Humanismotik iraultza bereiziz gero, ezin liteke humanismo erabatekoa izan, eta iraultzatik humanismoa bereiziz gero, ezin liteke iraultza izan

Boris Bialik

Hemen zaude

EH Lagunak (pt)

«A questão não é o racismo?»

ASEH-Lisboa - OT, 07/21/2017 - 22:31
A propósito da Cova da Moura. «Segundas e terceiras gerações que não passam de parasitas da sociedade», Susana Garcia, na TVI.

«A questão não é o racismo?» [manifesto74]Ver: manifesto74

Ver tb.: «Advogada das vítimas da Cova da Moura diz que acusação é "histórica"» (jn.pt)

«Lo siento. Si lloré aquel verano del 97 no fue por ti»

ASEH-Lisboa - OG, 07/20/2017 - 22:34
[De Nandu de Diego] En estos días convulsos, en que la hipocresía se adueña inexorablemente del panorama socio-político (nada nuevo bajo el sol por otro lado), asistimos a un despliegue de medios poco común en torno a la figura de quien al parecer es la única víctima de la violencia conocida en el estado español, Miguel Ángel Blanco.
[...]
El patrón propagandístico se repite una y otra vez. Los «buenos» contra «los malos», indios contra vaqueros. Pero obvian que los buenos distan mucho de serlo, y los ¿malos? no asumen ciertas posturas por puro placer. Decía el eterno Comandante en Jefe Fidel que «La lucha armada no es el camino que hayan escogido los revolucionarios, sino que es el camino que los opresores le han impuesto a los pueblos. Y los pueblos entonces tienen dos alternativas, o doblegarse o luchar». (lahaine.org)

«1917-2017: a Revolução Russa» estudada no Escuela de Cuadros

ASEH-Lisboa - OG, 07/20/2017 - 22:33
No canal de YouTube do «Escuela de Cuadros», programa de formação marxista, podes aceder a vários programas relacionados com a Revolução Russa. Clicla aqui.
A título de exemplo, deixamos aqui o programa em que se estuda o capítulo I da obra fundamental O Estado e a Revolução, de V. I. Lénine.

«O Estado e a Revolução» (parte I)Podes aceder ao texto, em português, marxists.org.

«Venezuela e Democracia»

ASEH-Lisboa - OG, 07/20/2017 - 22:32
[De Ângelo Alves] Os cemitérios ou valas comuns deste mundo estão pejados de cadáveres das lutas pela «democracia» do imperialismo. E vale mesmo tudo. Apesar de não conseguirem esconder o autêntico flop que foi a farsa provocatória apelidada de «plebiscito», a comunicação social dominante apressa-se a gerir os danos e a apresentar os resultados como uma reafirmação do apoio a Capriles. Pelo meio oculta-se que as actas dessa farsa eleitoral foram queimadas e escondem-se os testemunhos, inclusive em vídeo, que demonstram a encenação com «eleitores» a «votarem» várias vezes em várias «urnas» de voto. (avante.pt)

«Sanções da UE contra a Síria são apoio directo a grupos terroristas»

ASEH-Lisboa - OG, 07/20/2017 - 22:31
As sanções, aplicadas sem que tenha sido concluída a investigação solicitada sobre o alegado ataque, «reflectem a imprudência dos dirigentes da UE, bem como a sua insistência em apoiar os grupos terroristas e confundir a opinião pública internacional».

Sublinhando que a Síria não possui qualquer tipo de armamento químico, nem o usou em nenhuma circunstância, o representante do Ministério dos Negócios Estrangeiros disse ainda que estas sanções evidenciam «a falta de padrões morais e éticos, por parte da UE, no que toca à abordagem das crises actuais, particularmente no que respeita à guerra universal contra o terrorismo». (Abril)

«Las cloacas de Interior» [documentário]

ASEH-Lisboa - AZ, 07/19/2017 - 22:34
Estado espanhol. A Polícia e o chamado Estado de Direito podres até às entranhas. O «Ministerio del Interior», revelado pelo jornal Público (espanhol) em Junho de 2016, passa a documentário. Alertamos os espectadores para a presença e os depoimentos de algumas figuras tóxicas, como o juiz Baltasar, o mágico.

«Las cloacas de Interior»

«Las malas prácticas y la corrupción en el Ministerio del Interior [espanhol] a partir de las grabaciones entre el ministro Jorge Fernández Díaz y Daniel de Alfonso que reveló el diario Público en junio de 2016.
Con testimonio en exclusiva de dos comisarios y un sargento de la guardia civil, desvela una red de intereses y corruptelas que va más allá de la persecución a los enemigos políticos, que configura una trama de favoritismos y corruptelas que implica a policías, jueces, fiscales y empresarios: una estructura dentro del estado que ofrece sus servicios a los más poderosos.
El documental repasa también las malas prácticas en el Ministerio del Interior desde el inicio de la transición.» / Via: elperiodistacanalla.net

«Estradiziorik ez! Nekane libre!»

ASEH-Lisboa - AZ, 07/19/2017 - 22:33
[De Askapena] Nekane Txapartegik bizi duen egoera salatzeko batu gara gaur hemen. Dena 1999an hasi zen, Baltasar Garzon epailearen aginduz «dean ETA da» tesipean Guardia Zibilak atxilotu zuenean. Nekane torturatua izan zen: elektrodoak, poltsa eta horiez gain tortura sexista ere pairatu zuelarik, atxilotuak izan diren ia euskal emakume guztiak bezala. 2006an epaitu zuen Auzitegi Nazionalak, 18/98 sumarioaren Xaki atalean. Ondoren, estatu espainiarretik alde egin zuen, berriro atxilotua edota torturatua izateko arriskutik ihesi.
[...]
Beraz, erabakia guztiz arbuiatu eta salatzera etorri gara gaurkoan. Eta ez soilik hemen, Bilbon, izan ere hamaika dira Nekanerekin elkartasunez egindako ekimenak Suitzan, Euskal Herrian edota Argentinan. Aipamen berezia merezi du Nekaneren askatasunaren inguruan sortutako FreeNekane plataformak, hasiera hasieratik erakutsitako babes eta determinazioarengatik. Horrelako ekimenek argi erakusten dute euskal preso politikoak ez daude bakarrik.

Amaitzeko, gaurkoan gure elkartasun eta besarkadarik sentituena helarazi nahi diogu Nekaneren inguruari eta Nekaneri, berari, nola ez. Ez zaude bakarrik, Nekane, bai Suitzan eta baita Euskal Herrian ere sortu diren babes eta elkartasun sareak josten jarraituko ditugu. Elkartasun feminista eta internazionalistari esker, lortuko dugu! / Ver: askapena.org

«Rendiciones y arrepentimientos»

ASEH-Lisboa - AZ, 07/19/2017 - 22:32
[De Petri Rekabarren] La historia ha condenado al PNV por rendirse a los fascistas en 1937 en Santoña, hace ochenta años. Desde entonces este partido realiza un esfuerzo sistemático para quitarse ese estigma, para lavar su putrefacta imagen. El PNV ha traicionado al pueblo vasco al que dice defender siempre que ha visto en peligro la propiedad, las empresas, los capitales y las acciones, las tierras y los barcos de su clase, de la burguesía a la que representa. Pero la rendición de Santoña, como toda entrega de armas a ejércitos invasores, tiene una carga simbólica cualitativamente más grave porque supone la entrega al invasor del pueblo desarmado y derrotado moralmente. Solo hay otra traición que pueda comparársele a esta: ayudar al ocupante a reprimir la resistencia de su pueblo, sea cual fuere, desde la resistencia contra la explotación asalariada hasta la lucha por la independencia y el socialismo, pasando por la antipatriarcal, la lingüístico-cultural, la ecologista… (boltxe.eus)

«A Lenín Moreno parece urgente distanciar-se de Rafael Correa»

ASEH-Lisboa - AZ, 07/19/2017 - 22:31
[De Dax Toscano Segovia] Já em Fevereiro deste ano, em Nota dos Editores, odiario.info manifestava apreensão acerca da evolução da situação no Equador após as eleições presidenciais. O candidato de Alianza País, a força política a que pertence Rafael Correa, venceu Guillermo Lasso, candidato da direita. Mas o seu desempenho como presidente parece até ao momento confirmar as apreensões então manifestadas.

«A Lenín Moreno parece urgente distanciar-se de Rafael Correa. Marcou território. É a hora da tolerância, do respeito e de acabar com os autoritarismos, disse. Há que ouvir o outro, dialogar e reconciliar o país. Com ele, não contem para o ódio, expressou o actual mandatário. Neste novo cenário, o presidente Moreno quer aparecer como politicamente correcto. Ele não é um troglodita. Amor e paz é o que declarou, impelido pela sua fé cristã e seus conhecimentos quânticos.» (odiario.info) [em castelhano: lahaine.org]

Liher Aretxabaleta e Alaitz Aramendi condenados pela AN espanhola

ASEH-Lisboa - AT, 07/18/2017 - 22:34
O tribunal de excepção espanhol condenou os biscainhos Liher Aretxabaleta e Alaitz Aramendi a 535 anos de cadeia. O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) denuncia de forma veemente a política repressiva levada a cabo pelos estados espanhol e francês contra Euskal Herria.

Alaitz Aramendi, de Orozko (Bizkaia), encontra-se na cadeia há dez anos e, pelo menos até há pouco, era normal ver-se pintadas na localidade a exigir a sua liberdade. O bilbaíno Liher encontrava-se em liberdade, mas, assim que foi divulgada a sentença, a Guarda Civil prendeu-o.

Nos últimos meses têm vindo a público notícias de pesadas penas e pedidos de prisão elevados, sendo os processos contra os jovens de Altsasu (Nafarroa) e Orereta (Gipuzkoa) os que tiveram maior repercussão - os estados mostram que a repressão é a única resposta que sabem dar a quem não se dobra frente à opressão, destaca o MpA, que lembra que estes estão longe de ser casos únicos e dá exemplos do «alastramento» da repressão.

«Por outro lado, vimos que rebaixar o discurso político não serve para suavizar a repressão», afirma o MpA. Mostra disso é que «a despolitização do caso de Altsasu ou a atitude mostrada pelos familiares dos de Orereta contra a violência popular» não salvaram os jovens. E o mesmo se pode dizer de Sara Majarenas e Antton Troitiño, que, embora tenham rejeitado o recurso à violência, cada qual numa carta enviada aos juízes, continuam presos.

Para o MpA, a concretização da amnistia «é a única medida que pode garantir que nunca mais haja presos e presas políticos, sendo a amnistia entendida como a libertação dos presos e como a superação da opressão nacional e social que é a base da sua existência». / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«El posconflicto o tomar al gato por liebre»

ASEH-Lisboa - AT, 07/18/2017 - 22:33
[De Borroka Garaia] Que en Euskal Herria no hay proceso de paz es indiscutible, de la misma manera que tampoco existen negociaciones entre las partes implicadas en el conflicto. Esto es una realidad cristalina.

Tan cristalina como que los motivos de la existencia del conflicto en Euskal Herria no han desaparecido y siguen siendo hoy los mismos que ayer. Para una parte importante de este pueblo en la que me incluyo, el conflicto es que Euskal Herria no es libre, tiene el derecho de autodeterminación secuestrado y esa es la raíz que explica toda extensión del conflicto. Una raíz que se hunde en el terreno de los intereses del capital.
[…]
Estamos lejos, más que en las últimas décadas, de una situación en la que el conflicto se pueda solventar y mucho más estaremos si la conciliación de clases y la coexistencia normalizada con la opresión acaban por enquistarse. Las condiciones que harán posible tal resolución y tal paz con justicia solo vendrán generadas si el proceso de liberación nacional y social crea las suficientes contradicciones como para quebrar precisamente los intereses de clase que mantienen a Euskal Herria y su clase trabajadora bajo la misma bota de siempre. (BorrokaGaraiaDa)

«Sem justiça não há paz»

ASEH-Lisboa - AT, 07/18/2017 - 22:32
[De Lúcia Gomes] Mas passaram dois anos. Se o despacho não tivesse esta dimensão teria sido uma «queda acidental». A IGAI não seria beliscada e os polícias permaneceriam na mesma esquadra, onde, aliás, estiveram nestes dois anos. Teria existido uma tentativa de invasão. Alguns jornais e televisões permaneceriam na difusão de estereótipos e preconceitos sem pejo nem agravo. E isto deve preocupar-nos. O Ministério Público não deixou passar. Desta vez. Mas todas as outras vezes que deixa? Todas as outras pessoas que não conseguem pagar e enfrentar os processos judiciais (que este só foi possível dada a solidariedade dos muitos que se juntaram)? Todas as agressões e abusos que se vão passando longe dos jornais mas presentes no quotidiano?

Bombeiros, INEM, IGAI, PSP, CIG, ACM, Provedoria de Justiça, comunicação social (CMTV e agora TVI), Governo - todos falharam, todos viraram as costas. Todos. A sociedade falhou. O Estado falhou. E não é porque todos falharam que vamos deixar de dizer a verdade e de tentar vencer. Mas a que custo? (manifesto74)

KOP - «Ciutat morta»

ASEH-Lisboa - AT, 07/18/2017 - 22:31
Da Catalunha, KOP. // «Aquí només, només callen els morts! / Queden moltes mentides per desmuntar, / queden moltes batalles per sortir a guanyar! / Prenem els carrers d'aquesta ciutat morta! / Recuperem els carrers d'aquesta ciutat morta!»

Orereta vai exigir a liberdade dos 4 jovens presos a 11 de Março

ASEH-Lisboa - AL, 07/17/2017 - 22:34
Passaram mais de quatro meses desde que quatro jovens da localidade guipuscoana de Orereta foram presos, em Iruñea, no contexto de uma manifestação realizada para denunciar os diversos «casos repressivos» tanto em Euskal Herria como no Estado espanhol, sob o lema «Errepresioari Autodefentsa».

Três deles - Asier, Endika e Ruben - estão em prisão preventiva, enquanto o quarto detido, menor de idade, se encontra em liberdade. Asier, Endika e Ruben estão na cadeia de Iruñea desde 11 de Março, sob a falsa acusação de terrorismo e correndo o risco permanente de serem transferidos para Madrid, o que agravaria a já de si má situação que vivem.

Para exigir a sua libertação, a plataforma Oreretako 4ak askatu promove no próximo sábado, 22, uma manifestação, que parte às 20h00 do espaço das txosnas de Orereta, com o lema Oreretako lauak askatu (Liberdade para os quatro de Orereta). / Ler comunicado (eus./cas.) de Oreretako 4ak askatu em: lahaine.org

«La "falta de garantías" en Catalunya»

ASEH-Lisboa - AL, 07/17/2017 - 22:33
[De Borroka Garaia] Para desatar un nudo hay que saber cómo está hecho, y el régimen del 78, hijo del fascismo, está construido en base a la negación de los derechos de las naciones y a la hegemonía de la burguesía. Es decir, a medida de los intereses de clase de aquellos que ganaron la guerra del 36, dispusieron de una dictadura de medio siglo que pasó plenamente impune y diseñaron la «democracia española».
[...]
La legitimización del derecho de autodeterminación ha sido una batalla larga y ardua para la izquierda internacional y los pueblos oprimidos. El derecho de autodeterminación está por encima de toda legalidad ya que es previo a ésta. Precisamente el derecho de autodeterminación se especificó para que así fuera ya que eran las diversas legalidades las que lo negaban. Pero no solo tiene prioridad ante cualquier legalidad sino que el Comité de Derechos Humanos lo hace requisito necesario para la plena efectividad de los derechos humanos individuales.

Es decir, en un contexto donde se niega la autodeterminación no existen libertades ni derechos. La izquierda institucional española alega que el referéndum planteado en Catalunya no tiene garantías, que hace falta cambiar las leyes españolas y entonces sí, que se haga uno con garantías. Precisamente el derecho de autodeterminación se instituyó para estos casos, donde un estado niega los derechos de un pueblo. Y es solo ese pueblo el que se puede autodeterminar, porque sí fuera dependiente de factores externos para hacerlo ya no se estaría autodeterminando ya que la soberanía sería exterior a él. Es lógica básica. (BorrokaGaraiaDa)

«Maduro: ensaio geral é preâmbulo da "grande vitória" de dia 30»

ASEH-Lisboa - AL, 07/17/2017 - 22:32
Centenas de milhares de venezuelanos participaram, este domingo, no Ensaio Eleitoral para a Assembleia Constituinte. O chefe de Estado, Nicolás Maduro, sublinhou que a alta participação prenuncia a «vitória esmagadora» que o povo venezuelano alcançará no dia 30.
[...]
O ministro venezuelano da Comunicação e Informação, Ernesto Villegas, criticou o diário espanhol El País, por deturpar a realidade do país e confundir a opinião pública internacional. No canal Venezolana de Televisión, Villegas acusou o jornal espanhol de «usar fotografias da grande participação do povo no Ensaio Eleitoral Constituinte» para fazer referência ao plebiscito – não constitucional – ontem promovido pela oposição, de direita.

«Ignorar um povo que é maioria e se identifica com a Constituição da República Bolivariana da Venezuela, com Chávez e a Revolução pode ter consequências terríveis para a construção do diálogo e da paz no país», sublinhou Villegas. (Abril)

«Membros das FARC indultados continuam a ser assassinados» (Abril)
Um membro das FARC-EP, indultado, foi morto a tiro quarta-feira passada no departamento de Antioquia. É o sexto em menos de três meses. Entretanto, 1300 presos do grupo guerrilheiro continuam em greve de fome nas cadeias colombianas, exigindo que lhes seja aplicada a Lei da Amnistia.

«As costas da democracia»

ASEH-Lisboa - AL, 07/17/2017 - 22:31
[De Ricardo M Santos] Os últimos dias foram bastante profícuos em casos de imbecilidade extrema. Médicos que acham a homossexualidade uma doença, psicólogos que acham que a erva deixas as pessoas homossexuais e uma advogado que é só o espelho dos partidos que representa, PSD e CDS, despejando ódio e preconceito sobre ciganos e negros. O direito de gente como esta encher páginas nos media dominantes não pode ser encarado como uma coisa normal, apenas sujeita a critérios editoriais. A democracia burguesa abre caminho a estas posturas, ao palco para medíocres, ao afunilar opiniões, procurando uma aceitação fácil que possa render alguma exposição a um título chamativo nas redes sociais. (manifesto74)

A 19 anos do encerramento do diário «Egin»

ASEH-Lisboa - IG, 07/16/2017 - 22:34
Jabier Salutregi, último director do diário basco Egin, saiu da da prisão (de Burgos) a 29 de Outubro de 2015, depois de ter passado sete anos e meio na cadeia e ter cumprido pena em três fases diferentes. Foi libertado em Outubro de 2015, apesar de em Maio de 2009, mais de seis anos antes!, o Supremo espanhol ter deixado sem efeito a declaração de ilicitude das actividades e a dissolução da Orain SA e das demais empresas dedicadas à edição do Egin e da Egin Irratia.
 
O ataque ao projecto jornalístico – que foi um ataque aos seus trabalhadores, à liberdade de expressão e ao País Basco – foi concretizado a 15 de Julho de 1998, no âmbito de uma operação policial decretada pelo fascista Baltasar Garzón, hoje envernizado por aqui e por aí, e contou com o apoio dos lacaios do PNV. Outros, no País Bascos, abertzales de gema e paladinos do reformismo, se encarregaram de enterrar o projecto definitivamente.

Em Dezembro de 2007, Jabier Salutregi foi condenado a 12 anos de prisão, no âmbito do processo 18/98. As penas mais altas foram para alguns dos que haviam sido incriminados na parte relativa às empresas do grupo Orain, que era a editora do diário.

1998, 2009, 2015
Em Junho de 2008, à beira de se cumprir o décimo aniversário do encerramento do Egin, Salutregi foi libertado sob fiança. No entanto, quando o Supremo Tribunal espanhol reduziu as penas e deixou sem efeito a declaração de ilicitude das actividades e a dissolução da Orain SA e das demais empresas dedicadas à edição do diário, em Maio de 2009, Salutregi e os seus colegas já estavam outra vez na cadeia, tendo sido presos antes mesmo de ser conhecida a sentença definitiva do Alto Tribunal.

Depois de o Supremo declarar que não havia motivos para mandar fechar o diário basco, Salutregi ainda teve de passar seis anos na cadeia.

Desde 1998, a inquisição espanhola ferrou o dente em vários meios de comunicação social bascos, mandando encerrá-los e prender alguns dos seus dirigentes e trabalhadores – que, nalguns casos foram torturados. Egin, Egin Irratia, Ardi Beltza, Egunkaria, Kale Gorria, Apurtu, Gaztesarea, Ateak Ireki são exemplo dessas tentativas de silenciamento, de ataques contra a liberdade de expressão, o euskara e os trabalhadores. / Sobre o Egin, mais info: IgorMeltxor

«Apoyo de Herritar Batasuna a represaliados/as y trabajadores/as»

ASEH-Lisboa - IG, 07/16/2017 - 22:33
[De Herritar Batasuna / em euskara: «Herritar Batasuna errepresaliatu eta langileekin»] Mediante el presente documento, queremos hacer llegar nuestra solidaridad a los jóvenes represaliados de Altsasu y Tolosaldea, a sus familiares, amigos y al conjunto de la clase trabajadora de Euskal Herria

La primera semana de julio, tribunales extranjeros solicitaron para ellos/as hasta 62 años de prisión. Otros cinco jóvenes de Tolosaldea serán juzgados por los mismos tribunales. La misma semana, 3 trabajadores morían en su puesto de trabajo y varios cientos se enteraban de que en breve perderían sus empleos.

Estos hechos amparados bajo la denominación de «Estado de derecho». Estado de derecho heredado de la dictadura franquista y su tribunal de excepción, la audiencia nacional española. Este tribunal que ampara y apuntala condenas totalmente desproporcionadas y arbitrarias, con objetivos muy claros, atemorizar a los ciudadanos vascos en general y a los jóvenes en particular. (lahaine.org)

«Después de Alepo liberada (I)»

ASEH-Lisboa - IG, 07/16/2017 - 22:32
[De Diego Sequera] No es por capricho volver a Alepo para darle medida al momento actual en Siria. La liberación de la ciudad, a finales del año pasado ha sido el punto de partida del viraje que ha tomado la guerra transnacional contra Siria, y su impacto geopolítico. Pero también por cómo se puede narrar el movimiento interno de esa sociedad frente a la agresión.
[...]
La maquinaria occidental, sus medios, narraban la especie de que no había solución en Alepo, el complejo industrial de ONGs, la ONU y los milicianos mediáticos alertaban sobre una hipertrofiada crisis humanitaria que borroneaba al igual de aquejado oeste, ocultaba el férreo control sobre la ayuda humanitaria que ingresaba al este, inflaba los números de civiles, de hospitales, de escuelas, magnificaba y deformaba el papel de las incursiones de la fuerza aérea siria y rusa, lanzando campañas publicitarias en las grandes capitales europeas exigiendo una zona de exclusión aérea, mientras alertaba el «castigo colectivo» que vendría inmediatamente después de expulsar a los terroristas.

La verdad, imposible de ocultar, fue lo contrario: la celebración en la calle era indiscutible y la Navidad se celebró, teniendo, tal vez, como símbolo, a la catedral de San Elías, semiderruida, donde se celebró la primera misa cristiana, ahí donde una vulgar caricatura de la sharia, la ley islámica, malvestía una dictadura aplastante. (Misión Verdad)

Orriak

Subscribe to Askapena agregatzailea - EH Lagunak (pt)