bestaldean, adierazle ere badela berau, preso politikoak egote hutsa alegia, herri langile borrokalariak ez garela kikiltzen eta ez direla falta han eta hemen askatasunaren alde borrokatu eta dena emateko prest dauden emakume eta gizonak. Eta esan gabe doa inork ez ditzan hitzok bestelako aldarrikapenez mozorrotu, oligarkia eta inperialismoaren alde borrokan diharduten mertzenarioak ez ditugula ez preso politiko gisan kontsideratzen ezta haien amnistiarik eskatzen ere. (askapena.org)

«Historia de la Nación Latinoamericana» [Escuela de Cuadros]

ASEH-Lisboa - AL, 04/17/2017 - 22:31
Na edição 199 do programa «Escuela de Cuadros», analisa-se um texto do marxista argentino Jorge Abelardo Ramos que examina a relação entre o resgate da Nação Latino-americana e o projecto socialista. Fernando Bossi orienta a discussão.

A obra Historia de la Nación Latinoamericana (1968) propõe, nas palavras do próprio Ramos, «averiguar se a América Latina é um simples campo geográfico... ou se na realidade estamos na presença de uma Nação mutilada, com vinte províncias à deriva, constituídas em estados mais ou menos soberanos».

«Historia de la Nación Latinoamericana» [Escuela de Cuadros]O programa Escuela de Cuadros é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros.

Milhares reivindicam a República basca em Gernika

ASEH-Lisboa - IG, 04/16/2017 - 22:34
Milhares de pessoas manifestaram-se hoje, Aberri Eguna [Dia da Pátria], em Gernika (Bizkaia) para reivindicar a «república basca». O acto foi organizado pela rede Independentistak, com o apoio da associação Gernika Batzordea, tendo em conta que as celebrações eram em Gernika e que este ano se assinala o 80.º aniversário do bombardeamento da vila biscainha.

À frente da manifestação que percorreu a localidade seguia uma faixa com o lema deste Aberri Eguna: «Askatasuna eta bakea. Euskal Herriak erabaki!» [Libertade e paz. Euskal Herria decide].

No final da marcha, em que se viram muitas ikurriñas e esteladas catalãs, e se ouviram muitos gritos a favor da «independentzia», teve lugar o acto político, sob o lema «Gernikatik independentziara» [De Gernika à independência]. Nele, o porta-voz da Independentistak, Txutxi Ariznabarreta, disse que se «inicia um novo ciclo, o do processo soberanista», com vista a lograr «a primeira república independente basca».

As celebrações do Aberri Eguna em Gernika contaram com o apoio do sindicato LAB e dos partidos da coligação abertzale EH Bildu. No Twitter, representantes da coligação deram sinal da sua presença na localidade biscainha, afirmando que estão a «construir uma república basca «livre e digna», «independente, democrática, diversa e acolhedora».

De «socialismo»... ná de ná. Os comunistas e outros que assumem o socialismo como única via para a libertação do povo e dos trabalhadores bascos, num futuro país independente, promoveram outro ajuntamento, em Durango, também na Bizkaia. Ainda assim, eram visíveis algumas faixas suas espalhadas por Gernika. / Ver: eitb.eus e independentistak.eus

«Aberri Eguna, Primero de Mayo una misma lucha»

ASEH-Lisboa - IG, 04/16/2017 - 22:33
[De Aurrerantz / Eus: «Aberri Eguna, Maiatzaren lehena, borroka bakarra»] Tras más de sesenta años de resistencia contra la desaparición de Euskal Herria a manos de los Estados español y francés, herramientas de sus respectivas burguesías y del capitalismo internacional en la lucha contra los pueblos que oprimen y explotan, que ha posibilitado la supervivencia del euskera, de la conciencia del Pueblo Trabajador, que evitó la nuclearización del país y luchó por mejorar las condiciones de vida de las y los trabajadores, el capitalismo se nos presenta más feroz y cruel.
[…]
Animamos a debatir en torno a estas reflexiones como una aportación dentro del proceso de construcción de una Organización Revolucionaria Vasca de Liberación Nacional y de Clase. (lahaine.org)

KFA EH: «Los coreanos no se despiertan cada día pensando si van a ser desahuciados»

ASEH-Lisboa - IG, 04/16/2017 - 22:32
[Voltamos a chamar a atenção para a entrevista realizada, em Junho de 2016, pelo portal basco Ikusle à Korean Friendship Association no País Basco ou KFA Euskal Herria]

¿Cuáles son los objetivos de KFA Euskal Herria?
La KFA tiene 4 objetivos principales. El primero es el de dar a conocer la realidad de la RPD de Corea al mundo. Si bien éste punto no necesita explicación por ser obvio, sí es interesante añadir que conociendo la realidad del país muchas de las mentiras que se cuentan habitualmente en los medios tendrían un recorrido muy corto, pues suelen ser absolutos sinsentidos que caen por su propio peso.

El segundo es el de defender la independencia y la construcción del socialismo en Corea. Sin extendernos en la historia coreana o en la ocupación japonesa que duró hasta la liberación en 1945, que la soberanía coreana está hoy amenazada es indiscutible cuando los EE.UU. ocupan y controlan la mitad sur desde hace más de 70 años y al mismo tiempo amenazan al norte. La KFA defiende el derecho del pueblo coreano a ser independente y no depender absolutamente de ninguna potencia extranjera. Pero el pueblo tiene otro derecho además: el de vivir dignamente, y por eso defendemos la construcción socialista coreana, para que los jóvenes sigan pudiendo estudiar hasta que quieran, para que a nadie le falte la sanidad, para que siga sin existir el paro, para que todas las familias tengan una vivienda, etc… en definitiva, para que el pueblo conquiste su felicidad siendo el dueño de su destino.

El tercer principio es el de aprender de la cultura y la historia del pueblo coreano, esto es, acercar también Corea al mundo desde un punto de vista meramente cultural. Así tenemos miembros y amigos que se acercan a la KFA por interés cultural en Corea, y es en el norte donde la cultura coreana más se mantiene, ya que en el sur la influencia estadounidense llega incluso a afectar parte del idioma con los anglicismos.

El cuarto es el de trabajar por la reunificación pacífica de la Península de Corea. Corea es una nación dividida y enfrentada por intereses ajenos, y eso es una herida que los coreanos de ambos lados de la frontera llevan en el corazón. Desde ambas partes se anhela la paz y la reunificación, y la KFA hará todo lo que esté en su mano para facilitar que esa situación sea una realidad. / LER: ikusle.com

Txomin Artola – «Aberriaren mugak»

ASEH-Lisboa - IG, 04/16/2017 - 22:31
Aberri Egunean.

III Jornadas Anticapitalistas, em Laudio, com um grande cartaz

ASEH-Lisboa - L, 04/15/2017 - 22:34
Os encontros, promovidos pela Laudioko Gazte Asanblada [Assembleia Juvenil de Laudio], decorrem de 25 de Abril a 14 de Maio, no Gaztetxe da localidade alavesa e incluem, entre outras actividades, conferências, debates, teatro e concertos.

A maior parte das iniciativas irá desenrolar-se em euskara. A título de exemplo, no dia 26 de Abril, Jesús Valencia e a Askapena vão centrar-se na questão do BDS; dois dias depois, Aitor Aspuru, Justo Arriola e um membro da Izarbeltz vão falar sobre as drogas no sistema capitalista. Ainda em Abril, no dia 29, Sendoa Jurado e Julen Larrinaga vão responder à questão «Como libertaremos os presos políticos?».

No dia 5 de Maio, a Rede de Autodefesa dos Trabalhadores de Iruñerria [Comarca de Pamplona] vai abordar a «construção da autodefesa dos trabalhadores». No dia seguinte, o bairro madrileno de Vallecas estará em destaque, com um membro do seu movimento popular a falar sobre a «Vallekas: a luta de um povo»; mais tarde, nesse mesmo dia, será abordado o processo de paz na Colômbia.

No dia 8, o sindicato Ikasle Abertzaleak irá falar sobre a «situação das universidades e as escolas colectivas». A 11 de Maio, será a vez de Asier Blas responder à questão «Quem é George Soros?» e, no dia seguinte, Nines Maestro centrar-se-á no «feminismo e na luta de classes». Os almoços custam cinco euros e são pagos na altura.

«Txabi Etxebarrieta, James Connolly y Juana Azurduy»

ASEH-Lisboa - L, 04/15/2017 - 22:33
«El nuestro no es un nacionalismo cualquiera, al contrario, es algo específico. Al decir nacionalismo queremos expresar patriotismo, libertad, independencia (…)

Nuestros amos y señores son los estados español y francés. Todos sabemos que son capitalistas y que para ayudar a sus intereses encadenan a Euskal Herria. En la lucha por instaurar el socialismo en nuestro territorio, nos referimos a algo concreto: acabar con las fuerzas capitalistas del estado español y francés, incluidos algunos capitalistas con apellidos vascos que colaboran con ellos.

Por esa razón, para ETA, el Aberri Eguna y el 1 de Mayo son idénticos. Precisamente porque denunciamos la realidad actual, no nos está permitido diferenciar esos hechos diciendo que uno es el día de la patria y otro el de los trabajadores. No. Nuestra lucha es única, como es única la opresión que sufre el pueblo. Nuestro objetivo es la libertad y el desarrollo de los vascos, del pueblo trabajador vasco.» Txabi Etxebarrieta (BorrokaGaraiaDa)

«K17, en el Aberri Eguna de 2017»

ASEH-Lisboa - L, 04/15/2017 - 22:32
En este Aberri Eguna del año 2017, la iniciativa K17 quiere transmitir su aportación propia a Euskal Herria.

En este 100 aniversario de la Revolución de Octubre hay que recordar la enorme importancia que tuvo este acontecimiento histórico para las muchas naciones y pueblos oprimidas por el imperio ruso, pues esto puso en primer plano el derecho a la autodeterminación.

Por ello subrayamos que para conseguir la liberación de Euskal Herria esta tiene que venir de la mano del Socialismo, para dirigir a todo el pueblo trabajador y explotado, con el proletariado al frente, a la sociedad comunista libre de explotación. Porque la nación vasca no es solo su tierra y sus paisajes, sino ante todo lo formamos los trabajadores vascos y por lo tanto no puede entenderse la liberación de Euskal Herria sin la liberación su clase social mayoritaria.

Desde la iniciativa K17 os hacemos un llamamiento a participar en los actos y debates que organizaremos este año para poder avanzar en este camino.

VIVA LA REVOLUCIÓN DE OCTUBRE! GORA EUSKAL HERRIA ASKATUTA! GORA EUSKAL HERRIA SOZIALISTA! / Ver: k17.eus

Bruno Carvalho: «A paz na mira do paramilitarismo»

ASEH-Lisboa - L, 04/15/2017 - 22:31
Quem escreva Medellín no Google encontrará «Medellín, ciudad segura», «Medellín, ciudad inteligente», «Medellín, ciudad innovadora», entre outras coisas. De facto, Medellín está na moda. A modernização da capital do departamento de Antioquia tem impulsionado o turismo na cidade. Mas também as séries que exaltam a figura daquele que foi o mais importante narcotraficante do mundo.
[…]
«Todos os cuidados são poucos para evitar que nos identifiquem e nos assassinem», conta enquanto toma uma cerveja Águila. «Nesta cidade todavia há cerca de 6 mil colaboradores paramilitares que controlam o comércio e as movimentações políticas», assegura enquanto olha para a porta. Recorda os tempos em que o principal opositor ao processo de paz, o antigo presidente Álvaro Uribe, foi primeiro alcalde da cidade e depois governador da região. «Dantes mandavam-te uma carta a ameaçar-te, uma coroa de flores ou deixavam-te o crânio de um animal morto à porta. Agora é diferente. Não avisam».

Pedro descreve a barbárie dos métodos paramilitares numa agoniante narrativa que envolve serras eléctricas, massacres em carniçarias, funerais cujos caixões não levavam mais do que o único pedaço de carne que sobrou do cadáver e incineradoras improvisadas para fazer desaparecer os corpos. Conta também como a gangrena do paramilitarismo se espalhou pelo país ao ritmo da produção cocalera com o beneplácito dos partidos ao serviço da oligarquia. (manifesto74) [3.ª de 3 crónicas de quem esteve no terreno]

Familiares do preso Ander Mujika sofrem acidente a caminho da cadeia

ASEH-Lisboa - OT, 04/14/2017 - 22:34
Familiares do preso político donostiarra sofreram um acidente quando viajavam com destino à cadeia francesa de Saint Martin de Ré, a 550 km de casa. Os pais, um irmão e um sobrinho de cinco anos de Mujika não ficaram feridos, mas não puderam continuar a viagem. É o quinto acidente provocado pela política de dispersão em 2017, denuncia a Etxerat.

O acidente rodoviário ocorreu ontem, nos arredores de Bordéus. A viatura em que seguiam os familiares de Mujika teve de travar para não bater no carro da frente, mas foi atingida por dois carros que vinham atrás, lê-se na nota da Etxerat.

Quatro viaturas estiveram envolvidas no acidente e, apesar de os familiares do preso donostiarra não terem ficados feridos, não puderam realizar a visita, devido ao estado em que o seu carro ficou.

A Etxerat lembra que neste período, de férias para muitos, os familiares não têm hipótese de fazer férias, tendo em conta que os seus familiares e amigos presos se encontram a centenas e milhares de quilómetros de casa – e a prioridade é, naturalmente, visitá-los.

Com este acidente, sobre para 14 o número de familiares e amigos de presos políticos bascos que sofreram acidentes quando iam para as visitas ou delas regressavam. Dezasseis perderam a vida desde que a política de dispersão dos presos foi implementada, há 28 anos. / Ver: etxerat.eus

Páginas

Suscribirse a Askapena agregador: EH Lagunak (pt)
randomness