Ho due paesi da amare ed un mondo per il quale lottare

Pakito Arriaran

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EH Lagunak (pt)

Plataforma de Iruñerria diz «não» ao TGV, pelo comboio público e social

ASEH-Lisboa - IG, 10/01/2017 - 22:34
A «Plataforma Cuenca de Pamplona-Iruñerria por el Tren Público y Social. TAV NO» deu-se a conhecer, esta quinta-feira, no Parque Gladys de Ororbia, no município navarro de Oltza Zendea.

Ali, foi divulgado o manifesto da plataforma, criada por um grupo de pessoas de Oltza Zendea, Itza, Egillor (Ollaran) e Orkoien, com o objectivo de debater o modelo de transporte - contando para isso com a «participação efectiva dos cidadãos» - e de dar visibilidade à oposição da região àquilo que designam como projecto do Comboio de Altas Prestações (CAP).

Este movimento surge na sequência do aparecimento de outras plataformas contra o CAP e a favor do comboio público e social, nomeadamente na Erribera e na Zona Média de Nafarroa.

A plataforma de Iruñerria alerta para o grave impacto ambiental, acústico e electromagnético do projecto do CAP na região, e propõe alternativas reais, como a recentemente apresentada pela Fundação Sustrai, em defesa do comboio público e social.

Um modelo que dá resposta ao transporte de pessoas e mercadorias, com o menor custo possível, na medida em que mantém o traçado actual, duplicando a via e acrescentando um terceiro carril, que permitiria a circulação de comboios de bitola ibérica e europeia. Isto, em vez dos inúmeros túneis, viadutos e espaços com entulho previstos com o TGV.

A plataforma, que tem andado a divulgar o seu projecto em Oltza Zendea e Itza, informou que vai manter contactos com as várias freguesias e municípios de Iruñerria, para que aderiram ao debate sobre o modelo de transporte na região e se oponham ao CAP. / Ver: lahaine.org

«Rusia, la verdadera cara antiterrorista en Siria»

ASEH-Lisboa - IG, 10/01/2017 - 22:33
[De Antonio Rondón García] Al cumplirse hoy dos años de la participación de Rusia en el conflicto sirio, queda claro que Moscú fue la verdadera cara del antiterrorismo en ese país levantino.

Cuando Damasco llamó a filas a Moscú para el apoyo con su fuerza aérea, las tropas gubernamentales estaban casi orilladas entre Damasco y Latakia, pese a supuestas operaciones de una coalición internacional contra el grupo Estado Islámico (EI).

Ahora, cerca del 89 por ciento del territorio sirio fue recuperado por el Gobierno de manos del EI y otras formaciones afines, que en el último quinquenio recibieron respaldo permanente desde el extranjero. (prensa-latina.cu)

«CGTP-IN: 47 anos a valorizar o trabalho e os trabalhadores»

ASEH-Lisboa - IG, 10/01/2017 - 22:32
A criação da Intersindical Nacional, no dia 1 de Outubro de 1970, constituiu um marco de grande significado no percurso do movimento operário e sindical, força de progresso social e de emancipação dos trabalhadores.

A CGTP-IN, pela sua natureza de organização sindical de classe, pelos seus princípios (unidade, democracia, independência, solidariedade, sindicalismo de massas) e objectivos programáticos por que se orienta, pela acção desenvolvida ao serviço dos trabalhadores e do país, pelos valores internacionalistas que defende e pratica, afirma-se, justamente, como legítima herdeira e continuadora das melhores tradições do movimento operário e sindical português, da sua longa e heróica luta contra a exploração, pelo direito ao trabalho e ao trabalho com direitos, pela construção de um Portugal verdadeiramente soberano e independente, em que a democracia, a justiça social e o progresso sejam uma realidade em toda a sua plenitude. / Ver: cgtp.pt

Che Guevara: discurso nas Nações Unidas [excerto]

ASEH-Lisboa - IG, 10/01/2017 - 22:31
Excerto do discurso que Ernesto Guevara, representando Cuba, pronunciou na Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, a 11 de Dezembro de 1964.«Patria o Muerte».

«La patria de los obreros»

ASEH-Lisboa - L, 09/30/2017 - 22:34
[De Carlo Frabetti] En ciertos sectores de la izquierda todavía persiste la idea -tan absurda como conveniente para los poderes establecidos- de que el independentismo y el internacionalismo son incompatibles, por no decir antagónicos. El internacionalismo une a los pueblos, mientras que el independentismo los divide, argumentan algunos, ya sea de forma ingenua o tendenciosa. De forma tan ingenua o tan tendenciosa que olvidan incluso algo tan elemental como que, por definición, el internacionalismo presupone la existencia de diversas naciones -y nacionalismos- capaces de interrelacionarse solidariamente.

Lo que, a su vez, supone entender el nacionalismo no como la exaltación arrogante de determinadas peculiaridades culturales ni como la reivindicación excluyente de privilegios arbitrarios, sino como la pura y simple afirmación de la propia identidad y de la propia soberanía frente a quienes las niegan o las limitan. Y en una época en la que el capitalismo adopta la forma de un imperialismo avasallador que intenta arrebatarles a los pueblos su identidad para poder arrebatarles todo lo demás, la defensa de la soberanía y el derecho de autodeterminación se convierte en un aspecto fundamental de la lucha anticapitalista.

Así lo han entendido la mayoría de los cubanos, para quienes «socialismo o muerte» y «patria o muerte» se han convertido en lemas equivalentes, puesto que tienen muy claro que la defensa de su soberanía nacional y la defensa de su proceso revolucionario son una misma cosa. Así lo ha entendido una buena parte del pueblo vasco, cuya lucha contra la opresión de los estados español y francés se funde y se confunde con la lucha de clases. Y así lo han entendido también diversas organizaciones independentistas catalanas, gallegas, castellanas, aragonesas, andaluzas… Y así empiezan a entenderlo, por fin, algunas formaciones de izquierdas de ámbito estatal.

Sin embargo, el incontenible clamor soberanista que en estos días sacude Catalunya ha provocado el paradójico rechazo de una parte de la izquierda, esa que repite como jaculatorias ciertas consignas marxistas que, sacadas de contexto, dejan de tener sentido o, lo que es peor, se prestan a todo tipo de tergiversaciones. Y una de las más equívocas de esas consignas descontextualizadas (que llevaron al propio Marx a decir «Yo no soy marxista»), invocada recurrentemente por quienes se oponen al independentismo, es «Los obreros no tienen patria».

En el marco del ‘Manifiesto comunista’, la frase tiene pleno sentido, pues lo que dicen expresamente Marx y Engels es que el proletariado no puede identificarse con el modelo de nación burgués -basado en la explotación de unas personas por otras y de unos países por otros- y ha de construir su propio modelo solidario; fuera de ese contexto, la frase se ha utilizado a menudo para cuestionar las reivindicaciones identitarias y soberanistas de los pueblos oprimidos, y la izquierda institucional no puede hacerse cómplice de esta manipulación.

Cuando en América Latina y en Oriente Próximo los desheredados del mundo libran una batalla decisiva contra el imperialismo, las privilegiadas izquierdas europeas tienen la insoslayable responsabilidad política e histórica de unirse en un frente común, en una quinta columna que desde el propio interior de los países ricos, desde el corazón de la bestia, contribuya a desbaratar los planes de expolio y exterminio de un capitalismo exasperado que también entre nosotros, y hoy más que nunca en Catalunya, está mostrando su rostro más brutal. (BorrokaGaraiaDa)

Milhares nas ruas de Bilbo e Compostela em apoio ao referendo na Catalunha

ASEH-Lisboa - L, 09/30/2017 - 22:33
Pela segunda vez em quinze dias e na véspera da realização do referendo catalão, cerca de 30 mil pessoas responderam ao apelo da plataforma Gure Esku Dago [está nas nossas mãos], enchendo as ruas do centro da capital biscainha em solidariedade com a Catalunha - onde se vive um verdadeiro estado de excepção - e em defesa da liberdade para decidir.
Em Compostela, a manifestação convocada pela Plataforma Galiza com Catalunya juntou vários milhares de pessoas, que tornaram pequena a Praça das Praterias e as ruas adjacentes. «Assistimos a um estado de excepção não declarado», denunciaram os convocantes, que defenderam o direito de autodeterminação. / Mais info: Sermos Galiza

A 33 anos da morte em combate do internacionalista basco Pakito Arriaran

ASEH-Lisboa - L, 09/30/2017 - 22:32
Pakito Arriaran, militante basco natural de Arrasate (Gipuzkoa), integrava as fileiras da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN), em El Salvador, quando, a 30 de Setembro de 1984, morreu em combate com o Exército salvadorenho, na frente de Chalatenango. Tornou-se um símbolo da entrega e da militância internacionalista na luta anti-imperialista. «Tenho dois povos para amar e um mundo pelo qual lutar», afirmou.

Sobre a sua juventude em Gipuzkoa, a sua militância na ETA, a sua fuga para a Venezuela e, fundamentalmente, a sua integração e acção na guerrilha salvadorenha, ler aqui e aqui excertos de Pakito Arriaran. De Arrasate a Chalatenango, obra da autoria de Ricardo Castellón e Nicolás Doljanin, publicada pela Txalaparta em Maio de 2008.

«Por que razão a Coreia Popular "ameaça" o Japão e o "mundo"?»

ASEH-Lisboa - L, 09/30/2017 - 22:31
[De Giovani Leninster] Nem com a eleição de Donald Trump, que deveria levar a um maior cuidado com certo tipo de afirmações e insinuações para evitar o ricochete, os meios de comunicação «ocidentais» deixaram de dar a imagem de Kim Jong-un como um louco ou um imbecil a brincar com armas atómicas.
No texto que hoje publicamos não se rebate apenas essa postura irresponsável, também se comprova a falsidade da tese de que a Coreia é uma ameaça à paz mundial, nomeadamente aos seus ‘pacifistas’ vizinhos. O Japão e a Coreia do Sul. (odiario.info)

Grande adesão à greve na Siemens-Gamesa de Asteasu

ASEH-Lisboa - OT, 09/29/2017 - 22:34
Os trabalhadores da Siemens-Gamesa, em Asteasu (Gipuzkoa), estão em greve desde o dia 24. O protesto, que deve prolongar-se até dia 1 de Outubro, tem origem no despedimento de um colega que estava de baixa.

Na quinta-feira, 27, a adesão foi praticamente total na fábrica. Nos escritórios, rondou os 40%, informa o sindicato LAB.

De acordo com o sindicato, a mobilização é permanente, com piquetes, concentrações, pancartas e cartazes. Às 5h30 da madrugada, realizam-se plenários, todos os dias, com cerca de 20 trabalhadores.

Como a empresa não dá sinais de querer mudar o seu posicionamento, os trabalhadores vão reunir-se na próxima semana, para decidir iniciativas futuras. / Ver: LAB

Paralisações na Rothenberger de Abadiño e Gasteiz
Os trabalhadores da Rothenberger em Abadiño (Bizkaia) e Gasteiz estão a efectuar paralisações de quatro horas diárias, em defesa de condições dignas de trabalho. Estas acções de luta, convocadas pelos sindicatos CCOO, LAB e ELA, tiveram início no passado dia 25.

Para esta sexta-feira esta agendada uma greve de 24 horas e uma concentração frente às instalações da empresa fabricante de ferramentas em Abadiño. / Ler comunicado das ORT aqui

Quase 50 colectivos firmam manifesto de apoio aos jovens de Altsasu

ASEH-Lisboa - OT, 09/29/2017 - 22:33
Organizações sociais e culturais de Nafarroa pronunciaram-se a favor dos oito jovens de Altsasu acusados de «terrorismo» na sequência de uma zaragata com dois guardas civis num bar da localidade, na madrugada de 15 de Outubro. três dos jovens estão em prisão preventiva há mais de 300 dias.

Os signatários, que se manifestam preocupados com o caso, rejeitam o facto de a juíza Carmen Lamela ter classificado os factos como «crimes de terrorismo», as penas de prisão solicitadas, que oscilam entre 12 e 62 anos (375 anos no total), bem como a permanência de três jovens em prisão preventiva, de modo arbitrário, há dez meses.

No documento, solicita-se o fim da classificação dos factos como «terrorismo», o levantamento das medidas cautelares de prisão preventiva e que o caso regresse ao Tribunal de Iruñea.

Pedem ainda à sociedade que expresse o seu repúdio por esta violação de direitos e se envolva na defesa dos princípios democráticos de um Estado de Direito. / Mais info: ahotsa.info

«Algunas consideraciones sobre el referéndum catalán y la coyuntura actual»

ASEH-Lisboa - OT, 09/29/2017 - 22:32
[De Antonio Torres] El presente artículo se divide en tres partes, la primera, se trata de ver la cómo ese sentido común –de clase dominante– ha afectado a las posiciones de importantes sectores de la izquierda española respecto al referéndum convocado en Catalunya para el próximo 1 de octubre, en la segunda trataremos de analizar los posibles escenarios, aunque sea esquemáticamente, post 1 de octubre, y, finalmente, poner en relación el referéndum catalán con la coyuntura política andaluza, especialmente con la del espacio político de la izquierda soberanista andaluza. (BorrokaGaraiaDa)

O povo de Berga canta «Els segadors»

ASEH-Lisboa - OT, 09/29/2017 - 22:31
No início da Festa da Patum, em Berga (Barcelona, Catalunha).

Imanol Vicente foi libertado hoje e Nahikari Otaegi é amanhã

ASEH-Lisboa - OG, 09/28/2017 - 22:34
Os donostiarras Imanol Vicente e Nahikari Otaregi, acusados de pertencer à organização juvenil, independentista e de esquerda basca Segi, foram presos há quatro anos. Vicente, do bairro de Amara Berri, foi libertado hoje; Nahikari Otaegi, de Amara, sai amanhã.

Dos oito jovens donostiarras condenados por pertencer à Segi, seis foram presos pela Ertzaintza no chamado Aske Gunea [Espaço livre] do Boulevard. Não foi esse o caso de Imanol Vicente e de Nahiakari Otaegi, que, por diversas questões, se apresentaram na cadeia.

Otaegi apresentou-se na prisão de Aranjuez em Abril de 2013. Entrou na cadeia com uma filha de sete meses e, cá fora, teve de deixar o filho de três anos. As boas-vindas são amanhã, às 19h00, em Amara.

Imanol Vicente entrou na cadeia de Martutene a 24 de Abril de 2013 e foi libertado hoje, tendo saído da cadeia de El Dueso (Espanha). O acto de boas-vindas, no seu bairro, estava marcado para as 19h00. / Ver: irutxulo.hitza.eus

Orson Welles: «The Land of the Basques» [doc]

ASEH-Lisboa - OG, 09/28/2017 - 22:33
Documentário filmado em Euskal Herria pelo realizador norte-americano Orson Welles. Em 1955, a BBC pediu a Welles que realizasse uma série de documentários de viagens intitulada Around the World with Orson Welles. Este vídeo de 44 minutos gravado em Ziburu (Lapurdi) faz parte desse conjunto de documentários.
Espanhóis? Franceses? Bascos. Têm seguramente influência de ambos, são dominados e aculturados por ambos, mas são bascos. Euskaldunak. Euskalherrikoak.

«A Catalunha e os fantasmas de Espanha»

ASEH-Lisboa - OG, 09/28/2017 - 22:32
[De José Goulão] O franquismo assumiu, por isso, as rédeas da transição fazendo o rei Juan Carlos suceder a Franco assim que este morreu e, com excepção de poucos, incipientes e colaboracionistas intervalos assegurados depois por «terceiras vias» socialistas, mantém-se à frente do Estado, chame-se o presidente do governo Aznar ou Rajoy e o Bourbon de turno Juan Carlos ou Felipe.

Em síntese: a chamada transição para a democracia foi viciada através da reactivação abusiva da monarquia, regime rejeitado em referendo pelos povos de Espanha.
[...]
É importante notar, contudo, o empenhamento da União Europeia em travar a simples manifestação democrática de opinião do povo da Catalunha sobre a independência ou não independência.
[...]
Esta União Europeia, no entanto, é a mesma que não teve qualquer hesitação em acolher no seu regaço, apressadamente, sem rigor nem exigências impostas a outros Estados membros, nações separatistas como a Estónia, a Letónia, a Lituânia, a Eslovénia, a Croácia; uma União Europeia que não se privou de, à boleia da NATO, sujar as mãos com sangue de centenas de milhares de inocentes para esfrangalhar a Jugoslávia (Abril)

«A morte da história»

ASEH-Lisboa - OG, 09/28/2017 - 22:31
[De John Pilger] Um dos mais louvados «eventos» da televisão americana, The Vietnam War, arrancou agora na rede PBS.

Os directores são Ken Burns e Lynn Novick. Aclamados pelos seus documentários sobre a Guerra Civil, a Grande Depressão e a história do jazz, Burns diz acerca dos seus filmes sobre o Vietname: «Eles inspirarão nosso país a começar a conversar e pensar acerca da guerra do Vietname de um modo inteiramente novo».

Numa sociedade muitas vezes destituída de memória histórica e sob o domínio da propaganda do «excepcionalismo», a guerra do Vietname «inteiramente nova» de Burns é apresentada como «trabalho histórico épico». Sua luxuosa campanha publicitária promove o seu grande apoiante, o Bank of America, o qual em 1971 foi incendiado em Santa Barbara, Califórnia, como símbolo da odiada guerra no Vietname. (resistir.info via Diário Liberdade)

Gudari Eguna 2017: último texto de «Txiki»

ASEH-Lisboa - AZ, 09/27/2017 - 22:34
Passam hoje 42 anos sobre os últimos fuzilamentos do franquismo. A 27 de Setembro de 1975, foram executados dessa forma os militantes da ETA Jon Paredes, Txiki, e Angel Otaegi, que lutavam pela conquista da independência e o socialismo para Euskal Herria, e Xosé Humberto Baena Alonso, José Luis Sánchez Bravo e Ramón García Sanz, os militantes comunistas da Frente Revolucionária Antifascista e Patriota (FRAP).

Desde então, 27 de Setembro passou a ser, no País Basco, o Gudari Eguna, dia em que se homenageia todos aqueles que deram a vida em prol da libertação de Euskal Herria.

Em baixo, o último texto escrito por Txiki antes de ser fuzilado.

Al Pueblo Vasco:

Una vez más el fascismo de Franco va a derramar la sangre del pueblo vasco. Problablemente cuando llegue este comunicado al pueblo, yo ya habré caido bajo el pelotón de ejecución. Mi intención al escribir este comunicado es poner una vez más de relieve la represión que sufre el pueblo vasco y todos los pueblos de España.

No debemos olvidar nuestro objetivo: la creación de un Estado Socialista Vasco, objetivo por el cual han caído y han dado la vida muchos militantes revolucionarios, entre ellos los últimos caídos en el Estado español, Kepa, Nicia, Montxo, Andoni, y no serán los últimos.

Sois vosotros, la clase trabajadora y el pueblo en general, quienes lleven a cabo la lucha hasta derrocar al régimen franquista; entonces se habrá cumplido nuestro objetivo y podréis construir una sociedad nueva, sin clases, donde no exista la explotación del hombre por el hombre.

Hoy me van a asesinar a mí por el simple hecho de luchar por mi pueblo. eso para el régimen de Franco es un crimen, no es un crimen asesinar a los militantes de ETA antes de cogerlos, tampoco es un crimen matar a la gente en manifestaciones, controles, etc. Hoy somos nosotros los que estamos en el banquillo, pero mañana estarán ellos, o sea, Franco y toda su camarilla y seréis vosotros quienes nos hagáis justicia: no lo olvidéis, puesto que mis compañeros y yo ya no podremos. Confiamos en vosotros.

Por último, quiero hacer saber a mis compañeros de organización y a nuestro pueblo que mientras he estado libre he cumplido como mlitante y como hijo del pueblo y puesto que no he caído asesinado «legalmente» como mis compañeros, he pedido como última y única petición que sea fusilado ante un pelotón de fusilamiento como un Gudari más, recordando a todos los que han muerto por Euskadi, llevando en la mente nuestra Ikurriña, puesto que voy a morir lejos de ella... Os toca a vosotros hacer justicia.

¡VIVA LA SOLIDARIDAD DE LOS PUEBLOS OPRIMIDOS!
GORA EUSKADI ASKATUTA! 
EUSKADI ZUTIK! ABERRIA ALA HIL!

Txiki

«Apartados para la futura cima del olvido de las razones»

ASEH-Lisboa - AZ, 09/27/2017 - 22:33
[De Borroka Garaia] Pese a que los batallones de gudaris adscritos a ANV y al anarquismo no formaban el mayor grueso del Ejército vasco, fueron éstos, la izquierda abertzale y los anarquistas los que en proporción muy mayor al resto cayeron en combate durante todo el conflicto.

Después llegaron los años y las décadas del olvido y del silencio. También de la vergüenza, de la falta de auto-estima y de la pérdida de razones. No se recordaba ya a nuestro ejército, a sus caídos, a sus motivaciones. «Al gudari que murió, tres veces en Artxanda le canto sin rimas y perdido; hace veinticinco años que descansas, en la cima del olvido...», así empezaba un poema escrito por Txabi Etxebarrieta. (BorrokaGaraiaDa)

Sayyed Nasralá: «Es nuestro deber legítimo impedir que Israel alcance sus objetivos en la región»

ASEH-Lisboa - AZ, 09/27/2017 - 22:32
En lo que se refiere al régimen sionista, Sayyed Nasralá subrayó que «si la resistencia no hubiera confrontado al enemigo israelí en aquella situación ¿qué habría sido del Líbano? Nadie duda de que el Líbano habría sido ocupado por colonias israelíes y que una parte del pueblo libanés habría vivido en campos de refugiados, tanto dentro como fuera del país. Las prisiones habrían estado llenas de jóvenes y todo el mundo habría vivido una situación de humillación bajo la ocupación israelí, sin contar con que las riquezas del país habrían sido robadas por la entidad sionista». (lahaine.org)

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