Le campagne dei popoli sono deboli solo quando il cuore delle donne che non partecipano

Jose Martí

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EH Lagunak (pt)

Conterrâneos de Ibon Iparragirre exigiram a sua libertação imediata

ASEH-Lisboa - IG, 02/12/2017 - 22:34
Na semana passada, o preso ondarrutarra foi agredido duas vezes no espaço de 20 horas, na cadeia madrilena de Alcalá-Meco. Hoje, numa manifestação na sua terra natal, exigiu-se a sua libertação imediata, lembrando que as condições da cadeia agravam o seu estado de saúde.

Iparragirre tem Sida e, gravemente doente, já foi agredido e roubado por diversas vezes na cadeia. Na semana passada, foi atacado duas vezes em menos de 24 horas e, hoje, muitos dos seus conterrâneos manifestaram-se nas ruas da localidade costeira biscainha para exigir a sua libertação imediata.

Foi isso mesmo que fez a plataforma Iparra Galdu Baik, mais uma vez, lembrando que, apesar de Ibon ter Sida, as autoridades judiciais negam sistematicamente a sua libertação. Desta vez, mudaram-no para um outro sector da cadeia, mas isso não basta, pois a condição clínica de Ibon, que se tem vindo a agravar, e o cárcere são incompatíveis. / Ver: Berria

Pela libertação dos presos doentes
Em defesa da libertação imediata dos presos bascos doentes e da amnistia, teve lugar, na quinta-feira passada, 9, uma concentração na capital alavesa, Gasteiz, promovida pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA).

Por outro lado, este movimento já anunciou que irá promover a realização de uma conferência sobre a «Prisão, a doença e a militância» em Portugalete (Ezkerraldea, Bizkaia), em meados de Março. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

12 incriminados por questionarem a mercantilização da habitação em Iruñea

ASEH-Lisboa - IG, 02/12/2017 - 22:33
A 8 de Outubro último, teve lugar na capital navarra uma acção de protesto contra a mercantilização da habitação, no decorrer da qual um grupo de jovens ocupou um edifício abandonado no Passeio Sarasate. Três pessoas foram detidas e mais nove foram entretanto incriminadas, segundo informou o colectivo Hirekin, ontem, em conferência de imprensa. No dia 17, os incriminados serão presentes a tribunal.

No dia 8 de Outubro, a Polícia Municipal de Iruñea carregou com violência sobre quem estava nas imediações do edifício ocupado em protesto contra a «mercantilização da habitação», no Passeio Sarasate. A acção de despejo foi imediata, e mais de uma dezena de pessoas ficaram feridas na operação.

Ontem, na conferência de imprensa que deram na capital navarra, os jovens denunciaram com veemência «toda a operação repressiva posta em marcha para perpetuar os interesses do sistema», passando por cima das «necesidades mais básicas das pessoas, como a habitação», e fizeram um apelo ao movimento juvenil e popular a participar na concentração que, no dia 17, às 11h00, terá lugar em frente ao tribunal, para exigir a sentença que aceitam: a absolvição.

Revelaram ainda que, na semana passada, nove jovens foram intimados a responder pelas «acusações de usurpação, atentado à autoridade e resistência». Agora, são 12 os envolvidos no processo e que, «devido à gravidade das acusações», correm o risco de ir parar à cadeia, disseram, sublinhando que, desta vez, as consequências judiciais recaem sobre este grupo, mas que podia ter sido qualquer outro o visado, desde que se atrevesse «a questionar o predomínio do mercado sobre a vida social e a sujeição às suas leis».

Quanto à atitude do Município de Iruñea, os jovens classificaram-na como «grave», tendo criticado, em particular, o vereador da Segurança dos Cidadãos, Aritz Romeo, a quem acusaram de «falta de seriedade», por não ter havido um apuramento das responsabilidades no seio da Polícia Municipal, nem uma assunção das responsabilidades a nível político. / Ver: lahaine.org

«Orígenes del "feminismo" rosa contra Trump»

ASEH-Lisboa - IG, 02/12/2017 - 22:32
[De Edward Curtin] Por ende, la oposición a los comentarios agresivos de Trump en relación a la vagina era un apoyo implícito al «feminismo» de Clinton y Obama. En otras palabras, era apoyar a un hombre y una mujer que no hablaban públicamente de manera agresiva acerca de los genitales de las mujeres, pero cometían acciones misóginas y misandrias al matar a miles de mujeres (y hombres y niños) en todo el mundo, y lo hacían con armas con formas fálicas.

Trump probablemente seguirá su ejemplo, pero esa posibilidad no fue el ímpetu para estas marchas. Las marchas se centraron en el lenguaje misógino y machista de Trump, y sus amenazas de limitar el acceso de servicios de salud para las mujeres, como la planificación familiar y el aborto.

Puesto que las mujeres que marcharon recientemente no lo hicieron contra Obama y Clinton, su secretaria de Estado, mientras mataban extranjeros (otros) y Clinton se regocijaba por la matanza sodomizada de Muammar Gadaffi, está bastante claro que el enfoque de su molestia fue una especie de indignación personal frente a los comentarios ofensivos de Trump. (Misión Verdad)

«"Trump will be a disaster for the US working class" – Interview with Zoltan Zigedy» (In Defense of Communism)
ZZ: The anti-Trump movement is complex and contradictory. On the one hand, it has produced demonstrations and marches unprecedented in size. It has brought many people with no previous engagement with activism into the streets. The movement has shown some resilience and sustained passion.

On the other hand, it has yet to surface any advanced positions. It has drawn mainly from the white, urban middle strata. It’s leadership has been moderate and centrist. And it has lacked working class leadership and the embrace of working class issues.

Some see the not-so-hidden hand of the Democratic Party and its enormous resources actively hijacking the anti-Trump movement.

Still others sense a whiff of Maidan and the Color Revolutions in the anti-Trump mainstream media hysteria, the activities of George Soros, and the intervention of US security services in recent politics.

Nonetheless, the mass actions offer an occasion to engage those new to or returning to activist politics. Like the earlier «anti-globalization» movement, the Occupy Movement, and other movements hostile to organization and ideology, it is up to Marxist-Leninists, our friends, and allies to liberate as much of this political development as we can from opportunism or hijacking.

EH Sukarra – «Nerbixuak 12 PM»

ASEH-Lisboa - IG, 02/12/2017 - 22:31
A banda é de Eibar (Gipuzkoa). Tema do álbum EH Sukarra (1992). Ao vivo aqui. [Letra / tradução]

Concentração em Donostia a favor do Donbass

ASEH-Lisboa - L, 02/11/2017 - 22:34
Por iniciativa das organizações Vesta, Euskal Herria-Donbass Komitea, Sare Antifaxista, PCE-EPK, Askapena e Komite Internazionalistak, o Boulevard da capital guipuscoana acolhe na próxima terça-feira, 14, às 19h00, uma concentração de apoio ao povo do Donbass, que tem sido alvo dos ataques do Governo fascista de Kiev, sobretudo na República Popular de Donetsk.
Ez dira pasako! Não passarão! // Ler nota de imprensa em: EH-Donbass elkrtasun komitea (eus. / cas.)

«De cambios y fraudes»

ASEH-Lisboa - L, 02/11/2017 - 22:33
[De Israel Gonzalez Mangado, Conrado García Napal e Isi Caballero (membros da Herritar Batasuna/Unidade Popular)] La lucha contra el TAV -por todo lo que significa de desastre ecológico, despilfarro económico y endeudamiento de nuestros dineros- ha sido denunciando y lo sigue siendo por quienes certeramente entienden como prioritaria y necesaria esa lucha. Personas y colectivos que ahora asisten estupefactos al espectáculo que supone que el gobierno del «cambio» celebre el nuevo convenio para seguir construyendo ese monstruo; así como que partidos y coaliciones que hasta ahora han mostrado su oposición a estas infraestructuras delirantes, las saluden y bendigan en la actualidad. El proyecto de TAV es el mismo a pesar del obligado y sibilino maquillaje. ¿Cuál es, si no, el nuevo proyecto ferroviario en el que se basa el actual convenio? (BorrokaGaraiaDa)

«La socialdemocracia está agotada históricamente y Podemos ya ha reventado»

ASEH-Lisboa - L, 02/11/2017 - 22:32
Este sábado se celebrará en Madrid el segundo Congreso de Podemos, que llega marcado por la guerra abierta entre las dos facciones de esta formación encabezadas por Pablo Iglesias e Iñigo Errejón. Para ir más allá de los análisis superficiales sobre lo que está sucediendo en esta organización que ofrecen los grandes medios de comunicación, hablamos con el teórico y militante de la Izquierda Abertzale vasca Iñaki Gil de San Vicente.
[Iñaki Gil de San Vicente entrevistado pelo Canarias Semanal]
Entrevista a Iñaki Gil de San Vicente sobre el próximo congreso de Podemos from La primera a la izquierda. C-S on Vimeo.

Algunos titulares de la entrevista:
- todas las fuerzas reformistas de Europa están en crisis;
- las alternativas institucionales que se ofertaron para tratar de encauzar el malestar social expresado en el 15M han hecho crack;
- Podemos es un partido creado artificialmente y con un modelo vertical;
- cuando se cren líderes mediante el marketing y la telepolítica el invento siempre termina por estallar;
- la promesa de que votando por Internet se garantizaba la democracia ha sido desmentida por la experiencia;
- hay que dar una lucha teórico-política para esclarecer lo que es el reformismo y mostrar sus límites. / Ver: boltxe.eus

«Terras mineiras»

ASEH-Lisboa - L, 02/11/2017 - 22:31
[De Sérgio Dias Branco] A voz sofrida faz do canto de cada palavra um trabalhoso, ainda que mínimo, ganho de fôlego: «Rinconada, Lunar de Ouro, só tu sabes quanto chorei. / Ritipata, riticucho, pallaqueaba com os meus amigos. / Madrugada após madrugada, suportando frio e fome. / Madrugada após madrugada, ai que triste é a vida. / Mãezinha lutadora, tu que trabalhas dia e noite. / Mãezinha lutadora, tu que trabalhas dia e noite. / Enquanto os homens, se crêem valentes, abandonam os seus filhos. / Enquanto os homens se crêem valentes, continuam a beber no bar.» A mulher que canta estas palavras vive e trabalha em La Rinconada nos Andes peruanos, a povoação de maior altitude no mundo. Ouvimos a sua voz cansada e corajosa, mas as imagens não mostram qualquer presença humana. A vida escasseia na imensa paisagem gélida que vemos. A vegetação baixa é rara. As aves voam solitárias. De forma gradual, de imagem para imagem, as construções da vila vão aparecendo, mas é fácil confundi-las com o resto do território, como se dele emergissem organicamente. Eis a introdução de Eldorado XXI (2016). A segunda longa-metragem realizada por Salomé Lamas (avante.pt)

Euskal Herria contra a tortura: concentrações e conferência

ASEH-Lisboa - OT, 02/10/2017 - 22:34
A propósito do Dia Internacional Contra a Tortura, que no País Basco se celebra a 13 de Fevereiro, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) promove concentrações em Bilbo, Donostia, Gasteiz e Bermeo (Bizkaia), no dia 13, e amanhã em Etxarri-Aranatz (Nafarroa), onde também se realiza uma conferência.
13 de Fevereiro é, em Euskal Herria, o Dia Internacional contra a Tortura. A data passou a ser assinalada após a morte por torturas de Joxe Arregi (Zizurkil, Gipuzkoa). Capturado a 4 de Fevereiro de 1981, o militante da ETA ficou incomunicável e foi sujeito a torturas brutais durante nove dias, vindo a falecer no Hospital Prisional de Carabanchel, em Madrid, a 13 de Fevereiro.

No dia em que se cumprem 36 anos sobre o assassinato de Arregi às mãos da Polícia espanhola, o MpA vai realizar três concentrações na capital biscainha, às 19h30 (frente à esquadra de Deustu, frente ao Governo Civil (na Praça Elíptica) e frente à esquadra de Indautxu); em Donostia (Boulevard, 19h00); em Gasteiz (Correios, 19h30) e em Bermeo (frente ao Batzoki, 19h30).
Amanhã, em Etxarri-Aranatz a concentração terá lugar às 13h00, sendo precedida por uma conferência na Kultur Etxea. Nerea Zabala (familiar de Basajaun), Nerea Olaziregi (detida pela Guarda Civil em 1997) e um psicólogo vão abordar o tema «Tortura eta indar okupatzaileak Euskal Herrian» [Tortura e forças de ocupação em EH].

«Bardeako maniobra militarren aurrean, NATOri ez!»

ASEH-Lisboa - OT, 02/10/2017 - 22:33
[De Askapena] NATOren barne dagoen edozein herrialdetako militarrak izan daitezke bertan maniobrak egiten ari direnak, hori baitute hitzartuta espainiar defentsa ministerioak eta NATOk, inperialismoaren beso armatuak. Izan ere, Bardean (espainiar estatuko base aereo bakarra) entrenatzen dutena, eraso inperialistak egiteko erabiltzen dute, azken gerra inperialistetan egin duten bezala: Irak, Afganistan, Libia, Siria...

Agente militar inperialista hau da azken gerra sutsu hauen erantzule zuzena; izan ere, sortu zenetik, bloke hegemoniko inperialistaren beso armatua izan baita. Estatu Batuen zein Europar Batasunaren interes politiko eta ekonomikoak armen bidez defendatu ditu han eta hemen, nazioen burujabetza apurtuz eta herrialdeak erabat suntsituz. NATO da, aldi berean, gaur egungo errefuxiatu krisiaren erantzulea, inperialismoaren interes politiko eta ekonomikoen baitan, pertsonak zehar kalteak baino ez baitira. Gerra inperialista eta krisi humanitario hauekin amaitzeko, beraz, NATOrekin eta inperialismoarekin amaitzea ezinbestekoa da. (askapena.org)

«Revolução»

ASEH-Lisboa - OT, 02/10/2017 - 22:32
[De Filipe Diniz] E já agora, neste ano de centenário, convém clarificar que, para os comunistas, a palavra revolução não tem o significado estrito do momento decisivo em que se altera de vez a correlação de forças entre as classes em confronto. Revolução é a modificação radical das relações sociais de produção e é a transformação, de cima abaixo, de toda a sociedade até aí existente. E como a nossa Revolução de Abril mostrou de forma exemplar, é, no fundamental, obra e construção criadora das massas em movimento, finalmente protagonistas centrais do devir humano.

Para desgosto de todos os Barretos, celebrar Outubro é celebrar o que há-de vir. (avante.pt)

«Quatro milhões de salários mínimos» (Abril)
[De José Goulão] Trocados por miúdos, os 2550 milhões que os portugueses tiram dos seus bolsos para que a aliança continue a sangrar o Afeganistão, o Iraque e a Síria, apanhe os cacos da destruição que semeou na Líbia e sustente as estruturas nazis que implantou na Ucrânia representam um contributo individual forçado de 230 euros anuais.

«Ucrânia em Chamas», de Oliver Stone

ASEH-Lisboa - OT, 02/10/2017 - 22:31
Neste documentário, o realizador norte-americano Oliver Stone desmonta as mentiras da propaganda ocidental em torno do golpe fascista patrocinado pelos EUA (e demais potências ocidentais) na Ucrânia - ao ponto de afirmarem que «Maidan» foi uma «revolução democrática».

«Ukraine on Fire» (legendas em inglês)A máquina de distribuição cinematográfica norte-americana impediu que «Ucrânia em Chamas» fosse exibido nos cinemas dos EUA, pelo que o seu realizador, Oliver Stone, lançou o documentário no Youtube. / Mais info: tenacarlos

Reivindicação da libertação dos presos doentes comum a várias mobilizações

ASEH-Lisboa - OG, 02/09/2017 - 22:34
Na quinta-feira, 7, um grupo de trabalhadores do Hospital de Usansolo (Bizkaia) levou a cabo uma concentração para exigir a liberdade dos presos políticos bascos com doenças graves.
Com o mesmo propósito, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) agendou uma concentração para o final da tarde de hoje, em Gasteiz, e outra para amanhã, também ao final da tarde (19h30), em Igorre (Bizkaia). / Ver: amnistiAskatasuna 1, 2 e 3

No domingo, 12, Ondarroa (Bizkaia) será palco de uma manifestação de protesto contra as agressões que o preso gravemente doente Ibon Iparragirre sofreu na cadeia madrilena de Alcalá-Meco - duas no espaço de 20 horas. A mobilização, convocada por Iparra Galdu Baik, Sortu, LAB, Ernai, Garraxika, Etxerat e Danak Etxea!, parte às 13h00 da Alameda. / Ver: Lea-Artibai Hitza
Sobre a situação de Arantza Zulueta
O advogado Alfonso Zenon afirma que se mantém a situação de isolamento de Arantza Zulueta, advogada biscainha presa desde Janeiro de 2014 em condições extremas, e que uma decisão recente da juíza de Vigilância Penitenciária foi aproveitada pelas Instituições Prisionais espanholas para agravar essas condições, na cadeia andaluza de Puerto III. / Ler texto em: lahaine.org

«Manifiesto "en denuncia de la política proimperialista de Gara"»

ASEH-Lisboa - OG, 02/09/2017 - 22:33
[De autores vários] Los firmantes de este manifiesto –que abarcamos un abanico antiimperialista plural y diverso- queremos denunciar desde estas líneas el nefasto papel proimperialista que está manifestando GARA en casi todos los temas internacionales. Este papel se ha revelado con mayor claridad en la guerra de agresión contra Siria, a pesar de que no nace con esta ni se circunscribe a esta (también se ve con el conflicto del Donbass). Nosotros pensamos que esto no se debe a ignorancias o malentendidos (lo que sería grave) sino a una línea consciente.

GARA se creó, en unas condiciones muy particulares, con el objetivo de representar al sector de opinión abertzale, socialista, progresista o simplemente, partidario de otro modelo de sociedad. Pero su postura ante el conflicto de Siria ha sido contraria a esa ideología.

Los firmantes pensamos que esta línea es incompatible con nuestros valores antiimperialistas y de izquierda. La negación del carácter imperialista del ataque contra la República Árabe de Siria, poniendo a la par el agresor y al agredido (o peor, haciendo pasar por opresor al agredido), supone que GARA se posicione en contra de la soberanía de un pueblo. / Ler: BorrokaGaraiaDa (cas./eus.)

«O Muro»

ASEH-Lisboa - OG, 02/09/2017 - 22:32
[De Fernando Buen Abad Domínguez] O Muro de Trump é a imagem de outras barreiras - incluindo as de classe - que passam não pela fronteira, mas pelo interior do México. Só a menção de o acabar já atraiu simpatias de classe e solidariedades ideológicas. Dos dois lados do México. Já não somos tão ingénuos que acreditemos que a iniciativa de uma aberração assim nasceu apenas de um lado. Edificaram-se muros (comerciais, políticos, raciais, educativos…) de igual ou pior envergadura e sempre contaram com a cumplicidade voluntária de sectores servis. (odiario.info)

«O nosso encontro com o socialismo: retomando "Por Quê Socialismo?" de Albert Einstein» (Diário Liberdade)
[De Chris Gilbert] O projecto do socialismo não é uma opção mas uma obrigação. A missão que herdámos do passado, a de alcançar o socialismo, exige lealdade e valentia se não a queremos atraiçoar. Só se o cinzentismo permanente do capitalismo tivesse acabado por se apoderar da imaginação humana poderá considerar-se excessiva a afirmação. De facto, o socialismo e o seu projecto seriam decepcionantes se não actuassem – ao menos uma parte do tempo – neste registo heróico.

O ensaio que se segue faz parte de uma antologia publicada pelas editoriais Boltxe (Euskal Herria) e Trinchera (Venezuela). Cada livro inclui diversas contribuições sobre a pergunta «Por quê socialismo?» que Albert Einstein [http://www.odiario.info/por-que-socialismo/] colocou no seu célebre artigo de 1949 assim intitulado, reactivando assim um debate.

Na morte do comandante militar Mikhail Tolstykh, Givi, do Exército da RPD

ASEH-Lisboa - OG, 02/09/2017 - 22:31

Em memória do comandante Givi, herói do DonbassComandante Givi, morto na República Popular de Donetsk
Leitura:
«El asesinato de Givi» (slavyangrad.es)

Mais uma multa em Donostia por via da Lei da Mordaça

ASEH-Lisboa - AZ, 02/08/2017 - 22:34
Numa nota, a associação de moradores Satorralaia, que se opõe ao projecto do Metro para a capital guipuscoana, revela que a pessoa que comunicou à Ertzaintza a realização da concentração de 16 de Novembro último foi multada em 100 euros, depois de o Governo de Gasteiz lhe ter aplicado a chamada «Lei da Mordaça».

No dia 16 de Novembro de 2016, tinha lugar em Donostia a abertura do «Fórum Global de Democracia Directa», e cerca de 200 pessoas participaram numa concentração, frente à Câmara Municipal, para protestar contra a «falta de democracia e participação» na cidade.

Foi um membro da associação de moradores Satorralaia que comunicou à Ertzaintza a realização da concentração, na Rua Ijentea. Contudo, os participantes na mobilização decidiram mudar de poiso, ao ter conhecimento de que os participantes no fórum iam entrar na Câmara Municipal por outro lado, uma decisão reforçada pelo facto de essa zona ser pedonal, mais calma e acolher melhor todos os participantes na concentração, mais as suas faixas.

A mudança revelou-se tão acertada, de acordo com a Satorralaia, que no Alderdi Eder os congressistas até tiveram oportunidade de ler o que estava escrito nas faixas e de falar directamente com os participantes na mobilização, sobretudo os estrangeiros, que se informaram em primeira mão sobre a situação na cidade.

Contudo, o Departamento de Segurança do Governo de Gasteiz não esteve pelos ajustes e, pela mudança de poiso da concentração das traseiras da câmara para o Alderdi Eder, impôs uma multa de 100 euros ao solicitante da autorização. / Ver: lahaine.org

«O Governo pagava à UGT e à CCOO para assegurar a "paz social" e travar o ELA e o LAB»

ASEH-Lisboa - AZ, 02/08/2017 - 22:33
Numa entrevista ao programa «Kalegorrian», Mitxel Lakuntza, coordenador do sindicato ELA em Nafarroa, teceu considerações sobre a informação que o Diario de Noticias recentemente tornou pública, de acordo com a qual dirigentes da UGT e das CCOO recebiam retribuições, de forma íntegra ou parcial, dos acordos bilaterais que assinavam com o Governo de Nafarroa, no tempo em que a UPN governava.

Para Lakuntza, é óbvio que «o Governo navarro pagava à UGT e às CCOO para garantir a paz social e para pôr um travão ao sindicalismo mais combativo do ELA e do LAB». / Ouvir: Info7 irratia

Ver tb.: «Exigimos al Gobierno de Navarra que termine con el modelo de concertación social de UPN» (LAB)

«Amnistía Internacional y otras ONGs»

ASEH-Lisboa - AZ, 02/08/2017 - 22:32
[Compilação de textos de MIKEL ITULAIN desmascarando o papel de ONG como a AI, a HRW ou o Observatório Sírio de Direitos Humanos] Amnistía Internacional, como Human Rights Watch, utilizan la excusa de los derechos humanos con otros fines, fines políticos y económicos. Estas organizaciones, que actúan en beneficio del poder económico occidental, tienen una importancia capital en la estrategia de conquista del mundo por parte de las corporaciones, ya que justifican con supuestas buenas intenciones y supuestas justas motivaciones lo que no son otra cosa que los intereses económicos de las grandes fortunas, amparando los ataques militares, económicos o sociales que el poder occidental desarrolla contra un país o gobierno determinado. Se ceban especialmente con los rivales o enemigos de este poder y para ello no dudan en falsificar los hechos, en inventarse historias y en tener una doble vara de medir llamativa para situaciones similares. (EsPosibleLaPaz?)

«Resumen del balance de la guerra en el Donbass en 2016»

ASEH-Lisboa - AZ, 02/08/2017 - 22:31
[De Euskal Herria-Donbass elkartasun komitea] Este es un resumen realizado por Euskal Herria-Donbass Elkartasun Komitea sobre la situación padecida por la población del Donbass durante el 2016 y elaborado en base a la información facilitada por instituciones y autoridades militares de las Repúblicas. En este balance no se encuentran las bajas del Ejercito Ucraniano y de los paramilitares de extrema derecha. Sobre estos datos oficiales conviene valorarlos con cautela ya que tratandose de una guerra la propaganda tiene mucho peso y se falsea la información. Pese a todo estos datos reflejan la crudeza del conflicto. (lahaine.org)

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