Lei mi ucciderà ... ma domani sarò di ritorno e essere milioni

Bartolina Sisa

Tu sei qui

EH Lagunak (pt)

O embaixador de Israel foi recebido nas Juntas da Bizkaia

ASEH-Lisboa - OT, 07/08/2016 - 22:34
Na terça-feira, Ana Otadui, presidente da Juntas Gerais da Bizkaia, deu as boas-vindas ao embaixador de Israel em Espanha, Daniel Kutner. O Komite Internazionalistak criticou a situação, afirmando que se trata Israel «como se fosse um país normal».

«O embaixador do país que lançou o fósforo branco sobre Gaza e que tem 300 crianças palestinianas encarceradas passeia-se por Gernika». Assim denunciou o Komite Internazionalistak a recepção que o embaixador de Israel em Espanha, Daniel Kutner, teve nas Juntas Gerais da Bizkaia, em Gernika.

As boas-vindas, a cargo de Ana Otadui (PNV), foram criticadas por diversas organizações e políticos, precisamente pela acção de Israel na Palestina. Para além do Komite Internazionalistak, também a Askapena manifestou o seu descontentamento, assim como Dani Maeztu e Diana Urrea, deputados no Parlamento de Gasteiz. / Mais info: argia

«“Sarri, Sarri”. 31 años de una fuga mítica»

ASEH-Lisboa - OT, 07/08/2016 - 22:33
[nodo50.org] El 7 de julio de 1985 Joseba Sarrionandia e Iñaki Pikabea se fugaron de la cárcel de Martutene escondidos en dos bafles del equipo del cantante Imanol. No fue la primera ni la última fuga, ni siquiera la única realizada con éxito en esa prisión. Pero nadie podía imaginar, en ese momento, que daría origen a una de las canciones mas bailadas y coreadas de los años 80 y 90. «Sarri, Sarri», de Kortatu, incluso llegó a sonar en la discoteca Pachá de Madrid, donde manadas de pijos movían sus cuerpos enfundados en jerseys Privata y pantalones Levi’s y cantaban «Sarri, Sarri, Sarri, Sarri» ignorantes del significado de la letra.

Kortatu - «Sarri, Sarri»Ver: nodo.50.org

«Imperialismo, a indústria da morte»

ASEH-Lisboa - OT, 07/08/2016 - 22:32
A guerra é um dos principais negócios do imperialismo. Promovida em todos os cantos do planeta, propicia trilhões de dólares de lucros para as transnacionais, perversamente conscientes das mortes e tragédias que geram.

Apenas a indústria armamentista envolve cerca de 570 bilhões de dólares anuais. Armas de todos os tipos são vendidas indiscriminadamente: aviões, mísseis, foguetes, drones, tanques, metralhadoras, bombas, canhões, revólveres, minas. Os compradores, em geral, são os países ditos como aliados, que implementam os interesses do imperialismo contra países vizinhos ou que simplesmente impõem algum tipo de obstáculo à volúpia do capital.

Ao fomentar guerras, muitas delas fratricidas, as grandes empresas ganham não somente com a comercialização de armas, mas também com a exploração de recursos naturais dos países envolvidos – com destaque para o petróleo – e com a adoção de políticas internas que beneficiam o capital, como a financeirização da economia através das chamadas dívidas públicas, a privatização de empresas estatais e dos serviços essenciais, como a saúde, a educação, a segurança, os transportes etc. / Ver: PCB

«Repressão brutal em França», de CGT (resistir.info)
Terça-feira, em Paris, pela 12.ª vez desde 9 de Março de 2016, várias dezenas de milhares de manifestantes desfilaram para exigir a retirada da Lei El Khomri e a abertura de verdadeiras negociações. Apesar das múltiplas provocações, dos ataques com uma violência incrível, da campanha mediática sem precedentes e da violência verbal de vários responsáveis políticos e patronais, as organizações sindicais, a CGT em primeiro lugar, não cessaram de as evitar.

Os Tubarões - «Djonsinho Cabral»

ASEH-Lisboa - OT, 07/08/2016 - 22:31
Lembrando o 41.º aniversário da independência de Cabo Verde (5 de Julho).

Dia 10, jornada internacionalista nos sanfermines

ASEH-Lisboa - OG, 07/07/2016 - 22:34
No dia 10, celebra-se uma jornada internacionalista no âmbito das festas de San Fermin, em Iruñea. A iniciativa parte da Askapena e da Herri Sanferminak.

No espaço da Errekoletak, o programa inclui um brinde aos lutadores do mundo e uma «mojito-festa» (12h00); no espaço da San Frantzisko, haverá uma homenagem às mulheres curdas (13h00); no espaço da San Jose, haverá um almoço popular (14h30) e um concerto de Rojo Cancionero (17h00). / Mais info: askapena.org

«El régimen mexicano, los maestros de Oaxaca y las Zonas Económicas Especiales»

ASEH-Lisboa - OG, 07/07/2016 - 22:33
[De Carlos Fazio] Para beneficiar a las corporaciones trasnacionales y sus inversiones, la política de desregulación financiera se lleva a cabo mediante una acción destructora del Estado nación –como depositario de todos los valores universales asociados a la idea de lo público− y de todas las estructuras colectivas que puedan obstaculizar la lógica del mercado puro y su maquinaria infernal, entre ellas, los sindicatos, las asociaciones, las cooperativas.

La instauración a sangre y fuego del reinado absoluto de la flexibilidad, con sus reclutamientos bajo contratos a término fijo, las ocupaciones interinas, la individualización de la relación salarial, la atomización de los trabajadores y los «planes sociales» de relleno, ha derivado en una competencia voraz entre individuos sometidos a una evaluación permanente en medio de la inseguridad, el sufrimiento y el estrés. (lahaine.org)

André Levy: «Paz sim, NATO não»

ASEH-Lisboa - OG, 07/07/2016 - 22:32
A NATO tem conduzido guerras mesmo quando os seus países membros não foram ameaçados, casos da Jugoslávia e Líbia. Tem conduzido exercícios militares de crescente dimensão. Tem um sistema de escudo anti-míssil global. E tem o desplante de negar que as suas actividades possam constituir uma ameaça à Rússia, ou que a NATO esteja sequer a cercar a Rússia. Mais, justificam as suas acções com base na «ameaça» da Rússia. Jogos de guerra e retórica, com o mundo em risco.
[...]
Por estas e muitas mais, é claro que a principal ameaça à paz mundial é a própria NATO, e que a defesa da paz passa pela dissolução na NATO, objectivo aliás preconizado na Constituição da República Portuguesa. Em simultâneo com a cimeira da NATO decorrem várias iniciativas. Participa. (manifesto74)

«Europa: No basta con la vergüenza», de Sara ROSENBERG (Resumen Latinoamericano)
«[...] Como parte de su proyecto de dominación mundial, Washington ha utilizado y combinado muchas formas de guerra, incluyendo invasiones militares y ocupaciones; ejércitos mercenarios y golpes militares; además de financiar partidos políticos, ONGs y multitudes en las calles para derrocar gobiernos debidamente constituidos. Los motores de esta cruzada por el poder mundial varían según la localización geográfica y la composición económica de los países destinatarios.» (Petras)

La Unión Europea ha participado activamente, con armas y tropas en las guerras dirigidas por Estados Unidos desde la OTAN. Francia ha tenido un rol central en la guerra de Libia, en Siria y ha demostrado una vez más ser coherente con su pasado y su presente de potencia colonial. Lo mismo han hecho Gran bretaña, Italia, España y todos los países de la alianza atlántica. Europa está sembrada de bases militares americanas y la OTAN es hoy el mayor ejercito terrorista del mundo.

Ttukunak: improvisação em três txalapartas

ASEH-Lisboa - OG, 07/07/2016 - 22:31
FMM Sines - Festival Músicas do Mundo 2007As Ttukunak - as irmãs Maika e Sara - improvisam em três txalapartas. Filmado e editado por Mário Pires.

Polícia Foral apreendeu uma T-shirt por considerar ilegal o símbolo da amnistia

ASEH-Lisboa - AZ, 07/06/2016 - 22:34
Há duas semanas, agentes da Polícia Foral apreenderam uma T-shirt a um habitante da Txantrea (Iruñea) porque nela aparecia o símbolo da amnistia, «declarado ilegal» na acta do processo de apreensão.

Os factos ocorreram em Uharte (Nafarroa), onde o morador do bairro iruindarra da Txantrea foi identificado por uma patrulha dos foruzainak. Quando os agentes verificaram que na T-shirt havia o símbolo da amnistia, consultaram a central, tendo-lhes sido dito que apreendessem a peça de roupa.

Na acta de apreensão, refere-se que a peça de roupa é levada «de forma cautelar», havendo a possibilidade de reclamar, «assim sejam realizados os trâmites devidos». / Ver: ahotsa.info

Petri Rekabarren: «Abian II: ¿Refundación de Sortu?»

ASEH-Lisboa - AZ, 07/06/2016 - 22:33
Era por tanto urgente dar un brusco giro absoluto, de 180 grados en los cuatro puntos: abandonar la violencia y exigir a ETA su autodisolución, empezando por el cese de toda violencia: si volvía a atentar sería denunciada públicamente por la dirección de la izquierda abertzale; acercarse lo más posible a la sociedad mostrándole con hechos el nuevo contenido pacifista, democraticista y exclusivamente político-institucionalista de la nueva izquierda abertzale, y aunque se continuaba hablando formalmente de tres formas de lucha -parlamentaria, de masas e ideológica- se abandonaron las dos segundas; abandonar las formas organizativas de militancia revolucionaria abriendo las puertas a quienes quisieran afiliarse, al margen de su nivel de conciencia y entrega; y abandonar la reivindicación de la Amnistía y aceptar las leyes españolas para, además de facilitar la salida de prisioneras y prisioneros, mostrar a la posible nueva militancia que ya no es arriesgado afiliarse a Sortu, como lo era con HB.

No hemos exagerado ni un ápice. Se pueden releer notas oficiales, declaraciones y entrevistas de prensa de dirigentes, declaraciones en tribunales o en libros editados ad hoc, como las de Arnaldo Otegi sobre sus tesis y opiniones, etc., para confirmar lo aquí escrito. Se pueden recordar los documentos de las reveladoras presentaciones colectivas de Altsasu e Iruña, y releer por qué se acepta la Ley de Partidos; se pueden releer las tesis de la llamada vía-Rufi y lo firmado por la llamada vía-Segura y las excusas puestas para justificar por qué se abandona la Amnistía primero y luego, ante la reacción en contra tanto fuera de Sortu como en el interior de la izquierda abertzale, intentar recuperar solo la consigna pero vaciándola de contenido. (lahaine.org)

Sem ikurriña no mastro, muita reivindicação no txupinazo do San Fermin

ASEH-Lisboa - AZ, 07/06/2016 - 22:32
O movimento popular encheu a Praça do Município de Iruñea [Pamplona] de ikurriñas, símbolos nacionais bascos e bandeiras contra a dispersão dos presos políticos. Também se viu uma faixa negra a favor da «autodefesa feminista». O que não se viu foi ikurriña nos mastros da Câmara Municipal. Governa a «mudança».
De acordo com o Argia e o Berria, o município decidiu manter um mastro vazio na varanda municipal, para denunciar a proibição de exibir a ikurriña, pelo que se viram cinco mastros e quatro bandeiras: a de Iruñea, a de Espanha, a de Nafarroa e a da União Europeia. Alguns vereadores mostraram a bandeira proscrita na varanda da Câmara.
Lançado o txupin [foguete], começou a festa. / Ver: euskalerria irratia e argia

Leitura:
«¿Dónde está Wally o dónde está la ikurriña?», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
Deberían darle ya un premio internacional de malabarismo a los cámaras de las televisiones españolas que año tras año nos demuestran con constancia de lo que es capaz un pulso firme y pocos escrúpulos para aferrarse al puesto de trabajo con tal de no sacar las reivindicaciones e ikurriñas, que como siempre el pueblo las hizo presente.
Sin embargo, si no se da un paso adelante se da uno hacia atrás. Aunque ante ello se podría alegar que existe otra opción: quedarse en el mismo sitio. Claro que en política, no existe esa opción. O se avanza o se retrocede.

Claudio Katz: «La economía de Macri»

ASEH-Lisboa - AZ, 07/06/2016 - 22:31
Seis meses de gestión confirman que Macri implementa un ajuste neoliberal para transferir ingresos de los trabajadores a los capitalistas. Esta agresión genera resistencias populares y crecientes desequilibrios, en un marco económico adverso que induce al gobierno a ensayar virajes. Mientras prioriza la aprobación de leyes regresivas, retoma el gasto público, convalida el déficit fiscal y atenúa el apriete recesivo. ¿Cuáles son los sectores más beneficiados de la clase dominante? ¿Llegará la anunciada reactivación? ¿En qué se asemeja el modelo actual al menemismo? (aporrea.org)

«Passar "dez anos sem férias" é condição comum na mineração brasileira, diz sindicato» (brasildefato.com.br)
[De Márcio Zonta] A atividade de mineração é a mais letal para trabalhadores no Brasil, apontam dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Somados os casos de mutilação, morte e doença, os principais estados mineradores no Brasil – Goiás, Minas Gerais e Pará – tornaram-se os mais perigosos para acidentes fatais no trabalho.
[...]
O ambiente da mineração é caracterizado por poucos trabalhadores assegurados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), por um grande número de terceirizados, uma organização sindical aliada às mineradoras e uma insuficiente fiscalização pelos órgãos públicos. O setor emprega 3 milhões de pessoas, dos quais 1,5 milhão são terceirizados e apenas 500 mil têm carteira assinada, segundo dados da Frente Sindical Mineral.

Uma «kalejira» garante a presença da ikurriña na Praça do Município de Iruñea

ASEH-Lisboa - AT, 07/05/2016 - 22:34
De acordo com uma notícia divulgada pelo ahotsa.info, o cortejo é uma iniciativa do movimento popular. Parte às 11h00 da Nabarreria com o lema «Herrien ikurrak defendatu».
O objectivo é entrar na Praça do Município de Iruñea [Pamplona] com «os símbolos e as reivindicações bascas». A iniciativa surgiu na sequência da decisão recente do Supremo Tribunal de Justiça de Nafarroa sobre a presença do símbolo nacional basco na varanda da Câmara Municipal o ano passado, considerando que se tratou de uma «fraude à laude».
Amanhã, 6 de Julho é dia do txupinazo [lançamento do foguete] das festas de San Fermin, que não são só em Iruñea, embora estas sejam as de maior dimensão e tenham uma carga política mais vincada. / Ver: argia e ahotsa.info

Borroka Garaia: «La remasterización del movimiento popular vasco»

ASEH-Lisboa - AT, 07/05/2016 - 22:33
En los últimos años se han multiplicado las experiencias asamblearias principalmente de cara a arrancar de cuajo al capital espacios para liberarlos. Un número importante de nuevos Gaztetxes han sido ocupados, se han reforzado o han nacido asambleas para llevarlo a cabo, hemos conocido experiencias de ocupación hasta ahora inéditas que abren nuevas perspectivas como la reciente ocupación en una universidad por el movimiento estudiantil o la ocupación llevada a cabo por el movimiento feminista. Incluso saliendo del ámbito juvenil experiencias de recuperación de ikastolas abandonadas. Se han recuperado fábricas para avanzar en proyectos populares. Incluso barrios enteros como en Errekaleor. Esta ofensiva «silenciosa» se ha traducido también en movilizaciones y encuentros coordinados como el reciente de gazte asanbladas y gaztetxes mientras la dinámica en torno a la vivienda ha ido cogiendo nuevos bríos.
La otra cara de la moneda ha sido la contra-ofensiva del capital que se escribe con nombres propios como el desalojo y ataque a Kortxoenea y otros espacios liberados, las multas o los impedimentos y violencia policial como la ocurrida en Tolosa. Todo ello en un contexto donde las leyes del estado se endurecen contra la ocupación por motivos lógicos en defensa de la burguesía. (BorrrokaGaraiaDa)

Bruno Carvalho: «A Europa será dos trabalhadores. Ou não será»

ASEH-Lisboa - AT, 07/05/2016 - 22:32
A União Europeia não é um barco à deriva por culpa de timoneiros incapazes. É antes um barco que percorre um rumo bem definido, com timoneiros competentes que possam conduzir a Europa para o seu objectivo de sempre: o domínio da economia de mercado, dos grandes grupos financeiros e económicos das grandes potências. E os nossos intelectuais - os tais que se acham de esquerda - acreditam piamente que a livre circulação não serviu para estimular os movimentos migratórios da mão-de-obra barata do Sul da Europa para alimentar a economia do Norte.

Têm Toni Negri, Zizek e Habermas na ponta da língua e vivem num dilema inexistente: a UE é antifascista por ser a única solução para impedir o avanço das forças de extrema-direita. É por isso que se espumam quando trabalhadores de toda a Europa exigem a ruptura com a União Europeia pela esquerda. É que para nós, a UE representa o fascismo quando protagoniza a maior deportação massiva de seres humanos desde a II Guerra Mundial, quando permite governos fascistas no seu seio, quando patrocina governos como o ucraniano, quando chacina o povo líbio e, principalmente, quando destrói a soberania económica dos países do Sul da Europa para impor políticas de austeridade e roubar direitos sociais. (manifesto74)

«10 aportes del proceso bolivariano», de Guillermo CIEZA (lahaine.org)
Todos los procesos revolucionarios que se han desarrollado en la historía de la humanidad han traído aportes nuevos, han puesto en debate nuevos temas y problemáticas, pero además han actuado como grandes sintetizadores del pensamiento descartando o refirmando algunas conclusiones que los anteceden.

El proceso bolivariano no ha sido la excepción, introduciendo nuevos debates o iluminando aportes del pasado, lo que contribuye a la actualización del pensamiento revolucionario.

Lo que sucederá de aquí en más con el proceso bolivariano no desmerece estos aportes. Seguramente habrá preocupación sobre lo que está sucediendo hoy en Venezuela y un pronóstico sobre el futuro, pero por razones de tiempo, no será motivo de mi exposición. Voy a tratar de centrarme en la reafirmación de viejas conclusiones y en enumerar los nuevos temas, que nos brinda el proceso bolivariano.

Los de abajo - «Actitud calle»

ASEH-Lisboa - AT, 07/05/2016 - 22:31
Banda mexicana. Aqui com a cantora argentina Malena D'Alessio.

«O Governo de Gasteiz tem de dar explicações sobre o uso da tortura por parte da Ertzaintza»

ASEH-Lisboa - AL, 07/04/2016 - 22:34
Esta manhã, no programa «Kalegorrian», a Info7 entrevistou Julen Arzuaga, deputado do EH Bildu no Parlamento de Gasteiz. Entre outros temas, abordou-se o projecto de lei de vítimas das forças policiais, ao qual o EH Bildu apresentou 83 emendas.

Arzuaga também deu a sua opinião sobre as conclusões preliminares do estudo sobre a tortura que dirige o médico forense Paco Etxeberria, a pedido do governo de Lakua. A este título, Julen Arzuaga considera que «o governo de Gasteiz tem de dar explicações sobre o uso da tortura por parte da Ertzaintza». / Ouvir: Info7 irratia

Programa «La Memoria»: «Memoria de Oaxaca»

ASEH-Lisboa - AL, 07/04/2016 - 22:33
Cada cierto tiempo la realidad mejicana nos sorprende con la noticia de una nueva masacre de personas del pueblo, de militantes sociales o vinculados a las multiples y diferentes luchas populares.

La pasada semana la sangre de hombres y mujeres mejicanos, esta vez vinculados a las luchas magisteriales contra la reforma educativa que pretende privatizar la educación en el país, volvia a manchar las calles esta vez en Oaxaca. Pero ese crimen realizado por las fuerzas represoras del Estado venia a sumarse a otros de meses anteriores, de años anteriores, de décadas anteriores, y no sólo de maestros, sino tambien de estudiantes, de obreros, de campesinos... y fue en Ayotzinapa, fue en Tlatelolco, fue en Aguas Blancas.

De ello, del ayer y del hoy de la lucha y la represion en Oaxaca y por extensión en Mejico hemos hablado con José Alvaro Carrillo, miembro del Frente Popular Revolucionario (FPR) de Oaxaca y de su Comisión de Prensa. A una semana de ese nuevo crimen el Estado mejicano. / Ouvir: Info7 irratia

Jeremy Scahill: «EUA: assim funciona o sistema de assassinatos»

ASEH-Lisboa - AL, 07/04/2016 - 22:32
A Casa Branca e o Pentágono alardeiam que o programa para morte de alvos é preciso e o número de vítimas civis é mínimo. Contudo, os documentos que detalham uma campanha de operações especiais no nordeste do Afeganistão, a Operação Haymaker, mostra que, entre janeiro de 2012 e fevereiro de 2013, os ataques aéreos das operações especiais mataram mais de duzentas pessoas. Destas, apenas 35 eram alvos. Durante um período de quatro meses e meio da operação, conforme os documentos, cerca de 90% das pessoas assassinadas em ataques aéreos não eram os alvos pretendidos. No Iêmen e na Somália, onde os Estados Unidos têm capacidade de inteligência muito mais limitada para confirmar que as pessoas mortas são os alvos pretendidos, as proporções podem ser muito piores. (Diário Liberdade)

«Aprender inglés, perder peso y conquistar derechos y libertades» [cas./ gal.], de Carlos MORAIS (lahaine.org)
Na década de setenta diversas empresas publicitavam apreender inglês dormindo. A pessoa só tinha que deixar funcionando a fita cassete durante toda a noite ao longo de várias semanas para acabar falando corretamente este idioma. Ainda hoje na rede se podem achar diversas ofertas com este «método».

Atualmente -basicamente em faixas horárias de madrugada-, os canais de televisom vendem fantásticos métodos para perder peso sem dieta nem exercício físico!

Na política sucede algo similar quando o novo populismo encabeçado por Podemos promete ao povo trabalhador mudar as políticas neoliberais, recuperar as conquistas perdidas, os direitos cercenados polo PSOE e o PP, introduzindo unicamente um papel numha urna, delegando nos cargos públicos e promovendo espaços partidários conformados por uns centos de pessoas que se outorgam a representaçom genuína da «cidadania».

Alexei Potiomkin: «El fin de la filosofía» [Escuela de Cuadros]

ASEH-Lisboa - AL, 07/04/2016 - 22:31
Na edição 178 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros», Rubén Zardoya guia o estudo de um texto do filósofo soviético Alexei Potiomkin, «El fin de la filosofía», da obra La especificidad del pensamiento filosófico.

Pagine

Abbonamento a Askapena aggregatore - EH Lagunak (pt)
randomness