Tomen la lucha y únanse en la larga batalla por la más noble de las causas: la liberación de la humanidad

Bob Dyle

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EH Lagunak (pt)

Manu Azkarate encontra-se hospitalizado e Ibon Iparragirre foi novamente agredido

ASEH-Lisboa - AT, 02/07/2017 - 22:34
Ibon Iparragirre, preso político de Ondarroa (Bizkaia) que sofre de uma doença grave, foi agredido duas vezes no período 20 horas, na cadeia de Alcalá-Meco. É a oitava cez que é atacado na prisão. Por seu lado, o tolosarra Manu Azkarate, também preso gravemente doente, teve de ser transferido da cadeia de Soto del Real para o Hospital Gregorio Marañón, com erisipela (doença infecciosa da pele).

Relativamente à situação de Ibon Iparragirre, que em 2011 passou a cumprir pena em casa e em 2014 teve de regressar à cadeia, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) sublinha que a responsabilidade principal dos ataques que tem sofrido é do «José Luis Castro Antonio, juiz da Audiência Nacional espanhola que mantém Ibon na cadeia, dos políticos que lhe dão as ordens e os carcereiros que estão ao seu serviço».

Quanto a Manu, o MpA recorda que saiu da cadeia em 1992 devido a uma doença grave, depois de ter estado seis anos preso. Em 2004 foi detido e encarcerado novamente, e, ao cabo de cinco meses na prisão, conseguiu um regime mais favorável graças à greve de fome, sede e medicação que levou a cabo. Em 2013, foi detido e libertado no mesmo dia. Em Dezembro último, a Polícia francesa prendeu-o, na sequência de um mandado de extradição emitido pelo Estado espanhol.

O MpA lembra ainda que a política implementada contra os presos doentes - o elo mais frágil da corrente contra o qual os estados investem, procurando alcançar declarações de arrependimento dos militantes revolucionários - teve consequências preocupantes nos últimos meses (Oier Gómez, Txus Martín, Aitzol Gogorza, Ibai Aginaga…).

Este deve ser, no entender do MpA, um momento de autocrítica para que todos os que lutam pela liberdade de Euskal Herria: «não estamos a ser capazes de pôr em marcha dinâmicas de luta eficazes, por forma a conseguir a liberdade dos presos doentes e, além disso, estamos a perder as pequenas vitórias alcançadas, o que reflecte a diferença entre o que fomos e o que hoje somos», afirma. / Ver: amnistiAskatasuna

Forças militares espanholas realizam novas manobras nas Bardenas

ASEH-Lisboa - AT, 02/07/2017 - 22:33
A Junta das Bardenas Reais anuncia que, amanhã e depois, haverá novas manobras militares com armamento real e impedimento da passagem de veículos e pessoas nos locais habituais. A plataforma Bardenas Ya! denuncia a atitude da junta.

A plataforma Bardenas Ya! denuncia o facto de a Junta das Bardenas autorizar, através de acordos celebrados, «manobras militares que exportam a morte para fora das nossas fronteiras e que nos é trazida de volta, transformando as costas da Europa em cemitérios». Pede ainda ao Governo de Nafarroa que abra uma investigação, solicitando acesso às contas e recibos da Junta, e apurando as responsabilidades dos seus gerentes, presentes e passados.

Às terras limítrofes, pedem-lhes «que não se escudem nas verbas que recebem da desgraça que levamos a outros povos» e que «digam "não" à renovação do contrato em 2018, para que as Bardenas voltem a ser livres e para o povo». / Ver: ahotsa.info via lahaine.org

«¿Qué fue de la revolución socialista vasca?»

ASEH-Lisboa - AT, 02/07/2017 - 22:32
[De Borroka Garaia] Una izquierda abertzale que pasada la guerra del 36, en dictadura franquista y al calor de la influencia de diversas revoluciones socialistas y el caudal ideológico acumulado desde la revolución de 1917 y la propia situación de opresión nacional y social de la clase trabajadora vasca se hace socialista abertzale revolucionaria, crea el binomio independencia y socialismo en el marco autónomo de lucha de clases llamado Euzkadi, sinónimo de Euskal Herria, para la liberación del Pueblo Trabajador Vasco.

Y frente a la opción pequeña burguesa vasca o socialista española, declara su objetivo: La revolución socialista vasca, la toma del poder vasco por la clase trabajadora vasca.
[...]
La revolución socialista vasca es futuro no pasado. Y en Euskal Herria nos toca organizarla. El valor instrumental de organizar tal revolución es claro y conciso, nos trae las herramientas fundamentales para ir llenando las variables de las condiciones de desactivación de la opresión nacional y social. Por lo que frente a la pregunta inicial de ¿Qué fue de la revolución socialista vasca?, se abre paso el ¿Qué será de…? Y esa pregunta tiene una respuesta. Sirva este año para ir contestándola más allá de efemérides. (BorrokaGaraiaDa)

«O potencial revolucionário das pequenas naçons oprimidas da Europa Ocidental»

ASEH-Lisboa - AT, 02/07/2017 - 22:31
[De Sugarra] É freqüente que, entre quem se proclama marxista revolucionário, existam posturas renuentes a reconhecer a necessidade de que a classe operária assuma a luita pola liberdade das naçons oprimidas, considerando que isso é próprio da burguesia ou da pequena burguesia e que se alguma organizaçom comunista o figesse, estaria a incorrer num «desvio nacionalista».

Quem sustenta essas posturas de niilismo nacional, limita-se a «defender», de umha forma meramente retórica, o direito das naçons à autodeterminaçom, enquanto por outra parte sustenta que o fim da opressom que essas naçons sofrem chegará quando a classe operária dos Estados dominantes tomar o poder em cada umha delas.

Isto significa que, entretanto, a classe operária das naçons dominadas teria que se limitar a esperar a que no conjunto do Estado ou dos estados opressores triunfasse a revoluçom, sem refletir sobre o facto de que, em boa medida, o desenvolvimento de um processo revolucionário de libertaçom, numha ou várias das naçons oprimidas, pode constituir um autêntico «catalisador» que acelere o processo revolucionário no conjunto do Estado ou estados dominantes.
[...]
Os comunistas bascos e do conjunto dos países da Europa devemos prestar umha grande atençom à possível evoluçom da situaçom internacional, e preparar-nos para aproveitar as contradiçons e confrontos interimperialistas para fazer avançar a luita de libertaçom das naçons oprimidas e a revoluçom proletária. / LER: Diário Liberdade [em castelhano: lahaine.org]

O preso gravemente doente Ibon Iparragirre foi agredido na prisão de Alcalá-Meco

ASEH-Lisboa - AL, 02/06/2017 - 22:34
O preso político basco Ibon Iparragirre (Ondarroa, Bizkaia), que sofre de uma doença grave, foi agredido, na sexta-feira passada, por três reclusos na cadeia madrilena de Alcalá Meco.

Amigos de Ibon que o foram visitar no sábado de manhã ficaram a saber da tareia que tinha levado na sua cela – uma situação de insegurança e agressividade com que o preso ondarrutarra, bastante debilitado pela doença, se confronta constantemente.

Nota de imprensa [eus./cas.]:
Ibon Iparragirre Burgoa larriki gaixo dagoen euskal presoak beste eraso bat jasan du Alcala-Mecon // El preso gravemente enfermo bon Iparragirre ha sido agredido por 3 presos en la carcel de Alcalá-Meco / Ler: lahaine.org

«"Cosillas" de vivir en un estado fascista»

ASEH-Lisboa - AL, 02/06/2017 - 22:33
[De Alabinbonban] Se ha armado revuelo a cuenta de la no-cesión del, por decirlo suavemente, ultraderechista Zozulya al Rayo y las protestas de su hinchada, mayoritariamente antifascista. Ciertamente, la mal entendida normalidad democrática del país exigía que Zozulya llegara a Vallekas, besara el escudo y aquí paz y después gloria.
[...]
En todo caso, y volviendo al caso del futbolista ucraniano, ¿qué iban a contarnos estos medios tras su cobertura de la guerra en Donbass y las «democráticas protestas» en el Maidan? La filiación neonazi y las loas al Batallón Azov por parte de Zozulya han pasado de puntillas, de ahí que Tebas declarara «parece que de geopolítica y de guerra ucraniana sabemos todos y aprendemos todos rapidísimamente. Dios quiera que este país no tenga una situación como tuvo Ucrania». ¡Evidencias a Tebas! Él sí que conoce bien la realidad ucraniana, aunque nos hable en pasado y obvie los bombardeos de esta misma semana. (BorrokaGaraiaDa)

«Violência policial na Cova da Moura: não esquecemos nem perdoamos»

ASEH-Lisboa - AL, 02/06/2017 - 22:32
[De Lúcia Gomes] Os que sempre lá estiveram, continuam a estar, lado a lado, numa luta que também é sua. Eu passei a estar apenas depois desse dia. E até hoje, de cada vez que os olho nos olhos, sinto-me esmagada pela sua resistência, pela sua capacidade de olhar em frente com esperança, pelo seu amor à vida, pela forma abnegada com que resistem, todos os dias, numa vida que ninguém devia ser forçado a viver. Não nestas condições, não desta forma abjecta. Em que centenas ainda vociferam que não há lugar para «aquela gente». Que ainda bem que aquilo lhes aconteceu. E de cada vez que ouço os relatos daquela noite, pergunto-me: que humanidade é esta que violenta, agride e se sente legitimada a tal, sem que nunca nada aconteça a quem exerce este domínio sobre o outro em razão da cor da pele, do sexo, da classe? (manifesto74)

«El Estado implementa un escenario de guerra contra la Resistencia Mapuche» [Chile]

ASEH-Lisboa - AL, 02/06/2017 - 22:31
[Héctor Llaitul, porta-voz da Coordinadora Arauco Malleco, entrevistado por Andrés Figueroa Cornejo]La represión vieja y rabiosa del Estado chileno en contra de la lucha Mapuche reinventa fórmulas para desintegrar a un pueblo entero. Ahora es el turno de la Comisión Asesora Presidencial o «mesa de diálogo» aventurada por la administración de la Nueva Mayoría. Para conocer la opinión al respecto de una de las fuerzas que encara mediante la acción directa y un proyecto político anticapitalista en formación propiamente mapuche, nos entrevistamos con el vocero de la Coordinadora Arauco Malleco (CAM), Héctor Llaitul. (lahaine.org)

«Área ocupada por latifúndio cresceu 372% no Brasil nos últimos 30 anos» (PCB)
[Brasil de Fato] A área das propriedades com mais de 100 mil hectares cresceu 372% no Brasil desde 1985, apontou o Relatório DataLuta Brasil, do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária (NERA) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), lançado originalmente em 2014 e atualizado em janeiro deste ano.

Segundo o estudo, a reforma agrária segue em ritmo menor que a territorialização do agronegócio, principalmente por causa da grilagem e do processo de estrangeirização de terras – há donos de terras oriundos de pelo menos 23 países, sendo os principais os Estados Unidos, o Japão, o Reino Unido, a França e a Argentina.

Yolanda González, assassinada há 37 anos, foi homenageada em Deustuibarra

ASEH-Lisboa - IG, 02/05/2017 - 22:34
O bairro bilbaíno de Deustuibarra voltou a homenagear Yolanda González Martín, jovem de 19 anos que, por ser basca e de esquerda, foi sequestrada, torturada e morta a tiro no dia 1 de Fevereiro de 1980, em Madrid, por elementos da extrema-direita espanhola liderados por Emilio Hellín Moro.

Por iniciativa da associação de moradores Euskaldunako Zubia e da Bekoerri Kultur Elkartea, realizou-se, hoje, uma homenagem a Yolanda González, na praceta que há menos de um ano tem o seu nome, no bairro bilbaíno de Deustuibarra.

Apesar do vento e da chuva, dezenas de pessoas assistiram a um «agurra», depositaram cravos vermelhos junto a um mural evocativo e ouviram os promotores da iniciativa lembrar que passam 37 anos desde que, em plena «transição modelo», elementos da extrema-direita, do «esgoto do Estado», tiraram a vida à jovem militante do PST.

Os que conheceram Yolanda lembraram a sua luta contra a «exploração e a injustiça», recordaram a miséria a que era condenada a classe trabalhadora no bairro operário de Deustuibarra e de como Yolanda decidiu lutar pela melhoria das condições de vida das camadas mais desfavorecidas.

Apesar de todas as tentativas ao longo destes 37 anos, «não conseguiram apagar a sua memória», sublinharam, recordando ainda a longa luta travada para que o Município de Bilbo atribuísse o nome da jovem bilbaína à praceta onde Yolanda conversava e onde hoje decorreu a homenagem. «Um gesto tardio», mas que «faz justiça» e «ajudará a preservar a sua memória», disseram. / Ver: Ecuador Etxea

Em Gernika, fala-se sobre a Ucrânia, o Donbass e a guerra

ASEH-Lisboa - IG, 02/05/2017 - 22:33
Tendo como pano de fundo o 80.º aniversário do bombardeamento de Gernika e as «mentiras de destruição massiva» – exempos: Gernika foi destruída por vermelhos separatistas, o Iraque tinha armas de destruição massiva e Maidan foi uma revolução democrática –, o espaço cultural Astra, em Gernika (Bizkaia), acolhe, no próximo dia 11, uma conferência e uma mesa-redonda cujo tema é «Ucrânia – Novo-Rússia: antecedentes para uma próxima guerra europeia?».

Na parte da manhã, às 10h30, a conferência está a cargo de Pablo González, jornalista e especialista do Gara para a Europa de Leste.

A mesa-redonda decorre entre as 12h30 e as 14h00, tendo como intervenientes Asier Blas (politólogo e professor na Univ do País Basco), Jon Kortazar (politólogo e especialista na Europa de Leste) e – segundo nos garantem – Gabirel Ezkurdia (politólogo e analista de conflitos internacionais). É dia 11, no Astra de Gernika.

EUSKAL HERRIA-DONBASS elkartasun komitea
Quando outros calam, tergiversam ou se afogam no mass merdiático «it's all about Trump», aqui podes contar com notícias, análises e entrevistas sobre o que se passa Donbass e iniciativas solidárias.
[Mais uma vez, ruptura dos acordos de Minsk, sob os auspícios da UE e da OSCE. O Estado fascista ucraniano bombardeou o Donbass. Basta! Ez dira pasako! Não passarão!]

«Los "Cascos blancos" sirios, una falsa ONG humanitaria»

ASEH-Lisboa - IG, 02/05/2017 - 22:32
[De José Antonio Egido] Creada por los responsables de la agresión contra Siria para servir a sus fines de propaganda y guerra psicológica

Y para engañar a la población de los países occidentales. No hay mucho que investigar para descubrir rápidamente que los llamados en inglés «White Helmets» o «Cascos blancos» no son una ONG humanitaria sino un entramado de guerra psicológica creado y financiado por los servicios especiales de los países de la OTAN implicados en la agresión militar y terrorista contra este país árabe desde 2011. / Continuar a ler foro contra la guerra [pdf.] (Via lahaine.org)

«A "concertação social"» (odiario.info)
[De Filipe Diniz] O chumbo na Assembleia da República da redução da TSU – um brinde do governo ao patronato – foi uma grande notícia para os trabalhadores. E quem barafustou mais alto contra esse chumbo foi a UGT. Não é de admirar: onde a central amarela se sente à vontade é a entender-se com governos e patrões na «concertação social».

«Vossa dignidade, nosso orgulho»: solidariedade com os presos independentistas galegos

ASEH-Lisboa - IG, 02/05/2017 - 22:31
Por iniciativa da Que Voltem Para a Casa, associação de familiares e amigos dos presos independentistas galegos, realizou-se ontem, 4, a XI Marcha às Cadeias, tendo como objectivos denunciar a política de dispersão e as suas consequências, transmitir solidariedade aos presos galegos e exigir o seu regresso a casa.

Uma coluna – norte – partiu de Lugo com destino à cadeia de Villabona (Astúrias), onde se encontra o preso independentista galego Raul Agulheiro, e seguiu depois para o presídio de Villanubla (Valhadolide), onde está encarcerado Roberto Fialhega, Teto.

Outra coluna – sul – partiu de Vigo com destino à cadeia de Aranjuez (Madrid), onde está preso Eduardo Vigo. Daqui, seguiu para Mansilla de las Mulas (Leão), onde se encontram os presos independentistas Antom Santos e Maria Osório.

Ambas as colunas se juntaram em Mansilla, antes do regresso à Galiza. Fizeram muitos quilómetros, enfrentaram o frio, suportaram os mimos da Guarda Civil – nomeadamente em Villabona – para mostrar que a solidariedade galega com os seus é «imparável», que a política de dispersão tem de acabar, que o lugar dos presos independentistas é em casa. / Com base em: GalizaContrainfo, Ceivar, Que Voltem para a Casa

O preso Oier Gómez aguarda pelo resultado de uma biópsia

ASEH-Lisboa - L, 02/04/2017 - 22:34
Oier Gómez, preso político basco de Gasteiz, aguarda pelos resultados de uma biópsia e continua hospitalizado em Pitie Salpetriere (Estado francês), onde foi internado de urgência no dia 10 de Janeiro, depois de ter sido tratado de forma degradante e submetido a uma intervenção cirúrgica complicada, revelou a Etxerat. A este propósito, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) dirige fortes críticas ao Estado francês e apela ao povo basco para que reforce a luta pela libertação dos presos bascos doentes, cuja situação é especialmente grave.

O MpA considera ter ficado evidente, mais uma vez, que a atitude do Estado francês relativamente «à questão de Euskal Herria» não é a de «simples colaborador, mas a de participante activo na opressão ao povo basco e na repressão sobre aqueles que lutam pela sua liberdade».

«Utilizar como arma a saúde dos reféns é uma das atitudes mais cobardes e asquerosas que se podem tomar numa guerra», critica o MpA, que classifica como «tortura» as situações que os presos doentes têm de enfrentar nos cárceres - e também nos hospitais.

Para o MpA, aquilo que «hoje fazem a Oier e aos demais presos doentes não pode ser entendido como um ataque individual», mas antes «como ataques que visam gerar medo no seio de todo um povo».

«Quanto mais dura for a prisão para aqueles se levantaram contra os Estados, mais firme será a mensagem para aqueles que possam ter a tentação de se levantar no futuro», explica o MpA. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Brigadas 2017» da Askapena [spot]

ASEH-Lisboa - L, 02/04/2017 - 22:33
No ano em que completa 30 anos de existência, a organização internacionalista basca está a dinamizar uma nova campanha que tem como objectivo formar várias brigadas.

Askapena: «Brigadas 2017» [spot]Dando sequência ao trabalho realizado nos últimos anos, a Askapena pretende acompanhar os processos em curso na América Latina e conhecer as experiências de resistência ali existentes. Argentina/Uruguai, Bolívia, Brasil, México e Venezuela são os destinos previstos. A novidade, este ano, é que uma das brigadas irá até Cuba.

Na Europa, a Askapena vai enviar brigadas à Bretanha, aos Países Catalães e a Itália. No Médio Oriente, a Palestina continua a ser um destino certo, para conhecer a resistência palestiniana e divulgar a campanha BDS em Euskal Herria.

As inscrições são feitas através do endereço de correio electrónico brigadak@askapena.org. / Ver: askapena.org / Mais info: aseh

«La masacre de Odessa y sus lecciones»

ASEH-Lisboa - L, 02/04/2017 - 22:32
[De Mikel Itulain] En esta región y en esta localidad la junta de Kiev que dio el golpe de Estado en Ucrania con el apoyo estadounidense, no tenía nada clara la simpatía de sus habitantes, es más, temía que el ejemplo de decisión de Donbass cundiese en otras regiones. Resulta demasiada casualidad que los mismos dirigentes de la CIA estuviesen en Ucrania unos días antes de la tragedia que se iba a desatar en la ciudad de Odessa (la visita fue a mitad de abril y la masacre ocurrió el 2 de mayo). Lo que sucedió después lo explica todo, la masacre de Odessa se reveló como un plan bien elaborado al estilo de los que prepara la inteligencia estadounidense con su larga experiencia en todos los continentes en guerra sucia y matanzas amedrentadoras, dese América a Asia o África. (EsPosibleLaPaz?)

«El Salvador: Balance provisorio de veinticinco años de paz» (lahaine.org)
[De Atilio Boron] El Salvador conmemora en estos días más de dos décadas de la firma de la paz: una gesta que todavía provoca esperanza en su pueblo y en las naciones del mundo que aún enfrentan conflictos armados. Sí, es cierto: la guerra se acabó. El Acuerdo de Chapultepec calló las armas e hizo posible la difícil, casi traumática, convivencia de dos proyectos políticos y dos visiones del mundo radicalmente distintas, pero la guerra continúa.

La paz se firmó hace ya 25 años, pero en las negociaciones entre el gobierno y la guerrilla del FMLN hubo algo que permaneció al margen de toda discusión: el modelo económico fue el gran ausente en esas conversaciones.

Oliba Gorrriak - «Bake faltsuari gerra»

ASEH-Lisboa - L, 02/04/2017 - 22:31
De Markina-Xemein (Lea-Artibai, Bizkaia, EH). Tema do álbum homónimo (2006). [Uma banda em Portugal com este nível? Com este conteúdo sociopolítico?]

AN decreta reabertura de processo contra comparsa bilbaína Kaskagorri

ASEH-Lisboa - OT, 02/03/2017 - 22:34
O tribunal de excepção espanhol decidiu reabrir um processo relacionado com a Aste Nagusia bilbaína de 2009, no âmbito do qual acusa a Kaskagorri de mostrar fotos e consignas «ligadas à ETA» no interior da sua txosna.
O juiz Alfonso Guevara revogou a decisão tomada por um outro juiz, a 21 de Novembro último, de arquivar provisoriamente o processo, por não poder atribuir os factos a pessoas concretas.

Agora, o juiz Guevara deu provimento ao recurso apresentado pela organização de extrema-direita Dignidad y Justicia, e decidiu prosseguir com o processo contra seis pessoas e contra a associação Adaska Kultur Elkartea, proprietária da comparsa.

De acordo com a acusação, as pessoas em causa e um representante da associação estavam dentro da txosna quando os zipaios lá a foram visitar, tendo-se recusado a retirar as fotos e consignas exibidas. / Ver: eitb e argia

«Sobre los acontecimientos ocurridos en el Antiguo»

ASEH-Lisboa - OT, 02/03/2017 - 22:33
[De Aurrerantz / eus: «Antiguon gertatutakoaren inguruan»] No puede pensarse ni divulgarse un modelo creíble y deseable de nación vasca, nación del pueblo trabajador, si, a la vez, el comportamiento cotidiano reproduce los valores burgueses, los métodos autoritarios y censores. La interacción entre fines y medios lo impide, y los depredadores mediáticos, los Estados opresores, la misma burguesía vasca y los reformismos manipulan y utilizan cínicamente esa degeneración como propaganda contra la izquierda abertzale.

A estas alturas de la «normalización», la alternativa de salida ya no es la de intentar recomponer la unidad premeditadamente reventada, sino la de avanzar sincera y creativamente hacia otra nueva organización política revolucionaria. / LER: lahaine.org

«O que é o dinheiro? Vejamos a partir de Marx» [Escuela de Cuadros]

ASEH-Lisboa - OT, 02/03/2017 - 22:32
Na edição 192 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros», estuda-se a secção sobre o dinheiro dos Grundrisse, de Karl Marx.

A categoria «dinheiro» e as relações sociais que elas escondem ocupam um espaço importante na exposição crítica que Marx faz da economia capitalista. No programa 192 do «Escuela de Cuadros», estuda-se a secção sobre o dinheiro dos Grundrisse, de Karl Marx, com a ajuda de Francisco Navarro, do Seminari d’economia crítica Taifa.

«¿Qué es el dinero? Veamos a partir de Marx» [Escuela de Cuadros]O programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas e terças-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros.

Oliba Gorriak - «Ogi gogorrari, hagin zorrotza»

ASEH-Lisboa - OT, 02/03/2017 - 22:31
De Markina-Xemein (Lea-Artibai, Bizkaia, EH). [Para pão duro dente afiado] Tema do álbum homónimo (2005).

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