Las campañas de los pueblos solo son débiles, cuando en ellas no se alista el corazón de la mujer

Jose Martí

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EH Lagunak (pt)

Memória de EH: «Hautsitako Leihoa» / «A Janela Partida» [doc]

ASEH-Lisboa - IG, 01/22/2017 - 22:34
Através das histórias de vários jovens detidos por kale borroka, quando ainda eram menores de idade, e das declarações do juiz Joaquín Navarro Esteban, entramos na realidade terrível e silenciada de Euskal Herria.

Este documentário foi produzido com a ajuda da ESCAC – Escola Superior de Cinema i Audiovisuals de Catalunya – e realizado pelo basco Eñaut Tolosa e o catalão Hammudi Al-Rahmoun Font, em 2008.

Hautsitako Leihoa / A Janela Partida (1/3)Hautsitako Leihoa / A Janela Partida (2/3)Hautsitako Leihoa / A Janela Partida (3/3)À memória do juiz Navarro.

Congresso do Sortu: «refundação, revolução, renovação, relançamento, reset...»

ASEH-Lisboa - IG, 01/22/2017 - 22:33
Sobre o congresso da «refundação» do partido da linha oficial da esquerda abertzale, que ontem decorreu no Palácio Euskalduna, em Bilbo, lê-se no llibertat.cat: «refundação, revolução, renovação, relançamento... O "reset" no Sortu é um facto confirmado no congresso de ontem em Bilbo, de onde saem a proposta Zohardia, com vista a reforçar a sua aposta política; uns modos diferentes de fazer, muito mais participativos e horizontais; e uma direcção nacional em apenas surgem quatro nomes repetidos, com uma média de idades inferior a 40 anos (39,6)».

Na «refundação» do Sortu foi eleita uma nova direcção nacional. Arnaldo Otegi é o secretário-geral, cargo que que lhe estava reservado de forma simbólica quando se encontrava preso. Numa primeira fase já tinha sido eleitos 14 membros do Conselho Nacional; agora foram escolhidos mais 15.

A proposta Zohardia, aprovada quase por unanimidade em Novembro, foi ontem reforçada com a aprovação da resolução «Euskal Errepublika sortu».

No congresso participaram mais de 750 pessoas, estiveram presentes 40 delegações internacionais, bem como convidados bascos. / Ver: llibertat.cat

«Santiago Carrillo: oportunismo e revisionismo, subserviência perante o imperialismo»

ASEH-Lisboa - IG, 01/22/2017 - 22:32
[eldiario.es via odiario.info] O ex-secretário-geral do PCE encarregou-se, ele próprio, de não deixar dúvidas acerca do abandono de qualquer princípio ou de qualquer orientação revolucionária. O seu alinhamento com Mário Soares nos anos de fogo da revolução portuguesa é um lamentável testemunho disso mesmo. Documentos da CIA agora desclassificados apenas vêm confirmar que o oportunismo o levou a todas as cedências, tanto perante a grande burguesia espanhola como perante o imperialismo. / Ler: odiario.info

«A questão não é Donald Trump – somos nós»

ASEH-Lisboa - IG, 01/22/2017 - 22:31
[De John Pilger] A obsessão com Trump é um encobrimento para muitos daqueles que se consideram «esquerda/liberais», como que a pedir decência política. Eles não são «esquerda», nem tão pouco especialmente «liberais». A maior parte das agressões da América ao resto da humanidade vieram das chamadas administrações liberais-democráticas – tal como a de Obama.

O espectro político da América estende-se do mítico central até à direita lunar. A «esquerda» são renegados sem lar que Martha Gellhorn descreveu como «uma fraternidade rara e absolutamente admirável». Ela excluiu aqueles que confundem política com uma fixação acerca dos seus umbigos.

Enquanto eles «curam» e «movem-se em frente», será que os que fazem campanhas do Writers Resist e outros anti-trumpistas reflectem acerca disto? Mais especificamente: quando será que um movimento genuíno de oposição se levanta? Revoltado, eloquente, um por todos e todos por um. Até que a política real retorno às vidas do povo, o inimigo não é Trump, somos nós próprios. (resistir.info) [em castelhano: telesurtv.net]

Gasteiz e Iruñea acolhem jornadas internacionalistas solidárias com o Donbass

ASEH-Lisboa - L, 01/21/2017 - 22:34
Por iniciativa da Hala Bedi irratia (Gasteiz), da Brigada Rubén Ruiz Ibárrurri (Madrid) e do Gaztetxe de Errotxapea (Iruñea), têm lugar, nos dias 26 e 27 de Janeiro, duas jornadas internacionalistas solidárias com o Donbass em Euskal Herria, com acções repartidas por Gasteiz e Iruñea.

De acordo com a informação divulgada pela Sare Antifaxista, no dia 26, a Taberna da Hala Bedi, em Gasteiz, acolherá a exibição do documentário «A Caravana das ideias», às 19h00, seguindo-se a conferência-debate «Internacionalismo no conflito do Donbass», que contará com a participação de elementos de brigadas.

No dia seguinte, no Gaztetxe de Errotxapea (Iruñea) será exibido o documentário «Donbass: a guerra no coração da Europa», estando prevista uma intervenção de um dos seus autores, Ibai Trebiño.

Segue-se a conferência-debate «Internacionalismo no conflito do Donbass» e, às 22h00, um jantar solidário. Serão dadas informações sobre a próxima caravana antifascista ao Donbass.

«Donbass: a guerra no coração da Europa» [trailer]Ver: SareAntifaxista / Mais info sobre o Donbass: EH-Donbass elkartasun komitea

Ver tb.: «Interunit suspende as actividades militares no Donbass» (EH-Donbass)

Solidariedade com o povo saarauí em Gasteiz e Iruñea

ASEH-Lisboa - L, 01/21/2017 - 22:33
Para denunciar o julgamento do grupo de presos políticos saarauís conhecidos como Grupo de Gdeim Izik, a repressão a que o Reino de Marrocos submete o povo saarauí e manifestar-lhe a solidariedade do povo basco, diversas organizações agendaram para dia segunda-feira, dia 23, às 19h30, concentrações na capital navarra e na alavesa. Em Iruñea, a mobilização realiza-se na Praça do Município; em Gasteiz na Praça dos Correios.

Recorde-se que os activistas de Gdeim Izik foram sequestrados, detidos e torturados nos dias e semanas após o brutal desmantelamento, por parte das autoridades marroquinas, do acampamento de protesto Gdeim Izik, nos territórios ocupados do Saara Ocidental, onde se juntaram mais de 20 mil saarauís para exigirem os seus direitos sociais, económicos e políticos, nomeadamente o direito à auto-determinação, e denunciar a repressão constante que sofrem por parte do Reino de Marrocos.

Em 2013, um tribunal militar marroquino julgou um grupo de 25 pessoas, num processo repleto de irregularidades, sem provas e onde as acusações foram forjadas com recurso à tortura, condenando-as a penas que oscilaram entre os 20 anos de cadeia e a pena perpétua.

Actualmente, duas destas pessoas estão em liberdade, um está gravemente doente e outro – Hassanna Aalia – encontra-se refugiado no País Basco. Os restantes 21 estão a poucos quilómetros de Rabat, a cerca de mil quilómetros do Saara Ocidental. / Ver: askapena.org

Orchestra Baobab - «Cabral»

ASEH-Lisboa - L, 01/21/2017 - 22:31
Do álbum Made in Dakar. Ontem, 20 de Janeiro, fez 44 anos que Amílcar Cabral foi assassinado, em Conakry (Guiné), por esbirros ao serviço da PIDE – polícia fascista portuguesa. Cabral ka murri!

«Depoimento de Marcelo à Comissão de Inquérito do PSD*»

ASEH-Lisboa - L, 01/21/2017 - 21:32
[De António Santos] Bom, ainda no outro dia, estava um frio de rachar, fui alimentar pobres. Deviam ter visto: eu a querer levá-los para o abrigo, como se leva um gatinho para o gatil, preocupado com o frio dos bichanos, e eles, valha-nos Deus, nem isso percebem. É preciso chamá-los com um ensopado sofrível (disse que estava óptimo) para se virem aquecer um bocadinho ao pé das câmaras. O PSD tem que entender uma coisa, se as pessoas não vão ter dinheiro para se aquecerem no Inverno, convém aconselhá-las a se aquecerem bem: «vista muitas camadas de roupa e proteja-se do frio!», compreende a lógica? Ou então acabamos todos numa salgalhada como em 74. (manifesto74)

«Trump na Casa Branca» (odiario.info)
[Os editores de odiario.info] Precisamente por isso, são gratuitos e irresponsáveis os exercícios de futurologia sobre temas tão complexos como as relações dos EUA com a China, a Rússia, o Irão, a União Europeia e Israel, e projectos como o muro na fronteira do México, a expulsão dos imigrantes ilegais e a política financeira.

Merece reflexão o contraste entre a agressividade da campanha anti-Trump de governos e media ocidentais e a chuva de elogios sobre Barack Obama e a ausência total de críticas a iniciativas do ex-presidente americano que, essas sim, configuram ameaça à Paz mundial.

«Grave ataque contra militantes del movimiento en Antiguo» [denúncia]

ASEH-Lisboa - OT, 01/20/2017 - 22:34
[MpA] Por medio de esta nota, el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión quiere informar del ataque sufrido por varios militantes de nuestro movimiento el pasado sábado, 14 de enero, durante las fiestas del barrio donostiarra del Antiguo.
[...]
Por ello y habiéndose rebasado todas las líneas admisibles, nuestro movimiento quiere dejar claro que no recibiremos ningún ataque que no tenga su correspondiente respuesta. No son tiempos fáciles para quienes trabajamos a favor de la amnistía, pero actuando unidos y con decisión, seguiremos avanzando por el camino hacia nuestros objetivos. Jo ta ke amnistia lortu arte! / Ver: amnistiAskatasuna [euskaraz hemen]

Programa «La Memoria»: Meatzaldea, memória do sangue mineiro

ASEH-Lisboa - OT, 01/20/2017 - 22:33
A zona mineira biscainha é um dos pontos de referência na memória da classe trabalhadora desse herrialde e de toda Euskal Herria; e, com isso, da construção e do desenvolvimento do movimento operário basco, com os seus marcos de organização -uma das primeiras «Casas do Povo» é de La Arboleda - e os seus marcos de mobilização, desde as greves de braços caídos ou de carácter «economicista» até às greves claramente políticas e insurreccionais, como foi a de 1934.

Após o golpe militar de Julho de 1936, são desta zona centenas de voluntários para combater o fascismo, em diversos batalhões, sendo o «Facundo Perezagua» porventura o mais famoso. Depois da derrota militar, centenas de pessoas da zona mineira sofreram a repressão e muitas outras partiram para o exílio. Se a isto juntarmos as centenas de milicianos e gudaris caídos em combate, percebemos a memória de sangue Meatzaldea, que é irmã da sua memória de luta.

Sobre esta memória fala Iñaki Lizundia, biscainho de Urtuella que a conhece bem e a investiga. Enquanto esteve preso nos cárceres do Estado francês, por ser militante da organização Euskadi Ta Askatasuna (ETA), Lizundia aproveitou para escrever uma obra sobre a memória de Meatzaldea, que será publicado em breve com a chancela da Associação de Vítimas do Golpe e do Regime Franquista, Ahaztuak 1936-1977. / Ouvir: Info7 irratia

«O legado neocolonial de Hollande em África»

ASEH-Lisboa - OT, 01/20/2017 - 22:32
[De Carlos Lopes Pereira] A realidade é que, no âmbito da política imperialista francesa em África (e em outras regiões, como o Médio Oriente), a ingerência e os conflitos no continente têm vindo a aumentar consideravelmente desde 2011. Sempre em nome da «guerra contra o terrorismo» e do «contributo para a paz e a segurança» em África e na Europa… (avante.pt)

«Tanques de asalto en Polonia» (lahaine.org)
[De Manlio Dinucci] Polonia desempeña un papel central en la escalada anti-rusa. Por eso recibirá próximamente de EEUU varios misiles de crucero de largo alcance, con capacidades penetrantes para garantizar la destrucción de búnkeres y capaces de llevar también cabezas nucleares.
También en Polonia ya está en construcción una instalación terrestre perteneciente al sistema estadounidense AEGIS, instalación similar a la que ya funciona en Deveselu, Rumania.

La Polla Records - «No somos nada»

ASEH-Lisboa - OT, 01/20/2017 - 22:31
De Agurain, Araba, EH. [Tema do álbum homónimo, 1987.]

Trabalhadores das ambulâncias manifestaram-se em Bilbo contra ataques aos direitos

ASEH-Lisboa - OG, 01/19/2017 - 22:34
Os trabalhadores da Rede de Transporte Sanitário de Urgência aderiram, ontem, à manifestação que os sindicatos LSB-USO, LAB, ELA e ESK promoveram na capital biscainha em protesto contra as alterações constantes nos horários e a violação de outros direitos laborais.

A manifestação partiu da delegação do Departamento de Saúde e terminou junto à delegação do Governo de Gasteiz em Bilbo, para denunciar «os graves conflitos» provocados pela empresa Larrialdiak-Eulen, concessionária do serviço de ambulâncias da Rede de Transportes Sanitários de Urgência (112 SOS DEIAK e Emergencias Osakidetza).

Os sindicatos explicam que os 250 trabalhadores vivem uma «situação de tensão» e se encontram «no mais absoluto desespero», na medida em que a concessionária «lhes altera o calendário laboral de um dia para o outro», violando o direito ao descanso e à conciliação familiar.

A esta situação, as organizações sindicais acrescentam outras, como os trabalhadores: não poderem gozar férias no período estabelecido; não receberem o salário devido, levando a que a empresa lhes deva grandes quantias; serem obrigados a conduzir veículos de emergência durante 48 horas sem descanso, por falta de pessoal.

Referem ainda que os trabalhadores temporários são explorados, na medida em que auferem apenas 60% do salário, fazem centenas de horas extra gratuitas e sob ameaça de não renovação, sendo submetidos a pressões para que não se cumpra o Acordo sectorial vigente.

Os sindicatos acusam o Departamento da Saúde de estar a par de «toda estas irregularidades». Como a administração da empresa não respondeu aos apelos dos trabalhadores, estes e as suas organizações representativas «instam o Governo de Gasteiz a cumprir a sua obrigação de supervisionar o cumprimento do contrato com a concessionária Larrialdiak-Eulen». / Ver: Ecuador Etxea

«A repressão em EH atravessou o Ebro e alastrou a todo o Estado» [vídeo]

ASEH-Lisboa - OG, 01/19/2017 - 22:33
[La Guerrilla Comunicacional entrevista Sabino Cuadra, advogado e sindicalista basco. / «La represión existente en Euskal Herria ha pasado el Ebro y se ha extendido por todo el estado»]
Entrevista a Sabino Cuadra: "La represión existente en Euskal Herria ha pasado el Ebro y se ha extendido por todo el estado" from La Entrevista del Mes on Vimeo.

Sabino Cuadra é advogado e sindicalista. Estudou Direito e, concluídos os estudos, trabalhou durante alguns anos como advogado laboralista, entre 1974 e 1979. Em 1979 começou a trabalhar como funcionário da Deputação de Nafarroa (posteriormente Governo de Nafarroa), sendo assessor jurídico da mesma.

Cuadra foi funcionário da administração navarra até se reformar, em 2010, com 61 anos. En 2011, foi cabeça de lista da coligação Amaiur por Nafarroa. Cuadra figurou nesta candidatura como independente, sendo eleito deputado do Congresso.

Na entrevista a La Guerrila Comunicacional, Sabino fala sobre a sua passagem pelo Congresso espanhol, de diversos aspectos da política actual, de temas de legalidade e repressão, e também sobre a situação sindical em Euskal Herria. / Via: lahaine.org

«O pensamento de Rosa Luxemburgo»

ASEH-Lisboa - OG, 01/19/2017 - 22:32
[De Michael Löwy] Artigo publicado originalmente na revista semestral da Boitempo, a Margem Esquerda, com o título, «A centelha se acende na ação: a filosofia da práxis no pensamento de Rosa Luxemburgo».
[...]
Tínhamos um local de reuniões no centro de São Paulo que media 2x5 metros e cuja única ornamentação era um quadro com um desenho que representava Rosa Luxemburgo. Nessa época, recebi de minha mãe um exemplar das cartas de prisão que ela havia trazido de Viena quando emigrou para o Brasil, o que me permitiu apreciar melhor a dimensão humana e generosa da revolucionária intransigente. Anos mais tarde, escrevi, sob a orientação de Lucien Goldmann, uma tese sobre o jovem Marx, apresentada na Sorbonne em 1964, toda inspirada no marxismo de Rosa Luxemburgo. É uma paixão que dura até hoje. (Diário Liberdade)

«OTAN à porta» (PCB)
[De Luis Britto García] A agenda da direita ibero-americana é fixada a partir da Espanha por uma Fundação para a Análise Econômica e Social (FAES) auspiciada por Felipe González e dedicada a «incorporar a América Latina ao Ocidente». Com «o objetivo comum de derrotar democraticamente o projeto do socialismo do século XXI», propôs em 2007 uma «Agenda pela Liberdade» que inclui criar uma Internacional das Direitas, erradicar o ensino universitário gratuito e proibir as expropriações. Pelo qual «a América Latina deve cooperar em matéria de segurança e luta contra o terrorismo internacional junto da Europa e América do Norte, mediante a criação de uma associação estratégica entre a OTAN e a Colômbia». [Em castelhano: Resumen Latinoamericano]

Julia Boutros – Medley patriótico-revolucionário (2014)

ASEH-Lisboa - OG, 01/19/2017 - 22:31
Honra à frente de resistência anti-sionista e anti-imperialista.

MpA exige libertação imediata da presa Sara Majarenas, depois do ataque à filha

ASEH-Lisboa - AZ, 01/18/2017 - 22:34
Em comunicado, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) denuncia o «ataque machista» perpetrado contra a presa política donostiarra Sara Majarenas, «através da tentativa de assassinato da sua filha», e exige a sua imediata libertação.

Recorde-se que a filha de Sara Majarenas, de dois anos e meio de idade, vive com a mãe na cadeia. No fim-de-semana passado, saiu para estar com o pai - ex-companheiro da presa donostiarra -, que a tentou matar, apunhalando-a.

O MpA afirma que não se trata de «um caso isolado», mas da «consequência da mentalidade machista» que o capitalismo fomenta. Classifica o ataque à mãe, através da filha, no meio de um processo de separação e estando ela presa, como uma «acção cobarde e asquerosa».

Por outro lado, o MpA denuncia a atitude de alguns meios de comunicação sensacionalistas, que «centraram todas as atenções na mãe». Para estes órgãos de comunicação, «a questão principal da notícia é o facto de a mãe pertencer à ETA», deixando num segundo plano a sua situação e a da filha [que corre risco de vida].

O MpA exige a libertação imediata de Sara, a quem falta cumprir um ano da pena que lhe foi imposta, e que enfrenta uma situação não compatível com a cadeia. «Deve estar em casa com a filha, para que ambas levem a cabo o processo de recuperação junto dos seus». / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

O Exército espanhol realizou exercícios militares em Altsasu

ASEH-Lisboa - AZ, 01/18/2017 - 22:33
Ontem de manhã, foram muitos os altsasuarras que viram, com consternação, vários pelotões do Exército espanhol a realizar manobras militares no seu município, na região navarra de Sakana. Na foto, vê-se um grupo deles a seguir pela auto-estrada de Sakana (A-10).

De acordo com o portal guaixe.eus, a delegação do Governo espanhol em Nafarroa confirmou que estavam a decorrer exercícios militares em Sakana.

A última vez que os militares espanhóis realizaram exercícios em Sakana foi a 15 de Setembro de 2015. Há dois meses, foram vistos em Leitza, Larraun e Lekunberri, também em Nafarroa. Em Leitza, também já tinham efectuado manobras em Abril. / Ver: Berria

«Médio Oriente»

ASEH-Lisboa - AZ, 01/18/2017 - 22:32
[De Jorge Cadima] Tentar compreender o que se passa no Médio Oriente sem ter em conta a natureza do imperialismo e as suas ambições hegemónicas é condenar-se a não perceber o essencial. O imperialismo caracteriza-se pela ‘necessidade’ de dominar o planeta e os seus recursos. A sua relação com o Médio Oriente é uma história de guerra, subversão, ingerência e dominação. Não é de hoje. Tem exactamente a mesma duração histórica que tem essa fase superior do capitalismo. (odiario.info)

«Exército repele grande ofensiva do Estado Islâmico em Deir ez-Zor» (Abril)
No âmbito da grande ofensiva lançada em Deir ez-Zor, no Leste da Síria, o EI conseguiu separar o aeroporto militar do resto da zona ocidental da cidade, que as forças governamentais têm mantido em seu poder, sitiada, desde Janeiro de 2015. De acordo com dados das Nações Unidas, vivem ali mais de 100 mil pessoas.

No entanto, a operação tem tido custos pesados para o grupo terrorista. Um oficial do Exército Árabe Sírio disse, hoje, à Al-Masdar News que o EI sofreu inúmeras baixas nos últimos quatro dias de combate em Deir ez-Zor: mais de 200 mortos e várias centenas de feridos.

«O dia em que o povo tomou o poder»

ASEH-Lisboa - AZ, 01/18/2017 - 22:31
[De Gustavo Carneiro / «18 de Janeiro de 1934, na Marinha Grande»] Estava-se no início de 1934. Com o mudar do ano, entra em vigor o Estatuto Nacional do Trabalho, fascista, e os sindicatos livres eram oficialmente proibidos, dando origem a outros, subjugados ao poder corporativo. Por todo o País, os trabalhadores combatem a fascização dos sindicatos e convocam para 18 de Janeiro uma greve geral revolucionária, com o objectivo de derrubar o governo de Salazar. A insurreição falha, mas na Marinha Grande os operários vidreiros tomam o poder. Apenas por algumas horas, é certo, pois a repressão esmagaria a revolta. No resto do País, esperavam-se acções iguais, mas em nenhum outro lado se repetiu o gesto dos operários marinhenses. Apesar de fracassada, a revolta dos trabalhadores vidreiros fica na história como um momento alto da resistência ao fascismo. E deixou sementes, que germinaram numa manhã de Abril, precisamente quatro décadas depois. / Ler: avante.pt

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