Nuestra venganza será la sonrrisa de nuestros niños

Bobby Sands

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EH Lagunak (pt)

O preso Igor González foi levado até Zeanuri para visitar a mãe, doente

ASEH-Lisboa - L, 03/25/2017 - 22:33
O preso político basco Igor González foi hoje transferido da cadeia de Badajoz até Zeanuri (Bizkaia) para poder visitar a sua mãe, que está doente, e sentiu o apoio dos seus conterrâneos.

Em Zeanuri (localizada na comarca biscainha de Arratia, na belíssima região montanhosa do Gorbeia), cerca de 40 habitantes, incluindo membros do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão de Arratia, receberam o preso político ao som da trikitixa, com inscrições solidárias nas paredes e com bandeirolas solidárias com os presos.

A Ertzaintza montou um dispositivo de segurança, deslocando para Zeanuri vários furgões e carros-patrulha, mas isso não impediu os habitantes de manifestarem o seu apoio a Igor González enquanto esteve com a mãe - uma hora e meia, algemado. / Muitas fotos em @boltxevikek: 1, 2, 3, 4 e 5

Dossiê: 60 anos do Tratado de Roma - «Um passado sem futuro»

ASEH-Lisboa - L, 03/25/2017 - 22:32
Assinalam-se, este sábado, 60 anos da assinatura do Tratado de Roma, documento fundador da Comunidade Económica Europeia. Na semana que começa, esperam-nos entorses e mistificações da História das últimas seis décadas no continente europeu, em resposta a mais uma crise do projecto de integração capitalista que assumiu, desde 1992, o nome de União Europeia. [...]
Mas uma outra mentira histórica surgirá, como acontece sempre, associada ao processo de criação de uns «Estados Unidos da Europa», nas palavras de Churchill: a ideia dos 60 anos de paz no continente. Nada mais falso. Da ocupação parcial de Chipre em 1974 ao conflito que perdura na Ucrânia, passando pelas guerras nos Balcãs, com o dedo da NATO, as últimas seis décadas estão longe de representar um período de paz para os povos europeus.

Não serão de estranhar, nos próximos dias, proclamações grandiosas sobre o passado e o futuro desta experiência. Sobre o seu carácter único, por exemplo, ainda que, oito anos antes do Tratado de Roma, sete estados europeus tivessem criado o Conselho para a Assistência Económica Mútua. Para a construção da teia que hoje forma a União Europeia, as proclamações contaram mais que a realidade e a solidariedade e cooperação entre estados e povos. (Abril)
Cronologia: «Etapas do percurso de integração capitalista» (Abril)

Euro: «Quinze anos do euro – promessas por cumprir» (Abril)

Produção: «Um país que não produz não tem futuro» (Abril)

Barricada - «Bahia de Pasaia»

ASEH-Lisboa - L, 03/25/2017 - 22:31
Tema do álbum Latidos y Mordiscos (2006). O grupo é de Iruñea.

EMBOSCADA DE PASAIA: A 22 de Março de 1984, a Polícia espanhola matou, numa emboscada na Baía de Pasaia (Gipuzkoa), quatro militantes dos Comandos Autónomos Anticapitalistas. Trata-se de Rafael Delas, Txapas (Iruñea, 1957), José Maria Izura, Pelu (Iruñea, 1958), Pedro Mari Isart, Pelitxo (Azpeitia, 1961) e Dioni Aizpuru, Kurro (Azpeitia, 1963). Os seus corpos apareceram crivados de balas: 113, mais precisamente.

Ver tb: «Pasaiako segadan hildakoak gogoan izan dituzte 33. urteurrenean» (uztarria.eus)

«Rejeitado o recurso contra o arquivamento do caso da emboscada de Pasaia» (aseh; Julho de 2016)

«Dezenas pediram em Azpeitia que não se arquive o caso da "emboscada de Pasaia"» (aseh; Março de 2016)

Suíça autoriza extradição de Txapartegi para Estado espanhol, onde foi torturada e violada

ASEH-Lisboa - OT, 03/24/2017 - 22:34
«ME DESNUDARON ENTRE CUATRO Y ME VIOLARON»
Nekane Txapartegi fue detenida el 9 de marzo de 1999. El 10 de marzo, a las 14.25, según consta en el informe policial, le llevaron a que hiciera una primera declaración. Se negó. Los guardias civiles se encargaron de que no volviera a hacerlo. La Sala de la Audiencia Nacional que la juzgó por el sumario 18/98 escuchó en octubre de 2006 su relato: «Me desnudaron entre cuatro y me violaron».

«Me dijeron que habíamos llegado a la comisaría de Tres Cantos y que empezaba lo mejor». «¿Qué fue lo que empezó entonces?». «Cinco días de auténtico calvario». La declaración de Nekane Txapartegi, respondiendo a las preguntas de su abogado, Kepa Landa, hizo honor a esa definición.

Golpes, amenazas, «la bolsa», electrodos, un simulacro de ejecución, y la brutal experiencia de ser violada por sus captores. Pero, basándose en esas declaraciones, el fiscal pide quince años de prisión en su contra. En cambio, nadie ha sido juzgado por su denuncia; de hecho, acaba de ser llamada a ratificarla por primera vez, siete años después. Ratificó ese día que un guardia civil «me metió los dedos en la vagina».

Processo 18/98: tortura e violação
Testemunho de Nekane TxapartegiMais info: elperiodistacanalla.net

«Errepresioari autodefentsa / Contra la represión autodefensa»

ASEH-Lisboa - OT, 03/24/2017 - 22:33
[Aurrerantz] La juventud es cada vez más consciente de que la realidad que le impone el capitalismo es una vida sumisa y miserable en empleos precarizados, subempleo… con un acceso casi imposible a la educación, con la posibilidad de autodestruirse con drogas legales e ilegales. Muchos jóvenes cogen la maleta para ser explotados en el extranjero, otros caen en la sumisa reacción del racismo y del fascismo. En Euskal Herria gran parte de la juventud está optando por la construcción de diversas alternativas: gaztetxes, lucha contra la precariedad laboral, lucha por la amnistía, etc.

Ante el aumento de la represión contra la juventud, por su alto nivel de organización, se crea la iniciativa Errepresioari autodefentsa (Contra la represión autodefensa) que ha venido realizando, desde su presentación hace unos meses, diversas actividades para plantear el problema de la represión o de las represiones y cómo hacerles frente. El punto central de esta dinámica fue la movilización del 13 de marzo en Iruñea. [cas./eus.] (lahaine.org)

A 18 anos da guerra da NATO contra a Jugoslávia

ASEH-Lisboa - OT, 03/24/2017 - 22:32
«Recordar a agressão à Jugoslávia, defender a paz!»
[Conselho Português para a Paz e Cooperação] A 24 de Março de 1999, tiveram início os bombardeamentos da NATO contra a República Federal da Jugoslávia – a primeira acção de guerra contra um Estado soberano desencadeada no continente europeu após o fim da Segunda Guerra Mundial.

Depois da farsa que foi «Rambouillet» – onde os EUA procuraram impor inaceitáveis condições à Jugoslávia, como a presença militar da NATO dentro do seu território, ditas «negociações» que, desenrolando-se à margem das Nações Unidas, não representaram mais do que uma manobra para encobrir um inaceitável ultimato à Jugoslávia –, a Administração Norte-americana de Bill Clinton (com Madeleine Albright como Secretária de Estado e Richard Holbrooke como enviado especial para os Balcãs) deu início a uma brutal agressão.

Durante 78 dias, a Jugoslávia foi sistematicamente sujeita aos bombardeamentos da NATO, que deixaram um rasto de morte e de destruição e incontáveis prejuízos materiais e económicos – os alvos militares foram mínimos quando comparados com os que tinham importância para a garantia das condições básicas de vida da população e para a economia do país. (CPPC)

«ЗАШТО? WHY?» (doc. da RT, 2014)
Sobre a guerra da NATO contra a Jugoslávia. Jamais esquecer, jamais perdoar.«Two journalists - one American, one Serbian - travel across the former Yugoslavia to explore the human cost of NATO's 1999 military campaign against Belgrade and the media onslaught against the Milosevic regime. Anissa Naouai and Jelena Milincic discover the very different ways the war was portrayed in the US and Serbia; and meet the people still traumatized by the 3-month bombing, even today.»

«Omran, Hawraa e os media do regime»

ASEH-Lisboa - OT, 03/24/2017 - 22:31
O modo como a comunicação social dominante do Ocidente se comportou em Alepo e o faz agora em Mossul é sinal evidente da manipulação que exerce ao serviço da NATO e da sua agenda de «derrube de regimes», afirma Bridge.

Bem entendido, é a comunicação social nas mãos do capital a defender os interesses do capital: as suas guerras de agressão e ingerência, os seus ataques à soberania dos povos, os seus saques aos recursos; os seus terroristas promovidos a rebeldes. (Abril)

Grande adesão à greve dos estudantes no País Basco Sul

ASEH-Lisboa - OG, 03/23/2017 - 22:34
Milhares de estudantes aderiram, hoje, à greve convocada pelo Ikasle Abertzaleak e participaram nas mobilizações nas quatros capitais do Sul contra a LOMCE e outras reformas que visam aprofundar a mercantilização da Educação, «explorando os estudantes e preparando-os para serem explorados enquanto classe trabalhadora de um povo negado e oprimido».

Os piquetes estiveram presentes desde o início da manhã nas escolas e nas faculdades, e, apesar do forte dispositivo policial montado, não há a registar incidentes de monta.

Em Iruñea, houve momentos de tensão com elementos da segurança da Universidade Pública, e a Polícia Foral entrou no campus, mas não no interior das faculdades. Em Gasteiz, quando os estudantes iam começar os piquetes, deparam com as faculdades já fechadas.

Em Bilbo, houve piquetes em Sarriko e San Mamés, onde apareceram várias patrulhas da Ertzaintza. No campus de Leioa (Bizkaia), houve corte de estradas. Em Donostia, os piquetes começaram às 10h30 e esvaziaram as salas de aula usando extintores para tal; e a Ertzaintza também esteve presente.

De acordo com os convocantes, a manifestação de Bilbo contou com 4000 pessoas; a de Iruñea também com 4000; em Gasteiz participaram 5000 e 3000 estiveram na de Donostia. No âmbito desta jornada de luta, também houve uma manifestação em Laudio (Araba), com a participação de centenas de estudantes.

O sindicato Ikasle Abertzaleak fez uma avaliação muito positiva da jornada de greve e das mobilizações realizadas. Por outro lado, denunciou a criminalização do movimento estudantil. / Ver: lahaine.org / Ver tb: BorrokaGaraiaDa

«NATO e União Europeia: a óbvia e velha geminação»

ASEH-Lisboa - OG, 03/23/2017 - 22:33
[De José Goulão] Durante toda a segunda metade do século passado, a partir do Tratado de Roma de 1957, a Comunidade Económica Europeia sempre foi olhada como um «pilar europeu» da NATO, submetendo a política de defesa dos Estados membros às normas, práticas e estratégias da aliança militar transatlântica.
[...]
Geminada com a NATO desde o nascimento, a União Europeia é sempre uma putativa entidade paramilitar. Com o extremar das crises, o poder autoritário das armas abafa a razão das palavras. Cabe aos cidadãos evitar que a guerra seja, mais uma vez, a «solução». (Abril)

«Os teus vizinhos genocidas»

ASEH-Lisboa - OG, 03/23/2017 - 22:32
[De António Santos] Depois do trágico, criminoso e injustificável atentado terrorista de Londres, as caixas de comentários dos jornais portugueses encheram-se de centenas apelos ao genocídio de todos os muçulmanos.

Entre milhares de comentários racistas, que atribuíam os crimes à cor da pele, à nacionalidade (depois soube-se que era britânico) ou à religião do suspeito, o denominador comum era a exigência de um castigo, o mais severo possível, para «todos», leia-se «todos os muçulmanos», «todos os negros», «todos os árabes», etc. Mas, o mais preocupante é constatar que as pessoas que apelam publicamente a genocídios e deportações em massa não são os habituais neandertais do PNR mas pessoas que podiam ser as nossas tias, sobrinhos, primos e colegas de trabalho. (manifesto74)

Iraultza 1921 – «Glorioso gu gara»

ASEH-Lisboa - OG, 03/23/2017 - 22:31
Não gostas de bola? Pois, espera só até conheceres o Glorioso e os magníficos Iraultza 1921, um enorme tifo antifascista.Gasteiz, Araba, Euskal Herria. «Ez gara inoiz hilko!»

Sindicatos prosseguem denúncia das privatizações no Osakidetza

ASEH-Lisboa - AZ, 03/22/2017 - 22:34
As organizações sindicais representativas dos trabalhadores no sector da Saúde pública no País Basco Sul estão em plena campanha de mobilização contra as privatizações e ontem deixaram-no claro no Hospital de Leza (Guardia, Araba), onde foram privatizados os serviços da lavandaria.

Numa nota, o sindicato LAB destaca as palavras de Maria Jesus Mugika, directora do Osakidetza, para quem «a saúde é o negócio do serviço basco de saúde». É contra esta política, que guia o Osadiketza, que LAB, SATSE, ELA, CCOO, UGT e ESK se estão e se vão continuar a mobilizar, pois não aceitam que a saúde seja entendida como fonte de lucro, como um «negócio suculento» para diversas empresas, feito à custa da destruição de emprego, da deterioração das condições de trabalho e de um serviço de qualidade.

Garbialdi, a IMQ Zorrozaurre e a Mapfre são exemplos de empresas privadas com lucros astronómicos no sector da saúde e que representam uma despesa acrescida de 350 milhões para o Osakidetza - com o Governo de Gasteiz a dizer publicamente que «não existem privatizações».

A próxima mobilização da campanha contra as privatizações na Saúde está marcada para 4 de Abril, às 11h00, frente às Delegações de Saúde. / Ver: LAB

Surge o K17, comissão para «recuperar» a Revolução de 1917 em EH

ASEH-Lisboa - AZ, 03/22/2017 - 22:33
Tem lugar este sábado na Herriko plaza de Barakaldo (Bizkaia) a apresentação do K17, um comité criado no contexto do centenário da Revolução Russa, para enaltecer a sua dimensão de «acontecimento histórico capital na libertação da classe trabalhadora e reivindicá-la como essencial».

Numa altura em que, por todo o mundo, surgem comités associados ao centenário da Revolução Russa, também em Euskal Herria aparece o comité K17. Com o lema «Berreskuratu 17a! / Recupera el 17!», vai evocar esse acontecimento maior da história da luta dos trabalhadores e dos povos oprimidos contra a exploração e a opressão.

«Pensas que a Revolução Socialista de 1917 é um dos acontecimentos mais importantes na história da humanidade? Defendes que se tratou de um acontecimento indispensável na libertação dos trabalhadores e dos povos oprimidos na sua luta contra a exploração e a opressão? Entendes que é um acontecimento histórico do qual se podem tirar muitas lições e um modelo de mudança social ainda válido?» - são três questões que os promotores da iniciativa colocam ao leitor, interpelando-o e convidando-o a participar, a fazer propostas e a divulgar as iniciativas que vierem a concretizar-se daqui em diante.

A apresentação oficial é este sábado, 25, na Herriko plaza de Barakaldo, ao meio-dia. / Ver: argia e k17.eus

Manifestação pró-amnistia esta sexta em Bilbo

ASEH-Lisboa - AZ, 03/22/2017 - 22:32
O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão do bairro bilbaíno de Deustu promove a realização de uma manifestação em defesa da amnistia, esta sexta-feira, 24.
Sob o lema «JTK... amnistia osoa... lortu arte», a mobilização parte às 22h00 do txosnagunea de Deustu. / Ver: amnistiAskatasuna

«White Helmets: Quanto custa contar tão grande mentira?»

ASEH-Lisboa - AZ, 03/22/2017 - 22:31
[De Hiroyuki Hamada] Os governos ocidentais mentem sobre as dinâmicas do poder em jogo na Síria enquanto apoiam terroristas ao seu serviço. A mídia palreia as narrativas oficiais, fabrica fatos e análises. Artistas contribuem criando histórias para ajudar as pessoas a visualizar as mentiras como parte da manufaturada «realidade». Todos estes esforços são apoiados por interesses financeiros que tiram proveito dos esforços de guerra e da subsequente colonização neoliberal da Síria. E devemos notar que a Síria é apenas um exemplo entre nações como Líbia, Iraque, Afeganistão, Iêmen, Nicarágua, Ucrânia e tantas outras. (Diário Liberdade)

Solidariedade de EH com o povo da SíriaViva a solidariedade anti-imperialista entre os povos! Viva a República Árabe da Síria e a heróica luta do seu povo contra o terrorismo patrocinado pelo Ocidente, as petroditaduras, Israel e a Turquia!

Ensino público basco em greve: por melhores condições, por outra Educação

ASEH-Lisboa - AT, 03/21/2017 - 22:34
Os sindicatos ELA, LAB e STEILAS convocaram uma greve para amanhã, 22, no Ensino público não universitário, considerando que a situação no sector é «inteiramente inaceitável». A jornada de luta terá incidência na Comunidade Autónoma Basca (Araba, Bizkaia e Gipuzkoa), pese embora a leitura que fazem e o caderno reivindicativo que apresentam dizer respeito também a Nafarroa. O lema é «Melhorar as condições, construir a Educação».

Tendo em conta os princípios consagrados na Carta de Direitos Sociais de Euskal Herria - «todo o indivíduo tem direito a aceder a uma educação pública, euskaldun, plural, laica e gratuita»; «o sistema educativo será próprio e promoverá aplicação do chamado currículo basco»; «é preciso garantir o conhecimento e o uso do euskara a todos os alunos» -, as organizações sindicais consideram que a situação existente na CAB e em Nafarroa é «inaceitável».

Para tal, afirmam, contribuíram os cortes impostos pelos governos de Iruñea e Gasteiz, a falta de investimento na Educação, bem como as «selváticas» reformas educativas impostas. A situação é mais grave no Ensino público e, por isso, os sindicatos decidiram, em conjunto com outros agentes educativos, levar a efeito «uma fase de mobilização», exigindo aos dois governos do País Basco Sul uma outra política para a Educação.

A recuperação da negociação colectiva e a melhoria «substancial» das condições de trabalho são duas das exigências dos trabalhadores do sector, que exigem também, entre outras medidas: o aumento do número de docentes; a redução do número de alunos por turma; a recuperação do poder de compra; o pagamento das baixas na íntegra e o fim da punição aos trabalhadores que adoecem. / Mais info: eskubidesozialenkarta.com

«Apuntes sobre la estructura clasista de Euskal Herria»

ASEH-Lisboa - AT, 03/21/2017 - 22:33
(Esboço) En nuestra lengua, el decisivo concepto de Euskal Herri Langilea hace referencia a cuatro acepciones vitales para comprender el método que aplicamos en estos apuntes al análisis de las clases sociales en Euskal Herria.

Uno es el que incluye a toda la población femenina o masculina que ha de someterse a la explotación de su fuerza de trabajo porque no tiene otros medios para vivir en la sociedad capitalista.

Otro, además, indica que es un concepto «neutro», «asexuado», es decir, es incluyente, no excluye a las mujeres sino que las integrar como parte esencial del todo explotado y explotable, muy especialmente en la decisiva dialéctica de la producción y reproducción.

Por otra parte, también es un concepto que incluye el valor productivo/reproductivo de la identidad lingüístico-cultural en cuanto componente subjetivo de la fuerza de trabajo social que piensa en lengua vasca y se autodefine como tal. Y por último, o en primer lugar, como se quiera porque forman un sistema dialéctico, hace referencia a una territorialidad material, geográfica, que si bien ha evolucionado a lo largo de los siglos en el capitalismo actual abarca un territorio delimitado por los resultados de guerras y otros conflictos sociopolíticos y clasistas.
[…]
Euskal Herri Langilea es un término pertinente en el análisis de la estructura de clases en Euskal Herria. Contextualiza la explotación capitalista en las condiciones de una nación oprimida. Apunta a asumir que la explotación de clase y la opresión nacional son inseparables. Al tener como centro del análisis a la población explotada y explotable en un territorio dado, invita a atender y articular el conjunto de opresiones, dominaciones, discriminaciones a que se ve sometida. (BorrokaGaraiaDa)

«La otra ofensiva israelí»

ASEH-Lisboa - AT, 03/21/2017 - 22:32
[De Iroel Sánchez] El equipo israelí ha sorprendido a los seguidores del béisbol en todo el planeta, al debutar en el clásico Mundial de esa disciplina, venciendo a equipos de países establecidos en la cúspide de ese deporte como Corea del Sur y Taiwán.
[...]
Lo interesante es por qué el estado israelí se ha tomado interés en un deporte que no es popular en su país ni en su entorno geográfico pero sí en un reducido grupo de países como los Estados Unidos, países asiáticos muy vinculados a estos (Corea del Sur, Japón y Taiwán) y vecinos de los estadounidenses en el Hemisferio Occidental.

Desde inicios del Siglo XXI Israel viene desarrollando diferentes acciones en América Latina junto a la más rancia derecha de la región. (la pupila insomne)

«Não se toca no "apartheid" de Israel»

ASEH-Lisboa - AT, 03/21/2017 - 22:31
Na conferência de imprensa que deu sexta-feira em Beirute, Rima Khalaf, diplomata jordana e secretária executiva da agência das Nações Unidas Escwa, confirmou que foi pressionada por António Guterres para retirar o relatório que aponta e define o apartheid imposto pelos sionistas sobre o povo palestiniano.

«Era de esperar que Israel e os seus aliados exercessem grandes pressões sobre o secretário-geral das Nações Unidas», disse Khalaf, que se manteve firme na defesa do relatório apresentado. (Abril)

«Irão: ataque israelita é "agressão flagrante" à Síria» (Abril)
Bahram Qassemi, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, condenou a invasão do espaço aéreo sírio, assim como o ataque perpetrado em território do país árabe, na sexta-feira de madrugada, por vários aviões israelitas – uma agressão a que Damasco respondeu abatendo um deles e atingindo outro, segundo informação oficial divulgada por fontes militares sírias. Israel nega que qualquer aeronave sua tenha sido abatida.

«Filma a acção da Polícia, sim... mas como?» (4/4)

ASEH-Lisboa - AL, 03/20/2017 - 22:33
Quarta e última reportagem da campanha «Grabar a la Policía no es delito» / «Grabatzea ez da delitua», realizada pelos órgãos de comunicação Ahotsa, Argia, Topatu, Hala Bideo e Ekinklik, juntamente com o movimento Eleak/Libre.

«Poliziaren jarduera grabatu, bai, baina nola?»[Legendado em castelhano. Presta atenção! Adi!] Ver: argia

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