Prima morire in piedi che vivere in ginocchio

Dolores Ibarruri

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EH Lagunak (pt)

Milhares homenagearam Kepa del Hoyo em Galdakao

ASEH-Lisboa - IG, 08/06/2017 - 22:34
Mais de 8000 pessoas manifestaram-se, ontem à tarde, nas ruas de Galdakao, para homenagear Kepa del Hoyo, preso político basco natural desta localidade biscainha que morreu no passado dia 31 de Julho na cadeia de Badajoz.

Numa tarde chuvosa, milhares de pessoas foram até Galdakao despedir-se de Kepa del Hoyo. A mobilização arrancou pelas seis da tarde, no meio de irrintzis e aplausos, e com os familiares de Kepa seguindo à frente, segurando uma foto sua e uma ikurriña com u crepe negro. Depois, seguia a faixa principal, com o lema «Agur eta ohore Kepa» [adeus e honra, Kepa].

Pela zona antiga de Galdakao ouviram-se palavras de ordem como «Herriak ez du barkatuko», «Euskal presoak etxera!» ou «Kepa, gudari, gogoan zaitugu!», antes de a marcha regressar à Praça Iturrondo, onde teve lugar o acto político, a que não faltaram a txalaparta e bertsos, e que contou, entre outras, com as intervenções da Ernai Galdakao, de uma amiga e de familiares de Kepa – contra a cadeia e a dispersão. / Ver: lahaine.org

«La violencia política en Venezuela»

ASEH-Lisboa - IG, 08/06/2017 - 22:33
[De Marco Teruggi] ¿Quiénes son responsables del otro 90%? En el nivel intelectual, los dirigentes de los partidos opositores, en particular Voluntad Popular y Primero Justicia, por ser quienes conducen el plan de escalada violenta en la calle. En el nivel material depende de cada caso: paramilitares, grupos de choque, los mismos jóvenes de las protestas, gente suelta alentada a matar -para una parte de la oposición se ha vuelto legítimo matar chavistas-.

Venezuela es frontera con Colombia, epicentro del paramilitarismo, ha sido infiltrada durante años por grupos paramilitares, que a su vez se enraizaron, en alianza con bandas criminales, y conformaron de fuerza -logística/inteligencia/estructura- propia. Están los testimonios de las poblaciones, las acciones como asaltos a cuarteles militares y policiales con armas de guerra, las zonas controladas por ellos, sus campamentos. No existen, sin embargo, en los grandes medios de comunicación, en las palabras de los dirigentes de la derecha, en algunos análisis de intelectuales.

Existen sí en la vida de la gente: las casas marcadas, los chavistas de los pueblos que deben irse debido a las amenazas, los compañeros asesinados, los comercios que deben cerrar sino son atacados, al igual que los transportes, los toques de queda. Ocurre en municipios de Táchira, Mérida, Lara, Barinas, en los despliegues que realizan durante las semanas de escalada del conflicto en cualquier punto del país. (cubadebate)

«Sadoul, um oficial francês que aderiu à Revolução de Outubro»

ASEH-Lisboa - IG, 08/06/2017 - 22:32
[De Miguel Urbano Rodrigues] [Publicamos hoje, 2 de agosto, dia do seu aniversário, o último texto que Miguel Urbano escreveu para odiario.info. É mais uma forma de mostrar que permanece e permanecerá presente. Como resulta de todos os seus textos – falando aqui da trajetória pessoal de Jacques Sadoul no exaltante período inicial da Revolução de Outubro – acrescenta e enriquece o nosso conhecimento e a nossa reflexão, um dos aspectos em que melhor se manifestava a sua grandeza intelectual e humana.] (odiario.info via PCB)

«Hiroxima e Nagasaki, alerta para o futuro»

ASEH-Lisboa - IG, 08/06/2017 - 22:31
As bombas atómicas lançadas pelos EUA sobre Hiroxima e Nagasaki, a 6 e 9 de Agosto de 1945, mataram mais de 250 mil pessoas de forma imediata. Estima-se que outras tantas tenham morrido nos meses subsequentes e que muitos outros milhares tenham falecido ao longo dos anos, devido a doenças relacionadas com a exposição à radiação nuclear, sofrendo diferentes tipos de enfermidades crónicas, deformações e mutilações.

Tanto os EUA como certo tipo de historiografia apresentaram os bombardeamentos como inevitáveis para a derrota do Japão, procurando assim esconder a natureza hedionda do crime – ainda hoje impune –, bem como o facto de que o país do Extremo Oriente estava à beira do esgotamento e da capitulação. (Abril)

Ver tb.: «Um mundo livre de armas nucleares», de Gustavo Carneiro (avante.pt)

O preso Juan Mari Etxabarri foi internado de urgência em Sevilha

ASEH-Lisboa - L, 08/05/2017 - 22:34
Juan Mari Etxabarri Garro, preso político basco natural de Iruñea, foi ontem internado num hospital de Sevilha com uma pneumonia grave, informou a Etxerat.

O preso iruindarra, encarcerado na cadeia de Sevilha II, foi transferido de urgência, ontem de manhã para um hospital de Sevilha. Juan Mari Etxabarri tem uma pneumonia grave e, com um coágulo num pulmão, foi-lhe feita uma drenagem e aplicado um antibiótico, encontrando-se estável.

A Etxerat revela que familiares e amigos viveram a situação com grande preocupação, mais ainda pelo facto de outro preso político basco, Kepa del Hoyo, ter falecido recentemente, com um ataque de coração na cadeia de Badajoz.

Para a associação de familiares e amigos dos presos políticos bascos, a dispersão não fez mais que dificultar todo o processo com vista a esclarecer a situação do preso da capital navarra, pelo que a Etxerat reitera a necessidade urgente de pôr fim a essa política. / Ver: BorrokaGaraiaDa

Mobilizações a favor da amnistia
Por seu lado, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) agendou para hoje, às 21h00, em Erromo/Itzubaltzeta (Getxo, Bizkaia), uma manifestação em defesa da amnistia e pelo fim da repressão contra presos, refugiados e deportados bascos.

Também na Bizkaia, na comarca de Arratia, o MpA agendou para dia 11, às 19h00, em Igorre, uma concentração a favor da amnistia, com o lema «Antolakuntza ta borroka. Amnistia da bide bakarra» [Organização e luta. A amnistia é o único caminho]. / Mais info: amnistiAskatasuna

«Protagonistas» da Revolução de Outubro [K17]

ASEH-Lisboa - L, 08/05/2017 - 22:33
Sobre a secção «Protagonistas»: Entre las tareas de K17 está el difundir conocimiento en torno a la Revolución, y por ello hemos comenzado esta sección, para que las y los lectores de esta web conozcan a los personajes más conocidos que tomaron parte, a favor, en contra o entre ambas posiciones, en la Revolución de 1917. / Mais info: k17.eus (euskaraz hemen)

Uma protagonista: «Klavdiya Nikolayeva» (cas. / eus.)

O QUE É A K17?
A K17 é uma comissão surgida no País Basco Sul para celebrar o centenário da Revolução Socialista de 1917 (mais info aqui e aqui)

«Trece Rosas: vuestros nombres no se borrarán en la historia»

ASEH-Lisboa - L, 08/05/2017 - 22:32
Los 5 de agosto de cada año deberían pasar desapercibidos. Indolentes y plácidos deberían quedar perdidos en la memoria como un día más en el calor del verano, y sin embargo es una fecha de obligado recuerdo para los antifascistas y para los demócratas. […] Quienes hayan leído estas líneas lo han hecho buscando en ellas el recuerdo imprescindible para con la justicia, la verdad y la reparación, buscando la palabra que siga denunciando el asesinato de 13 rosas en Madrid el 5 de agosto de 1939 junto a sus 43 compañeros de la JSU y del PCE. En realidad 14 rosas, la número 14, Antonia, sería fusilada en febrero de 1940. (queridxscamaradas)

«Vitória»

ASEH-Lisboa - L, 08/05/2017 - 22:31
[De Jorge Cadima] A eleição da Assembleia Constituinte venezuelana e a sua tomada de posse ontem constituem uma importantíssima vitória. Não significa, é certo, o fim das ingerências do imperialismo e da violência fascista na Venezuela. Trump já anunciou novas sanções, pela ousadia de dar a voz ao povo. Querem mais sangue, mais Líbias, mais Sírias, mais Iraques. O coro mediático, em que no nosso país participam vozes que vão da extrema-direita ao BE, não irá calar-se. Mas a clara afirmação da dignidade e coragem dum povo que quer a paz e não quer ceder as conquistas da Revolução Bolivariana abre melhores perspectivas para os combates futuros. (odiario.info)

Félix Arnaiz, um ano mais na memória de Erromo

ASEH-Lisboa - OT, 08/04/2017 - 22:34
Por iniciativa da Comissão de Festas de Erromo/Itzubaltzeta (Getxo, Bizkaia) e da Ahaztuak 1936-1977, Félix Arnaiz, jovem morto a tiro por um polícia municipal quando participava nas festas do bairro, a 2 de Agosto de 1969, foi novamente homenageado em Erromo na passada quarta-feira, dia em que passavam 48 anos sobre o seu assassinato. A impunidade franquista para qualquer «tipo de uniforme» impôs-se então à justiça; a mesma impunidade se impõe hoje, agora amparada pela «democracia». Entre os muitos presentes na sessão de homenagem, estiveram familiares de Félix. [imagens via Martxelo Álvarez, da Ahaztuak]


[Retirado, com alterações, de «Homenagem em Erromo: Félix Arnaiz, um pouco menos esquecido»]Os factos ocorreram no dia 2 de Agosto de 1969, por volta da uma da manhã. Um grupo de jovens cantava e divertia-se frente ao Bar Vega, ao lado da antiga estação ferroviária de Areeta. O então vice-presidente da Câmara Municipal de Getxo, que residia no local, chamou a Polícia Municipal. De acordo com testemunhas, os agentes apareceram no local «bastante alterados».

Confrontados com a situação, os jovens decidiram ir até ao Bar Pako, na Kale Nagusia, perto da Ponte Suspensa. Pouco depois, os jovens regressaram novamente às festas e, quando chegaram à passagem de nível, «apareceu numa esquina um agente da Polícia Municipal de pistola na mão», e apontou-a a um dos jovens. Este agarrou-lhe a mão de forma instintiva, conseguindo assim desviar os dois disparos efectuados pelo polícia. Foi preso de imediato e metido numa viatura policial.

Testemunhas recordam que, pouco depois de o detido ser metido na viatura, se ouviu um disparo, efectuado pelo referido polícia municipal - ao que parece, um antigo agente da Guarda Civil que vivia no bairro. «Encostou a pistola ao peito de Félix Arnaiz e matou-o», dizem as testemunhas. Esta versão não coincide com a das autoridades - a que foi divulgada pelos jornais -, que chegaram a qualificar a morte como «acidente fortuito», dizendo que o polícia municipal tinha disparado a arma numa «disputa» com outra pessoa e que Félix Arnaiz Maeso tinha sido atingido como «mero espectador».

Depois da morte do jovem morador de Erromo/Itzubaltzeta, as festas foram suspensas em sinal de luto, de protesto e solidariedade. / Ver: aseh e aseh

«La actualidad de Margari Aiestaran y Justo de la Cueva»

ASEH-Lisboa - OT, 08/04/2017 - 22:33
[De Iñaki Gil de San Vicente] No hace tanto tiempo que parecía que la praxis revolucionaria se había extinguido en Euskal Herria al son de los cambios sociales y políticos acaecidos. Hace unos pocos años hubiera sido impensable que una organización estudiantil reeditara un libro que lleva por título Comunismo o Caos escrito en 1996 por Justo de la Cueva con el imprescindible apoyo de Margari Aiestaran, militantes comunistas e independentistas. Ahora no sólo se reedita el libro sino que además se realiza un reconocimiento público a su autor, como el de hoy, 6 de agosto de 2017 en el gaztetxe Zazpi Katu de Bilbo, a los pocos meses de su fallecimiento.
[...]
Nos hemos referido a estas cuestiones falsamente secundarias para mostrar la aportación de Justo de la Cueva, y de Margari Aiestaran, a esa permanente línea de praxis vital que identifica al marxismo desde su origen y especialmente su desarrollo en Euskal Herria uno de cuyos ejemplos es Comunismo o Caos. Margari y Justo sufrieron los golpes del terrorismo y de la represión política y económica como tantas y tantos marxistas. Su obra teórica está así enriquecida por este auténtico principio de realidad que define a la lucha de liberación nacional de clase de nuestro pueblo trabajador: sin esta verdadera totalidad objetiva y subjetiva, que abarca mucho más que lo que entendemos por «contexto», es incomprensible la actualidad del libro Comunismo o Caos, actualidad que es la causa de su reedición veintiún años después. (BorrokaGaraiaDa)

«Venezuela: con la Constituyente y el pueblo movilizado, rumbo a la victoria»

ASEH-Lisboa - OT, 08/04/2017 - 22:32
[Comunicado de Red Roja] Desde Red Roja expresamos nuestra gran satisfacción y felicitamos al bravo pueblo de Venezuela por la jornada vivida el domingo en apoyo a una Constituyente que, siguiendo la consigna de Chávez de perfeccionar la Constitución, aspira a blindar las medidas de protección social adoptadas por el proceso bolivariano.
[...]
Así pues, Red Roja se suma a Bolivia, Ecuador, Nicaragua y a todos los países que se han mostrado solidarios con Maduro. Desde nuestro puesto en la retaguardia del imperialismo, apoyaremos la realización de actos, concentraciones o manifestaciones en el Estado español, en la estela de las ya desarrolladas y como la que tendrá lugar este mismo jueves 3 de agosto en Madrid. (redroja.net)

Oskorri - «Ikusi mendizaleak»

ASEH-Lisboa - OT, 08/04/2017 - 22:31
Em versão coral. É das de sempre. Uma das muitas que ajudaram alguns a aprender (e a amar) o euskara.

«A Etxerat mobiliza-se nas praias bascas contra a dispersão dos presos»

ASEH-Lisboa - OG, 08/03/2017 - 22:34
[Comunicado de Etxerat, em castelhano] Queremos anunciar que también este verano Etxerat se concentrará en distintas playas de Euskal Herria al objeto de demandar el fin de la política de dispersión porque queremos y necesitamos a los presos y exiliados políticos vascos vivos y en casa.

Hacemos desde aquí un llamamiento a todas las ciudadanas y ciudadanos vascos, para que el día 6 de agosto, estén con nosotros en las siguientes playas:
-Lapurdi: Hendaia 12:00.
-Gipuzkoa: Deba, Zarautz, Orio y Donbostia a las 12:00. Mutriku a las 12:30.
-Bizkaia: Laida, Laga, Lekeitio, Ondarroa y Muskiz a las 12:00; Bakio a las 12:30; Ea y Laidatxu (Mundaka) a las 13:00. Y la víspera, el 5 de agosto, a las 12:30 eta Gorliz-Plentzia. / Ver: insurgente.org

Este sábado, manifestação em Erromo em defesa da amnistia

ASEH-Lisboa - OG, 08/03/2017 - 22:33
No próximo sábado, 5, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão promove uma manifestação a favor da amnistia em Erromo/Itzubaltzeta (Getxo, Bizkaia).

Em plenas festas, a mobilização parte do espaço das txosnas às 21h00, sob o lema «Euskal preso, errefuxiatu eta deportatu guztiak etxera! Amnistia osoa!» [Todos os presos, refugiados e deportados bascos para casa! Amnistia total!]. / Ver: amnistiAskatasuna

«Altice, ou o triunfo dos sociopatas»

ASEH-Lisboa - OG, 08/03/2017 - 22:32
[De José Goulão] As autoridades portuguesas entregaram uma das pérolas da economia nacional, a Portugal Telecom, a um polvo multinacional chamado Altice, propriedade de um indivíduo que tem como pátria o dinheiro, chamado Patrick Drahi, e agora lavam pilaticamente as mãos perante a hecatombe humana anunciada, e que não se fez esperar.
[...]
Ora os governos portugueses, uns atrás dos outros, envolvidos na delapidação da propriedade nacional através dos maus-tratos infligidos ao património económico do país, incluindo a PT, tinham obrigação de conhecer estas informações, que são públicas e acessíveis. Se não conhecem, é grave; se conhecem, grave é. (Abril)

«5 mentiras do BE sobre a constituinte venezuelana»

ASEH-Lisboa - OG, 08/03/2017 - 22:31
[De António Santos] Apesar do boicote da oposição de extrema-direita, mais de oito milhões de pessoas elegeram a assembleia que irá redigir a próxima constituição da Venezuela. Oito milhões de eleitores é mais do que o total de votantes da MUD opositora, em 2015, ou que o número de votantes de Maduro, em 2013. O BE, no entanto, qual taquígrafo do Observador, faz coro com a campanha da comunicação social portuguesa e repete, histérico, que a Venezuela é uma ditadura.

Mas afinal a constituinte não foi eleita? Maduro mudou as regras das eleições para ganhar de qualquer forma? Não há liberdade de expressão? 30% dos deputados estão reservados automaticamente para o partido de Maduro? Desmonto aqui algumas das principais mentiras do BE sobre as eleições para a assembleia constituinte da Venezuela. (manifesto74)

Há 49 anos, a ETA matava Melitón Manzanas, polícia, colaborador da Gestapo e torturador

ASEH-Lisboa - AZ, 08/02/2017 - 22:34
Há 49 anos, a ETA matava Melitón Manzanas, polícia franquista, colaborador da Gestapo e bárbaro torturador. Em Gipuzkoa, em Euskal Herria, respirou-se fundo, de alívio. Em 2001, o Governo do PP condecorou-o. Rajoy era o vice-presidente do Executivo.

A 2 de Agosto de 1968 morre, em consequência do primeiro atentado da ETA, Melitón Manzanas, um emblema da repressão franquista em Euskal Herria. Este polícia espanhol foi chefe da Brigada Político-Social de Gipuzkoa, e considerado o expoente máximo do terror franquista no território basco.

Alguns cronistas afirmam que Melitón Manzanas foi encarcerado em 1936 pelos republicanos, acusado de simpatias com o regime falangista emergente. Uma vez acabada a guerra civil, Franco nomeia-o, em 1941, inspector em Irun, dando-lhe carta livre para realizar todo o tipo de violações dos direitos fundamentais das cidadãs e dos cidadãos bascos. Tudo aponta para que ainda lhe sobrasse algum tempo para se pavonear como um bruto provocador em certos bares e lugares públicos de Gipuzkoa, e também para colaborar com os nazis, especialmente com a Gestapo. Definitivamente, Manzanas foi catalogado como um torturador de extrema brutalidade.

Caíam em saco roto todas as denúncias sobre a barbaridade cometida, bem como sobre os métodos utilizados para arrancar as confissões a uma parte das suas vítimas. Foi a partir dessas «técnicas terroristas» que manteve o estado de terror em Gipuzkoa, convertendo-se no senhor da vida e da morte dos cidadãos e das cidadãs bascas, até àquele 2 de Agosto, quando foi justiçado. Convém lembrar que a notícia da sua morte libertou um clima de satisfação entre a cidadania, sem distinção de proveniências políticas.

O presidente do Estado espanhol em 2001, José María Aznar, em total sintonia com Mayor Oreja, condecorou o torturador, atribuindo-lhe a Real Orden del Reconocimiento Civil a las Víctimas del Terrorismo. / Excerto do texto: «Melitón Manzanas, 40 anos depois», de César Arrondo (ver: aseh) [imagem de Igor Meltxor]

Ver tb: «Melitón Manzanas: un torturador franquista re-condecorado por la democracia» (ahaztuak 1936-1977)

Sindicatos denunciam falta de pessoal e degradação do serviço nos Correios da Bizkaia

ASEH-Lisboa - AZ, 08/02/2017 - 22:33
Todos os sindicatos que representam os trabalhadores nos Correios da Bizkaia manifestam o seu desagrado perante a falta de pessoal. A situação, que se verifica todo o ano, agudiza-se no Verão, o que provoca atrasos na distribuição da correspondência e deteriora a prestação do serviço a que os utentes têm direito, afirmam.

Numa nota, os sindicatos mostram-se preocupados com a gestão dos serviços postais na Bizkaia, nomeadamente com a «poupança nas despesas com o pessoal» dos últimos anos, «que se traduziu numa redução drástica do número de trabalhadores».

A falta de pessoal e o facto de não serem colmatadas as ausências (por férias ou baixa) têm como consequência «uma maior carga laboral, bem como a impossibilidade de se cumprir os prazos de entrega da correspondência». Isto conduz ao agravamento das «condições de trabalho e degrada o serviço prestado aos utentes».

Os sindicatos defendem que os Correos, na Bizkaia, devem contratar pessoal suficiente para fazer frente às necessidades, de forma a que a empresa, pública, cumpra a sua obrigação de prestar um serviço público postal de qualidade e deixe de violar os direitos que assistem aos cidadãos. / Ver: LAB [a foto é de trabalhadores dos Correios em Gasteiz]

«Imperialismo, fase superior do capitalismo» [Escuela de Cuadros]

ASEH-Lisboa - AZ, 08/02/2017 - 22:32
A edição n.º 175 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros» é dedicada à abordagem deste texto de Lénine, publicado em 1917. Conta com a ajuda do professor e economista argentino Fernando Hugo Azcurra.
«Imperialismo, fase superior del capitalismo»O programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros e via @escuela_cuadros.

Solidariedade basca com o povo da Síria [vídeo]

ASEH-Lisboa - AZ, 08/02/2017 - 22:31
Viva a República Árabe da Síria! A vossa vitória é a nossa alegria.Viva a solidariedade entre os povos! Viva a resistência anti-imperialista!
Ontem, o Exército Árabe Sírio cumpriu 72 anos desde a sua fundação. Tanto a agradecer-lhes!

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