Paese in via di sviluppo è il nome con cui gli esperti designano i paesi travolti dallo sviluppo altrui

Eduardo Galeano

Tu sei qui

EH Lagunak (pt)

«Noites de circo, manhãs de palhaço»: solidariedade com os jovens de Altsasu

ASEH-Lisboa - AZ, 11/23/2016 - 22:34
Depois de a juíza Carmen Lamela ter incriminado nove jovens de Altsasu por causa de uma zaragata num bar com dois guardas civis e as suas companheiras, acusando-os de terrorismo e mandando-os para a prisão, em Euskal Herria sucedem-se as iniciativas para exigir a sua libertação, bem como às forças militares espanholas que se vão embora.

«Alde Hemendik» em Lizarra (Nafarroa)Agur, txakurrak, agur, agur!

«Alde Hemendik» no quartel de Sansomendi (Gasteiz)Muito mais info: argia

Ver tb: «La Audiencia Nacional fascista española procesa a nueve jóvenes vascos de la localidad navarra de Altasu por delito de "terrorismo"» (Resumen latinoamericano)

A Etxerat denunciou os acidentes do fim-de-semana passado

ASEH-Lisboa - AZ, 11/23/2016 - 22:33
Numa conferência de imprensa hoje, em Donostia, a associação de familiares e amigos dos presos políticos bascos, Etxerat, abordou os dois acidentes rodoviários ocorridos este sábado - o 7.º e 8.º do ano provocados pela política de dispersão.

Os acidentes, quase simultâneos, tiveram lugar às 21h30, ao quilómetro 34 da estrada Burgos-Gasteiz, quando um grupo de javalis se atravessou à frente da furgoneta que regressava das visitas na cadeia de Huelva (Andaluzia) e na qual seguiam seis familiares e dois condutores solidários. A viatura que vinha imediatamente atrás, na qual viajava um familiar que regressava de uma visita na cadeia de Mansilla (León), chocou também com os animais, revelou a Etxerat.

No caso da furgoneta, a viagem já ia em 1750 km e 27 horas de duração; no do carro, cerca de 1000 km. As nove pessoas tiveram de ser atendidas nas urgências, sendo que seis necessitaram de um colar cervical. Tiveram ainda de enfrentar a atitude intimidatória da Guarda Civil, que acabou por multar um deles em 100 euros.

A Etxerat acusa o PNV, o PSOE e o PP de serem responsáveis «defensores e gestores da política de dispersão». «Repetem constantemente que esta política deu os seus frutos. Pois queremos dizer-lhes que, nesta ocasião, os frutos são nove pessoas feridas, nove pessoas que sofreram as consequências das viagens que são obrigadas a fazer, que lhes são impostas, em condições, também impostas, que põem em risco a sua integridade física e as suas vidas», disseram. / Ver: etxerat.eus

«O delírio "europeu"»

ASEH-Lisboa - AZ, 11/23/2016 - 22:32
[De Rui Silva] Os burocratas europeus vêem-se apertados pela evidência do rotundo fracasso do seu projecto. A opção, neste cenário, é aquela que foi anteriormente utilizada por mega-estruturas políticas em colapso: encenar um conflito que possa unir a «Europa» contra um inimigo comum, repetidamente apresentando como ameaçador, desprovido de valores (o narrativa mediática em torno das operações russas na Síria tem servido esse propósito), aliado de forças internas repugnantes e, claro está, pronto a invadir-nos. (manifesto74)

Ver tb: «PE aprova estratégia de comunicação contra propaganda danosa» (Abril)
O documento recebeu fortes críticas da parte de alguns deputados, que classificaram o relatório como «louco» e «ridículo». Em declarações recolhidas pela RT, o deputado Javier Couso disse que o texto «promove a histeria contra a Rússia», enquanto o deputado francês Jean-Luc Schaffhaueser destacou que a UE «precisa desesperadamente de um inimigo, seja a Rússia ou outro».

«Democracia socialista em Cuba: prestação de contas e debate com os representantes do povo» (Diário Liberdade)
[De Lauren Céspedes Hernández] O diálogo aberto dos cidadãos com seus governantes é uma premissa essencial para o desenvolvimento harmônico de uma sociedade. Em função de continuar potencializando esse clima de troca entre o povo e seus representantes, iniciou-se recentemente em todo o país o terceiro processo de prestação de contas do delegado (vereador) aos seus eleitores, correspondente ao décimo sexto mandato das Assembleias Municipais do Poder Popular.

«El supremacismo lingüístico»

ASEH-Lisboa - AZ, 11/23/2016 - 22:31
[De Manuel Muñoz Navarrete] No es infrecuente escuchar en la calle o en los medios de comunicación ideas como que los andaluces hablan peor que los madrileños, que hay lenguas (como las indígenas) menos desarrolladas que la nuestra o que las lenguas minoritarias deberían desaparecer en beneficio, también, de la nuestra (que se concibe como la única posible y razonable, de modo que quien defienda la coexistencia de cualquier otra será o bien un inculto, o bien un nacionalista radical). Y es que existen -siguen existiendo- una serie de prejuicios lingüísticos bastante arraigados en el ambiente cultural de nuestras sociedades. Estos prejuicios supremacistas están tan refutados por la lingüística (y desde hace tantos años) como el mito de Adán y Eva por la arqueología o la supremacía racial por la genética. Sin embargo, ciertas ideas insostenibles pueden resistirse a morir, si se ven debidamente fomentadas. Como trataremos de demostrar, los prejuicios e ideas supremacistas no surgen de la nada, sino que ven su terreno abonado por intereses políticos o económicos. (lahaine.org)

Contra a repressão ao serviço do capital, solidariedade com a luta dos trabalhadores

ASEH-Lisboa - AT, 11/22/2016 - 22:34
Pessoas que, em algum momento das suas vidas, foram julgadas, multadas, encarceradas por participarem em diferentes tipos de lutas e reivindicações juntaram-se hoje em Bilbo para manifestarem a sua solidariedade a Iñaki Montes, que será julgado quinta-feira por protestar contra a vinda de representantes da Troika a Bilbo, e a Alexis Rodríguez e David González, que serão julgados dia 29 por terem lutado pelos seus postos de trabalho.

Na conferência que hoje teve lugar na capital biscainha, frente ao Tribunal Superior de Justiça do País Basco, os presentes afirmaram que conheceram a repressão, sob diferentes formas, «por participarem em piquetes de greve, lutarem por outro modelo económico-social e na defesa dos seus postos de trabalho, lutarem pelos direitos dos trabalhadores, dos estudantes e da juventude». Por isso e tendo em conta os processos judiciais movidos contra Iñaki, Alexis e David, têm uma mensagem clara: «Geuk ere berriro egingo genuke!», «Nós também o voltararíamos a fazer!»

Na ocasião, expressaram a sua solidariedade a Iñaki Montes, Alexis Rodríguez e David González, que serão julgados nos próximos dias e que podem apanhar pesadas penas de prisão, e pediram às pessoas para que participem nas mobilizações convocadas em seu apoio, como a que terá lugar no próximo domingo, 27, em Markina-Xemein, às 13h00.

Repressão sobre quem luta
Também procederam à leitura de uma declaração, na qual denunciaram o modo como o neoliberalismo, «com a desculpa da crise», pôs em marcha um ciclo de reformas que têm como alvo os trabalhadores, a juventude e as mulheres, «com o único propósito de enriquecer ainda mais» as elites.

É um modelo que se sustenta na precariedade: «Não se baseia na sustentabilidade, na distribuição da riqueza; pelo contrário, assenta na precariedade da classe trabalhadora», afirmaram.

Como as elites económicas e políticas sabem que não podem levar a cabo estas transformações sem a resistência da sociedade e a luta dos trabalhadores, então recorrem à repressão contra quem luta e defende o futuro das novas gerações.

É neste contexto – afirmaram – que se deve contextualizar os processos judiciais e os pedidos de prisão que visam Iñaki, Alexis e David. Nele convergem elites económica e política: o patronato pede, a elite política aprova e o Ministério Público cumpre.

Face a esta situação, defenderam o direito de Euskal Herria a lutar pelo seu próprio modelo e pelo seu futuro. «Só um povo que se organiza pode alcançar os seus objectivos», salientaram. / Mais info: LAB e alexistadavidlibre.wordpress.com

Dani Pastor: «Sois el motor dinámico del proceso revolucionario»

ASEH-Lisboa - AT, 11/22/2016 - 22:33
[Carta de Dani Pastor, preso político basco na cadeia de Puerto III] La Amnistía debiera ser el pistoletazo de salida del conjunto de iniciativas encaminadas a hacer asumir al Estado sus innumerables violaciones de los derechos humanos, individuales y colectivos, de los que ha sido responsable mediante la utilización de medidas legales e ilegales, de las que disponen todos sus resortes de dominación.
[…]
El pueblo vasco, con su trayectoria ejemplar a nivel europeo en la organización popular, decidió recuperar la lucha por la excarcelación de sus compañer@s pres@s ante las dudas, limitaciones y contradicciones de las iniciativas preexistentes.
[…]
Tod@s vosotr@s sois el motor dinámico del proceso revolucionario que ha de darse en tierras vascas. Nada de la resistencia ejercida hasta ahora hubiera sido posible sin el concurso de las masas organizadas en torno a los pilares estratégicos de la configuración de una patria vasca unida, euskaldun y socialista. / LER: lahaine.org

Ikasle Abertzaleak: «El modelo educativo capitalista en Euskal Herria está tocando fondo»

ASEH-Lisboa - AT, 11/22/2016 - 22:32
[Entrevista de BorrokaGaraiaDa ao sindicato Ikasle Abertzaleak] Debido a que que esta semana hay elecciones al rectorado de la UPV y movilización del movimiento estudiantil vasco, lo cual ha desatado la confrontación política que ha sido utilizada por diversos medios de comunicación y sectores políticos para criminalizar o intentar acallar voces, mediante esta entrevista se trae la voz al blog de uno de los agentes más decisivos en el ámbito de la enseñanza vasca: el sindicato estudiantil Ikasle Abertzaleak, en una entrevista larga y profunda sobre la situación del estudiantado vasco, la enseñanza en Euskal Herria y las perspectivas de futuro. / Ler: BorrokaGaraiaDa

«As eleições municipais, a grande derrota do PT e os próximos passos da luta de classes no Brasil»

ASEH-Lisboa - AT, 11/22/2016 - 22:31
[De Edmilson Costa] As forças conservadoras golpistas obtiveram uma vitória nas eleições municipais no Brasil. Embriagados pelo resultado das urnas, vão avançar com mais truculência pela senda da barbárie social, com medidas cada vez mais impopulares. Mas o caldeirão social em ebulição vai aquecer ainda mais à medida que os trabalhadores, aposentados, a juventude e o povo pobre dos bairros forem tomando consciência da profundidade dos ataques da burguesia contra seus direitos e garantias. Nesse momento a luta de classes vai alcançar um novo patamar. Nenhum governo pode dirigir um País por muito tempo sem legitimidade social. Mais de 60% da população está contra esse governo. (odiario.info)

Familiares de presos políticos e de gudaris mortos apoiam a manifestação a favor da amnistia

ASEH-Lisboa - AL, 11/21/2016 - 22:34
Na sexta-feira, familiares de presos políticos bascos e de gudaris mortos deram uma conferência de imprensa frente à cadeia de Basauri (Bizkaia), na qual expressaram o seu apoio à manifestação a favor da amnistia que terá lugar dia 26 em Bilbo, bem como à greve de fome rotativa que está a ser realizada em vários presídios pela libertação dos presos doentes, há já 92 dias.

No final da conferência de imprensa, os que nela estiveram envolvidos e outras pessoas realizaram uma concentração com o lema «Ez dugu izaterik aske haiek gabe. Euskal preso eta iheslariak etxera! Amnistia!» [Não somos livres sem eles. Os presos e os refugiados bascos para casa! Amnistia!].

Na ocasião, afirmaram que apoiam totalmente a greve de fome rotativa, iniciada em Agosto, que os presos políticos bascos levam a cabo para exigir a libertação dos seus companheiros doentes, e sublinharam que farão tudo ao seu alcance para que os seus familiares e amigos estejam em casa quanto antes, sendo de especial urgência o caso dos que, para além de presos, estão doentes.

Consideram que a «saída mais digna para os seus entes queridos é a amnistia». Por isso, e entendendo que «qualquer mobilização que torne mais próximo o seu regresso a casa é imprescindível», informaram que irão participar na manifestação nacional convocada pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão para dia 26, em Bilbo.

Concluíram a sua intervenção afirmando que, enquanto familiares de presos políticos e de gudaris mortos, irão fazer o que for possível «para tornar realidade aquilo com que tantas vezes sonharam: a concretização da amnistia». / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Estudiantes, okupas y canas»

ASEH-Lisboa - AL, 11/21/2016 - 22:33
[De Borroka Garaia] En la misma semana que ha sido desalojado con mentiras de una forma totalmente macarra el Gaztetxe de Alde Zaharra de Iruñea, nos encontramos con que lo que la represión y presión de UPN no consiguió en su día: intentar desalojar la casa ocupada Huarte 24, lo está intentando ahora el gobierno del cambio de Nafarroa, el cual mandó por medios pacíficos y democráticos este pasado jueves a la noche a la policía autonómica española a atosigar a los jóvenes reabriendo el proceso judicial de desalojo. (BorrokaGaraiaDa)

Ver tb: «Comunicado de la asamblea del Gaztetxe de Alde Zaharra» [cas/eus] (lahaine.org)

«Os vestígios do colonialismo»

ASEH-Lisboa - AL, 11/21/2016 - 22:32
[De Carlos Lopes Pereira] O que importa evidenciar é que os povos da África, com as independências, não só derrubaram estátuas ou mudaram nomes de ruas, cidades e até de países. Vão também redescobrindo o seu passado, escrevendo a sua História, ao mesmo tempo que retomam nas suas próprias mãos a edificação de um futuro de paz, desenvolvimento e progresso a que têm direito.

Num tempo em que, no quadro do agravamento da crise do capitalismo, recrudescem os perigos do fascismo e da guerra, é importante que, no processo de escrita da História, se combata a manipulação e o silenciamento do que foi o colonialismo e os seus horrores, se denuncie a desumanidade de qualquer forma de dominação, opressão e exploração. Em África e em todo o Mundo. (avante.pt)

Piperrak - «Akatu»

ASEH-Lisboa - AL, 11/21/2016 - 22:31
De Nafarroa. Álbum Arde Ribera (1992). [Letra / tradução]
Arrazismoa akatu! Faxismoa akatu!

Oskar Barreras em greve de fome pela libertação dos presos doentes

ASEH-Lisboa - IG, 11/20/2016 - 22:34
O preso político basco Dani Pastor (Errekalde, Bilbo) terminou hoje, à meia-noite, o seu turno de sete dias na greve de fome rotativa pela libertação dos presos doentes. A essa mesma hora, entrou em greve de fome o preso político Oskar Barreras (Uribarri, Bilbo), que também se encontra na cadeia de Puerto III, informa o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA). O biscainho recebeu o testemunho de uma luta que dura há 90 dias.

Por outro lado, a presa política Saioa Sánchez (Berango, Bizkaia), que não pode participar na greve de fome rotativa por questões de saúde, decidiu rejeitar a comida da prisão nos próximos sete dias, como forma de apoio a esta luta.

Foi Aitzol Gogorza, preso basco doente, que a 6 de Agosto iniciou uma greve de fome para sublinhar que a doença que o afecta e a prisão são inteiramente incompatíveis. Essa situação - um preso que está doente e que decide avançar para uma medida extrema como é a greve de fome, com todas as consequências que isso pode ter para a sua saúde debilitada - fez soar os alarmes e abriu as portas a novas iniciativas.

A greve de fome rotativa iniciada a 18 de Agosto pelos presos políticos bascos na cadeia de Huelva foi uma dessas iniciativas, que se prolongou durante 59 dias. Na mensagem que divulgaram, os presos sublinharam a exigência da libertação dos presos doentes, a importância de alertar o povo para a necessidade de se mobilizar e a importância que as ruas, a pressão e a força popular têm na concretização dos objectivos por que se batem.

Terminada a greve de fome rotativa em Huelva, a luta teve seguimento, na cadeia de Córdova, com o turno de do preso Jon Kepa Preciado; na cadeia de Sevilha II, com os turnos de Ibai Aginaga e Gari Etxeberria; e no presídio de Puerto III, com os turnos de Iñaki Bilbao e Dani Pastor. A luta pela libertação dos presos doentes prossegue, no mesmo presídio, com a greve de Barreras. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

EM BAIONA, EXIGIU-SE A LIBERDADE DOS PRESOS DOENTES
Cerca de 2200 pessoas participaram, ontem, numa manifestação em Baiona, convocada pelo colectivo Bagoaz em defesa da libertação do preso político Ibon Fernandez Iradi e dos demais presos bascos com doenças graves.

Na capital do Norte, o Bagoaz lembrou a grave situação que os onze presos políticos bascos doentes enfrentam e recordou em especial o caso de Ibon Fernandez Iradi, preso de Lasarte-Oria (Gipuzkoa) com uma doença grave e cujo processo de liberdade condicional se arrasta nos tribunais franceses. Diversas organizações, partidos e eleitos aderiram à mobilização. / Mais info: kazeta.eus

«La niña de la pancarta (al pueblo de Altsasu)»

ASEH-Lisboa - IG, 11/20/2016 - 22:33
[De Maité Campillo] Los uniformados empezaron a envalentonarse frotándose las manos a la vez que cantaban a lo ku klux klan ¡ahorita vamos por la niñita y su gatito trainlarito! ¡vamos a contar mentiras y el jefe sume medallitas! ¡trailarín-trailarán estaba la rana, trailarón y vino la mosca y vino la araña…!

¡Cállensen coño, y detengan a la mierda esa, a su gato y su pancartita de los cojones! / Ler: BorrokaGaraiaDa

Santi Brouard e Josu Muguruza na memória

ASEH-Lisboa - IG, 11/20/2016 - 22:32
Faz hoje 32 e 27 anos, respectivamente, que Santi Brouard e Josu Muguruza, militantes e dirigentes do Herri Batasuna, foram mortos a tiro pelos fascistas espanhóis, o primeiro no seu consultório de pediatria, em Bilbo, e o segundo no Hotel Alcalá, em Madrid.

Em 1984 e 1989, os fascistas espanhóis fizeram questão de assinalar o aniversário da morte de Francisco Franco assassinando dois destacados dirigentes abertzales. Como é habitual a 20 de Novembro, hoje centenas de pessoas juntaram-se nos bairros bilbaínos de Ametzola e Errekalde para participar nas homenagens a Santi e a Josu.

Ontem, ao fim da tarde, milhares de pessoas participaram numa manifestação em memória de ambos, nas ruas de Bilbo. A mobilização foi organizada pelo Sortu, que sublinhou o contributo e a luta de ambos.

«El españolismo sonriente: humoristas al servicio de la colonización (I y II)»

ASEH-Lisboa - IG, 11/20/2016 - 22:31
[De Manuel Rodríguez Illana] Que Andalucía es la que sigue divirtiendo (por parafrasear la letra y título de la famosa canción de Pepe Suero) al resto del Estado es una triste realidad en los medios
[...]
más allá de su entidad como Estado, la historia intelectual de este se encuentra jalonada por el constante desprecio a las diferentes identidades de las naciones oprimidas, para ocultar su histórico chauvinismo y progresiva transformación en racismo, al tiempo que intentar reducir la creciente conciencia nacional de dichos pueblos. De ahí las habituales construcciones ideológicas en torno a los estereotipos de gallegos pusilánimes, catalanes peseteros, andaluces vagos y vascos brutos, racistas y violentos, quienes solo abandonarán su inferioridad en la medida en que asuman la identidad común («España») superior a la propia.

Solo así, respectivamente, «los gallegos serán también maleables y pacientes; los catalanes, buenos negociantes y realistas con sentido común; los andaluces, alegres y parlanchines y los vascos, nobles y trabajadores» / Ver: lahaine.org

Grande manifestação contra o fascismo em Iruñea

ASEH-Lisboa - L, 11/19/2016 - 22:34
Milhares de pessoas participaram, esta tarde, na manifestação convocada por cerca de 60 organizações sob o lema «Pelas liberdades, não ao fascismo». A marcha partiu da Praça do Município de Iruñea [Pamplona] e terminou frente ao Monumento aos Caídos, de onde foram retirados, esta semana, os restos mortais dos generais fascistas Emilio Mola e José Sanjurjo.

Sectores específicos foram-se juntando à mobilização em diferentes pontos: por exemplo, os representantes das associações de memória histórica integraram-se na Praça Príncipe de Viana, levando silhuetas que representavam os fuzilados pelos fascistas; os sindicatos integraram-se na Rua Txapitela; as associações de mulheres juntaram-se perto do Parlamento e os jovens fizeram-no perto do Monumento aos Foros.

Quase todos os partidos estavam representados junto à faixa principal, com excepção da UPN e do PP [imagine-se o espanto!], numa mobilização a que também aderiram sindicatos, agentes sociais e uma vintena de municípios navarros. Foram distribuídos 3500 cravos, a simbolizar os fuzilados de 1936.

A marcha terminou às portas do Monumento aos Caídos, de onde foram retirados, esta semana, os restos mortais de Mola e Sanjurjo. Desde que o Município de Iruñea anunciou essa intenção, registaram-se inúmeros ataques fascistas na cidade.

No acto final, os presentes congratularam-se com a retirada dos restos mortais dos generais fascistas daquele local, mas recordaram que milhares de famílias continuam a ter os restos dos seus familiares enterrados em valas. Sublinharam, para além disso, que o fascismo não é uma simples recordação, mas que continua vivo sob diferentes formas. / Ver: Berria e naiz

Leitura: «Kolore guztiak faxismoaren aurka / Por las libertades, contra el fascismo» (BorrokaGaraiaDa)
[De Círculo Gazte Navarra, Área de juventud de IU, Iruñeko Alde Zaharreko Gaztetxea, LuGaTiBe, Ikasle Abertzaleak, Eraldatu, Gazte Komunistak e Ernai] Pero este fascismo no es una cuestión del pasado, sigue presente hoy en día. A nivel internacional, con el crecimiento de las extremas derechas xenófobas y el fascismo contando con el beneplácito de la UE, y en Navarra, donde se ha producido, en estos meses, una cadena de agresiones, pintadas y amenazas

O povo de Altsasu convoca uma manifestação para o próximo sábado

ASEH-Lisboa - L, 11/19/2016 - 22:33
Cerca de 1500 pessoas participaram hoje numa conferência de imprensa, em Altsasu, para anunciar a realização de uma manifestação silenciosa nas ruas da localidade de navarra, no próximo, sábado, às 13h00. Com o lema «Altsasu», a mobilização visa denunciar as detenções de jovens da localidade, na sequência de uma zaragata com agentes da Guarda Civil num bar, e que foram acusados pela juíza Carmen Lamela, do tribunal de excepção espanhol, de «ofensas corporais terroristas».

A mobilização de dia 26 parte da praça junto à Iorte kulturgunea e é convocada por familiares dos detidos, pelo povo de Altsasu e pela Câmara Municipal.

O município fez seu o sentir dos familiares dos detidos esta semana: «Sentem-se indefesos, desamparados e muito preocupados com o futuro dos filhos, face ao sobredimensionamento dos factos e à possibilidade de a Audiência Nacional [espanhola] decretar penas desproporcionadas, ao considerar os factos como "terrorismo"».

Por isso, pediram apoio a todas as instituições navarras para que os factos sejam julgados num tribunal de Iruñea. De acordo com o Berria, o Ministério Público vai solicitar penas que vão dos dez aos quinze anos de cadeia para os jovens incriminados na sequência de uma zaragata num bar de Altsasu com dois guardas civis, a 15 de Outubro.

Esta semana, Carmen Lapela, juíza do tribunal de excepção espanhol [na foto], deu ordem de prisão a sete jovens, acusando-os de «ofensas corporais terroristas» en su puñetera ex-paña. / Ver: Berria

Leitura: «Altsasuko eskandalua: Zer dago zirku mediatikoaren atzean?» (argia)
[De Lander Arbelaitz] Nola amaituko da guzti hau? Zigor Kode berriaren muga lausoetan noraino joan daitezkeen ikusteko Euskal Herriko kasu bat erabiliko dutela dirudi. Garai gogorrak Altsasun.

Forte protesto em Donostia na abertura do Fórum Global sobre Democracia Directa Moderna

ASEH-Lisboa - L, 11/19/2016 - 22:32
Cerca de 200 pessoas participaram na concentração de protesto promovida, na última quarta-feira, 16, por diversas organizações na abertura do Fórum Global sobre Democracia Directa Moderna, junto à Câmara Municipal donostiarra. Numa nota, a associação Satorralaia afirma que não aceita que «se apresente Donostia como modelo de participação ou como "Capital Mundial da Democracia", tal como o município o faz na apresentação deste congresso».

Diversas organizações que reivindicam processos participativos na cidade divulgaram as suas exigências e denúncias. Foi o caso do movimento de moradores Satorralaia, que exibiu uma faixa com o lema «Metro em Donostia: não há participação, é imposição!» e distribuiu folhetos em três línguas (euskara, castelhano e inglês) aos participantes no congresso, denunciando a falta de vias de participação e a falta de vontade das instituições em consultar os cidadãos sobre um projecto que desperta grande oposição na cidade.

O Movimento contra a Incineração denunciou o projecto da incineradora, que é mau para a saúde e os bolsos dos guipuscoanos, e que, pese embora toda a oposição que enfrenta, as instituições querem impor à sociedade. O movimento referido afirmou ainda que a Deputação Foral organizou umas «jornadas de propaganda disfarçadas de participação», em que apenas participaram especialistas pró-incineradora.

Por seu lado, a plataforma Stop Desahucios de Donostialdea defendeu o direito à habitação - «digna e acessível, contra a especulação». Este colectivo chamou a atenção para o problema da especulação imobiliária que há anos afecta Donostia, que faz com a cidade tenha os rendas mais altas de todo o Estado espanhol e que leva a que milhares de donostiarras sejam atirados para fora da cidade, por não terem capacidade de alugar ou comprar uma casa na sua terra.

A plataforma Eleak-Libre, também presente, exibiu uma faixa contra a Lei da Mordaça, enquanto o sindicato LAB denunciou que Donostia é a «kapital mundial da precariedade».

A concentração contou com a participação da associação de moradores Satorralaia, do Movimento contra a Incineração, da Plataforma Donostia Antitaurina Orain, da Plataforma Stop Desahucios de Donostialdea, do colectivo SOS Miracruz 19, da Viveros de Ulia, da Eleak-Libre, do sindicato LAB, do grupo Irabazi Donostia e vários membros do EH Bildu e do Podemos. / Ver: lahaine.org

«Joe Hill nunca morreu!»

ASEH-Lisboa - L, 11/19/2016 - 22:31
[De Tiago Santos] Quando Joel Emannuel Hagglund, órfão sueco nascido em 1879, desembarcou nos Estados Unidos da América, em 1902, acompanhado do seu irmão mais novo, a luta dos trabalhadores americanos já tinha tido desenvolvimentos de fundo com as campanhas das oito horas de Trabalho, oito horas de Descanso, oito horas de Liberdade, Cultura e Educação, e os trágicos acontecimentos de Chicago, do 1.º de Maio de 1886.

Joseph Hillstrom, ou Joe Hill, como passou a ficar conhecido, não deixou no entanto de ser uma figura central do sindicalismo industrial americano, mas acima de tudo foi um dos autores do cancioneiro rebelde dos trabalhadores e da sua luta pela liberdade. (Abril)

Pagine

Abbonamento a Askapena aggregatore - EH Lagunak (pt)
randomness