Potranno tagliare tutti i fiori, ma non potranno fermare la primavera...

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EH Lagunak (pt)

Juiz condecorado por Governo de Lakua preside a julgamento de 6 ertzainas

ASEH-Lisboa - IG, 03/11/2018 - 22:34
[insurgente.org / «Otro esperpento judicial: un juez condecorado por la Etzaintza, presidirá un juicio en el que se juzgará a seis miembros de este cuerpo»] El juicio por el Caso Cabacas comenzará el 15 de octubre de este año. Recordemos que Íñigo Cabacas murió el 9 de abril de 2012, como consecuencia de un pelotazo de goma disparado por un agente de la Ertzaintza (policía autónoma vasca). Hasta aquí todo normal (excluyendo, claro, las múltiples irregularidades que han acompañado a este caso).

Pero resulta que el magistrado Alfonso González-Guija será quien presida el tribunal que juzgará la muerte del infortunado.

¿Qué hay de llamativo en esto? Pues sencillamente que González-Quija fue condecorado en junio de 2016 nada más y nada menos que por el Departamento de Seguridad del Gobierno Vasco (del que depende la Ertzaintza) con la medalla al reconocimiento de la labor policial con Distintivo Azul.

Cabe añadir que la medalla al reconocimiento de la labor policial con Distintivo Azul, que recibió Alfonso González-Guija, la otorga el Departamento de Seguridad de Lakua, según la normativa, a «autoridades o ciudadanos y ciudadanas que se hagan acreedoras a ello por realizar actos de relevante importancia en defensa de la seguridad pública o por su decisiva colaboración con la Ertzaintza que redunde en beneficio o prestigio de este Cuerpo policial». / Ver: insurgente.org

«Sobre antifascismo, neuronas y testosterona»

ASEH-Lisboa - IG, 03/11/2018 - 22:33
[De Fermin Borisovna Brusk] La lucha contra el fascismo y el capitalismo, contra el colonialismo y el imperialismo, contra la opresión y la explotación, no ha sido a base de testosterona. Ha sido en base a unos principios ideológicos increblantables y una práctica revolucionaria llevada a sus formas superiores en muchos casos.

Mujeres y hombres, guerrillerxs, militantes, milicianxs, partisanxs,... que han combatido al fascismo, a la opresión y la explotación de los sectores oligárquicos, con todos los medios a su alcance. Francotiradoras y aviadoras sovieticas, pianistas de «la orquesta roja», guerrilleras kurdas, de las FARC, Naxalitas de la india, del NAP en Filipinas; combatientes urbanas de ETA, GRAPO, IK, Iraultza, CCAA, AC, BR, RAF, DHKP-C o mujeres del Ejército Arabe Sirio...queda claro que en la lucha contra el fascismo no se trata de testosterona. Y no me quiero olvidar de aquellas jóvenes vascas, hoy en día ya no tan jóvenes, que tomaron parte en la «intifada vasca» de los 90 (te suena?) y que junto a sus compañeros estaban en primera línea de la barricada. Debajo de la sudadera no había diferencias de género, todxs eran iguales. Porque en la lucha, sobre todo en sus estadios superiores, es donde todxs son iguales. (lahaine.org)

«Contradições»

ASEH-Lisboa - IG, 03/11/2018 - 22:32
[De Jorge Cadima] Enquanto se aprofunda a crise do capitalismo agudizam-se as contradições entre as suas principais potências, que procuram sacudir os seus efeitos para cima de outros. Os sinais acumulam-se, desde a reacção às medidas proteccionistas tomadas por Trump ao descrédito – como em Itália – dos partidos que vêm gerindo o sistema. E à seriíssima advertência feita por Putin aos que pretendam empreender uma acção de agressão militar contra a Rússia.
[…]
O resultado das eleições em Itália é sintoma, e por sua vez factor de agravamento, da crise da/na UE. Por contraditório que seja, reflecte um profundo descontentamento com as políticas de ‘austeridade’ e com os efeitos devastadores do euro. (odiario.info)

«A pobreza na América»

ASEH-Lisboa - IG, 03/11/2018 - 22:31
[De Kenneth Surin] A desigualdade social nos EUA acentua-se, e a sociedade norte-americana apresenta índices que a colocam na cauda dos países desenvolvidos em matérias como a saúde e a pobreza. Os dados são impressionantes. O autor do relatório da ONU referido neste artigo fala em opções de política que conduzem a esta situação. Mas poderia acrescentar-se que ela resulta inevitavelmente da própria natureza do sistema que tem nos EUA o seu expoente máximo. (odiario.info)

Milhares denunciaram em Iruñea a morte de Xabier Rey e a actual política prisional

ASEH-Lisboa - L, 03/10/2018 - 22:34
Cerca de 9000 pessoas, de acordo com um periódico afim à esquerda abertzale oficial, manifestaram-se esta tarde pelas ruas da capital navarra para se despedirem do preso político Xabier Rey Urmeneta, encontrado morto na sua cela na cadeia de Puerto III, na terça-feira, e denunciarem a actual política prisional.
À frente da mobilização iam dois dantzaris com uma foto do preso do bairro de Donibane, seguidos de outros dantzaris que seguravam uma enorme ikurriña e de uma faixa em que se lia «política prisional assassina».
Ao longo do percurso, ouviram-se palavras de ordem como «herriak ez du barkatuko» [o povo não perdoará] e a exigir o repatriamento dos presos bascos [«euskal presoak etxera»]. A mobilização foi convocada pelo Sortu.

Manifestação de protesto em Bilbo
Ontem, centenas de pessoas manifestaram-se na Alde Zaharra da capital biscainha em protesto contra a morte do preso político pamplonês – que o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão classificou como um «assassinato político». / Mais fotos em: amnistiAskatasuna

«Una marea feminista inunda las principales ciudades del estado contra la opresión patriarcal»

ASEH-Lisboa - L, 03/10/2018 - 22:33
Manifestaciones multitudinarias han inundado las calles de las ciudades del Estado con la participación de centenares de miles personas que se han echado a la calle con lemas como «Paramos para cambiarlo todo», «Si las mujeres paramos, se para el mundo» o «Vivas, libres y unidas por la igualdad». / Ver: kaosenlared.net / Mais info: lahaine.org

«Recuperemos el Día Internacional de la Mujer Trabajadora de las manos de la burguesía»

ASEH-Lisboa - L, 03/10/2018 - 22:32
Con el Día Internacional de la Mujer ha ocurrido lo mismo que con otras fechas significativas del movimiento obrero: el capitalismo se ha apropiado de ellas, no sin antes vaciarlas de contenido y de cualquier objetivo socialista.

En el caso del 8 de marzo se han falsificados sus orígenes, se ha eliminado su carácter de clase y de ser un día de lucha y reivindicación de las trabajadoras de todo el mundo inscrito en la lucha por el socialismo se ha convertido en un día festivo donde las consignas giran en torno a la lucha entre los sexos y no entre las clases. Pues bien, como comunistas debemos recuperar la memoria de un pasado de lucha de las mujeres trabajadoras enterrado y falsificado por la burguesía. (movimiento político de resistencia)

O governo de Madrid proíbe um concerto dos Soziedad Alkoholika

ASEH-Lisboa - L, 03/10/2018 - 22:31
[De Soziedad Alkoholika / «El gobierno de Madrid prohíbe un concierto de Soziedad Alkoholika porque sus canciones contienen “excesos verbales, hirientes y desafortunados”»]
Tras media docena de intentos para actuar en Madrid en los últimos 5 años de nuevo se impone la censura a menos de una semana del concierto. Acabamos de recibir el escrito remitido por el Gobierno de la Comunidad de Madrid a los organizadores de nuestro concierto en el que se prohíbe nuestra actuación. (kaosenlared.net)

Soziedad Alkoholika - «Piedra contra tijera»Tema do álbum Tiempos oscuros (2003). A banda é de Gasteiz.

O ELA recusa-se a assinar o plano de despedimentos da Siemens Gamesa

ASEH-Lisboa - OT, 03/09/2018 - 22:34
Os delegados sindicais do ELA na Siemens Gamesa recusaram-se a assinar o plano de saídas voluntárias e pré-reformas posto em marcha pela empresa, afirmando que esta se recusou a garantir o emprego.

Numa nota, o sindicato basco afirma que enfrentou este processo de modo que as saídas ocorressem nas melhores condições e sempre de forma voluntária, mas, sobretudo, procurando garantir um futuro para os trabalhadores que continua na multinacional alemã.

O ELA afirma que, pese embora 222 trabalhadores terem aderido ao plano de saídas voluntárias, a administração da Siemens Gamesa «não cumpriu a sua palavra e foi incapaz de oferecer as garantias de emprego prometidas».

O sindicato, que sempre questionou a necessidade de efectuar ajustes e procurou que todos os trabalhadores de Nafarroa e da CAB tivessem condições semelhantes às dos seus colegas alemães e franceses, afirma ter pretendido obter, da parte da empresa, um acordo para os próximos três anos em que ficasse garantido o emprego, sem mais despedimentos.

O acordo não aconteceu, mas o ELA valoriza a luta dos trabalhadores da Siemens Gamesa, a sua «resposta veemente e massiva», que levou a empresa a retirar, em Novembro último, o plano de ajuste que contemplava o despedimento de 150 funcionários em Nafarroa e na CAB.

Foi «a organização e determinação dos trabalhadores da Gamesa que forçou a empresa a negociar um plano de saídas voluntárias e de pré-reformas», sublinha o sindicato. Em sentido oposto, os delegados do ELA criticam a empresa pela sua «deslealdade», por «não ter cumprido a sua palavra». / Ver: ela.eus

«Desafios das mulheres trabalhadoras em debate no Panamá»

ASEH-Lisboa - OT, 03/09/2018 - 22:33
Pobreza, desigualdade salarial, violência, discriminação e repressão são alguns dos desafios que a mulher trabalhadora enfrenta actualmente. Este cenário e as estratégias para o enfrentar estão a ser discutidos na Cidade do Panamá, por iniciativa da Federação Sindical Mundial (FSM).

«Lutamos pela igualdade de direitos no trabalho, na sociedade e na vida» é o lema do encontro que ontem começou na capital panamenha e que ganha especial acuidade num momento «em que as forças capitalistas atacam os direitos das mulheres».

A FSM, fundada em Outubro de 1945, sublinha que continuam actuais as reivindicações inscritas nos seus primeiros cartazes e comunicações em defesa da emancipação das mulheres e do reconhecimento social à mulher trabalhadora – salário igual para trabalho igual, licença de maternidade, garantia de emprego para grávidas e lactantes, protecção contra a prostituição e o tráfico de pessoas. (Abril)

«O BE e as agressões imperialistas»

ASEH-Lisboa - OT, 03/09/2018 - 22:32
[De Jorge Cadima] Hoje, vivemos tempos de descrédito do capitalismo, tempos de crise e de ataque feroz aos direitos e condições de vida dos trabalhadores e povos. É inevitável o descontentamento popular, a revolta de largas massas contra um sistema que apenas lhes oferece a miséria, o desemprego, a exploração, a guerra. Nesse contexto, torna-se ainda mais urgente impedir que esse descontentamento fortaleça uma real alternativa de sistema. O grande capital sabe onde reside essa alternativa.
[...]
Não custa a perceber os perigos enormes que a Humanidade enfrenta. Uma verdadeira força de esquerda só pode virar baterias contra o imperialismo e os planos de guerra em marcha, sendo solidária com quem resiste e pugnando por criar uma vasta frente anti-imperialista e pela paz. (avante.pt)

Etsaiak - «Etorkizuna»

ASEH-Lisboa - OT, 03/09/2018 - 22:31
Tema do álbum Presoak SOS (1994). A banda é de Lekeitio (Bizkaia).

Conferências em EH sobre a Síria, há 7 anos a sofrer nas mãos da NATO

ASEH-Lisboa - OG, 03/08/2018 - 22:34
A plataforma basca de apoio à Síria promove, sozinha ou em parceria com outras organizações, a realização de três conferências, na próxima semana, sobre a situação na Síria, em Antzuola, Donostia e Barakaldo.

A primeira conferência, a cargo de Aritz Saidi Olaortua, intitula-se «O que é que se está a passar na Síria» e terá lugar em Antzuola (Gipuzkoa), no dia 14, às 18h30, na Olaran Etxea.

No dia seguinte, 15 de Março, a situação na Síria será debatida no campus de Ibaeta da Universidade do País Basco, em Donostia, às 11h00. Abdul Kader, habitante de Alepo que esteve três anos raptado pelo Daesh e cuja família foi morta, e Aritz Saidi Olaortua irão falar sobre a «Síria: há sete anos a sofrer invasões, mentiras e assassinatos da NATO, de Israel e do wahabismo».

Os mesmos intervenientes irão abordar o mesmo tema, no dia 16, em Barakaldo (Bizkaia). A conferência, com início às 19h00, realiza-se no Makala II Gaztetxea. / Mais info: siriarenalde.org e @SiriarenAlde

«Puerto Rico: un país en bancarrota y colonizado»

ASEH-Lisboa - OG, 03/08/2018 - 22:33
[De Luismi Huarte, do Parte Hartuz ikerketa taldea] El último país del continente americano de habla castellana pendiente de independizarse, se encuentra sumergido en una crisis económica descomunal.

Donde se combinan bancarrota, deuda impagable y una absoluta falta de soberanía económica. El presente análisis pretende desentrañar las razones históricas y contemporáneas de la catastrófica situación actual.

La presente crisis no se puede entender sin tener en cuenta el legado de más de 500 años de colonialismo español y estadounidense, como nos señalan diferentes economistas del país. Los 4 siglos de colonia española, hasta 1898, no van a culminar con la independencia, como sí sucedió en Cuba, ya que EE.UU. se apropiará del país e impondrá un modelo de latifundios de caña de azúcar por toda la isla. (lahaine.org)

«Israel exige "lealdade" a palestinianos para viverem em Jerusalém»

ASEH-Lisboa - OG, 03/08/2018 - 22:32
A lei agora aprovada no Knesset aplica-se a todos os residentes permanentes – imigrantes recentes ou residentes de longa data – em Jerusalém Oriental e permite ao Estado israelita expulsar do país qualquer pessoa cujo direito de residência seja revogado, informa o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM).

De acordo com o novo quadro legal, o ministro do Interior de Israel, Aryeh Deri (dirigente do partido ultra-ortodoxo Shas), pode revogar o estatuto de residência aos palestinianos residentes em Jerusalém com base em três premissas: «violação de lealdade», obtenção do estatuto de residência «com base em informações falsas» ou quando «um indivíduo cometeu um acto criminoso». Neste contexto, o ministro poderá retirar a documentação de residência a qualquer palestiniano que considere uma ameaça. (Abril)

«Ante la muerte de Xabier Rey Urmeneta»

ASEH-Lisboa - AZ, 03/07/2018 - 22:34
[De MpA] Asimismo, debemos denunciar que la muerte de Xabier ha sido impulsada por el Estado español y que, por lo tanto, la consideramos un asesinato político. Si las condiciones de vida que imponen a lxs presxs políticxs en todas las cárceles españolas no son en absoluto fáciles, las que imponen en Puerto III son las más duras entre las duras. Tenemos que recordar que la cárcel de Puerto III ha sido un verdadero centro de exterminio desde el mismo momento de su apertura, y que desde el principio ha sido utilizada para hacer experimentos con lxs presxs políticxs vascxs. Su régimen carcelario es sobradamente conocido por su dureza, y sus carceleros lo son por su actitud de fascistas militantes. En mayo del 2010 apalearon al preso de Elorrio Arkaitz Bellón (posteriormente apareció muerto en Puerto I).

Es conocido el aislamiento total al que sometieron a Arantxa Zulueta y la primera fase del primer grado, que es el régimen penitenciario más restrictivo, que impusieron a Iñaki Bilbao 'Txikito' (la cual ya le han quitado). Actualmente siguen manteniendo a Iñaki en el módulo de aislamiento (donde permanece desde 2007), al igual que al recientemente extraditado desde Francia Jon Bienzobas. También a este último le han aplicado la primera fase del primer grado tan pronto como ha pisado Puerto III.
[...]
No debería ser época de frases fáciles ni tampoco de relatos románticos de revoluciones lejanas. En estos tiempos en los que el aparentar ha tomado la delantera al accionar, el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión quiere destacar que hoy, igual que ayer y que mañana, es época de lucha. Queremos alcanzar una Euskal Herria libre y sin represaliadxs políticxs, y por ello queremos hacer un nuevo llamamiento a la lucha, porque solo luchando alcanzaremos los objetivos a los que aspiramos. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Sessão sobre liberdade de expressão em Busturia

ASEH-Lisboa - AZ, 03/07/2018 - 22:33
O movimento popular Laia, de Busturia (Bizkaia), promove a realização de uma sessão sobre liberdade de expressão e contra o fascismo na próxima sexta-feira, dia 9, às 19h30, no Gaztetxe Otxozulo, de Axpe (Busturia). Será possível conhecer a situação do rapper catalão Pablo Hasél, que participará na iniciativa.

Recorde-se que Hasél foi condenado recentemente pela AN espanhola a dois anos e um dia de cadeia e ao pagamento de uma multa de 24 300 euros, acusando-o de enaltecimento do terrorismo e de injúrias à coroa espanhola.

Hasél denunciou o processo, afirmando que era condenado pelas opiniões que expressava no Twitter e nas suas canções, e considerando o julgamento como um ataque à liberdade de expressão.

À mesa-redonda segue-se a música (22h00), com concertos de Pablo Hasél, Gatom e Kakaniko zaitez DJ. A entrada para os concertos custa três euros. / Ver: busturialdea.hitza.eus

Debate em Lisboa pelo «fim da agressão à Síria»

ASEH-Lisboa - AZ, 03/07/2018 - 22:32
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) promove na próxima quarta-feira, 14 de Março, às 18h30, na Casa do Alentejo, em Lisboa, o debate «Pela salvaguarda dos direitos do povo sírio, da paz e da soberania. Fim à agressão à Síria!». São oradores os jornalistas José Goulão e Ribeiro Cardoso, e o vice-presidente da direcção nacional do CPPC, Filipe Ferreira.

A premência desta iniciativa prende-se com a intensificação das ameaças à Síria e com a violenta campanha mediática promovida em torno da situação em Ghouta. Numa recente tomada de posição pública, o CPPC denunciava o «conjunto de falsidades fomentadas por responsáveis da Administração norte-americana e de outros governos, amplamente propaladas em órgãos de comunicação social, sobre a situação na Síria, tentando fazer passar as vítimas por “algozes” e os algozes por “vítimas”, os agredidos por “agressores” e os agressores por “agredidos”».

Responsabilizando os EUA e seus aliados pelo desencadear do conflito, ao terem criado e apoiado «as diversas ramificações da Al-Qaeda e o auto-denominado Estado Islâmico», na tentativa de derrubar o governo sírio, o CPPC reclama o fim da agressão externa à Síria e a retirada das forças militares estrangeiras que ocupam ilegalmente o país. O fim da ingerência e o respeito pela soberania da Síria são objectivos centrais para estabelecer a paz. / Ver: CPPC

«Cinco anos sem Hugo Chávez»

ASEH-Lisboa - AZ, 03/07/2018 - 22:31
[De Bruno Carvalho] Quando morreu, neste dia, há cinco anos, o mundo pôde observar, atónito, como um povo inteiro se acotovelava para despedir-se do comandante da revolução bolivariana. A imprensa ocidental tratava de ridicularizar os milhões que durante dias fizeram filas para ter os seus últimos segundos junto de Hugo Chávez. Essa imagem chocava com o funeral de Margaret Thatcher ou de outros representantes políticos dos grandes grupos políticos e económicos. As únicas ruas que se encheram no Reino Unido foram as que viram os trabalhadores celebrar a morte da bruxa que promoveu o vampirismo neoliberal.

O herdeiro de Maisanta foi celebrado pelas massas que queriam agradecer que um dos seus tivesse resgatado o seu povo das garras de Washington, que, finalmente, todas as crianças pudessem comer mais do que uma refeição, que a saúde fosse acessível a todos, que se tivesse erradicado o analfabetismo e que a Venezuela tivesse passado para a vanguarda dos países com mais alunos a frequentar de forma gratuita o ensino superior. (Abril)

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