Lei mi ucciderà ... ma domani sarò di ritorno e essere milioni

Bartolina Sisa

Tu sei qui

EH Lagunak (pt)

Grupo de mulheres exibe faixa pelo direito ao aborto frente à clínica da Opus em Iruñea

ASEH-Lisboa - AT, 04/01/2014 - 23:32
Esta tarde, um grupo de mulheres abriu uma faixa gigante no Hospital Virgen del Camino, frente à Clínica da Opus em Iruñea (Nafarroa, EH), para reivindicar o direito ao aborto e fazer um apelo à participação na manifestação do próximo sábado.

Na faixa lia-se «Abortu eskubidea», bem como o lema da manifestação convocada para este sábado - «Gure gorputza, gure erabakia» [o nosso corpo, a nossa decisão] -, que parte às 17h30 dos cinemas Golem.

Com esta mobilização, o Movimento Feminista de Euskal Herria, bem como os mais de 60 colectivos que se lhe juntaram, pretendem expressar o seu repúdio pelas modificações legislativas promovidas pelo ministro espanhol da Justiça, Alberto Ruiz-Gallardón, e defender o direito da mulher a abortar. No caso de Nafarroa, reivindica-se também que a IVG seja realizada no sistema público de saúde. / Ver: naiz.info

Mikel Laboa - «Herria eta hizkuntza»

ASEH-Lisboa - AT, 04/01/2014 - 23:31
Canção de Mikel a partir dos bertsos de Xalbador. [Hitza / Letra] / Ver tb: Berria
Irabaziko dugu! Gora Euskal Herria askatuta!

MP pede 2 anos de prisão e 8 de inabilitação para gestor da página BurlataHerria

ASEH-Lisboa - AL, 03/31/2014 - 23:34
O Ministério Público pediu dois anos de cadeia e oito de inabilitação absoluta para o gestor da BurlataHerria, que acusa de «enaltecimento do terrorismo», além do encerramento definitivo da página. Seguir-se-á o julgamento na AN espanhola.

A BurlataHerria considera que o Ministério Público pretende encerrar a página pelo facto de dar informação sobre os presos políticos bascos: manifestações, actos de boas-vindas ou actos políticos. Baseando-se em relatórios policiais, a Procuradoria chega a usar como prova incriminatória o facto de a BurlataHerria utilizar as designações «presos políticos» ou «julgamentos políticos».

Da parte do BurlataHerria, afirma-se que não existiu qualquer tipo de enaltecimento e que a página era «uma ferramenta de comunicação popular e comunitária», e que este processo «põe em causa o direito a informar e a liberdade de expressão».

O julgamento ainda não tem data marcada. Para se estar a par do que se passa em Burlata (Iruñerria, Nafarroa), sobretudo no que respeita à violação de direitos e à liberdade de expressão, consulta o blog BurlataHerria-Askatasunez. / Ver: ahotsa.info

Iñaki Uriarte: «Gure esku bidea»

ASEH-Lisboa - AL, 03/31/2014 - 23:33
Una cadena humana, Gure esku bide, que atravesará a lo largo de 123.000 metros una parte de Euskal Herria el domingo 8 de junio proclamará el universal derecho a decidir de nuestro país. [...] Caminado, enlazando personas, procedentes de toda Euskal Herria en un trayecto rodeado de una sobrecogedora belleza natural (herrikolore.org)

«Gure esku bidea» - cordão humano pelo direito a decidir
Dia 8 de Junho, entre Durango e Iruñea. [Euskaraz hemen.]
«Gure esku dago / Está nas nossas mãos» (videoclip)

Pintadas fascistas em Lemoa em painéis informativos sobre a Guerra de 1936

ASEH-Lisboa - AL, 03/31/2014 - 23:32
Desconhecidos desenharam suásticas sobre os textos que explicam o que aconteceu nas trincheiras existentes na localidade biscainha.

A Câmara Municipal de Lemoa e a comissão popular Lemoatx 1937 denunciaram o facto. No sábado de manhã, o painel informativo sobre as trincheiras que existiram naquele local durante a Guerra de 1936 apareceu com pintadas nazis.

As trincheiras foram restauradas por grupos de trabalho organizados conjuntamente pelo Município arratiarra, a comissão popular Lemoatx 1937 e o Executivo de Lakua. / Ver: naiz.info e SareAntifaxista

O BOMBARDEAMENTO DE DURANGO FOI HÁ 77 ANOS
Foi às 8h00 da manhã do dia 31 de Março de 1937 que a Aviação Legionária italiana, às ordens de Franco, começou a bombardear a localidade biscainha de Durango.
De acordo com algumas fontes, morreram mais de 300 pessoas, que hoje voltaram a ser homenageadas junto ao monumento que fica no cemitério. (Ver: naiz.info)

Andoni Baserrigorri: «Periodismo fascista, periodismo popular…»

ASEH-Lisboa - AL, 03/31/2014 - 23:31
La realidad es que la lucha de clases, tal y como afirmó Lenin, es también una forma de guerra. Por lo tanto es lógico que los medios de comunicación al servicio del poder hagan exactamente lo mismo que hacen en las guerras imperialistas: mentir y tergiversar, además de criminalizar a los pueblos y justificar la barbarie fascista. (BorrokaGaraiaDa)

«[Gal/Cast] Campanha mediático-policial para criminalizar o independentismo galego», de Diário Liberdade (lahaine.org)
Manipulaçons que soam ridículas, e seriam mesmo engraçadas, se nom fosse porque o seu objetivo político é criarem um estado de opiniom favorável à repressom contra o independentismo, mesmo a possíveis ilegalizaçons de múltiplas organizaçons, associaçons ou ao fecho de meios de comunicaçom

«A un año de la partida del comandante Chávez: Venezuela en la encrucijada», de Luismi UHARTE (lahaine.org)
La batalla clave no parece que se vaya a desarrollar ni en UNASUR -a pesar de la importancia que sigue teniendo el frente regional- ni en ningún salón del Palacio de gobierno (Miraflores), sino en la encrucijada donde el Ejecutivo tendrá que tomar decisiones de carácter histórico: en la dirección de un futuro pacto termidoriano (nunca descartable para un grupúsculo de la nomenclatura chavista) o en dirección hacia el Estado Comunal, lo que exige saltos cualitativos y urgentes en el estratégico campo del control de los medios de producción y reproducción.

Dia 5 de Abril, manifestação de protesto contra a nova Lei do Aborto em Iruñea

ASEH-Lisboa - IG, 03/30/2014 - 23:34
O Movimento Feminista de Euskal Herria, juntamente com mais de meia centena de colectivos, convocou uma manifestação para dia 5 de Abril, em Iruñea, com o lema «O nosso corpo, a nossa decisão», na qual irão reafirmar a sua «completa rejeição» do anteprojecto de lei contra «o direito ao aborto».

A convocatória da manifestação foi divulgada numa conferência na capital navarra, em que Elena Lakabe e Oihana López, do Movimento Feminista de Euskal Herria, questionaram a política de educação sexual levada a cabo no Estado espanhol e apresentaram vários dados sobre o aborto nos quatro territórios do País Basco Sul.

Entre esses dados, destacaram o facto de 42% dos abortos serem realizados por mulheres imigrantes oriundas dos países do Sul, o que evidencia a dificuldade de acesso a métodos contraceptivos seguros por parte dos «sectores mais fragilizados da sociedade e com mais dificuldades para se mover nos itinerários da assistência sanitária e social».

Sublinharam ainda que 96% dos abortos são realizados em centros privados - 100% no caso de Nafarroa -, o que representa «uma privatização absoluta do serviço, sem que haja uma qualquer justificação sanitária e muito menos económica para tal».

No próximo dia 5, a manifestação convocada irá defender que o aborto «saia do código penal», seja considerado um direito das mulheres, seja realizado no serviço público e implique o «respeito pelos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres».
A marcha defenderá o oposto da reforma que o Governo espanhol prepara; será festiva mas veementemente reivindicativa, «afirmando os nossos direitos, desafiando a onda retrógrada de nacional-catolicismo e do Governo do PP», afirmaram.

Conferência de imprensa e declarações de Oihana López (eus) Mais informação e vídeos: ahotsa.info e BorrokaGaraiaDa

Centenas de pessoas manifestaram-se em Gasteiz para apoiar quatro jovens independentistas

ASEH-Lisboa - IG, 03/30/2014 - 23:33
Realizou-se ontem ao fim da tarde, em Gasteiz, uma grande manifestação para apoiar os quatro jovens independentistas que começam a ser julgados amanhã na Audiência Nacional espanhola, no âmbito de um processo que baseia a acusação nos depoimentos efectuados pelos jovens enquanto estavam incomunicáveis em poder da Polícia espanhola. Todos afirmaram ter sido torturados.
«Zapa, Fede, Xabi eta Zika libre. Epaiketak eten» foi o lema da grande mobilização, convocada pelo Gasteizko Harresia [Muro Popular de Gasteiz], que ontem percorreu as ruas da capital alavesa em solidariedade com Koldo Moreno, Xabier Fernández de Gamarra, Federico Lomas e Aitor Juarez, e com os seus familiares.

O Ministério Público pede 48 anos de cadeia para os quatro jovens, acusando-os a todos de pertencer à organização juvenil, revolucionária Segi; acusa ainda um deles de acções de «kale borroka» e outro de «desordem pública».

Recentemente, o Gasteizko Harresia sublinhou que os crimes de que os jovens são acusados datam de há oito, nove, dez anos. Na mesma ocasião, realçou o facto de este ano 23 gasteiztarras já terem passado pela AN espanhola e de outros tantos o irem fazer nos próximos meses e anos [em todo o País Basco, há 200 pessoas na lista de espera dos julgamentos políticos]. Defendeu ainda que ninguém deve ser julgado com base em depoimentos realizados enquanto esteve incomunicável em poder da Polícia. / Ver: naiz.info e boltxe.info

Iñaki Egaña: «Javier Batarrita, La primera víctima»

ASEH-Lisboa - IG, 03/30/2014 - 23:32
Ni José Pardines y Txabi Etxebarrieta (1968), como se ha pensado mucho tiempo, ni la niña Begoña Urroz (1960), como insiste en sostener una falsa versión oficial. La primera víctima del conflicto tras el nacimiento de ETA se llamaba Javier Batarrita Elexpuru y murió hace 53 años en Bilbo, ametrallado por la Policía franquista «por error». En realidad querían acabar con militantes de aquella nueva organización. Esta es la historia. (boltxe.info)

«Crimea vs Kosovo», de Ibai TREBIÑO (naiz.info)
El derecho de autodeterminación no es un derecho universal en el actual marco político-económico y militar europeo. Esa es la triste realidad, y nosotros no podemos permanecer al margen del análisis en el diseño de una estrategia soberanista que aspire a englobar mayorias en pos de la soberanía vasca. La independencia fuera de la Unión Europea es la única vía posible.

«Por un referente cultural de izquierdas», de Carlo FRABETTI (lahaine.org)
Hace tiempo que varias personas vinculadas al mundo de la cultura y la comunicación venimos hablando de la necesidad de configurar un referente cultural de izquierdas, e incluso hemos dado algunos pasos en este sentido.
Por una parte, se trataría de hacer visible una alternativa al falso referente creado a partir de la supuesta «transición democrática» bajo los auspicios del PSOE y de grupos mediático-culturales como Prisa (1), y, por otra, de colaborar en la articulación un discurso contrario al hegemónico.

Su Ta Gar - «Nazka»

ASEH-Lisboa - IG, 03/30/2014 - 23:31
Grande tema da banda de Eibar. [Hitzak / Letra]

Vários refugiados regressaram a casa na «última sexta-feira» do mês

ASEH-Lisboa - L, 03/29/2014 - 23:34
Alguns refugiados políticos bascos aproveitaram as concentrações que se realizaram em muitas localidades de Euskal Herria na última sexta-feira do mês, em defesa dos direitos dos presos e dos refugiados bascos, para regressarem às suas terras, às suas casas.

No passado dia 15, mais de uma centena de antigos refugiados políticos bascos reclamou publicamente, em Altsasu (Nafarroa), o apoio popular para o regresso a casa das pessoas que hoje ainda vivem no exílio. Alguns dias mais tarde, num acto realizado em Arrangoitze (Lapurdi), o Colectivo de Refugiados Políticos Bascos (EIPK) anunciava o regresso de alguns deles, de forma paulatina. E esse regresso tem estado a acontecer nos últimos dias.

Ontem, vários cidadãos bascos fizeram o caminho de regresso, aproveitando a concentração da últimas sexta-feira do mês em defesa dos perseguidos políticos. Em terras como Zarautz, Zestoa, Zegama ou Arrasate (Gipuzkoa) viveram-se momentos emocionantes.

Gurutze Arrondo regressou a Zegama (Goierri, Gipuzkoa) depois de 23 anos de exílio; Zestoa (Urola Kosta, Gipuzkoa) recebeu Kontxi Lopetegi. Em Zarautz (Urola Kosta, Gipuzkoa) foram recebidos Xabi Makazaga, José Ángel Mutiozabal, Ros González e Mila Mitxelena. Xabier Arin, por seu lado, regressou a Ataun (Goierri, Gipuzkoa).

Aitor Mokoroa e Pello Aranzabal voltaram ao bairro donostiarra de Amara (na foto do meio), enquanto Jesús Mari Lejartza regressou a Galdakao (Bizkaia). Em Arrasate (Debagoiena, Gipuzkoa), estiveram Lore Zeziaga, Oxel Azkarate e Kepa Ruiz de Larrinaga. Em Ondarroa (Lea-Artibai, Bizkaia), esteve Loren Aldarondo (que recebeu um ongi etorri «à Ondarru»; na foto de cima).

Também se festejou o regresso de refugiados em Hernani, Bergara (Gipuzkoa) e Santurtzi (Bizkaia; na foto de baixo). / Ver: naiz.info, Berria e Turrune!

Recepção calorosa a quatro ex-refugiados em ZarautzFOTOS: regresso a casa de refugiados (naiz.info)

Jornadas em Gasteiz sobre reformas legais contra os direitos e a resistência popular

ASEH-Lisboa - L, 03/29/2014 - 23:33
Organizadas pela Salhaketa-Araba, o Eleak (movimento de defesa dos direitos civis e políticos) e a Coordenadora para a Prevenção e Denúncia da Tortura, têm lugar em Gasteiz, nos próximos dias 3, 4, 7 e 8 de Abril, as jornadas de «denúncia, mobilização e auto-organização» sobre «Reformas legais contra os direitos e resistência popular». A decorre na Casa de la Cultura Ignacio Aldecoa Gizarte Etxea, sempre das 19h00 às 21h00.

A 3 de Abril: Daniel Jimenez (doutor em Sociologia do Direito na Universidade de Saragoça) e César Manzanos (professor de Sociologia na Universidade do País Basco e membro da Salhaketa-Araba) debatem as «Reformas legales y políticas de excepción: asesinato del estado social y construcción del estado-guerra».

A 4 de Abril: Jaume Asens (advogado) e Paz Francés (professora na Faculdade de Direito da Universidade de Navarra e membro da Salhaketa-Nafarroa) abordam as «Reformas futuras hacia un estado punitivo: Código Penal, Ley de Seguridad Ciudadana y Ley de Seguridad Privada».

A 7 de Abril: Ane Ituiño (advogada de presos políticos bascos) e Laia Serra (advogada penalista) debatem a «Criminalización de la abogacía y del activismo (listas negras)».

A 8 de Abril: Sara Lopez (do Grupo Acción Comunitaria de Madrid), Txerra Bolinaga (membro do Eleak Gasteiz) e Carlos Hernandez (Coordinadora Estatal para la Prevención y Denuncia de la Tortura e membro da Salhaketa-Bizkaia) discutem a «Resistencia frente a la represión gubernamental: Acción política colectiva y respuestas psicosociales». / Mais informação: salhaketa.org

Askapena e EHL: «Frente a la represión... Gora Euskal Herria askatuta!»

ASEH-Lisboa - L, 03/29/2014 - 23:32
VIII. Semana Internacional de Solidaridad con Euskal Herria (Del 4 al 13 de Abril)

A pesar de estos pasos cualitativos y de las exigencias de agentes internacionales, los Estados francés y español siguen apostando por las detenciones, los juicios políticos y por una política penitenciaria tan cruel como ilegal, que ha provocado la muerte de presos y de sus allegados. Siguen, en definitiva, negándose a encarar la resolución del conflicto tanto en sus consecuencias como en sus causas. (askapena.org)

Bruno Carvalho: «La Maldición de Malinche: Los defensores del proyecto europeo que se dicen de izquierda»

ASEH-Lisboa - L, 03/29/2014 - 23:31
(Artículo original de Bruno Carvalho publicado en el portal http://5dias.wordpress.com el 29 de marzo de 2013 traducido por Fran J. R. León)

[Do «Prólogo do tradutor»]
Por supuesto, hacer entrar en contradicciones a los capitalistas y desenmascararlos es una labor muy importante a hacer en estas instituciones. Por eso se hace necesario distinguir entre quienes utilizan cualquier lucha, incluidas las instituciones, para hacer crecer la conciencia y la organización popular y quienes, basándose en estas elecciones (así como en cualquier otras) pretenden construir, desde dentro de la Unión Europea, la quimera de un capitalismo más humano; Bien sea de forma abierta o escondido con un mensaje izquierdista, en realidad es un desviacionismo derechista por parte de algunos movimientos obreros y populares. La clase obrera, las organizaciones netamente de izquierda, netamente anticapitalistas, debemos abanderar la lucha abierta contra este sistema: No a la Unión Europea, No al Euro, No al BCE. No, en definitiva, a la unión del bloque imperialismo europeo, encabezado por el capital alemán. No cabe, fuera de estos tres parámetros, la lucha contra las imposiciones de la Troika. (lahaine.org)

Emocionante «ongi etorri» a Lander e Aingeru em Roma

ASEH-Lisboa - OT, 03/28/2014 - 23:34
Presoak kalera, amnistia osoa!No passado dia 17 de Janeiro, em Roma, os camaradas italianos deram um abraço caloroso e militante aos bascos Lander Fernández (por quem tanto lutaram!) e Aingeru Cardano, agora regressados «a casa» em liberdade, bem como a todos aqueles que lutam pela independência, pelo socialismo, pela liberdade do País Basco. Jo ta ke, irabazi arte! / Ver: un_caso_basco_a_roma: 1 e 2

Paralisação na Ega Perfil, para denunciar quarto acidente laboral mortal em Nafarroa

ASEH-Lisboa - OT, 03/28/2014 - 23:33
No passado dia 24, ocorreu na empresa Ega Perfil S.A., localizada na Zona Industrial Comarca II (Barbatain-Ezkirotz), o quarto acidente laboral mortal deste ano em Nafarroa (o 15.º em toda Euskal Herria, de acordo com os dados do LAB). O trabalhador I. I. P., de 48 anos, faleceu quando uma bobine metálica de 5 toneladas lhe caiu em cima.Hoje, em resposta a esta situação, realizou-se uma paralisação de duas horas na empresa referida, convocada e apoiada por todo o pessoal. O trabalhador falecido trabalhava por conta própria e era «o último elo de uma longa corrente de subcontratação», denunciam os representantes sindicais. Mais concretamente, a Ega Perfil contratava o serviço à Forfresa, que por sua vez o subcontratou à empresa Transportes J.J. GIL, que por sua vez subcontratou à empresa Transportes Rived. «Ou seja, três subcontratações para realizar um trabalho». / Ver: ahotsa.info

Borroka Garaia: «Hacia la revuelta estudiantil»

ASEH-Lisboa - OT, 03/28/2014 - 23:32
Los centros de estudio se convierten de esta manera en fábricas de piezas del sistema que necesitan un engrasado determinado.

Ese engrasado va en función de las necesidades del capital y del estado en cada momento. Ahí se encuadra la LOMCE que sirve a los intereses del capitalismo, patriarcado y nacionalismo español, Heziberri2020 plan complementario a la LOMCE que sirve a los intereses de la burguesía vasca y EU2015 que sirve a los intereses mercantilistas de la Unión Europea. Todos ellos enmarcados en la ofensiva capitalista para despojar de derechos a la clase trabajadora, mantenerla explotada y asegurar la supremacía de la élite del capital y la opresión nacional, de género y de clase.
[...] Es necesaria mas que nunca una juventud combativa que rompa las inercias del panorama y que ésta sea acompañada por la clase trabajadora en su conjunto. (BorrokaGaraiaDa)

«En el país de la democracia, una vez más», de Unai ROMANO, Juan Antonio CORTÉS de LUIS e Susana ATXAERANDIO (lahaine.org)
existen multitud de informes de organismos internacionales, nacionales y locales en los que se denuncia la práctica de la tortura en el periodo de incomunicación. Pero... Una vez más cuatro jóvenes irán a Madrid, no por decisión propia, sino para ser juzgados por su militancia política en un tribunal especial.

«Amplia-se perigosamente a ofensiva dos EUA contra a Rússia e a Venezuela», de Os Editores (odiario.info)
Na Venezuela, a conspiração cujo objectivo é a destruição da Revolução aprofunda-se em múltiplas frentes. A ofensiva em curso exige um reforço da solidariedade internacionalista [em castelhano: lahaine.org]

FARC-EP: «Manuel Marulanda Vélez, una obra viva»

ASEH-Lisboa - OT, 03/28/2014 - 23:31
Este 26 de marzo se cumplio el sexto aniversario de la muerte del Comandante y Camarada Manuel Marulanda Vélez. Por causas naturales, próximo a cumplir 78 años de vida, tras 60 años de rebelión incesante, el invicto jefe guerrillero cruzó la puerta a la inmortalidad, dejando para la historia la huella indeleble de su obra. Seis años después, las FARC-EP rendimos homenaje perenne a su memoria y reiteramos en su nombre nuestro juramento de vencer. (pazfarc-ep.org)

«En honor a la memoria de Manuel Marulanda Vélez, El Héroe Insurgente», de Coordinadora Simón Bolívar (csbolivar.com)
Marulanda se ha inmortalizado en la lucha revolucionaria de América, en cada campesino, en cada pobre de nuestro pueblo, en cada sueño de Libertad y Justicia Social. Marulanda es, sin dudas, el Héroe Insurgente que recorre, junto a Bolívar y Zamora, junto a Guevara y a Chávez, el continente de los Libertadores.

Em dia de greve, milhares de estudantes mobilizaram-se contra a LOMCE

ASEH-Lisboa - OG, 03/27/2014 - 23:33
Foi enorme a adesão à jornada de greve convocada pelo sindicato Ikasle Abertzaleak, em conjunto com outras organizações, com milhares de estudantes a virem para as ruas das quatro capitais e de várias outras localidades do País Basco Sul em protesto contra as reformas educativas e em defesa de um modelo de educação próprio, construído em Euskal Herria pelo povo e para o povo. A jornada de luta fica também marcada pela repressão policial e por confrontos, nomeadamente em Bilbo e Iruñea. Pelo menos doze pessoas foram detidas.
Em Iruñea os piquetes começaram de manhã bem cedo, sempre com a Polícia no encalço. Muitos estudantes, bem como jornalistas do topatu.info e da ahotsa.info, foram revistados e identificados; quando a manifestação principal terminou, no Passeio Sarasate, a Polícia carregou sobre os estudantes que se tinham sentado frente ao Parlamento, o que viria a provocar confrontos na Alde Zaharra. Pelo menos oito pessoas foram detidas, cinco das quais menores de idade (estes já postos em liberdade).

Em Donostia, a mobilização estudantil também foi grande. As acções de protesto começaram no Campus de Ibaeta e na delegação do Departamento de Educação; depois os estudantes juntaram-se nas universidades e ocuparam a biblioteca Carlos Santamaria.

Em Gasteiz os piquetes e as acções protestos também começaram bem cedo nos ikastetxes e nas universidades, bem como o acosso da Ertzaintza, que, de acordo com o topatu.info e a gazteiraultza.info, chegou a entrar na Universidade de Gasteiz «à caça» de estudantes. Houve ainda revistas, identificações e ameaças várias. Cerca de 4000 pessoas participaram na manifestação principal do dia. Depois disso, a delegação do Departamento da Educação foi ocupada, mas por pouco tempo.
Em Bilbo, mais de 7000 estudantes participaram na manifestação principal do dia. A certa altura alguns estudantes tentaram ocupar um determinado espaço mas foram impedidos pela Ertzaintza, que carregou e efectuou quatro detenções. A enorme mobilização prosseguiu na Areatza plaza, com conferências e debates.

Em Laudio (Araba), juntaram-se os estudantes da região de Aiaraldea, que realizaram uma manifestação e um corte de estrada frente à sede do PP. Alguns jovens, bem como jornalistas do aiaraldea.com e do gazteiraultza.info foram identificados. / Ver: topatu.info, lahaine.org, Berria, naiz.info, ahotsa.info, gazteiraultza.info

Milhares de estudantes contra a LOMCE em Iruñea [Ahotsa]FOTOS: greve geral estudantil em EH (topatu, ahotsa, ekinklik e naiz)

Os presos Xabin Juaristi, Asier Virumbrales, Iñaki Loizaga e Gorka Azpitarte foram libertados

ASEH-Lisboa - OG, 03/27/2014 - 23:32
O preso político azkoitiarra Xabin Juaristi, Torre, saiu da prisão ontem à tarde de Mansilla, onde era aguardado por familiares e amigos, que o acompanharam na viagem de regresso a Euskal Herria.
Juaristi esteva na cadeia desde 2008, depois de ser julgado e condenado no processo contra o Movimento pró-Amnistia.

De acordo com a informação divulgada pela Etxerat, ontem foram libertados ainda outros três presos políticos: Asier Virumbrales, Iñaki Loizaga e Gorka Azpitarte, que cumpriram as penas a que foram condenados na íntegra. / Ver: naiz.info

ERTZAINTZA RETIRA FOTOS DE PRESOS DA TXAPELARRI, EM GASTEIZ
No dia da greve geral dos estudantes, a Polícia autonómica andou a retirar faixas e cartazes da Kutxi kalea, na Alde Zaharra da capital alavesa. Depois, entrou na taberna Txapelarri, identificou os trabalhadores e retirou do local as fotos dos presos. / Ver: gazteiraultza.info
Ver também: «O Parlamento de Gasteiz reclama a liberdade condicional de presos com doenças graves» (naiz.info)

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