Paese in via di sviluppo è il nome con cui gli esperti designano i paesi travolti dallo sviluppo altrui

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Sartaguda recorda os fuzilados pelo franquismo e reivindica «verdade, justiça e reconhecimento»

ASEH-Lisboa - IG, 05/05/2013 - 23:34
Cerca de 200 pessoas participaram em Sartaguda - «a terra das viúvas» - no primeiro «Dia da Memória histórica de Navarra», ontem, dia do quinto aniversário do Parque da Memória da localidade da Erribera.
A Asociación Pueblo de las Viudas, a Affna (Associação de Familiares de Fuzilados de Nafarroa) e os treze colectivos que integram o Autocarro da Memória juntaram cerca de duas centenas de pessoas numa cerimónia emotiva, na qual se rendeu homenagem aos fuzilados e perseguidos pelo franquismo e se pediu às instituições que intervenham.
O porta-voz da Affna, Joseba Ezeolaza, destacou as três reivindicações que orientam a sua acção, «verdade, justiça e reconhecimento», e as organizações promotoras do acto afirmaram que a prioridade é recordar a razão pela qual foram fuziladas 3500 pessoas - que ainda não foram devidamente reconhecidas, criticaram.
Homenagem a José María Jimeno
No acto principal, foi homenageado o historiador José María Jimeno Jurio, cujas investigações permitiram localizar numerosas valas comuns e valetas com restos mortais de fuzilados. Depois, os presentes participaram num almoço popular, que decorreu em ambiente de festa nas piscinas da localidade. / Fonte: naiz.info
Ver também: «Erakundeen "utzikeria" salatu dute 1936ko gerran hildakoen omenaldian», de Urtzi URKIZU (Berria)

Zeca Afonso - «De não saber o que me espera»

ASEH-Lisboa - IG, 05/05/2013 - 23:33

Do álbum Fura Fura (1979). [Letra]

Desafio: criar redes desobedientes e de apoio solidário a nível local contra as condenações políticas

ASEH-Lisboa - L, 05/04/2013 - 23:38
Diversos colectivos de Euskal Herria, reunidos em torno do movimento Eleak, deram ontem uma conferência em Iruñea, na qual fizeram um apelo para que sejam criadas em cada bairro redes locais de apoio e solidariedade, que funcionem como forma de protecção e defesa a quem é perseguido por leis injustas.
Na conferência de imprensa, com o Eleak estavam representantes de colectivos que viveram na primeira pessoa experiências desse género, como a Gasteizko Ekaitz Etxean Ekimena, a Bilboko EZPAM! Ekimena, a Oreretako Gure Etxeko Ateak Zabalik Dituzue Ekimena ou o Donostiako Aske Gunea.

Todos eles defenderam que, depois do que se passou no Boulevard donostiarra, é preciso que a sociedade se comprometa e se organize de forma autónoma de maneira a preservar os direitos civis e políticos das pessoas face a agressões e perseguições.
«Trata-se de um desafio ao compromisso e à auto-organização», para fazer frente ao desafio com que a sociedade se viu confrontada depois do que se passou no Aske Gunea. «Apesar das coisas importantes que se conseguiram, isso não basta», referiram.
Através destas iniciativas a nível local, o movimento de defesa dos direitos civis e políticos quer mostrar à sociedade as injustiças que se estão a ser cometidas contra habitantes de toda Euskal Herria. / Ver: naiz.info
O próximo desafio: criar redes de apoio solidário [Em euskara e castelhano.] Ler texto da conferência de imprensa (eus / cas): eleakmugimendua.info

600 cadeiras vazias pelos direitos dos presos políticos bascos

ASEH-Lisboa - L, 05/04/2013 - 23:37
O Herrira fez hoje um apelo à participação na iniciativa que convocou para dia 18 de Maio: encher as praças das mais diversas localidades. Hoje, o referido movimento colocou 600 cadeiras vazias na Praça do Município de Iruñea, para recordar os presos.
O movimento Herrira pediu hoje às pessoas que no dia 18 de Maio encham as praças em defesa dos direitos dos presos políticos bascos. Numa conferência de imprensa realizada em Iruñea, Elena Lakabe e Nestor Esteban disseram que «é tempo de dizer basta e de respeitar os direitos humanos de todas as pessoas». Pediram o «fim das medidas de excepção e do sofrimento».
A conferência do Herrira teve lugar na Praça do Município, onde foram colocadas 600 cadeiras vazias para recordar os presos políticos bascos que se encontram nos cárceres. «Continuam dispersos, a ver os seus direitos humanos violados e são vítimas de uma política prisional que dificulta o caminho para a paz», afirmaram.
«Tendo em vista a atitude dos governos», consideraram «fundamental» a participação dos cidadãos nos protestos, por forma a ultrapassar a actual situação. / Fonte: Berria / Vídeo: ateakireki.com
Juan Mari Maizkurrena e Xabier Atristain foram presos pela Ertzaintza Juan Mari Mariezkurrena e Xabier Atristain foram presos hoje à tarde pela Polícia autonómica. Foram ambos julgados em Fevereiro no tribunal de excepção espanhol, juntamente com Ibai Beobide, Euri Albizu, Eider Zuriarrain, Miren Josune Balda, Jose Agustin Camacho, Adur Aristegi e Jon Rosales.
No dia 16 do mês passado, Maizkurrena foi condenado 7 anos e meio de cadeia por «ajuda à ETA» e Atristain foi condenado a 17 anos, acusado de ser um «etakide». Hoje, Juan Mari Maizkurrena foi preso em Hernani (Gipuzkoa), e o donostiarra Xabier Atristain entregou-se numa esquadra.
Também condenada no mesmo processo (acusada de «ajuda à ETA»), Eider Zuriarrain foi ontem presa pela Ertzaintza em Sondika (Bizkaia). Ao fim da tarde, 200 pessoas manifestaram-se em Larrabetzu (Bizkaia) contra a detenção. Mais logo, haverá uma manifestação de protesto em Donostia (Konstituzio plaza, 19h30) contra as detenções. / Ver: Berria e larrabetzutik.org

A família de Iñigo Cabacas teme um «pacto de silêncio» na Polícia autonómica

ASEH-Lisboa - L, 05/04/2013 - 23:36
Manuel e Josefina, pais de Iñigo Cabacas, o jovem apoiante do Athletic que morreu em Abril de 2012 depois de ser atingido por uma bala de borracha disparada pela Ertzaintza, compareceram ontem, acompanhados pelas suas advogadas, na Comissão de Segurança e Justiça do Parlamento de Gasteiz para exigir o esclarecimento dos factos e da carga policial que esteve na origem na morte do seu filho.
O pai de Iñigo Cabacas criticou duramente a atitude do antigo conselheiro do Interior do Governo de Lakua, Rodolfo Ares, tendo referido que esta figura os «enganou desde o primeiro dia» e lhes «mentiu vilmente» sobre a morte do seu filho. Os pais do jovem pediram que seja constituída uma comissão de investigação no Parlamento de Gasteiz, com o apoio de todos os grupos, para esclarecer os factos e proceder às mudanças necessárias para que uma situação como esta não se repita.
Manuel Cabacas manifestou-se ainda preocupado pela possibilidade de no seio da Polícia Autonómica basca existir um «pacto de silêncio», que poderia até incluir a conselheira da Segurança, Estefanía Beltrán de Heredia.
Lembrou que, depois de as gravações das conversas entre os agentes na noite em que Iñigo foi atingido terem vindo a público e de o Departamento do Interior ter dado a entender que iria afastar alguns agentes, alguns meios de comunicação noticiaram o mal-estar no seio dos polícias, bem como ameaças de greve e exigências de que não os «abandonassem».
A mãe de Iñigo, Fina Liceranzu, disse que, tendo em conta o que foi revelado pelas testemunhas presenciais, aquilo que se passou com o seu filho podia ter acontecido a mais gente, pois os polícias dispararam balas de borracha contra a multidão.
A Polícia continua a usar balas de borracha assassinas como as que mataram Iñigo. O primeiro passo para que tal não se repita é deixar de utilizar este tipo de armamento. / Ver: boltxe.info e naiz.info

Rafael Narbona: «La tortura en Euskal Herria»

ASEH-Lisboa - L, 05/04/2013 - 23:35
No se trata de un suceso ocasional, sino de una práctica habitual que -según los observadores internacionales (Amnistía Internacional, Comité contra la Tortura de Naciones Unidas, Consejo de Europa, Human Rights Watch)- ha afectado a casi 10.000 personas en los últimos quince años. / Algunos casos son particularmente conocidos: Unai Romano, Martxelo Otamendi, Igor Portu y Martín Sarasola. (boltxe.info)
«Informe del Comite de Prevención de la Tortura sobre el estado español», de Behatokia (lahaine.org) Desde TAT y Behatokia, para quienes este informe viene a ser un espaldarazo al trabajo que realizamos diariamente, queremos denunciar la falta de voluntad evidente que tiene el Estado español de modificar su actitud en cuestión de tortura por encima de la legislación y recomendaciones internacionales
«Por una salida obrera y antipatriarcal ante la brutal crisis capitalista», de Red Roja (boltxe.info) Estamos sufriendo una utilización descarada del Estado para trasvasar miles de millones de las rentas populares hacia banqueros y grandes empresarios y para pagar fabulosos intereses a unos prestamistas internacionales que hacen de la deuda su negocio imperialista bajo la engañifa de las «obligaciones europeas». En eso consiste la política de «recortes sociales».

«Back home in Derry»

ASEH-Lisboa - L, 05/04/2013 - 23:34

Canção escrita por Bobby Sands (interpretada por The Davitts, se não estamos em erro). Faz amanhã 32 anos que o militante do IRA faleceu, ao cabo de 66 dias em greve de fome em Long Kesh. Tinha 27 anos. Era um preso político irlandês.

Lasterbidean, uma corrida popular contra a dispersão dos presos políticos bascos

ASEH-Lisboa - OT, 05/03/2013 - 23:35
Realiza-se no próximo dia 2 de Junho, em Oiartzun (Gipuzkoa), a primeira edição da Lasterbidean, uma corrida popular que irá unir o desporto e a denúncia da política de dispersão dos presos políticos bascos.
Na apresentação da iniciativa, que teve lugar em Março último em Donostia, os seus promotores afirmaram que é seu propósito reunir 1500 participantes, que terão à disposição dois circuitos: um pequeno, com 4250 metros, e um grande, com 8130 metros. Terminada a prova, terá lugar um acto público da Etxerat e ainda um almoço popular no pavilhão desportivo Elorsoro.

A informação sobre a iniciativa, bem como os dados relativos à inscrição, encontra-se na página lasterbidean.com; outra possibilidade é ligar para os números de telefone: 688-62-96-27 ou 688-82-37-37.

A Lasterbidean surgiu na sequência da manifestação a favor dos presos políticos bascos que teve lugar no passado dia 12 de Janeiro em Bilbo e a ideia é que se realize todos os anos, sempre numa localidade diferente. / Ver: Gara e boltxe.info

Siroka + Eñaut Elorrieta + Jon Martin - «Lasterbidean»
«Bidea laster egiteko / lasterbidea sortzen ari gara»

A Ertzaintza prendeu a bilbaína Eider Zuriarrain
A Ertzaintza prendeu Eider Zuriarrain hoje à tarde, em Sondika (Bizkaia), à saída da ikastola onde trabalha e levou-a para a esquadra de Erandio. Em Fevereiro deste ano, foi julgada com mais oito pessoas no tribunal de excepção espanhol, que no dia 16 de Abril a condenou a 7 anos e meio de prisão por prestar ajuda à ETA.
Eider foi detida pela primeira vez a 10 de Março de 2011, em Urruña (Lapurdi), na sequência da aprovação de um mandado europeu contra ela. Apesar de fazer uma vida pública em Ipar Euskal Herria e trabalhar na ikastola de Baiona, foi apresentada pela maioria dos meios de comunicação espanhóis como uma «etakide em fuga».

Alguns meses mais tarde, foi extraditada para o Estado espanhol, onde lhe deram ordem de prisão; mas em 14 de Outubro de 2011 foi libertada, depois de pagar uma fiança de 10 000 euros. Em Abril, foi então condenada a 7 anos e meio de prisão, por ajudar Ibai Beobide (é acusada de o esconder em casa e de o ajudar a passar para França).

Em protesto contra o julgamento, cerca de 200 pessoas participaram numa manifestação no bairro de Deustu em 19 de Abril. / Fonte: BilboBranka [De acordo com o naiz.info, foram convocadas manifestações para hoje às 20h00 em Larrabetzu (Bizkaia), onde Eider vivia, e para segunda-feira, às 19h30, no bairro bilbaíno de Deustu.]
Cerimónia de boas-vindas a Itxaso Legorburu, em Gasteiz Fonte: arabakoHerrira / Mais informação: aseh [Ongi etorri!]

A Audiência Nacional espanhola proíbe os actos comemorativos do Bizkargi Eguna

ASEH-Lisboa - OT, 05/03/2013 - 23:34
O tribunal de excepção espanhol proibiu os actos comemorativos do Bizkargi Eguna previstos para este sábado e domingo tanto em Larrabetzu como no cimo do monte Bizkargi (Bizkaia).
De acordo com o auto enviado à Ertzaintza, a AN refere-se, como já o fez, por exemplo, em 2011, aos actos que durante muitos anos se realizaram no cimo do monte onde combateram os gudaris bascos na Guerra de 36.
Pede-se também à Ertzaintza que tome «todas as medidas que forem necessárias para impedir a celebração do referido acto». / Fonte: naiz.info
Recorde-se que a proibição decretada pelos fascistas em 2011 não impediu que, nesse ano, centenas de pessoas celebrassem o Bizkargi Eguna.

Jornada solidária com a Palestina, dia 18 de Maio, em Elizondo

ASEH-Lisboa - OT, 05/03/2013 - 23:33
A rede Euskal Herria-Palestina sarea, juntamente com grupos e colectivos de Euskal Herria e de Baztan decidiram organizar a jornada solidária EH-Palestina em Elizondo (Nafarroa), no dia 18 de Maio. Entretanto, já estão a decorrer diversas actividades, e assim vai continuar a acontecer ao longo do mês. A Euskal Herria virão diversas figuras para falar sobre a realidade da Palestina e sobre a idoneidade do boicote, com o propósito de transmitir conhecimento e trabalhar a solidariedade.
Programa:10h00: dianas nas ruas de Elizondo / criação de mural / exposição 10h30: conferência «O imperialismo, o sionismo e o apartheid na Palestina», por James Petras e Adel Abou Salem 11h00: kalejira / actividades para crianças / workshops / checkpoint israelita nas ruas / comida árabe
12h00: concentração pelos presos políticos palestinianos e bascos 12h30: acto central do Dia Euskal Herria-Palestina 13h00: danças palestinianas 14h00: almoço e actuação de Fermin Balenzia
18h00: gincana 20h00: recital de canto com Maysa Daw 22h00: concertos

Entretanto, até ao Euskal Herria-Palestina Eguna vão decorrer múltiplas iniciativas no Município de Baztan, como exposições, debates, conferências ou exibição de documentários. / Mais informação: Komite Internazionalistak e arranbela

Diego Cañamero [SAT]: «A economia é do povo, de quem trabalha»

ASEH-Lisboa - OT, 05/03/2013 - 23:32
Na quarta-feira passada, coincidindo com as comemorações do Primeiro de Maio, dezenas de jornaleiros do Sindicato Andaluz dos Trabalhadores [SAT] ocuparam o terreno militar Las Turquillas de Osuna (Sevilha), propriedade do Ministério da Defesa, numa acção de luta em que se reivindicou a criação de postos de trabalho nas dezenas de hectares de terra a que não se dá nenhum uso. Na quarta-feira de madrugada, os jornaleiros foram despejados do local pela Guarda Civil e desde então permanecem à entrada do terreno. Fizeram também um apelo «a toda a gente para que este sábado apareça em Las Turquillas para dar força à ocupação». A Info7 falou com Diego Cañamero, porta-voz do SAT, que afirmou que «a economia é do povo, de quem trabalha». (Info7 Irratia)

Autarcas das localidades dos presos que têm doenças graves formaram uma comissão

ASEH-Lisboa - OG, 05/02/2013 - 23:36
Vão dar início a uma ronda de contactos com diversas instituições e responsáveis políticos, para lhes pedir que se envolvam «na fase de resolução» e actuem «com responsabilidade». Também irão contactar instituições europeias e dos estados espanhol e francês.
Autarcas de Hernani, Errenteria, Lasarte-Oria (Gipuzkoa), Ondarroa, Larrabetzu (Bizkaia), Arbizu (Nafarroa) e Agurain (Araba) criaram uma comissão, entre outras razões, pela preocupação que lhes causou as morte dos presos Angel Figueroa e Xabier López Peña. «A prisão não é o local indicado para tratar uma doença grave», disse o autarca de Arbizu, Miren Mendinueta, durante a apresentação da comissão agora criada, que decorreu na Câmara Municipal de Hernani (Gipuzkoa). Por isso, irão solicitar que os presos com doenças graves sejam postos em liberdade condicional. Segundo realçaram, tanto as legislações internacionais como a espanhola afirmam a necessidade de respeitar os seus direitos.
Há quinze presos com doenças graves. Mais de cem organizações já solicitaram, através de uma declaração, a libertação dos presos com doenças graves. O Parlamento de Gasteiz foi uma dessas instituições. «É tempo de avançar. A resolução do conflito requer o envolvimento activo de todos», afirmou Mendinueta. / Fonte: Berria

O preso algortarra Pol Asensio sai no dia 16 de Maio O preso político basco Pol Asensio Millan (Algorta, Getxo, Bizkaia) vai ser libertado dentro de duas semanas, no dia 16 de Maio, mais precisamente. Pol foi detido pela Polícia espanhola em 30 de Novembro de 2007, na sua casa, por ordem da AN espanhola.
Inicialmente foi encarcerado em Soto del Real (Madrid), mas alguns dias antes de a juíza Angela Murillo ler a sentença foi levado para a prisão de Navalcarnero (Madrid). A 27 de Dezembro de 2007, mudaram-no para a de Valdemoro (Madrid) e no dia 2 de Janeiro de 2008 foi levado para a de Ocaña (Toledo). No final de Setembro, princípio de Outubro de 2008 foi transferido para a prisão de Alacant, a 823 quilómetros do município de Getxo.
O algortarra foi condenado a 11 anos de cadeia, acusado de «ser membro de organização terrorista», no âmbito do processo 19/98. Depois, o Supremo Tribunal espanhol reduziu-lhe a pena para sete anos e meio. No relatório que publica mensalmente, a associação Etxerat referiu-se mais que uma vez ao caso de Pol, por considerar que devia estar em liberdade condicional. / Fonte: algortaHerrira [Na foto: Em casa, a conhecer a filha Sare (7 de Maio de 2012).]
Ongi etorri a Naia Lacroix A presa basca Naia Lacroix (Senpere, Lapurdi) foi libertada no dia 23 de Abril, e na quarta-feira passada, dia 30, teve lugar a cerimónia de ongi etorri - no frontão do bairro de Ibarrun, com muita festa, dantzaris e cabeçudos à mistura. Naia foi detida e esteve presa por causa de uma acção realizada no âmbito da dinâmica «Euskal Herria Ez da Salgai» [o País Basco não está à venda]. / Ver: kazeta.info / Foto: Maia Suomi / Muitas fotos em herrira.org

Comunicado da ETA: «Chega de brincar com a vida e os direitos dos presos políticos»

ASEH-Lisboa - OG, 05/02/2013 - 23:35
Na sequência das mortes recentes de Ángel Figueroa e Xabier López Peña, a ETA volta a denunciar a política penitenciária desenhada pelos estados espanhol e francês «contra o Colectivo de Presos Políticos Bascos» (EPPK), e considera que se mantém em vigor para «causar sofrimento e acabar com o processo de resolução». Em seu entender, é tempo de «deixar de brincar com a vida» dos prisioneiros. / Ver: Gara
ETA: «Une erabakigarrian gaude, konponbide osoa baitago jokoan» Euskal presoen biziarekin eta eskubideekin jolasteaz aski dela dio ETAk. Angel Figueroa eta Xabier Lopez Peñaren heriotzen erantzule egin ditu Mariano Rajoy eta François Hollande. Euskal presoek pairatzen duten sakabanaketa eta bakartzea salatu ditu, eta gaineratu du presoak, zigortzeko erabiltzeaz gain, konponbide prozesua «ibilbiderik gabe uzteko» erabiltzen dituztela. / Ver: Berria
Comunicado da Euskadi Ta Askatasuna

Novo ataque à liberdade de expressão: a AN quer fechar a BurlataHerria.org por divulgar informação sobre os presos

ASEH-Lisboa - OG, 05/02/2013 - 23:34
Um habitante de Burlata (Nafarroa) e colaborador do site burlataherria.org terá de comparecer num tribunal de Iruñea na próxima sexta-feira, 10 de Maio, por ordem da Audiência Nacional espanhola. O procurador acusa-o de enaltecimento do terrorismo e pede o encerramento da página.
No passado dia 13 de Março, por acusações semelhantes, este habitante de Burlata, o autarca de Atarrabia e um membro do Herrira tiveram de comparecer no tribunal de excepção espanhol por ordem do juiz Fernando Andreu. O caso acabou por ser arquivado, por falta de provas.
A queixa, mais uma vez, é feita por uma informação veiculada no burlataherria.org sobre boas-vindas a presos políticos em Burlata desde 2009.
A esquerda abertzale de Burlata afirmou que estamos «perante um novo ataque à liberdade de expressão», «um ataque à informação livre, uma tentativa de criminalização da solidariedade para com os presos políticos e uma tentativa de silenciamento e de criminalização de um meio de comunicação livre que dá voz a todas iniciativas populares euskaldunes e de esquerda de Burlata».
Como tal, convidou os cidadãos a participar, na próxima quarta-feira, 8 de Maio, às 20h30, na foto solidária que será realizada na Euskal Herria Peña. / Fonte: ateakireki.com

Documentário: «A luta na mochila»

ASEH-Lisboa - OG, 05/02/2013 - 23:33
«Borroka Motxilan / La lucha en la mochila / La lluita a la Motxilla»
«Lo tenían todo, pero decidieron ir con las que no tenían nada. Elisenda («Blanca»), Begoña («Alba») y Marta («Begoña») nunca se encontraron en el Salvador. Nunca operaron juntas ningún herido que venia de combatir la miseria y la represión del ejército. Nunca se encontraron bajo la lluvia cantando «dale salvadoreño, que no hay pájaro pequeño».
Nunca se susurraron a la oreja que algún día terminaría esa guerra y el Salvador seria un país de mujeres y hombres libres. Las tres marcharon con la lucha en la mochila para enseñarnos -con sus gestos- que la solidaridad es la ternura de los pueblos.» / Ver também texto em euskara e catalão: boltxe.info

Primeiro de Maio: o LAB insiste na necessidade de «romper» com as políticas que destroem o emprego

ASEH-Lisboa - AZ, 05/01/2013 - 23:34
O sindicato LAB decidiu mobilizar-se por comarcas neste Primeiro de Maio, por entender que desta forma mais gente viria para as ruas. De acordo com o sindicato, cerca de 30 000 aderiram às convocatórias realizadas, sendo de destacar as de Gasteiz [na foto], Iruñea, Bilbo, Donostia, Ezkerraldea ou Durango (Bizkaia).
Ainhoa Etxaide, secretária-geral da central sindical, esteve na manifestação de Durango. Ali, também estiveram presentes as deputadas do EH Bildu Laura Mintegi e Maribi Ugarteburu, bem como os trabalhadores da San Eloy e Iketz, que vestidos com T-shirts verdes, reclamaram a defesa dos seus postos de trabalho.
Foram eles que deram início ao acto final, tendo afirmado que enfrentam um processo de despedimento e tendo exigido uma solução. Depois deles, interveio Etxaide, que criticou duramente a proposta de «pacto de país e de estabilidade» que Urkullu fez ao PSE e ao PP. «Isso é ser espanhol», atirou ao lehendakari.
Referiu-se também à questão dos despejos e criticou as reformas que o Governo de Mariano Rajoy está a levar a cabo.

Manifestou a sua solidariedade aos trabalhadores das empresas que fecharam ou estão à beira de fechar as portas, defendeu a necessidade de «romper» com as políticas que «destroem» o emprego, bem como a necessidade de alterar a política fiscal.
Tendo em vista a mudança social, política e económica, reafirmou a importância da greve geral convocada para dia 30 de Maio e fez um apelo à adesão do povo e dos trabalhadores bascos.
Também em Donostia Várias centenas de pessoas participaram na manifestação convocada pelo LAB em Donostia. A marcha partiu do Boulevard, e à frente seguia uma faixa em que se fazia um apelo à participação na greve de dia 30. A organização juvenil Ernai também levava uma faixa, em que se lia «Gazteria legala. Etorkizuna gurea da». [Juventude legal. O futuro é nosso.] 
Em Iruñea, pela mudança social e pelo fim do actual modelo «corrupto» Depois da manifestação em Iruñea, em que participaram cerca de 5000/6000 pessoas, o LAB defendeu «uma mudança no modelo corrupto» que governa Nafarroa e criação de um outro, «assente na capacidade de decisão dos cidadãos navarros». / Ver: naiz.info LAB sindikatua, ateakireki.com e boltxe.info / Fotos: Maitzaren Lehena Euskal Herrian (naiz.info)

Iñaki Gil de San Vicente: «La burguesía vasca y los imperialismos»

ASEH-Lisboa - AZ, 05/01/2013 - 23:33
Sin embargo, la burguesía existe, como existe el imperialismo. En Hegoalde, la burguesía tiene su Estado, el español, y además tiene los gobiernillos prestados por el reino de España. Pero el futuro de estos y otros instrumentos de poder y de opresión nacional de clase, ya no depende sólo de la voluntad del bloque de clases dominante en el Estado, sino cada vez más de las pugnas interimperialistas, por un lado, y de las decisiones de euroalemania, por otro. (BorrokaGaraiaDa)
«Mentira tras mentira al CPT», de Xabier MAKAZAGA (lahaine.org) En su respuesta al último informe del Comité para la Prevención de la Tortura, CPT, las autoridades españolas siguen haciendo caso omiso de las recomendaciones que dicho organismo del Consejo de Europa les ha venido haciendo desde hace más de 20 años. Y también siguen mintiendo descaradamente, como lo han venido haciendo desde que respondieron por primera vez al CPT, en 1995.
«Mujer roja y libre», de Maite OTAZUA (lahaine.org) La víspera del día internacional de la clase trabajadora de 1991 tres militantes de Iraultza perdieron la vida al estallarles un artefacto explosivo que iban a colocar. Entre ellas se encontraba Marisol Mujika Areitiaortuena y 22 años después, queremos recordar su figura para que sirva de aliciente en la pelea de la clase trabajadora de Euskal Herria.

Andaluzia: Centenas de jornaleiros ocupam a propriedade «Las Turquillas»

ASEH-Lisboa - AZ, 05/01/2013 - 23:32
Várias centenas de jornaleiros liderados pelo deputado Juan Manuel Sánchez Gordillo (IU) ocuparam hoje, pela segunda vez e com a intenção de ficar, o terreno militar Las Turquillas de Osuna (Sevilha), segundo disse à Efe o dirigente do Sindicato Andaluz dos Trabalhadores (SAT), Diego Cañamero.
Os jornaleiros saltaram a barreira que delimita o terreno, propriedade do Ministério da Defesa e que já ocuparam no Verão passado, situada junto à estrada, embora não tenham chegado às instalações permanentes, a cerca de um quilómetro de distância da primeira barreira e guardadas por agentes da Guarda Civil.
Cañamero disse que a ocupação era pacífica e que durante a tarde iriam realizar uma assembleia para decidir o que fazer no terreno militar, cuja propriedade não desejam, pois apenas o querem utilizar «para criar trabalho».
Esta propriedade já foi ocupada durante dois meses no Verão passado, o que levou a que Sánchez Gordillo, que é também autarca de Marinaleda (Sevilha) e 53 jornaleiros fossem indiciados.
A ocupação de hoje, que decorreu sem incidentes, é uma acção reivindicativa relacionada com o Primeiro de Maio, e foi no âmbito desta acção que vários autocarros e numerosos viaturas se deslocaram até ao local. Também estava prevista para hoje a ocupação da propriedade «La Rueda», em Jaén, organizada pelo SAT. / Fonte: lahaine.org

A Europa pede firmeza ao Estado espanhol na adopção de medidas que evitem as torturas

ASEH-Lisboa - AT, 04/30/2013 - 23:36
O Comité Europeu para a Prevenção da Tortura do Conselho da Europa pediu às autoridades espanholas maior firmeza na adopção de medidas que evitem os maus-tratos, também verbais, aos detidos e presos pelas Forças de Segurança do Estado e funcionários prisionais. O relatório insiste na falta de garantias da detenção incomunicável e denuncia os obstáculos colocados pela Guarda Civil.
A delegação do CPT que visitou o Estado espanhol entre 30 de Maio e 13 de Junho de 2011 elaborou um relatório em que pede «tolerância zero» para esses casos nas esquadras, prisões e centros de internamento de estrangeiros. De acordo com o relatório, os entrevistados afirmaram ter sido tratados de forma correcta na grande maioria dos casos, mas existiram algumas alegações de maus-tratos durante a detenção.
O relatório pede que seja proibido vendar os olhos ou encapuzar os detidos, inclusive durante os interrogatórios.A delegação obteve alegações credíveis de 10 dos 11 cidadãos bascos detidos em regime de incomunicação que entrevistou.
Regime de incomunicação, medida de excepção
Na secção correspondente ao regime de incomunicação, o CPT inclui alguns dos testemunhos de maus-tratos. [Na sequência, ver testemunhos.]

Em seguida, o CPT recomenda que os detidos em regime de incomunicação tenham acesso a um advogado desde o momento em que são detidos, e também durante os interrogatórios. Pede também que a família seja notificada da detenção e do paradeiro da pessoa detida - que deveria poder ser visitada por um médico por ela escolhida, juntamente com o médico forense designado pelo juiz de instrução. Pede-se ainda que as celas das esquadras tenham luz natural, sistema de ventilação e campainha.
No relatório refere-se ainda que os membros da delegação do CPT encontraram paus e tacos de beisebol nas salas de interrogatório de esquadras de Cádis e Madrid (Puente de Vallecas e Moratalaz).

Obstáculos da Guarda Civil
A delegação afirma que a sua relação com as autoridades espanholas foi «excelente», com uma «excepção importante»: a Unidade de Detenção do Serviço de Informação da Guarda Civil, na Direcção-Geral de Madrid.Ali, diz o relatório, os oficiais impediram que a delegação acedesse à zona de detenção, como já ocorrera em 2007.
No relatório afirma-se que o CPT «anda há duas décadas a chamar a atenção das autoridades espanholas para o problema dos maus-tratos infligidos pela Guarda Civil» e que este «continua por resolver».
Por isso, pede às autoridades espanholas que procedam a uma investigação rigorosa e independente sobre os métodos utilizados por oficiais da Guarda Civil durante as detenções incomunicáveis. O CPT «deseja receber no prazo de três meses um relatório detalhado sobre as medidas tomadas para aplicar estas recomendações».
Sublinha ainda que as alegações de maus-tratos «são sistematicamente consideradas não fiáveis e como parte de uma estratégia de defesa para retirar validade ao depoimento realizado no fim da detenção em regime de incomunicação».
Assim, o organismo «reitera» a recomendação de que, quando uma pessoa denunciar maus-tratos por parte de oficiais das FSE, «o juiz/procurador tome nota das denúncias por escrito, ordene de imediato um exame médico forense e tome as medidas necessárias para garantir que as denúncias são investigadas de forma adequada». / Ver: naiz.info / Relatório do CPT (cas / ing)
«Madrid vangloria-se de que o CPT "não cita nem um só caso de torturas provadas por sentença firme"»

Ver também: «Torturak ikertzeko oztopoak salatu, eta horiek saihesteko neurriak eskatu dizkio CPTk Madrili», de Jon OLANO (Berria)

Maiatzaren Lehena / Primeiro de Maio 2013: mobilizações

ASEH-Lisboa - AT, 04/30/2013 - 23:35
Página do Primeiro de Maio / Maiatzaren Lehena do sindicato LAB Convocatórias em 24 comarcas (LAB)
Comemorações do 1.º de Maio de 2013: CGTP-IN

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