Prendere la lotta e unirsi alla lunga battaglia per la più nobile delle cause: la liberazione dell'umanità

Bob Dyle

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EH Lagunak (pt)

«Golpe institucional na OEA afiança "objectivo Venezuela"»

ASEH-Lisboa - AT, 04/04/2017 - 22:31
Dezassete dos 21 países ontem presentes na sessão do Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA), que havia sido previamente cancelada pela Bolívia por violação de normas do organismo, aprovaram uma proposta de resolução sobre a Venezuela de teor «intervencionista».
[…]
Evo Morales, presidente do Estado Plurinacional da Bolívia, repudiou a realização da sessão extraordinária do Conselho Permanente da OEA sem a presença da Bolívia, tendo afirmado na sua conta de Twitter que, com o «golpe institucional» ontem perpetrado – em que o país andino foi «impedido de exercer a presidência» que assumiu –, a OEA se tornou um «Ministério das Colónias». (Abril)

«Seis hechos de conmoción regional que no ocurrieron en Venezuela» (misionverdad.com)
[De Misión Verdad] Luego de que Luis Almagro pusiera el foco en que existe «aún más alteración del orden constitucional» en Venezuela, deja en entredicho que, en medio de una semana turbulenta para la región latinocaribeña, no se discutirá otra cosa sino por lo pagan las grandes corporaciones y bancos: para ver al país sumido en desastres similares a los que se viven actualmente en México, Colombia o Paraguay.

Centenas de pessoas manifestaram-se contra o corredor de metro em Donostia

ASEH-Lisboa - AL, 04/03/2017 - 22:34
O protesto contra o projecto de construção de um corredor de metro na capital guipuscoana ficou bem patente, este sábado, na manifestação convocada pela associação de moradores Satorralaia.

Apesar do mau tempo, cerca de mil pessoas manifestaram-se este sábado, em Donostia, para expressarem a sua oposição ao projecto de passagem do Metro pelo centro da cidade, com a construção de túnel subterrâneo de 4 quilómetros, 300 dos quais sob a praia e o mar, e para «solicitar às instituições envolvidas um debate público, com vista à criação de um processo participativo de decisão sobre o sistema de transporte público mais adequado e eficiente para Donostia», lê-se numa nota da associação de moradores Satorralaia.

No final na manifestação, os porta-vozes Ana Gorostidi e Mikel Alonso agradeceram a a todos os presentes pela sua participação e criticaram duramente a resposta que foi enviada há poucos dias por Arantxa Tapia, conselheira do Governo de Gasteiz, à Satorralaia, em que refuta as reivindicações populares de paralisação do projecto e de criação de um processo participativo. / Ver: lahaine.org e satorralaia

Prosseguem as consultas sobre a independência no País Basco

ASEH-Lisboa - AL, 04/03/2017 - 22:33
Depois das consultas sobre a independência do País Basco, realizadas a 19 de Março, nas comarcas e localidades guipuscoanas de Tolosaldea, Oarsoaldea, Astigarraga e Hernani, e na localidade biscainha de Larrabetzu, ontem foi a vez da comarca de Busturialdea e de Arrigorriaga, na Bizkaia.

Ontem, acudiram às urnas 13 280 dos 47 029 potenciais votantes sobre o estatuto político de Euskal Herria (28,24%). Na comarca de Busturialdea a participação foi mais elevada (32%); em Arrigorriaga não ultrapassou os 14,5%. A esmagadora maioria votou a favor da independência (95,24%).

De acordo com a plataforma que promove a realização das consultas, Kanala foi, dos 17 municípios de Busturialdea, o que teve a taxa de participação mais alta – 78,95 %; em Gernika-Lumo, situou-se nos 27,5% e em Bermeo nos 26,3%.

Nas consultas de 19 de Março, a participação foi de 24,83%: votaram 30 862 das 124 274 pessoas inscritas nas comarcas de Tolosaldea, Oarsoaldea, em Astigarraga, Hernani (Gipuzkoa) e Larrabetzu (Bizkaia).

As próximas consultas estão agendadas para 7 de Maio (na Bizkaia, em Gipuzkoa e em dois municípios alaveses) e 18 de Junho (em vários municípios de Sakana e do Norte de Nafarroa). / Ver: argia.eus

«A desigualdade na repartição da riqueza criada entre o trabalho e o capital agravou-se muito»

ASEH-Lisboa - AL, 04/03/2017 - 22:32
[De Eugénio Rosa] Segundo dados da OIT Portugal é o país da União Europeia onde a diferença entre o grupo dos 10% com salários mais elevados e o grupo dos 10% com salários mais baixos é maior. Os dos 10% mais elevados são cerca de 5 vezes superiores (a média na U.E. é 3,5 vezes). Se a comparação for feita entre o grupo 1% com salários mais elevados e o grupo dos 10% com salários mais baixos a diferença aumenta já para 12 vezes. E se a comparação for feita com os administradores a diferença é abissal. É uma desigualdade que vem de trás, e que as políticas «de austeridade» agravaram brutalmente. Aliás, é essa uma das suas finalidades. (odiario.info)

«Descriminalizar o lenocínio e ceder face ao turismo sexual transnacional»

ASEH-Lisboa - AL, 04/03/2017 - 22:31
[De António Abreu] Para Sandra Benfica, dirigente do MDM, referindo-se aos instrumentos legislativos disponíveis na Europa, «[...] é absoluta contradição a qualificação – seja política, seja legal – da prostituição ou do alegado "trabalho" sexual como consentido ou não consentido. Seria o mesmo que considerar a violência doméstica ou de género como consentida ou não consentida e, como tal, legal.» E aponta que «na prostituição não existem "zonas seguras" para mulheres e raparigas: nos países onde a "indústria do sexo" foi promovida a um negócio legítimo, os proxenetas passaram a respeitáveis homens de negócios, enquanto a situação das mulheres e crianças registou agravamento de todas as formas de exploração e violência a que estão sujeitas.» (Abril)

Barakaldo acolhe jornadas sobre a primeira greve geral contra o franquismo

ASEH-Lisboa - IG, 04/02/2017 - 22:34
Com o título «Rebelión en la Ría. 1947, primera huelga general bajo el franquismo», realizam-se de 4 a 7 de Abril, em Barakaldo, jornadas comemorativas da «primeira grande greve após a Guerra Civil». A iniciativa é organizada pela central sindical CNT, em conjunto com a Fundação de Estudos Libertários (FAL) e a Sare Antifaxista.

«As condições de vida eram insuportáveis, não havia nem sequer para comer», sublinha a CNT. Então, mais de um terço dos trabalhadores da Bizkaia levaram a cabo uma paralisação de oito dias, convocada pelas organizações sindicais ELA, UGT e CNT, o que «representou um marco para lutas operárias durante a ditadura franquista».

As jornadas começam dia 4, com a exibição do documentário «Zerrauts ogia. Gosearen grebak – Pan de serrín. Las huelgas del hambre», sobre as greves que se deram entre 1947 e 1951.

No dia 5, será apresentado o livro Memoria del antifranquismo en el País Vasco, de Pedro Ibarra. A sessão contará com a presença de Jose María Lorenzo Espinosa, historiador, investigador sobre a greve de 1947 e autor da obra Rebelión en la Ría. Vizcaya 1947: obreros, empresarios y falangistas.

A encerrar as jornadas, no dia 7 haverá uma mesa-redonda sobre a greve de 1947 e as suas implicações nas mobilizações dos anos seguintes. Estarão presentes membros da UGT e do ELA. Todas as actividades se iniciam às 19h00 na sede da CNT em Barakaldo. / Ver: herrikolore.org e lahaine.org

Família do preso Igor González Sola denuncia atitude da Ertzaintza

ASEH-Lisboa - IG, 04/02/2017 - 22:33
No passado dia 25 de Março, o preso político basco Igor González Sola foi levado até Zeanuri (Bizkaia), para poder visitar a mãe, doente. Para além de a transferência entre as cadeias de Badajoz e Zaballa (Araba) se ter prolongado vários dias, sob custódia da Guarda Civil, a família de Igor fez questão de denunciar a atitude mantida pela Ertzaintza, refere numa nota o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA).

Por um lado, a família critica o facto de, após uma transferência que durou vários dias, «a Polícia do PNV não deixou Igor estar mais de uma hora» com a mãe e, tirando dez minutos, sempre algemado. Para além disso, estiveram sempre «em cima» de Igor, «violando a intimidade do encontro entre mãe e filho».

Por outro lado, a família do preso basco denuncia a atitude «agressiva» que a Polícia teve para com todos aqueles que quiseram demonstrar o seu apoio a Igor, em que se incluem «ameaças constantes» e empurrões às sobrinhas do preso, que estavam a tocar trikitixa e pandeiro no local, levando-as a deixar de tocar.

Face a estas ocorrências, o MpA volta a sublinhar que a «Ertzaintza tem nome de força de repressão», uma «força armada que, em vez de cuidar do povo, se dedica à violência incessante contra o povo trabalhador».

«Apesar de a maioria dos seus membros terem nascido em Euskal Herria, [a Ertzaintza] trabalha para cada um dos dois estados que oprimem Euskal Herria, cumprimento fielmente o papel da Guarda Civil, da Polícia espanhola e do Exército», afirma o MpA.

Após algumas décadas, «o nome mais comummente usado em Euskal Herria para se referir a esta organização é "sipaio", que conquistaram com todo o mérito», acrescenta. / Ver: amnistiAskatasuna

«Na "hora dos chacais e das hienas", Venezuela mantém-se firme»

ASEH-Lisboa - IG, 04/02/2017 - 22:32
Recordando o historial intervencionista da OEA, a ministra dos Negócios Estrangeiros da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que o organismo se tornou «disfuncional» e que «destrói os modelos democráticos não alinhados com os interesses e as pretensões do país hegemónico» [EUA]. Na hora «dos chacais, que vêm atrás das nossas riquezas, e das hienas, para o que sobrar do festim» – afirmou a diplomata venezuelana, aludindo ao poeta argentino Julio Cortázar –, «nós dizemos que estamos na hora dos corajosos e dos dignos!», destacou, quase a concluir a sua intervenção. (Abril)

«Intentos de golpes de Estado de la Asamblea Nacional» (misionverdad.com)
Tres hitos ha protagonizado la Asamblea Nacional (AN) para intentar dar un golpe institucional al poder ejecutivo presidido por Nicolás Maduro. Las corporaciones mediáticas y aliados políticos de la MUD, por supuesto, no reconocen estos tres intentos de golpe en menos de seis meses que resumimos a continuación.

«Descubra as diferenças» [Alepo e Mossul]

ASEH-Lisboa - IG, 04/02/2017 - 22:31
[De Filipe Diniz] Já foi amplamente feita a comparação entre os termos da cobertura mediática internacional às acções de guerra em Alepo, na Síria, e em Mossul, no Iraque. São um exemplo antológico de dualidade e manipulação. Mas não só os grandes media que assim se comportam. Uma ONG de projecção mundial que se reclama de independente não foge à mesma cartilha. (avante.pt via odiario.info) / Ver tb.: «Omran, Hawraa e os media do regime» (Abril)

«Mau começo» (avante.pt via odiario.info)
[De Jorge Cadima] António Guterres, secretário-geral da ONU, censurou um relatório que denunciava o regime de apartheid construído por Israel, expressão institucionalizada da dominação e opressão que exerce sobre o povo palestino. Com a sua atitude, alinhou com o país que é o maior violador de resoluções da ONU e que o faz impunemente. Um secretário-geral na linha dos seus antecessores recentes, ou pior ainda.

«Angelin, lehen urteurrena / Primer aniversario»

ASEH-Lisboa - OT, 03/31/2017 - 22:34
[De Colectivo de refugiad@s y deportad@s polític@s vasc@s en Venezuela] Hay quienes piensan que la vida de una persona es demasiado corta para incidir en el devenir de los pueblos y de sus procesos de liberación, que ello queda limitado a los gigantes de la historia que como Bolívar, despiertan cada cien años para conducir a sus pueblos hacia un futuro mejor. Y por muy lógico que sea este pensamiento, siempre nos queda argumentarle que el compromiso de por vida de muchas personas sirve para que los pueblos tomen conciencia de sus realidades y busquen y encuentren caminos de liberación y hagan los objetivos más realizables a las siguientes generaciones. Compromiso individual que se funde en lo colectivo en aras de conseguir cambiar la historia y ponerla al servicio de los pueblos y de sus aspiraciones más sentidas.

Angel Aldana, de quien recordamos ahora el primer año de sus desaparición física, es un ejemplo claro de quien con su compromiso de por vida aportó a la lucha de Euskal Herria no sólo su fuerza y compromiso, sino la alegría y la camaradería que lo han convertido en inolvidable para todos y todas los que tuvimos la suerte de conocerlo y compartir con el buenos y malos momentos.
[...] seguimos firmes en nuestros objetivos y en nuestro ánimo de lucha, igual que cuando aún estabas a nuestro lado. En este exilio, en esta deportación seguimos soñando con ese día donde Euskal Herria sea libre, soberana y socialista y pueda presentarse así ante los otros pueblos del mundo. Objetivos que serán posibles gracias a todos esos compromisos de por vida que, como el tuyo, supo crear nuestro pueblo con toda su grandeza y su generosidad y que han de ser un ejemplo para las futuras generaciones. (BorrokaGaraiaDa)

«Angel Aldana 1.urteurrena» [PakitoArriaran]Ver: pakitoarriaran.org

«TSJ abre puertas para enjuiciamiento a diputados de la MUD» [Venezuela]

ASEH-Lisboa - OT, 03/31/2017 - 22:33
[Franco Vielma] En una clara asociación con los actos flagrantes de la gendarmería política burguesa representada en la MUD en el extranjero, aupando la aplicación contra Venezuela de la Carta Democrática Interamericana, el máximo tribunal de Venezuela y último interprete de la Constitución bolivariana, ha hecho una presentación inédita que efectivamente puede, literalmente, poner en tela de juicio por responsabilidades administrativas y políticas a integrantes del parlamento venezolano incursos en presuntos (pero evidentes) actos de «traición a la patria», cuestión claramente señalada en la legislación venezolana. (misionverdad.com)

«O martírio do Iémen»

ASEH-Lisboa - OT, 03/31/2017 - 22:32
[De José Goulão] A fase de guerra em curso há dois anos junta múltiplos objectivos, pretensões e ambições que transformam os supostos direitos do «presidente» Hadi num grão de areia do mais vasto dos desertos.

O mais vasto dos desertos é o temível e temido, mas também ambicionado Rub al-Khali (o quarto vazio), repartido entre a Arábia Saudita e o Iémen mas do qual a petromonarquia pretende o controlo total. Segundo peritos norte-americanos, as tórridas areias escondem reservas imensas de petróleo e gás natural.
[...]
À concretização destes projectos ergue-se uma pequena barreira: o Iémen continua a recusar-se a ficar sob a pata da ditadura saudita. Por isso, o martírio iemenita prossegue, protegido pelo falso pudor das Nações Unidas, da União Europeia, da Casa Branca e respectivos acessórios. (Abril)

«Manterá Bruxelas a estratégia nuclear do Pentágono?» (odiario.info)
[De Manlio Dinucci] Há indícios de que o directório da UE se dispõe a prosseguir e radicalizar ainda mais a política de confronto com a Rússia promovida pela administração Obama. A adopção da política agressiva da NATO como política explícita da própria UE incluiria até que a união dos monopólios se assumisse no seu conjunto como potência nuclear. A crise do capitalismo ressuscita todas as monstruosidades da sua história repleta de crimes. [em castelhano: lahaine.org]

Oskorri - «Sautrela»

ASEH-Lisboa - OT, 03/31/2017 - 22:31
Do álbum Mosen Bernat Etxepare 1545 (1977). Goazen denok dantzara!

Começou a Korrika 20

ASEH-Lisboa - OG, 03/30/2017 - 22:34
A 20.ª edição da Korrika, a grande corrida a favor do euskara e a maior iniciativa mundial a favor de uma língua, começou hoje em Otxandio (Bizkaia). De 30 de Março a 9 de Abril, centenas de milhares de bascos vão ligar Otxandio a Iruñea, participando numa parte de um percurso que tem mais de 2500 quilómetros.

Sem parar, ao longo de 11 dias e 10 noites, irão passar de mão em mão um testemunho que simboliza a própria língua e que contém uma mensagem secreta que só será revelada no último dia, no acto de encerramento da Korrika. O euskara esteve à beira de desaparecer, e mesmo hoje esta língua falada por cerca de um milhão de pessoas está, segundo a UNESCO, em risco de desaparecer. / Ver: argia, argia e korrika.eus / PERCURSO da Korrika 20

Começo da Korrika 20: Hemen gaude euskararen alde! [BerriaTB]


O que é a Korrika?
A Korrika é uma corrida a favor do euskara que percorre todo o País Basco, organizada pela Coordenadora de Alfabetização e Euskaldunização AEK. A corrida tem por objectivo promover a consciencialização relativamente ao euskara e juntar fundos para que seja possível levar a cabo o trabalho diário nos centros de aprendizagem de euskara da coordenadora.

Desde a primeira edição, que se realizou em 1980 entre Oñati (Gipuzkoa) e Bilbo, a Korrika tornou-se um dos eventos mais importantes em prol do euskara, pelo número de pessoas que consegue reunir. Já se realizaram 19 edições nos últimos 37 anos, e hoje, dia 30 de Março, uma nova edição começou em Otxandio, que irá percorrer mais de 2500 quilómetros ao longo de 11 dias, sem nunca parar e com a participação de centenas de milhares de pessoas de todas as idades e condições, antes de chegar a Iruñea, no dia 9 de Abril.

Durante a corrida, os participantes levam um testemunho que passam de mão em mão a cada quilómetro. Dentro do testemunho vai uma mensagem, que será lida no final da corrida, e que, como tal, só se torna pública no último momento. / Ver: korrika.eus

«Sabin no debió de morir. El PNV, de la renuncia a la rendición (1977-2017)»

ASEH-Lisboa - OG, 03/30/2017 - 22:33
[De Josemari Lorenzo Espinosa] Ortuzar, cuarenta años después de los primeros martillazos de Arzallus, en Iruña, ha terminado de clavar, en Barakaldo, el ataud de Arana. De la renuncia nacional de 1977 a la rendición incondicional de 2017, cuarenta años de magia y glamour sotista nos contemplan. Los encantadores de votos han culminado el proyecto de don Ramón. No somos españoles, ni franceses, queremos ser libres como cualquier otro. Pero… de buen rollito. Sin «confrontación». No vamos a incordiar por esa tontería, la siesta española. Ni francesa. Al fin y al cabo, nuestros mejores aliados (PSOE y PP) son quienes mandan en España. Y no vamos a discutir con ellos (dice, Ortuzar). Con todo lo que nos quieren y ayudan, en esta mamandurria vascongada (digo, yo). (BorrokaGaraiaDa)

António Santos: «A Grande Depressão, uma epidemia capitalista»

ASEH-Lisboa - OG, 03/30/2017 - 22:32
Conceber a ciência como um campo socialmente asséptico, historicamente neutro e a cheirar a desinfectante não é só um erro epistemológico: é a negação do próprio método científico. Ou seja, a história do pensamento científico só pode ser entendida no campo de batalha da luta de classes. Esta conclusão é facilmente verificável se compararmos centros de investigação privados com universidades públicas: alguém pode imaginar a Bayer a investir milhões de euros num trabalho de investigação científica que lhe pode trazer prejuízos? Tudo isto para dizer que a psicologia e a medicina também não são imunes a interesses de classe: há uma luta constante para colocá-las totalmente ao serviço do capitalismo. (Abril)

Bruno Carvalho: «Na encruzilhada da paz» [Colômbia]

ASEH-Lisboa - OG, 03/30/2017 - 22:31
Entre as filas guerrilheiras existe o receio de que a história se repita. Em 1985, quando as FARC encetaram um processo de paz com o governo de Belisario Betancur e criaram o partido União Patriótica, não imaginavam que numa década seriam assassinados cerca de cinco mil dos seus membros, dos quais dois candidatos presidenciais, oito congressistas, 13 deputados, 70 concelleiros e 11 alcaldes. A estes dados arrepiantes há que acrescentar a presença da Colômbia durante anos seguidos na frente da lista dos países em que mais sindicalistas e jornalistas são assassinados. (manifesto74)

Pais de Altsasu pedem libertação imediata dos jovens

ASEH-Lisboa - AZ, 03/29/2017 - 22:34
Numa conferência de imprensa que ontem deram na capital navarra, pais e mães dos jovens que foram presos em Altsasu (Nafarroa) voltaram a sublinhar que não se trata de «um caso de terrorismo» e exigiram que o processo regresse a Nafarroa, tal como o fez recentemente a própria Audiência Provincial navarra.
Liberdade para os jovens de AltsasuNum acórdão emitido na sexta-feira passada, a Audiência Provincial de Nafarroa conclui que não tem qualquer cabimento, «sequer indiciário», a consideração do crime de terrorismo para os factos ocorridos a 15 de Outubro do ano passado em Altsasu, relativos a uma zaragata entre jovens da localidade e dois guardas civis.

Os pais dos jovens defendem que deve prevalecer o «bom senso», a «sensatez» e a «proporcionalidade» no caso. De momento, três dos jovens incriminados continuam na prisão de Soto del Real, num regime duro.

Pediram da que os jovens «saiam da prisão quanto antes e alguns órgãos de comunicação parem de os vilipendiar, mostrando as suas imagens, dados pessoais e aspectos da sua vida privada, de uma forma obscena e insultante», disseram, antes de agradecer todo o apoio recebido até ao momento. / Ver: ahotsa.info [Indar okupatzaileak Euskal Herritik ospa!]

«El próximo congreso de LAB: desarme ideológico de la clase obrera»

ASEH-Lisboa - AZ, 03/29/2017 - 22:33
[De Sugarra] Entre los días 25 y 26 del próximo mes de mayo, se va a celebrar en Gasteiz el 9 Congreso Nacional del sindicato LAB.
En él se presentan dos ponencias a debate y para su aprobación. Una es la político sindical y la otra, la de organización.

Por su importancia, de cara a la orientación general de la actividad del sindicato, nos vamos a centrar en la primera de ellas. / LER: lahaine.org / Teses do LAB aqui (eus./cas.)

«Análisis del primer round en la OEA: siete claves esenciales»

ASEH-Lisboa - AZ, 03/29/2017 - 22:32
[De Misión Verdad] Pocas veces un país en América Latina ha sido tan atacado como Venezuela en estos últimos años. Compararla con Cuba no sería desacertado, ni tampoco escondería el hecho de que la última reunión de la OEA escenificaba lo que esta isla sufrió décadas atrás. Ahora estas reuniones pueden verse en vivo y una menor cantidad de detalles escapan de las cámaras. Misión Verdad analiza siete claves provisorias sobre lo que intentó ser un antes y un después, que no fue. (misionverdad.com)

«Álvaro Lins» (odiario.info)
[De Miguel Urbano Rodrigues] Álvaro Lins é uma das mais notáveis figuras da intelectualidade brasileira, uma grande figura de democrata, de antifascista, de combatente pela paz, de revolucionário. Embaixador em Portugal na segunda metade da década de 1950 – num período em que, com a cumplicidade das «democracias» ocidentais, o salazarismo sobrevivia à derrota do nazi-fascismo na II Guerra - foi pelo Portugal resistente e contra o salazarismo que orientou a sua actividade, numa acção solidária que prosseguiu depois de abandonar o cargo, em ruptura com Juscelino Kubitschek.

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