Le rivoluzioni si producono nei vicoli ciechi.

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EH Lagunak (pt)

No sábdo, manifestação em Bilbo contra o isolamento de Arantza Zulueta

ASEH-Lisboa - OG, 01/05/2017 - 22:34
A advogada basca, encarcerada em Puerto III (Cádis), a 966 km de Bilbo, encontra-se em situação de isolamento há três anos. Para denunciar este facto e as duras condições de encarceramento a que a presa basca é submetida, a plataforma Arantza SOS marcou uma manifestação para este sábado, dia 7, às 18h00, a partir do Arenal bilbaíno.

Zulueta foi presa em 2014, no âmbito de uma operação contra o grupo de interlocução do EPPK em que também foram detidos Jon Enparantza, Aitziber Sagarminaga, José Campo, Egoitz López de Lacalle, Aintzane Orkolaga e Mikel Almandoz.

Para além da situação de isolamento, que se prolonga, Zulueta é obrigada a passar 20 horas por dia na cela, e as restantes quatro numa pátio de exíguas dimensões (6x13 metros). A manifestação de sábado, em Bilbo, insere-se num conjunto de iniciativas que, há muito, denunciam a situação da advogada biscainha. / Ver: Argia

Solidariedade com Altsasu em Madrid

ASEH-Lisboa - OG, 01/05/2017 - 22:33
No próximo dia 8 de Janeiro, a Plataforma de Apoio a Altsasu de Madrid promove uma concentração contra a «montagem policial, judicial e mediática» a que o povo de Altsasu (Sakana, Nafarroa) foi submetido, na sequência de uma zaragata, em Outubro último, entre um grupo de jovens e guardas civis.
A iniciativa tem lugar às 12h00, na Praça Tirso de Molina. / Mais info: aseh 1, 2, 3, 4

«45 meses de prisión y 7650€ en multas»

ASEH-Lisboa - OG, 01/05/2017 - 22:32
[Nota dos detidos em Sarasate, Iruñea] El 8 de octubre de 2016 hIREKIn, colectivo que denuncia el modelo de vivienda-mercancía capitalista mediante la okupación, entraba en un inmueble situado en el paseo Sarasate [Iruñea] propiedad de una inmobiliaria.
[…]
Las 3 personas detenidas serán juzgadas el próximo 10 y 11 de enero, una de ellas por un delito de atentado a la autoridad y lesiones y las otras dos por los delitos de atentado a la autoridad, lesiones y usurpación con peticiones de 15 meses de cárcel a cada una y de 7650 euros de multa entre las tres.
[…]
Por último, os hacemos un llamamiento a acudir a las concentraciones que se celebrarán los 10 y 11 de enero en la puerta de los juzgados para denunciar este montaje policial y para solidarizarse con las personas encausadas. / Ler: BorrokaGaraiaDa

«1917 – O fim dos impossíveis»

ASEH-Lisboa - OG, 01/05/2017 - 22:31
[De Manuel Gouveia] Durante milénios, os exploradores apoiaram-se numa ideia poderosa: sempre foi e sempre será assim, sempre houve ricos e pobres, dominados e dominantes, essa é a ordem natural, essa é a vontade divina, nada podes fazer para o contrariar.

Eles ainda hoje o repetem, nos altares, nas cátedras, e no misto de ambas que nasceu nos mass media. O seu apelo é milenar: conforma-te, acomoda-te, salva-te, não tentes mudar o que não pode ser mudado.

Mas esse mito ruiu em 1917, e é essa realidade que tentam esconder sob toneladas de mentiras e caricaturas. (avante.pt)

«O capitalismo em crise» (Diário Liberdade)
[De Sara Flounders] O gabinete de Trump será o mais rico de toda a história dos EUA. Não é dizer pouco, num país onde a condição para ter sucesso em qualquer eleição é ser milionário, ou ter apoios milionários.
O demagogo que ganhou votos «contra o sistema» rodeia-se de figuras gradas de instituições emblemáticas do sistema, do Goldman Sachs à ExxonMobil. Os trabalhadores e os cada vez mais numerosos pobres dos EUA pagarão a factura. Mas tudo isto se passa no quadro de uma profunda crise sistémica do capitalismo. E quem levantou a voz «contra o sistema» poderá vir a ver os oprimidos levarem a palavra a sério.

LAB: emprego de qualidade é necessário face ao aumento da pobreza e da precariedade

ASEH-Lisboa - AZ, 01/04/2017 - 22:34
Numa nota, o sindicato LAB afirma que, de acordo com os dados oficiais, o desemprego registado diminuiu, em Dezembro, no País basco Sul. Sublinha, no entanto, que o emprego criado é muito precário e que a pobreza está a aumentar – entre os que têm e os que não têm emprego –, pelo que exige a adopção de medidas eficazes com vista à criação de emprego de qualidade.

O desemprego registado em Hego Euskal Herria diminuiu em Dezembro. De acordo com os dados oficiais, há 176 218 desempregados (menos 398 que em Novembro). Destes, 45,6% são homes e 54,4% mulheres.

No entanto, a situação é distinta nas duas administrações que integram o País Basco Sul: Comunidade Autónoma Basca (CAB) e Nafarroa [o resto do território basco, a norte, está sob domínio francês]; se na CAB se registou uma diminuição de 1527 pessoas em situação de desemprego, em Nafarroa houve um aumento de 1129.

Por comparação com o final de 2015, há no País Basco Sul menos 16 942 pessoas em situação de desemprego (menos 13 844 menos na CAB e menos 3098 em Nafarroa).

Emprego muito precário e de curta duração
No entanto, sublinha o sindicato, o emprego criado é muito precário: 93,4% dos contratos assinados em 2016 foram temporários e 40% a tempo parcial.

Durante o ano de 2016, foram assinados 1 284 322 contratos em Hego Euskal Herria, mas apenas 84 571 foram fixos, ou seja, 6.6% do total. Os restantes 1 199 751 contratos (93,4%) foram temporários. Para além disso, e tal como LAB tem denunciado, está a alastrar a prática da contratação parcial: 40% do emprego criado.

Por outro lado, o LAB considera «escandaloso» o número de pessoas desempregadas de longa duração, e diz que é «muito pobre» a taxa de cobertura do sistema protecção face ao desemprego. Actualmente, menos de 1 em cada 3 desempregados tem subsídio de desemprego. / Ver: LAB

O «Resumen Latinoamericano» denuncia um «estranho roubo» na sua redacção

ASEH-Lisboa - AZ, 01/04/2017 - 22:33
[«No fue robo, sino allanamiento y apropiación para disciplinar»] Esta tarde, nos hemos dado cuenta que a todas las cámaras y equipos faltantes, también se apoderaron de todos nuestros discos externos de las computadoras, donde guardábamos información que utilizamos para nuestro periódico y el resultado de diez años de archivo de los documentales que hemos realizado y los programas de TV. A esto se suma, que los «visitantes» se llevaron varias tarjetas de memoria de las cámara de video y fotografía, con material producido en los últimos meses.
Todo esto lo hemos denunciado hoy también ante la Policía, para que conste de qué se trata este singular «operativo».

Cada vez hoz queda más claro que esta incursión buscaba algo más que «robar cámaras para venderlas», sino que está más bien dirigida a intentar quitarnos del medio por nuestra tarea periodística. Además, como en otros casos similares ocurridos a colegas compañeros/as lo que se busca es disciplinar y dar miedo, para que otros u otras «pongan sus barbas en remojo» y no «molesten» con sus trabajos, artículos, vídeos, audios, de contrainformación. / Ler: Resumen Latinoamericano

Ver tb: «Duro golpe a la tarea contrainformativa de Resumen Latinoamericano: Entraron a nuestra redacción y se llevaron todo el equipo de video, sonido y fotografía» (Resumen Latinoamericano)

«Denuncian censura contra medio de comunicación argentino» (TeleSur)

Miguel Tiago: «Furacões em tempos de cólera»

ASEH-Lisboa - AZ, 01/04/2017 - 22:32
Um Estado – como o Haiti – ao serviço dos grandes grupos económicos, da corrupção, do crime organizado, nas mãos do capitalismo transnacional é bem tratado na comunicação social, ou nem mencionado, mas o seu povo sucumbe à cólera do capitalismo.

Um Estado – como Cuba – ao serviço das pessoas, dos trabalhadores, constantemente criticado pela comunicação social dominante, salva o seu povo da miséria e da morte com a construção do socialismo. Distam cem quilómetros um do outro. (Abril)

«Líbia, uma obra-prima da NATO» (Abril)
[De José Goulão] Tratando-se todos eles de casos meritórios, permitam-me, contudo, que escolha a Líbia de hoje como obra-prima da NATO. É que nunca qualquer ideólogo, por mais retorcido e criativo que fosse ou seja, conseguiu imaginar algo tão democrático.

Programa «La Memoria»: Colômbia - memória da luta agrária

ASEH-Lisboa - AZ, 01/04/2017 - 22:31
[Edição de 12 de Dezembro] É frequente encarar o conflito colombiano centrando o olhar no confronto entre as guerrilhas armadas e o Governo, obviando que o problema histórico da «terra» está na origem desse conflito.

Reivindicações antigas que se perdem na memória mas não pouco actuais, como «a terra é de quem a trabalha», compõem uma complexa problemática agrária e que fazem com que o problema da posse da terra na Colômbia – vórtice inicial de um conflito que já durou mais de meio século – se encontre longe da solução.

Nesta edição do «La Memoria», fala-se da memória da luta agrária, e também da sua actualidade, com Luis Carlos Ariza e Javier Pena, membros da Asociación Nacional De Zonas De Reserva Campesina (ANZORC). / Ouvir: Info7 irratia

Concentrações pela amnistia e contra a dispersão dos presos políticos bascos

ASEH-Lisboa - AT, 01/03/2017 - 22:34
Dezenas de pessoas participaram nas concentrações que o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão promoveu, no último dia do ano, em Donostia e Amurrio (Araba).
Em ambos os casos se defendeu a amnistia: em Amurrio, no contexto de um brinde aos presos, refugiados e deportados políticos bascos; em Donostia, exigindo a libertação imediata dos presos com doenças graves.
Por outro lado, ontem realizou-se em Iruñea, frente à sede local do PP, a habitual concentração contra a dispersão. Estiveram presentes 51 pessoas, que exibiram faixas contra os julgamentos políticos e contra a política de dispersão. / Ver: amnistiAsktasuna e Boro_LH

Estreia brevemente... «El Cuñao de Abel»

ASEH-Lisboa - AT, 01/03/2017 - 22:33
Años 80. País Vasco. Años de los Plomos. Enrique, agente del benemérito cuerpo de la Guardia Civil, y posterior participante de «Crónicas Marcianas», es destinado en la zona especial norte para combatir heroicamente y desde el escrupuloso respeto a los derechos humanos al desalmado y criminal grupo terrorista vascuence E.T.A. (m de militar).

De los creadores de «Tú al Norte de España y yo al Sur de España» llega la nueva superproducción para Olé Bedi Videos, «El Cuñao de Abel», con guión de Rafael Vera y Felipe González. Violencia, amor, paz, respeto a los derechos humanos, sexo duro, persecuciones, hostias como panes, movidas tochas que nunca entenderéis...

«El Cuñao de Abel» [trailer]Ver: halabedi.eus

Gustavo Carneiro: «Memória com vida»

ASEH-Lisboa - AT, 01/03/2017 - 22:32
As fugas são porventura a mais notável expressão de resistência dos presos do Forte de Peniche. Entre as fugas bem sucedidas daquela que era a mais bem guardada das masmorras do fascismo, merece particular realce a de 3 de Janeiro de 1960: pelo número de presos envolvidos, 10, pela cuidada preparação que implicou, tanto no interior da prisão como no exterior, e pelos seus impactos directos e imediatos no desenvolvimento da luta antifascista e na Revolução de Abril. (avante.pt)

«Líbia, sepultada no crime e no silêncio» (odiario.info)
[De Higinio Polo] Passam em Março próximo 6 anos sobre o início da agressão à Líbia pela NATO. O país foi destruído. O povo líbio vive no inferno. Mas deixou de ser assunto para os grandes media internacionais, até porque operações semelhantes prosseguem noutros lugares, nomeadamente na Síria. Enquanto Obama se despede da presidência dos EUA, é indispensável não deixar esquecer nenhuma peça do seu criminoso currículo. O imperialismo, do qual os EUA constituem a mais agressiva potência, é o pior inimigo de toda a humanidade.

E' Zezi Gruppo Operaio: «Malarazza»

ASEH-Lisboa - AT, 01/03/2017 - 22:31
Do álbum Diàvule a Quàtto (2003).

«En relación al escrito de la dirección del EPPK»

ASEH-Lisboa - AL, 01/02/2017 - 22:34
[De Jon Iurrebaso Atutxa, ex-preso político basco] Remitiéndonos a los escritos del EPPK que han hecho historia desde los años 60, destacan su humildad, su clarividencia, disposición a la lucha y al sacrificio personal que ello conlleva, su ética, su sensibilidad, su solidaridad tanto colectiva como personal hacia los casos más dolorosos para su excarcelación, su respeto a propios y extraños, etc. Eso es lo que me viene a bote pronto. Dicho esto, nada es igual ni para decir lo mismo, evidentemente, y mas con el transcurrir del tiempo. Aun así, me han sorprendido algunas cosas del escrito firmado por la Dirección del Colectivo.

Sin más dilación, paso a comentar varias cuestiones que se abordan en el mismo y que engloba a personas, movimientos, partidos, Estados etc. Así pues, daré mi opinión sobre varios puntos considerando el derecho a la discrepancia, a la libertad de expresión y por alusiones en mi calidad de ex preso de ETA, y también, a nivel personal, de militante del Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión. Por alguna razón se ha pensado que este debate sea público y por ese motivo también hago públicas mis consideraciones. [Euskaraz: «EPPKren zuzendaritzak argitaratutako idazkia dela eta»] / LER: BorrokaGaraiaDa

Pablo Hasél intimado a depor por denunciar «o saque e o esbanjamento» da monarquia espanhola

ASEH-Lisboa - AL, 01/02/2017 - 22:33
A Justiça espanhola voltou a intimar o rapper comunista catalão Pablo Hasél, sempre solidário com Euskal Herria e o seus movimentos e organizações mais combativos e consequentes.

Desta vez, está em causa o facto de, numa das suas canções, Hasél criticar a família real espanhola, cujos membros ele acusa de terem «saqueado e esbanjado durante tantos anos» o dinheiro dos povos do Estado espanhol.

Segundo fez saber na sua conta de Twitter, Hasél terá de depor no dia 23 deste mês, por causa do tema intitulado «Juan Carlos el Bobón», no qual acusa o antigo rei espanhol, nomeado por Franco, de ser «um bêbado» e de mal-gastar o dinheiro do povo «em borgas». Lamenta ainda que a Justiça condene os pobres e não a infanta Cristina, envolvida num escândalo de corrupção e branqueamento de capitais.

Refere, por fim, que a monarquia espanhola tem os «anos contados, porque se aproxima a república popular da classe trabalhadora». Recorde-se que Hasél teve de depor em Setembro último no tribunal de excepção espanhol (Audiência Nazional) por tweets contra a Coroa. O cantor enfrenta ainda uma pena de dois anos de prisão por alegado «enaltecimento do terrorismo». / Ver: RT

«Os princípios do povo cubano não são negociáveis»

ASEH-Lisboa - AL, 01/02/2017 - 22:32
[João Guilherme Alvares de Farias] Vladimir Lênin, importante dirigente revolucionário soviético, disse certa vez que a vitória da revolução socialista estaria assegurada unicamente quando os trabalhadores atingissem um grau suficiente de consciência, firmeza ideológica, abnegação e tenacidade [1], características estas que, ao que tudo indica, permanecem incorporadas pelo povo cubano e que nem mesmo a fatídica e desoladora morte do camarada Fidel Castro em novembro passado será capaz de extinguir. A entrevista a seguir, concedida por Michelle Dias, é uma tentativa de dimensionar o impacto da morte de Fidel para Cuba e para a América Latina.

Michelle Dias é assistente social e atuou no Centro de Defesa da Mulher Viviane dos Santos. Além de militante do Partido Comunista Brasileiro (PCB), compõe o Coletivo Feminista Classista Ana Montenegro e o Movimento Paulista de Solidariedade a Cuba. (Diário Liberdade)

«1917 – A Revolução mês a mês»

ASEH-Lisboa - AL, 01/02/2017 - 22:31
A greve de 9 (22) de Janeiro de 1917 foi o arauto da revolução, que eclodiu nos centros mais importantes do império. Só na Capital, Petrogrado, 145 000 operários participaram na greve. Às centenas de milhares, os manifestantes percorriam as ruas das cidades com bandeiras vermelhas e as palavras de ordem «Abaixo a autocracia!», «Viva a república democrática!». A polícia dispersou as massas. Mas já era tarde de mais para salvar o trono do tsar pelo terror.

A capital tornou-se palco de acções (quase sem um dia de interrupção) do proletariado contra a guerra e a autocracia. Durante Janeiro, 270 000 operários fizeram greve, dos quais 177 000 na Capital.

O novo e contínuo ascenso da luta política aberta dos operários uniu em volta deles as diferentes torrentes do movimento revolucionário do país. Crescia o movimento dos camponeses mais pobres, cujas acções adquiriram grande envergadura em Janeiro de 1917.

O que queria o povo? Queria paz, pão e trabalho, os camponeses queriam a terra que trabalhavam. As nacionalidades oprimidas reclamavam liberdade. Todo o povo exigia direitos cívicos. (Ver: centenario19172017)

Carvão no Arcebispado de Iruñea em protesto pela apropriação de bens

ASEH-Lisboa - IG, 01/01/2017 - 22:34
A Plataforma de Defensa del Patrimonio Navarro / Nafarroako Ondarearen Defentsarako Plataforma voltou a entregar carvão ao Arcebispado de Iruñea [Pamplona], numa acção de protesto, que decorreu esta sexta-feira frente ao Palácio Episcopal, contra a apropriação de bens por parte da Igreja e para lhe exigir que devolva ao «povo o que é do povo».

A acção de protesto teve início com a chegada de quatro membros da plataforma mascarados de Olentzero e de reis magos, que exibiram uma faixa em que se lia «Mientras haya expropiación os traeremos carbón. Herriarena herriarentzat, ikatza gaiztoentzat» [o que é do povo para o povo, carvão para os maus].

Na ocasião, foi lido um comunicado em que se recordou que, de acordo com a nova Lei Hipotecária, «os bispos já não podem registar [as propriedades] a seu bel-prazer», mas também não devolvem aquilo a que deitaram mão, que é quase tudo».

Criticando o Governo navarro por ter atribuído 1 254 000 euros ao Arcebispado para a restauração do claustro da Catedral de Pamplona, instaram ainda os municípios navarros «a unir-se» e a coordenar-se nesta plataforma para «recuperar o património» que lhes foi roubado pela Igreja.

Finda a leitura do comunicado, o Olentzero despejou dois sacos de carvão frente ao Palácio Episcopal e os presentes cantaram vilancetes alusivos ao «roubo» e à exigência de devolução. / Ver: ahotsa.info e Diario de Noticias

António Santos: «Pragmáticos da terceira guerra»

ASEH-Lisboa - IG, 01/01/2017 - 22:33
A nomeação, na semana passada, de Peter Navarro para a pasta do Comércio foi o último sinal de que a administração Trump poderá recrudescer a um novo e imprevisível patamar a política de provocações militares e guerra económica contra a China. Num momento em que ainda se especula se o presidente eleito será um irresponsável ou um pragmático, os nomes da equipa governativa vão traçando o perfil de um pragmatismo que radica na irresponsabilidade: o imperialismo.
[…]
A confirmar-se a estratégia de Navarro, a mira do imperialismo estado-unidense poderá reorientar-se da Europa de Leste e do Médio Oriente para a Ásia e o mar do Sul da China, a que o próximo titular da pasta do Comércio chama «a prioridade estratégica». (avante.pt)

«Carta del Embajador de Cuba en España al director del diario monárquico ABC» (Resumen Latinoamericano)
[De Eugenio Martínez Enríquez] Con relación a su editorial «La ruina del castrismo», publicado el 30 de diciembre, reacciono a la pluma fácil e irresponsable que cataloga a las instituciones cubanas de «no decir jamás la verdad» y al mismo tiempo, ofende a los cubanos al calificarnos de vivir en la «indigencia».

¿Cómo puede utilizar su periódico a la guía de teléfonos de La Habana de 1958 para medir el desarrollo de un país y para afirmar, con esa categórica y falsa definición, que en Cuba hoy hay «una desolación absoluta»?
[…]
Pero Batista, quien por cierto murió plácidamente en Marbella y cuyos restos descansan aquí en San Isidro, se enriqueció y dibujó esa guía telefónica mientras torturaba y asesinaba a miles de jóvenes cubanos. ¿A qué número telefónico se podía llamar en 1958 para denunciar el asesinato y linchamiento de jóvenes que amanecían ahorcados colgando de árboles cubanos?

«SNS 2016 – uma aspirina para tratar um cancro»

ASEH-Lisboa - IG, 01/01/2017 - 22:32
[De Jorge Seabra] Não sei se, como afirmou o ministro da Saúde na véspera deste Natal, o SNS ainda «é um dos melhores serviços públicos de Saúde». Mas, se não é, já foi. Antes de os governos do PS, PSD e CDS das últimas décadas, que tanto o elogiavam, o terem atacado.
[…]
logo que os partidos do «arco do poder» (PS, PSD e CDS) conseguiram travar o impulso revolucionário e participativo da «populaça» e se sentiram mais fortes reduzindo a democracia à mera captação do voto, os problemas inerentes ao próprio crescimento do SNS que necessitavam de solução (facilidade de acesso, listas de espera cirúrgicas, ligação dos cuidados primários com os diferenciados) deixaram de ter a necessária resposta por parte dos responsáveis governamentais.

Foram esses partidos que concertaram um acordo estratégico de (neo)liberalização da economia onde a privatização da Saúde, à «americana», e a sua entrega a grandes grupos financeiros, constituía uma parte do bolo que iria encher os bolsos dos regressados «velhos» senhores da indústria (Mellos, Espírito Santo e companhia), apostados neste novo negócio feito à sombra do Orçamento. (Abril)

Oskorri - «Kattalin»

ASEH-Lisboa - IG, 01/01/2017 - 22:31
Ao vivo, num concerto memorável que os Oskorri deram em Getxo (Bizkaia), em 1996, para assinalar os 25 anos de vida da banda biscainha. Com base no concerto seriam publicados um CD duplo, 25 kantu urte, e um vídeo. [Letra / tradução]

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