Gure mendekua geure haurren irribarreak izango dira

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EH Lagunak (pt)

Santi e Josu na memória

ASEH-Lisboa - AL, 11/20/2017 - 22:34
Faz hoje 33 e 28 anos, respectivamente, que Santi Brouard e Josu Muguruza, militantes e dirigentes do Herri Batasuna, foram mortos a tiro pelos fascistas espanhóis, o primeiro no seu consultório de pediatria, em Bilbo, e o segundo no Hotel Alcalá, em Madrid.

Em 1984 e 1989, os fascistas espanhóis, por via dos GAL, fizeram questão de assinalar o aniversário da morte de Francisco Franco assassinando dois destacados dirigentes abertzales e independentistas bascos.

SANTI BROUARD, natural de Lekeitio (Bizkaia), tinha de 65 anos e era médico pediatra, presidente do partido comunista HASI, membro da Mesa Nacional do Herri Batasuna e deputado eleito pela Bizkaia ao Parlamento de Gasteiz.

JOSU MUGURUZA, natural de Bilbo, tinha 41 anos, era jornalista, membro da Mesa Nacional do Herri Batasuna e deputado eleito pela Bizkaia no Congresso espanhol.

«Santi Brouard killed by the Spanish State»Honras fúnebres e reacção popular ao assassinato de Santi Brouard.

«Zohardia» (documentário)
Zohardia from Fite Zinema on Vimeo. Documentário sobre Josu Muguruza, 25 anos depois do seu assassinato, «para recuperar a sua figura e dá-la a conhecer».

«Nola isilarazi jendea sare sozialetan?»

ASEH-Lisboa - AL, 11/20/2017 - 22:33
[De Lander Arbelaitz] Laster hilabete Alfredo Remirez Erreharria espetxean daukatela. Twitterren iritzia emateagatik Espainiako Estatuan espetxeratu duten lehena da amurriarra.

Logika ez da berria. Guttembergek inprenta 1448an asmatu zuenetik, liburu eta ideien hedatzea ez zuen begi onez ikusi Espainiako Inkisizioak, eta azkenean, 1551n Index Librorum Prohibitorum argitaratu zuen. Ezin badituzu ideiak garaitu, debeka itzazu; eta bide batez, mezulariak sutara. (argia)

«Líbano e resistência palestiniana criticam Liga Árabe por decisão sobre Hezbollah»

ASEH-Lisboa - AL, 11/20/2017 - 22:32
O governo libanês e várias facções da resistência palestiniana condenaram a Liga Árabe por ter decidido classificar como «terrorista» o movimento de resistência xiita libanês, numa reunião de emergência realizada este domingo no Cairo.
[...]
Grupos da resistência palestiniana também denunciaram a decisão, sublinhando que serve os interesses de Israel e dos EUA, e que visa satisfazer a Casa de Saud. Num comunicado divulgado hoje, a Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) afirma que a designação do Hezbollah como organização terrorista «reflecte a hegemonia do Reino da Arábia Saudita sobre as decisões e políticas adoptadas no seio da Liga Árabe», bem como a «submissão» deste organismo «aos ditames do imperialismo norte-americano e do sionismo».

«Este ataque» revela as «verdadeiras intenções dos regimes árabes reaccionários quanto aos movimentos de resistência e forças populares que rejeitam o sionismo e o domínio norte-americano na região», salienta a FPLP, acrescentando que não é possível reconhecer legitimidade às decisões emanadas da Liga Árabe, que «expulsa a Síria, justifica os crimes de guerra no Iémen, ameaça o Líbano e permanece silenciosa sobre o bloqueio a Gaza». (Abril)

Centenas defenderam a amnistia e denunciaram situação dos presos doentes em Bilbo

ASEH-Lisboa - IG, 11/19/2017 - 22:34
Por iniciativa do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA), centenas de pessoas manifestaram-se este sábado, na capital biscainha, em defesa da amnistia, sob o lema «Borrokaz eta Antolakuntzaz, Amnistia» [com a luta e a organização, amnistia]. A situação dos presos doentes foi especialmente denunciada.
Depois de percorrer algumas das principais ruas no centro de Bilbo, os manifestantes dirigiram-se para a Praça do Arriaga, onde terminou a mobilização e onde teve lugar a leitura do texto final.

Nele, mereceram especial destaque o refugiado político basco Javier Pérez de Nanclares Apaolaza, que ontem faleceu no México, e a presa política Belén González, que faleceu esta semana, depois de ter entregado «a maior parte da sua vida à luta pela liberdade de Euskal Herria».

Também foi alvo de especial atenção a situação dos presos políticos doentes - de que é exemplo o caso de Ibon Iparragirre, com Sida, «praticamente sem defesas e que pode morrer a qualquer momento» -, assim como a política que a motiva: aproveitar a doença para chantagear.
Neste sentido, o MpA sublinhou a necessidade de «apoiar e fortalecer a luta a favor da amnistia». Enquanto «durar a luta pela liberdade, o inimigo continuará a fazer novos presos e presas políticas, e não há mais do que duas maneiras de esvaziar as prisões: ganhar ou ceder», salientou. / Ler comunicado lido na íntegra em euskara e ver mais fotos: amnistiAskatasuna // Tradução para castelhano aqui

«La estupidez de la "soberanía compartida"»

ASEH-Lisboa - IG, 11/19/2017 - 22:33
[De Borroka Garaia] La soberanía compartida que con tanta energía defendió Ibarretxe, Imaz o ahora Urkullu parte de una premisa que es de sentido común que la hace imposible. No se puede compartir algo que no se tiene. Y para tenerla solo existe una vía , precisamente la que con tanto esmero ha tratado el PNV por bloquear y asimilar: la de la autodeterminación.

Es por ello que cuando el PNV habla de una vía vasca y de soberanía compartida lo único que está diciendo es estatuto de autonomía con aplauso popular. Por eso cuando dicen «derecho a decidir», «consulta», «estatus» y «soberanía compartida» lo que no quieren decir precisamente es derecho de autodeterminación, referéndum e independencia. Y no lo dicen sencillamente porque no quieren. De la misma forma dicen «vía vasca» por lo mismo que el nacionalismo burgués reaccionario de cualquier lugar utiliza la patria del pueblo, para ocultarse tras de ella y hacer negocio. (BorrokaGaraiaDa)

«El escape de Antonio Ledezma: otra ficha en su prontuario»

ASEH-Lisboa - IG, 11/19/2017 - 22:32
[De Misión Verdad] En 2015 el presidente Nicolás Maduro denunció un plan de magnicidio en su contra, que involucraba, entre otras personalidades de la oposición, a Antonio Ledezma. Por ello, fue imputado por los delitos de conspiración y asociación para delinquir, y en ese mismo año se le otorgó casa por cárcel como «medida humanitaria».

El plan de magnicidio, llamado Operación Jericó, se trataba de un bombardeo al Palacio de Miraflores y la sede de TeleSUR en Caracas, desde un avión Tucano. Ledezma estuvo implicado en ello, así lo confirmaron pruebas administradas por la justicia.

Desde entonces Ledezma estuvo privado de libertad hasta que la noticia de este viernes 17 de noviembre por la mañana lo tuvo de protagonista: el líder de Alianza Bravo Pueblo escapó (no hay detalles sobre el cómo) de su arresto domiciliario y cruzó la frontera hacia Colombia y llegó hasta Cúcuta [e daí já viajou para Espanha, cujo governo reaccionário está sempre disposto a acolher criminosos da oposição ao legímito governo da Venezuela Bolivariana]. (misionverdad.com)

«Os enigmas da purga monstruosa na Arábia Saudita»

ASEH-Lisboa - IG, 11/19/2017 - 22:31
[De José Goulão] A demissão forçada e possível sequestro do primeiro-ministro libanês, Saad Hariri, e a humilhação a que o presidente francês, Emmanuel Macron, foi submetido em visita relâmpago a Riade são episódios colaterais, embora importantes, da enorme purga político-religiosa em curso na Arábia Saudita desde a noite de 4 para 5 de Novembro.

Os acontecimentos em Riade, com supervisão em directo do presidente norte-americano, Donald Trump, pelo menos na fase mais crítica do arranque do golpe palaciano conduzido pelo príncipe herdeiro, Mohammed Ben Salman, poderão ter repercussões profundas no regime da mais poderosa petroditadura do Golfo, principal aliada das potências ocidentais sobretudo quando se trata de manipular a arma do terrorismo dito «fundamentalista islâmico», não apenas no Médio Oriente mas em qualquer lugar do mundo onde lhes seja conveniente. Repercussões essas que, se consolidadas, poderão ter um impacto regional e internacional dentro de um cenário com apreciável margem de imprevisibilidade. (Abril)

Supremo Tribunal espanhol confirma condenação de Andeka Jurado

ASEH-Lisboa - L, 11/18/2017 - 22:34
O Supremo Tribunal espanhol confirmou a condenação de Andeka Jurado (Barakaldo, Bizkaia) a um e meio de prisão. Para a Justiça espanhola, não é necessário ser o autor de uma mensagem para «enaltecer o terrorismo», basta retweeteá-la, divulgá-la.

Andeka foi preso numa das operações Aranha contra usuários das redes sociais e condenado na Audiência Nacional espanhola por divulgar no Twitter um vídeo que o tribunal de excepção considera «enaltecedor do terrorismo» e retweetear uma foto de Josu Uribetxerria, preso da ETA que faleceu após doença prolongada.

Andeka recorreu da sentença para o Supremo Tribunal espanhol, alegando não ser ele o autor de das mensagens ou do vídeo em causa, uma vez que já existiam. Mas o tribunal confirmou a condenação, alegando que não é preciso ser-se o autor de um tweet para «enaltecer o terrorismo», bastando apenas difundi-lo. / Ver: herrikolore.org

A imagem é alusiva à liberdade de expressão na «Espanha, país de fachos». Borrokak aurrera darrai!

«Rússia vetou resolução "distorcida" sobre armas químicas na Síria»

ASEH-Lisboa - L, 11/18/2017 - 22:33
A Rússia tem criticado reiteradamente a investigação «enviesada» do Mecanismo Conjunto da OPAQ na Síria. Há uma semana, o representante russo neste organismo, Aleksandr Shulgin, disse à RT que, relativamente ao ataque ocorrido em Abril deste ano em Khan Shaykhun, as investigações visam culpar o governo de al-Assad, não cumprem «regras básicas» e põem de lado informação que nega o envolvimento de Damasco.

A 4 de Abril de 2017, dezenas de pessoas foram mortas na sequência de um ataque com armas químicas na cidade síria de Khan Shaykhun, na província de Idlib. Sem qualquer prova, a coligação internacional liderada pelos EUA acusou de imediato o governo sírio de ser responsável e, três dias depois, lançou um ataque com mísseis contra a base de Shayrat, alegando que o ataque químico partira dali.

A Rússia tem questionado os métodos de investigação da OPAQ, acusando-a de se centrar em testemunhas anónimas em vez de investigar no terreno, e alertou, desde o início, para a possibilidade de o incidente em Khan Shaykhun ser resultado de uma explosão de um armazém com armas químicas – numa região controlada pelos chamados «rebeldes» – ou uma operação de falsa bandeira levada a cabo precisamente por esses rebeldes. (Abril)

«"Bread, Education, Liberty": 44 years later, the legacy of the Polytechnic Uprising lives on»

ASEH-Lisboa - L, 11/18/2017 - 22:32
Like every year, on November 17th, rallies have been scheduled for today in Athens and other Greek cities in order to commemorate and honour the 43rd anniversary of the students and workers uprising in Athens, which is historically known as the Polytechnic Uprising.

The Communist Party of Greece (KKE) and the Communist Youth (KNE), as well as numerous labour organisations, students unions and women's associations, have issued statements calling for mass participation in the march for the Polytechnic.

A large rally has been scheduled to take place today (Friday) evening in downtown Athens, starting from the Polytechnic building and ending at the U.S. Embassy.

Similar rallies will take place in major Greek cities, including Thessaloniki, Patras, Heraklion, Larisa, Ioannina, etc. This year's anniversary is important for an additional reason which is the deeper involvement of Greece in the imperialist plans of USA-NATO, under the responsibility of the SYRIZA-ANEL government.

Mass and militant rally of the KKE and KNE for the Polytechnic Uprising anniversary in AthensVer: in defense of communism

«Muitos milhares pela valorização do trabalho e dos trabalhadores»

ASEH-Lisboa - L, 11/18/2017 - 22:31
A Avenida da Liberdade encheu-se e foi pequena para a grande manifestação da CGTP-IN pela valorização do trabalho e dos trabalhadores.

É preciso uma reposição mais consistente de rendimentos e direitos e a implementação de medidas que rompam com décadas de política de direita. Se a reposição de direitos e salários é de elementar justiça e contribui para o crescimento económico, então há que prosseguir e alargar esse caminho, exigindo um aumento maior dos salários.

Vamos alargar e intensificar a acção e a luta reivindicativa nos locais de trabalho, empresas e serviços, porque a luta vale a pena, como a vida prova todos os dias.

Tomemos nas nossas mãos o nosso futuro, com a força dos trabalhadores, mobilizados na sua organização de classe, com a confiança que a história nos ensina e a determinação dada pela justeza dos nossos objectivos, unidos, esclarecidos e mobilizados - Vamos à luta! / Ver: cgtp.pt

«La política penitenciaria es estrategia de estado»

ASEH-Lisboa - OT, 11/17/2017 - 22:34
[De Borroka Garaia] Que los represaliados y represaliadas sean «una carga» para el estado, que tenga un coste ascendente cualquier dinámica represiva dentro o fuera de las cárceles, o que cualquier consecuencia tenga un precio es la condición base para que la balanza se incline a favor y eso está relacionado también con una estrategia política de confrontación contra el estado. En su ausencia no hay nada que poner en la balanza.

Y es que no se conoce ningún arreglo duradero para los y las prisioneras de ninguna guerra o conflicto político que no pase por una solución política, entendida mucho más allá de lo que se suele entender por ésta, que no caen del cielo sino que son arrancadas, conseguidas. Y no lo son por abogados, políticos y humanistas sino por el pueblo en lucha. Es por ello por lo que solo la amnistía como referente ineludible puede dar cuerpo político a una estrategia que suponga una carga para el estado y que será proporcional a la fortaleza del proceso de liberación nacional y social. (BorrokaGaraiaDa)

«Os comunistas ante o buraco negro do nacionalismo espanhol»

ASEH-Lisboa - OT, 11/17/2017 - 22:33
[De Ángeles Maestro] No confronto suscitado pela situação na Catalunha tem-se verificado um chocante alinhamento público entre dirigentes e ex-dirigentes da IU e do PCE e o nacionalismo espanhol herdado do franquismo. Do ponto de vista político e ideológico e do ponto de vista de classe constitui uma capitulação que prolonga a verificada no processo da Transição dos anos 70.

O que a oligarquia do Estado espanhol mais teme é que a classe operária volte a descobrir que os representantes políticos de quem lhe destroça diariamente a vida são os mesmos que, disfarçados de patriotas, esmagam os direitos nacionais dos povos. Eles, plenamente conscientes dos seus interesses de classe no conflito de Catalunha, estão a usar a fundo nos meios de comunicação ao seu serviço personagens da esquerda espanhola para tentar impedir que consciência de classe e o direito de autodeterminação se unam, como fizeram na luta contra a Ditadura. (odiario.info)

Manif. em Lisboa: «Valorizar o trabalho e os trabalhadores»

ASEH-Lisboa - OT, 11/17/2017 - 22:32
AMANHÃ, 18 de Novembro, 15h00: manifestação nacional em Lisboa, do Marquês de Pombal aos Restauradores, pela valorização do trabalho e dos trabalhadores.

«Valorizar o trabalho e os trabalhadores»Mais info: cgtp.pt

Nekez - «Altxa gazte!»

ASEH-Lisboa - OT, 11/17/2017 - 22:31
De Iruñerria [comarca de Pamplona].

«Ante el fallecimiento de Belén González»

ASEH-Lisboa - OG, 11/16/2017 - 22:34
Esta noche ha fallecido en el Hospital de Donostia la presa política vasca Belén González Peñalva. Llevaba 8 años en situación de ‘prisión atenuada’, desde que tras ser operada de un cáncer en la cárcel de A Lama (Pontevedra-Galiza), determinaran que su enfermedad era irreversible.
[...]
Por otra parte, nuestro movimiento quiere ensalzar el recorrido militante de Belén. Desde muy joven ofreció su vida a la lucha por la libertad de Euskal Herria y, también estando en prisión, ha sido un ejemplo de dignidad. Finalmente, Belén ha muerto estando presa, ya que aunque le habían aplicado la prisión atenuada, esta medida la mantenía controlada durante 24 horas al día por medio de una pulsera telemática. Cuando ha fallecido, Belén aún llevaba la pulsera puesta.
[...]
El Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión quiere hacer un nuevo llamamiento a la lucha. Ante estos casos no es suficiente buscar la compresión humana de la sociedad, sino que debemos sacar de su comodidad burguesa al pueblo de Euskal Herria. Necesitamos convertir las calles en un hervidero si queremos que estxs militantes enfermxs vuelvan a casa vivxs. Lo conseguiremos mediante la organización y la lucha. Agur eta ohore, Belen! / Ver: amnistiAskatasuna (euskaraz hemen)

Ver tb: «Fallece Belen González, representante de ETA que negoció con dos gobiernos» (pakitoarriaran.org)

«Raqqa: nada que celebrar»

ASEH-Lisboa - OG, 11/16/2017 - 22:33
[De Esperanza] El 5 de septiembre de 2017, el SAA, con el apoyo de Rusia, acabó con el asedio de más de tres años al que mantenían a la ciudad de Deir Ezzor el Daesh y distintas milicias terroristas financiadas por EE.UU. y aliados. Ambas reconquistas han marcado el principio del fin de la presencia del ISIS en Siria, con lo que la victoria final a la intervención occidental –mal llamada por algunos «guerra civil»– se antoja cada vez más cercana.

Estas dos grandes victorias [Alepo e Deir ez-Zor] fueron silenciadas por los medios occidentales, cuando no se lamentaron por ellas, llegando incluso a titularlas como «caída ante el régimen sirio».

No ha sucedido lo mismo con Raqqa, uno de los más importantes bastiones del Estado Islámico, en cuya batalla intervinieron EE.UU. junto con las SDF (conformadas por milicias «rebeldes» y los kurdos sirios del YPG). Medios de todo el mundo dedicaron páginas y reportajes a alabar su «liberación». (queridxscamaradas)

«La revolución bolchevique y América Latina»

ASEH-Lisboa - OG, 11/16/2017 - 22:32
[De Néstor Kohan] La revolución bolchevique de octubre de 1917 partió la historia en dos. Allí se inició, y no con la primera guerra mundial, el siglo XX. El fantasma rojo que la encabezó y que se expandió a nivel mundial a partir de 1917 quitará el sueño durante décadas a varias generaciones de empresarios, financistas, banqueros, policías, militares y agentes de inteligencia a escala mundial.
[…]
Todo ese huracán libertario y emancipatorio contagiará también las rebeldías latinoamericanas, empalmándose en diversas afinidades electivas con la Revolución Mexicana, la herencia rebelde de la juventud estudiantil que encabeza la Reforma Universitaria de Córdoba de 1918 expandida por todo el continente, al mismo tiempo que se fusiona con el discurso modernista heredero de José Martí que impregna con su antiimperialismo cultural el análisis leninista del imperialismo económico, político y militar.
[...]
Las victorias del imparable ejército rojo sobre los genocidas nazis durante la segunda guerra mundial universalizarán ese impulso, que se encarnará con el romántico asalto al cuartel Moncada de Fidel Castro y sus compañeros en 1953. El marxismo heroico de los años 20, renacerá de la mano de la insurgencia revolucionaria de los 60 y 70. Lenin será leído entonces a la luz de los textos eruditos del Che Guevara, las sotanas insubordinadas de Camilo Torres y la oratoria encantadora y rebelde de Fidel. (lahaine.org)

«Óscar Lopes e a cidadania ou o compromisso militante e com o sentido»

ASEH-Lisboa - OG, 11/16/2017 - 22:31
[De Manuel Gusmão] No ano do centenário do seu nascimento, evocamos Óscar Lopes. Intelectual de excepcional envergadura, Óscar Lopes foi um destacado resistente antifascista e um revolucionário: «é um militante comunista, ou seja, para além da compreensão e da exigência de defender com pertinácia a independência e a autonomia do seu trabalho intelectual, ele decidiu, para garantir a pertinência de tais questões, colocá-las ao serviço da outra classe. E assim, quando tenta encontrar ou descortinar o sentido de um texto ou de um conjunto de textos, Óscar Lopes é levado a pôr questões obrigadas ao ponto de vista da classe operária e dos trabalhadores em geral.» (odiario.info)

Orriak

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